Pequenas e médias empresas, que geralmente têm menos acesso a ferramentas avançadas, podem encontrar na Inteligência Artificial uma forma de ganhar competitividade
No Brasil, a Inteligência Artificial (IA) está transformando o mercado de trabalho em vários setores da economia. Em 2023, 74% das empresas brasileiras já haviam adotado IA – um salto interessantíssimo quando se observam os números de 2022. No período, registrou-se 61% de adesão de IA. Estes dados foram coletados a partir de um estudo da Microsoft e da Edelman.
A implementação de IA, por consequência, também ampliou as exigências de contratação. Por exemplo, em 2021, o número de vagas que exigiam conhecimento em IA era de 19 mil. No entanto, para 2024, o número saltou para 73 mil, conforme o Barômetro Global de Empregos em IA 2025, estudo realizado pela consultoria PwC.
No entanto, embora a tendência seja realmente de crescimento, a pesquisa Planeta Firma: Anuário de Benefícios Corporativos, Boas Práticas e Tendências para os Recursos Humanos mostrou que 48% dos trabalhadores afirmam não usar no seu cotidiano de trabalho. Os dados evidenciam que ainda existe muito espaço para o crescimento do uso de IA em muitos setores produtivos.
Economicamente falando, o cenário brasileiro encontra-se diante de um campo fértil: quanto maior for a adesão às ferramentas inteligentes, maiores são os ganhos de produtividade, eficiência e inovação nos negócios.
Por exemplo, quem trabalha com marketing ou produção de conteúdo pode se beneficiar muito de um curso de IA para copywriting. Este curso em específico ensina a usar algoritmos para criar textos mais persuasivos e eficientes.
Hoje, as empresas de tecnologia, finanças e serviços digitais são aquelas que mais usam sistemas de IA, mas existem outros setores tradicionais da indústria, como comércio e agronegócio, que experimentam soluções automatizadas para uma série de processos produtivos.
No universo corporativo, a IA já é utilizada para uma série de tarefas fundamentais, como selecionar candidatos a partir de procedimentos lógicos estruturados, na oferta de treinamentos personalizados, bem como no acompanhamento.
A IA também está presente no processo de treinamento de equipes. De fato, hoje, as plataformas de aprendizado possuem a capacidade de identificar o que cada colaborador precisa aprender para aperfeiçoar suas atribuições, montando um caminho personalizado. O resultado é que o processo de aprendizagem ocorre mais rápido, além de gerar mais conhecimento.
As empresas que acompanham de perto o processo de desenvolvimento possuem como tendência em seu horizonte a perspectiva de crescimento. No fim, à medida que os trabalhadores adotem no seu cotidiano o uso de IA, a partir do investimento interno e externo, espera-se que a rotina das empresas no mundo corporativo mude bastante nos próximos anos.
O caminho é, sem dúvidas, um novo paradigma. Acredita-se que, na medida em que essa interação evolua, a eficiência produtiva deve atingir patamares ainda não vistos no processo de desenvolvimento histórico das forças produtivas.
O novo AI Mode transforma a forma como as pessoas pesquisam no Google e desafia estratégias tradicionais de marketing digital
Créditos: iStock/ courtneyk
Para entendermos o que é Google AI Mode, devemos pensar em um recurso que muda o funcionamento das buscas online, transformando a página de resultados do buscador em um assistente pessoal. Contudo, em vez de somente apresentar uma lista de resultados, ele usa o modelo “Gemini 2.5” para gerar respostas resumidas e completas, com base em fontes da internet.
Ou seja, diferentemente da lista tradicional de links, o recurso apresenta um texto pronto, com diversas referências, que responde à pergunta do usuário de maneira direta e otimizada.
Assim, o AI Mode nada mais é do que uma nova forma de buscar informações no Google. Disponível desde maio de 2025 nos Estados Unidos, ele traz respostas criadas por inteligência artificial diretamente na página de resultados.
Esta mudança lembra o momento em que os mapas digitais passaram a indicar o caminho sem precisar que o usuário interpretasse a rota. No lugar de apenas mostrar onde encontrar a informação, o AI Mode já entrega a resposta pronta, embasada por fontes que o próprio Google seleciona.
