Confira como a Internet das Coisas (IoT) está revolucionando diferentes setores

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Diante de todos os avanços das tecnologias digitais, é quase impossível passar ileso por alguns de seus desdobramentos. Dessa forma, entender a respeito de Internet das Coisas pode ser um pontos importantes para saber o que esses avanços podem gerar.

As tecnologias sempre acompanharam a trajetória histórica da humanidade, levando a uma série de possibilidades que são importantes, como é o caso do desenvolvimento das ferramentas de caça e, também, da agricultura.

No entanto, esses são aspectos que servem para ilustrar essas dinâmicas de desenvolvimentos tecnológicos, mas não correspondem à infinidade de processos que foram sendo criados com o passar dos anos.

Das ferramentas utilizadas dentro desses contextos mais primitivos até os elementos digitais, as tecnologias são componentes essenciais das perspectivas humanas, fazendo parte da qualificação das mais diversas elaborações.

De um ponto de vista moderno, é possível pensar em alguns elementos que podem ilustrar de forma bastante eficaz o papel das tecnologias no desenvolvimento humano e na qualificação do cotidiano de uma forma geral.

A industrialização, nesse sentido, acabou cumprindo um papel essencial dentro dessas dinâmicas, uma vez que os volumes produtivos tiveram um papel fundamental no desenvolvimento do mercado e das dinâmicas modernas.

Elevou-se, a partir disso, as possibilidades de compra e venda no mercado e, também, o desenvolvimento das tecnologias dentro dos mais variados contextos, o que ajudou a garantir que novos elementos fossem criados.

Do ponto de vista empresarial, isso representou uma ruptura com os modelos mais antigos do mercado, criando uma série de estratégias e dinâmicas administrativas que, até então, não existiam.

Todos esses pontos também ajudaram no desenvolvimento do marketing, elevando as complexidades dentro das mais diversas orientações sociais, como é o caso do consumo e todos os seus elementos.

Tecnologias digitais: uma revolução

Todos esses desdobramentos industriais representaram, de fato, uma revolução sem precedentes na história produtiva, o que, via de regra, pode ser observado a partir de alguns elementos, como é o caso do consumo.

Houve uma mudança bastante sólida a respeito das dinâmicas sociais, o que pode ser observado a partir de alguns padrões, como no caso do acesso a alguns itens de mercado e, também, outros pontos importantes que possuem influência na vida como um todo.

No entanto, esses são elementos que possuem uma elaboração quase bicentenária e há uma outra revolução em curso que, de fato, modificou as dinâmicas sociais de uma forma quase que definitiva.

A chegada das ferramentas digitais representou mais um ponto de ruptura dentro desses contextos de tecnologia, ajudando em algumas orientações que são importantes nos dias de hoje.

Esse acesso cada vez mais dinâmico às estruturas digitais quase que globais criaram algumas facilidades que parecem ser dinâmicas imprescindíveis para a vida como um todo.

Hoje em dia, se uma marca de injeção de plásticos empresas estiver procurando por um mercado, certamente, uma série de elementos digitais serão utilizados dentro de suas estratégias.

Esses são alguns dos tantos pontos que podem ser percebidos como vantajosos por essas estruturas, representando, assim, padrões que tendem a ganhar uma importância ainda maior dentro de todos esses contextos.

Além disso, do ponto de vista do consumo, assim como a indústria, houve um salto qualitativo e quantitativo dentro dessas questões, uma vez que é possível perceber um novo padrão se formando.

Se o consumidor tiver buscando por aeronaves leves esportivas, certamente, ele procurará em algum mecanismo de busca, o que, via de regra, pode ser importante para que, assim, haja uma percepção do mercado.

Mesmo que ele não tenha pretensões de comprar dentro de uma plataforma, o marketing de conteúdo de uma empresa pode, de fato, ajudar a orientar algumas perspectivas importantes nesse sentido.

Há, também, uma série de outros fatores que interferiram na vida das pessoas a partir das ferramentas digitais, como é o caso do acesso ao entretenimento por streamings e as conexões das pessoas por redes sociais.

Sob uma lógica empresarial de venda de divisória de vidro canelado para um público ou de um parente que a pessoa não vê há muito tempo, há uma lógica comunicacional bastante sólida dentro dessas estruturas.

O que é Internet das Coisas?

Diante de todas essas revoluções, é possível ver que uma dinâmica acaba conseguindo apontar para o futuro de forma ainda mais intensa, criando, assim, algumas dinâmicas que são essenciais.

Seja através da inteligência artificial, realidade virtual ou Internet das Coisas, há algumas elaborações que podem ser percebidas dentro desses contextos, o que garante uma noção de mudança ainda maior.

Assim como o surgimento das ferramentas digitais conseguiram facilitar o acesso na hora de buscar pela compra de um forro de gesso acústico para apartamento, as novas possibilidades podem fazer com que novos serviços surjam.