O motor por trás do recurso é o modelo Gemini 2.5, capaz de lidar com perguntas complexas, interpretar imagens, PDFs e até áudios. Ele também consegue manter o contexto de uma conversa, algo que aproxima a experiência de um diálogo com um especialista.
Como o Google AI Mode funciona
Ao ativar a aba de AI Mode no Google Search, o usuário pode fazer perguntas mais longas e detalhadas. O sistema “quebra” a solicitação em partes menores, busca informações em diferentes fontes e reúne tudo em uma resposta única. É como pedir a opinião de vários especialistas e receber um resumo conciso do que todos disseram.
O AI Mode não se limita ao texto. Ele aceita imagens, documentos e comandos de voz. Por exemplo, uma foto de um produto pode ajudar o usuário a encontrar especificações, manuais ou comparativos. Também é possível enviar um PDF, para que o recurso resuma os pontos principais ou extraia dados específicos. Outras funções vêm ganhando destaque:
Canvas: uma espécie de quadro virtual, em que o usuário pode organizar pesquisas em andamento.
Search Live: utiliza a câmera para responder a perguntas sobre o que está à frente, como identificar um objeto ou explicar um procedimento.
Deep Search: exclusivo para assinantes de planos avançados, capaz de elaborar relatórios completos e até entrar em contato com empresas para confirmar informações.
A combinação de recursos transforma o Google em algo mais próximo de um assistente de pesquisa do que de um simples buscador.
Impacto do Google AI Mode no marketing digital
A chegada do AI Mode mexe diretamente com o SEO. O tráfego orgânico, que antes dependia de cliques nos links, tende a cair em muitos casos, já que a resposta aparece de forma completa na própria página de busca. Estimativas de consultorias apontam que sites podem perder até um terço dos acessos vindos do Google neste novo cenário.
Outro ponto é a forma como a visibilidade é conquistada. No modelo tradicional, a posição na página de resultados era o principal objetivo. Agora, o que importa é ser citado como fonte nas respostas do AI Mode. Um site pode não aparecer no topo da busca convencional e ainda assim ganhar destaque dentro da síntese gerada pela inteligência artificial.
Além disso, os avaliadores de conteúdo consideram não só o texto, mas também o formato. Imagens, vídeos, gráficos e outros recursos multimídia aumentam as chances de o material ser aproveitado nas respostas. É como preparar uma matéria para um telejornal: quanto mais completa e visualmente rica, maiores as chances de alguém utilizá-la.
A personalização também ganhou força. O AI Mode leva em conta o histórico de buscas e o perfil do usuário para entregar respostas adaptadas. Duas pessoas podem fazer a mesma pergunta e receber respostas diferentes, moldadas de acordo com seus interesses e comportamentos anteriores.
Créditos: iStock/ Kenneth Cheung
Estratégias para se adaptar ao novo cenário
Para não perder espaço, marcas e criadores de conteúdo precisam repensar suas estratégias. Entre as ações mais recomendadas, estão:
Produzir conteúdo aprofundado, que responda a várias perguntas relacionadas ao tema principal.
Diversificar formatos, incluindo imagens, vídeos e tabelas que possam ser citados.
Manter as informações atualizadas e bem referenciadas para aumentar a confiança do Google.
Monitorar com atenção quando e como o site é citado nas respostas de IA.
Esta última tarefa é mais difícil, porque, até o momento, o Google Search Console não separa os dados de desempenho do AI Mode. Muitas vezes, o tráfego originado por essas citações aparece como acesso “direto” ou “desconhecido”.
O papel das buscas por IA no dia a dia
A tendência é que o AI Mode se integre cada vez mais à rotina de pesquisa dos usuários. Quem busca por receitas, resumos de livros, comparações de produtos ou informações técnicas pode resolver tudo em poucos segundos, sem visitar outros sites. Isso muda o jogo para quem vive de produzir conteúdo online.
Até consultas simples, feitas pelo celular, como no caso do Poco X6 Pro, por exemplo, já mostram a força desta mudança. O AI Mode adapta as respostas para telas menores, entrega textos mais objetivos e evita que o usuário precise abrir várias abas para encontrar a informação que procura.
O consumidor vê essa agilidade como uma vantagem, mas quem quer ser encontrado na internet precisa adotar uma nova postura. O foco deixa de ser apenas “estar no topo” e passa a incluir “ser citado pela IA”.
O que esperar daqui para frente
O Google já confirmou que pretende expandir o AI Mode para outros países nos próximos meses. Com isso, empresas brasileiras devem começar a sentir o impacto de forma mais clara. O cenário provável é de uma busca cada vez mais conversacional, em que a IA conduz o usuário até a resposta, e não necessariamente até um site específico.
Os profissionais de marketing digital enfrentam um desafio duplo: otimizar o conteúdo para que a IA o aproveite e, ao mesmo tempo, criar experiências que incentivem o usuário a visitar o site mesmo após receber uma resposta parcial na página de resultados.
Em outras palavras, o Google AI Mode não é apenas mais uma atualização no algoritmo. Ele muda de forma estrutural a maneira como a informação é distribuída e consumida. Assim como a transição dos jornais impressos para os portais online, esta nova etapa exige adaptação rápida para não ficar para trás.
Capacidade de se debruçar sobre números e informações, segundo os respondentes, seria mais difícil que mexer com IA
Em um mundo onde os dados movem decisões, negócios e até carreiras, falta entender os próprios números. Um estudo recente realizado pela Locaweb, em parceria com a Conversion, revela que analisar dados e métricas é hoje a habilidade digital mais desafiadora para os brasileiros. Mais da metade dos entrevistados (51,2%) admite ter dificuldades quando o assunto é interpretar informações, criar relatórios ou acompanhar indicadores de desempenho online.
Essa lacuna, inclusive, já tem impacto direto na vida profissional: 5 em cada 10 brasileiros afirmam ter desistido de pelo menos uma oportunidade de trabalho por não se sentirem preparados tecnicamente para atuar no ambiente digital — seja para lidar com números, desenvolver um site, vender um produto online ou produzir conteúdo para redes sociais.
O levantamento buscou compreender como a população avalia suas próprias aptidões tecnológicas, quais são as competências que mais geram insegurança no mercado atual e como as novas tecnologias, como a inteligência artificial, estão sendo usadas para suprir essas carências.
Habilidades digitais: o que os brasileiros menos dominam em 2025?
Se, no ano passado, dados da Anatel já mostravam que apenas 29% dos brasileiros dominam práticas eletrônicas básicas (como copiar e colar um arquivo, anexar documentos a um e-mail e duplicar uma imagem), algo que o novo estudo reforça é como, em 2025, o que não faltam são dúvidas relacionadas ao ambiente digital, que persistem independentemente da região ou geração dos entrevistados.
Não por acaso, após serem indagados a respeito do que ainda não dominam digitalmente, parte dos respondentes foram enfáticos: não se sentem capazes de criar um site ou blog (44,8%), fazer uma live (44%), montar formulários (31%) ou produzir e vender infoprodutos (46,8%), seja um curso online ou e-book. Certos ouvidos também pontuaram não saber como criar um e-mail profissional próprio (26,4%), bem como integrar a própria conta a outras ferramentas (50,8%).
A mais desafiadora entre as habilidades, de toda maneira, é outra: analisar dados e métricas — que parece refletir não apenas certa falta de proximidade com o digital, mas pouco contato com o mundo dos números em um país com um dos piores desempenhos em matemática do mundo — como já havia destacado o Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências em 2024.
Menos habilidades, menos oportunidades?
Ora, mas se, aparentemente, cada passo do mercado parece acompanhar o que há de mais novo tecnologicamente, quais seriam os impactos de não se dominar uma competência digital em 2025? Ao menos na visão dos entrevistados pela Locaweb, a resposta é simples: não se sentir apto para embarcar em novos projetos e oportunidades de emprego, realidade vivida por 50% dos ouvidos ao longo da pesquisa. Para eles, nos próximos doze meses, se destacará profissionalmente não só quem vive atento ao que pedem as empresas, mas especialmente aqueles que já dominam a Inteligência Artificial (81%), sabem gerenciar anúncios em diferentes plataformas (57,2%) e têm uma boa relação com as métricas e dados (45%) — os diferenciais que acreditam ser os mais promissores daqui para frente.
IAs podem se tornar ferramentas valiosas para quem procura melhorar o desempenho nos estudos, mas é preciso cuidado
A Inteligência Artificial é uma tecnologia revolucionária que está mudando a forma como realizamos diversas atividades. Seus impactos ainda estão sendo mensurados, mas nem sempre de forma negativa. No campo da educação, ela pode ser uma ferramenta valiosa para quem busca melhorar o desempenho em concursos, vestibulares ou na rotina de estudos.
Os benefícios da Inteligência Artificial nos estudos
O uso da Inteligência Artificial nos estudos pode ajudar na personalização do aprendizado, por meio da análise de dados e da organização do tempo. As plataformas de IA identificam padrões de desempenho, o que lhes permite sugerir matérias personalizadas, fornecer feedbacks individuais, e propor horários e métodos de estudo mais eficientes.
Além dessas vantagens, a IA também oferece economia de tempo e dinheiro ao filtrar informações de maneira mais cômoda e personalizada com base no plano de estudos. Ela está disponível 24 horas por dia e conta com recursos interativos que podem variar de acordo com a plataforma utilizada. Portanto, vale a pena explorar as opções que mais se ajustam ao estilo de cada um.
Os malefícios
Apesar de sua utilidade na rotina dos estudantes, é necessário ter cuidado com a dependência excessiva do uso da IA, pois isso pode prejudicar o desenvolvimento de habilidades como raciocínio crítico, pesquisa e resolução de problemas.
Outro ponto importante é estar atento às limitações da IA. Como essa tecnologia está em constante evolução, ela pode apresentar erros em suas respostas. Por isso, é fundamental sempre buscar outras fontes de informação para fundamentar as decisões de estudo, garantindo um desempenho mais assertivo.
Então, qual é a melhor maneira de usar?
A melhor forma de utilizar a Inteligência Artificial é escolher plataformas confiáveis e de qualidade. Além disso, é importante equilibrar o uso da IA com outros métodos de aprendizado, como interações com professores e colegas, leitura de livros, vídeos de professores renomados, podcasts e atividades práticas. A IA deve ser um complemento nos estudos, não um substituto. E vale lembrar que elas podem ser utilizadas tanto em um notebook gamer, quanto no celular.
Dessa forma, é possível aproveitar melhor todas as opções disponíveis para os estudos e alcançar a nota de corte desejada ou em qualquer outro curso.
Opções de IA disponíveis
Na internet, existem várias opções de Inteligência Artificial que podem auxiliar na rotina de estudos, como:
ChatGPT;
Gemini;
Research Rabbit.
Além dessas ferramentas, existem aplicativos que utilizam IA para ajudar os estudantes. O ideal é explorar as diferentes opções para descobrir qual se adapta melhor à sua rotina. No entanto, é sempre importante lembrar que o uso consciente e crítico da IA maximiza seus benefícios. Ciente das suas limitações, ela pode se tornar uma ferramenta valiosa para quem tem uma rotina de estudos intensa.
Com automação de processos repetitivos, análise de dados e assistentes por voz, a Inteligência Artificial já aumenta a produtividade em setores operacionais e transforma o papel dos profissionais
A inteligência artificial está deixando de ser um conceito distante para se tornar uma realidade presente no dia a dia de muitos profissionais — inclusive daqueles que trabalham com tarefas manuais. Com a evolução das ferramentas tecnológicas, a IA tem se mostrado uma aliada importante para quem lida com processos repetitivos, demorados ou operacionais.
Um levantamento da consultoria McKinsey & Company, divulgado em dezembro de 2023, revelou que cerca de 30% das atividades manuais na indústria podem ser automatizadas com soluções baseadas em IA. O estudo ouviu mais de 800 empresas de médio e grande porte em diversos países, incluindo o Brasil, e mostra como essa transformação já está em curso.
Quando a IA assume tarefas repetitivas, sobra tempo para o que realmente importa
Separar produtos em um estoque, preencher planilhas ou organizar documentos físicos são tarefas comuns em muitas rotinas de trabalho. Mas, com o apoio da inteligência artificial, essas atividades podem ser feitas de forma mais rápida e precisa.
Empresas que apostam nesse tipo de automação já colhem os frutos. Um estudo da plataforma Zoho, publicado em 2023, aponta que o uso de IA em processos repetitivos ajudou a reduzir em até 40% o tempo gasto com tarefas administrativas. Ou seja, sobra mais tempo para o que realmente importa: pensar, planejar e tomar decisões.
Dados organizados, análises mais rápidas
A organização de grandes volumes de dados, que antes exigia horas de dedicação manual, agora pode ser feita em poucos cliques. Ferramentas com inteligência artificial conseguem cruzar informações, identificar padrões e até prever problemas, o que dá mais agilidade e segurança ao trabalho.
Segundo a Galena Educação, que entrevistou 500 gestores de empresas brasileiras em 2023, a produtividade aumentou até 25% após a adoção de soluções de IA para análise de dados operacionais. Isso mostra como a tecnologia pode transformar o modo como lidamos com informações, até nas funções mais práticas.
Um olhar mais atento com ajuda da tecnologia
A IA também tem olhos — ou melhor, câmeras. Em setores como o industrial, softwares com reconhecimento de imagem identificam falhas em peças ou produtos durante a produção. Isso acelera o processo de inspeção e evita que defeitos passem despercebidos.
De acordo com um relatório da PwC Brasil, publicado em 2023, o uso de inteligência artificial em inspeções visuais pode reduzir em até 90% a ocorrência de erros não detectados manualmente. Empresas como Siemens e Bosch já aplicam essa tecnologia em suas linhas de produção.
Assistentes de voz que trabalham junto
Imagine estar com as mãos ocupadas em uma tarefa e ainda assim conseguir consultar uma instrução ou registrar um dado importante. Isso já é possível graças aos comandos de voz e assistentes virtuais com IA. Essa funcionalidade tem ganhado espaço em oficinas, canteiros de obras e até na agricultura.
De acordo com a Statista, mais de 65% dos trabalhadores industriais nos EUA já utilizam algum tipo de assistente por voz em suas atividades, desde 2022. É um recurso simples, mas que facilita muito o dia a dia.
IA Chat GPT: produtividade na prática
A IA Chat GPT, por exemplo, pode ajudar de maneiras bem diretas e úteis. É possível pedir que ela organize tarefas, classifique informações ou coloque números em ordem para facilitar a criação de gráficos. Essas pequenas automações fazem diferença quando o tempo está apertado.
Além disso, ela pode apoiar desde a elaboração de relatórios até o planejamento de atividades, transformando dados brutos em algo mais compreensível — e útil. É uma forma prática de incorporar a inteligência artificial no cotidiano, mesmo sem conhecimento técnico.
Ferramentas para viagem vão desde organização de roteiro, identificação de serviços, até análise de preços
Com o avanço da tecnologia, planejar uma viagem tornou-se um processo cada vez mais personalizado. Aplicativos e sites especializados permitem que os turistas criem roteiros sob medida, levando em conta suas preferências, seu orçamento e estilode viagem.
Essas plataformas utilizam inteligência artificial e bancos de dados robustos para sugerir itinerários ajustáveis, acomodações, transportese até atividades locais, proporcionando uma experiência otimizada.
Entre as opções, destacam-se os aplicativos e sites que permitem a criação de roteiros de forma interativa. Ferramentas como o askLAYLA, por exemplo, utilizam uma interface conversacional para entender os interesses do usuário e gerar sugestões personalizadas de destinos, hospedagens e atrações. Além disso, o sistema se conecta a criadores de conteúdo para oferecer informações detalhadas e vídeos inspiradores dos locais sugeridos.
Outras plataformas similares são o TripIt e o Wonderplan, que se sobressaem pela flexibilidade na criação e edição de itinerários, permitindo ajustes de última hora e oferecendo recomendações de hospedagem com base nos gostos e no orçamento.
Já o iplan.ai se diferencia pela organização minuciosa do roteiro, apresentando um planejamento detalhado que otimiza o tempo de cada passeio. Essa ferramenta leva em consideração a duração da estadia, os interesses dos turistas e até a distância entre pontos turísticos, garantindo uma experiência mais fluida.
Ainda no quesito organização, vale destacar o TripsApp. Este aplicativo possibilita a criação de roteiros automáticos, organizando destinos, pontos turísticos, restaurantes e atividades com base nas preferências do usuário, estimando custos, sugerindo locais para visita e facilitando o planejamento financeiro da viagem.
O Mindtrip, por sua vez, aposta em uma abordagem que combina inteligência artificial e um extenso banco de dados para sugerir itinerários. Isso inclui fotos, mapas e informações detalhadas de cada destino, sem que o usuário precise sair da plataforma. Além disso, permite a colaboração entre amigos e familiares na construção do roteiro.
Vantagens na viagem
A principal vantagem desses mecanismos está na otimização do tempo e na possibilidade de personalizar cada detalhe da viagem, desde a escolha dos meios de transporte até a seleção de restaurantes e atrações turísticas. Com base em algoritmos sofisticados, essas ferramentas ajudam a evitar roteiros genéricos e proporcionam experiências alinhadas ao perfil de cada pessoa.
Outros recursos indispensáveis para viagens são o Google Maps e o Uber. O primeiro não apenas ajuda na navegação entre destinos, mas também permite que usuários explorem locais antes mesmo de chegarem até eles, com avaliações, fotos e sugestões. Já o segundo continua sendo uma alternativa prática e confiável em diversos países, que visa a solicitação de transporte com facilidade, utilizando o mesmo perfil cadastrado no Brasil.
Ademais, para quem busca informações sobre os arredores de um local específico, o Around Me é uma opção. Com base na geolocalização do usuário, o app identifica estabelecimentos próximos, como restaurantes, farmácias e atrações turísticas. Além disso, ele também fornece detalhes sobre horário de funcionamento, preços e serviços oferecidos.
Para aqueles que desejam economizar durante o planejamento, o Hopper é uma ferramenta essencial. O aplicativo analisa tendências de preços e indica o melhor momento para reservar voos e hospedagens com descontos. Com um sistema de notificações, ele alerta o usuário quando os preços atingem valores mais baixos, ajudando a encontrar o pacote de viagem mais vantajoso.
Portanto, com tantas ferramentas disponíveis, planejar uma viagem personalizada tornou-se mais simples e eficiente. Ao utilizar aplicativos e sites especializados, é possível otimizar tempo, reduzir custos e garantir uma experiência mais organizada. Dessa forma, a tecnologia se consolida como uma aliada indispensável no planejamento de viagens.
De acordo com o especialista da Harness, ferramenta não deve substituir as pessoas, mas aprimorar sua forma de trabalhar
A Inteligência Artificial vai substituir as pessoas? Bom, na verdade, a IA não funciona bem sem o capital humano. Uma pesquisa feita pela Resume Builder aponta que o ChatGPT, nova febre no mercado, está sendo usado pelas empresas como uma forma de ajudar os profissionais no desempenho de suas tarefas. Segundo os dados, 66% usam a ferramenta para apoiar na escrita de códigos para software, 58% a usa para criação de conteúdo e 57% para suporte ao consumidor.
De acordo com Luis Redda, Field Sales Engineering Manager da Harness, unicórnio americano que atua em todo o mundo entregando uma solução completa de softwares, para usar o ChatGPT em empresas é preciso ensinar os colaboradores como inserir a ferramenta no fluxo de trabalho. “Algumas soft skills são fundamentais para usar o ChatGPT, como ter habilidades de comunicação e pensamento crítico, para propor soluções junto com a Inteligência Artificial generativa”, aponta Redda.
Com potencial para agregar no dia a dia de diversos profissionais, o ChatGPT pode ser integrado ao trabalho em diversos setores. De acordo com Luis Redda, esses são as 5 principais atividades que a ferramenta pode ajudar atualmente:
Geração de códigos e desenvolvimento de software
Sem o olhar do desenvolvedor e uma solução robusta de entrega de software, a IA pode ser um risco para a geração de códigos. No entanto, a ferramenta pode ser uma aliada na correção e detecção dos “bugs”, além de auxiliar na geração de códigos de forma mais rápida. “O ChatGPT acelera a curva de aprendizado e produtividade de desenvolvimento em cerca de 10x. Sem uma solução robusta e escalável de entrega de software, os riscos de segurança, qualidade e velocidade da entrega em si aumentam. O próprio processo da empresa pode virar um gargalo.”, explica o especialista.
Análise de dados
Em um processo de análise de grande quantidade de dados, o ChatGPT pode ser usado para organizar informações de forma mais rápida. “A IA pode combinar os dados com as tendências do mercado, inclusive, melhorando o processo de tomada de decisão”, Explica o Manager da Harness.
Atendimento ao cliente
O ChatGPT pode ser a primeira porta para clientes de uma empresa. Com ele, é possível lidar com consultas comuns, informando sobre produtos e tirando dúvidas. Em paralelo, a ferramenta também pode ser configurada para o suporte técnico dos produtos, ajudando os clientes a resolver problemas. “Essa entrega é ágil e melhora a satisfação do consumidor. Vale ressaltar, isso não elimina a necessidade do atendimento humano, mas direciona melhor a operação e organiza os canais de atendimento, colocando o profissional em um lugar de monitoramento das ações”.
Geração de Leads
Interagindo com visitantes no site ou acompanhando tendências, o ChatGPT pode ser um importante aliado do Marketing Digital. “A ferramenta pode ajudar na coleta de dados e no cruzamento de informações, o que permite um atendimento personalizado. Desta forma, a IA pode direcionar uma campanha diferente para cada tipo de usuário de acordo com suas preferências”.
Feedbacks
Por fim, o ChatGPT pode ser um aliado no acompanhamento da qualidade do serviço oferecido ao consumidor. Ele pode ser programado para pesquisar na base de clientes um feedback sobre o produto ou serviço e entregar informações com análises sobre os resultados para o tomador de decisão. “Esse processo é simples e permite que a empresa atue corrigindo com eficiência seus principais erros, impactando diretamente na experiência do consumidor”, finaliza Luis Redda.
Você já deve ter presenciado algum exemplo de Inteligência Artificial (IA) Generativa. Talvez não esteja ligando o nome ao que viu , porém ela está mais presente do que imagina. Esse novo conceito vem ganhando espaço e otimizando tarefas no campo empresarial, além das atividades do dia a dia.
ChatGPT e Midjouney são algumas opções dessa tecnologia na vida cotidiana. Trata-se de formas que a IA tem de criar conteúdo, dados e até imagens originais. Ferramentas que utilizam esse tipo de sistema tecnológico viraram febre e forma de diversão para muitos, no entanto, sabemos como funciona?
O que é Inteligência Artificial (IA) Generativa e como funciona?
A IA generativa é composta por duas redes neurais que atuam em conjunto. A primeira, é chamada de geradora e fica responsável pela criação dos dados. Já a segunda, consiste na rede que avalia essas referências criadas.
Esse processo é repetido até chegar a um resultado considerado adequado. O inovador, diante dessa sistemática, é que a IA mantém uma curva de aprendizado e melhoria, sem a necessidade de interferência humana.
Como a IA Generativa pode ser utilizada no ambiente corporativo?
Toda essa tecnologia pode economizar tempo e dinheiro em tarefas que antes exigiam muita mão de obra. Isso porque o gestor pode criar conteúdo personalizado e exclusivo para seus clientes e, com isso, aumentar o engajamento e as vendas, respectivamente.
No entanto, é importante observar que a IA ainda está em sua infância e há possíveis implicações éticas a serem consideradas. Por esse motivo, é importante usar essa sistemática de forma responsável e com transparência.
De modo geral, a IA Generativa é um desenvolvimento empolgante no mundo da tecnologia e que as empresas devem ficar de olho.
*Otto PohlmannéCEOdaCentric Solution, empresa de tecnologia que fornece soluções completaspara atender aos requisitos de segurança e da LGPD,com foco em implementação, treinamento e suporte, a fim de ajudar a sustentar o desenvolvimento de negócios de todos os portes e setores – e-mail:[email protected].br.
Sobre a Centric Solution
Empresa de tecnologia que iniciou as atividades em 2005 e oferece soluções completas com foco em implementação, treinamento e suporte para ajudar a sustentar o desenvolvimento de empreendimentos de todos os portes e ramos de atividade. Adota ferramentas voltadas a helpdesk, servicedesk, activedirectory, cloud, IT security, network performance, compliance, data protection, aplicações e remoteapp. Também realiza treinamentos, desenvolvimento de projetos e monitoramento em tempo real, 24 x 7, de processos, negócios, redes, link e sistema de missão crítica. Com sede em São Paulo e uma equipe de 20 colaboradores, a Centric ultrapassou a marca de 3 mil clientes. Entre eles estão Banco Safra, Crefisa, Unimed, CPFL e 60% do mercado hoteleiro.
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