Assim, a IoT (Internet of Things), também conhecida como Internet das Coisas, é um elemento que aponta para a conectividade dentro dos setores mais diversos da vida cotidiana, elevando as perspectivas de uma série de objetos.

Nesse contexto, é possível pensar em alguns exemplos bastante importantes que podem ajudar a compreender a respeito do conceito de Internet das Coisas:

  • Lâmpadas inteligentes;
  • Smartwatches;
  • Geladeiras conectadas;
  • Carros inteligentes.

Todos esses elementos já estão se apresentando como possibilidades, o que, no curso de seu desenvolvimento, poderá representar uma ruptura bastante grande com alguns padrões de mercado.

Seja em uma casa inteligente, onde uma letra caixa com LED interno se conecta ao celular ou em outras dinâmicas mais elaboradas, é possível pensar na Internet das Coisas como o futuro da conectividade digital.

Benefícios da IoT

Com um mundo onde a conexão tem se tornado cada vez mais estável e alguns recursos passaram a fazer parte do dia a dia das pessoas, tornou-se possível pensar em algumas perspectivas importantes para o IoT.

Em um cenário de conexão 3G, por exemplo, não seria possível ter uma fundamentação tão tecnológica como essa, o que poderia prejudicar a conexão de um painel backdrop casamento com as dinâmicas digitais.

Entretanto, os avanços das conexões 5G já são uma realidade bastante grande e, por conta disso, é preciso pensar em algumas estruturas que podem ser percebidas nesse sentido.

A partir disso, uma série de benefícios se manifestam de forma bastante ampla dentro desses contextos. Alguns deles são:

  • Ampliação de possibilidades;
  • Otimização de atividades;
  • Monitoramentos precisos;
  • Comodidade.

Todos esses aspectos podem fazer com que uma série de elementos possam ganhar qualificações no dia a dia das empresas e das pessoas.

Seja dentro de uma dinâmica geográfica para vender um pallet de plástico reforçado ou sob uma lógica de comunicação, a Internet das Coisas é um fator determinante nos dias de hoje.

Tipo de Internet das Coisas

A Internet das Coisas apresenta uma série de padrões que são essenciais e possuem objetivos distintos dentro desses processos.

Saber como lidar com cada um deles pode ser bastante importante, já que isso tende a facilitar o dia a dia das pessoas.

Wearables

Os wearables são conhecidos, também como dispositivos que podem ser vestidos, ou seja, dizem respeito aos elementos que são utilizados no corpo.

Esse pode ser um ponto bastante relevante para o dia a dia, criando segmentações importantes do ponto de vista de alguns consumos, por exemplo.

Se um cliente estiver procurando por um aluguel de equipamentos estéticos, a partir desses elementos, é possível que ele tenha uma relação muito mais objetiva nesse sentido.

Casa inteligente

Há, também, aqueles dispositivos que atuam dentro de uma dinâmica de casa inteligente, tornando um ambiente doméstico cada vez mais conectado, o que pode ser um fator essencial.

Diante disso, as smart TVs e os outros itens que podem ser adotados dentro de uma dinâmica de casa inteligente acabam fazendo parte desses contextos.

IoT de saúde

As IoTs de saúde conseguem cumprir um papel bastante importante dentro desses contextos, uma vez que possuem uma relação bastante importante com a medicina.

Dessa forma, esses são elementos que são pensados para mensurar funções orgânicas, como respiração e batimentos cardíacos e, também, outras toxinas, como glicose e uma série de outros fatores.

Considerações finais

Com o passar dos anos, as tecnologias avançaram a tal ponto que não há mais como fugir de seus desdobramentos no mundo cotidiano.

A inserção digital, de fato, cumpriu um papel bastante sólido dentro dessas instâncias, o que fez com que surgissem uma série de dispositivos que poderiam se contentar com esses pontos.

Dessa forma, é possível perceber que a Internet das Coisas tem se tornado um fator determinante para esses elementos.

Por isso, entender quais são seus desdobramentos e benefícios pode ser bastante importante para qualquer pessoa ou empresa que está buscando se inserir nessas dinâmicas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Tendência indústria 4.0: Quem tem medo da Inteligência Artificial?

Com uma linguagem simples e eficiente, empresas brasileiras recorrem às inovações digitais para tornar o chão de fábrica inteligente e disputar mercado.

Dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial* indicam que em 2022 houve uma taxa de crescimento global de 18,2% em negócios desta área. Uma pesquisa** com mais de 200 tomadores de decisão de alto escalão em empresas globais de manufatura aponta que 68% listaram a melhoria de agilidade como uma das principais prioridades de negócios nos próximos anos. Na indústria automotiva, por exemplo, estima-se que as fábricas que utilizam Inteligência Artificial em seu funcionamento irão render US$ 160 bilhões em 2023.

As apostas em soluções inovadoras circulam entre tendências como o uso de Gêmeos Digitais, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial e Segurança, Computação Quântica, Metaverso, Superapps, Automação Robótica de Processos (RPA), novas soluções de energia e tecnologias sustentáveis. Mas, tratando-se de tecnologia para melhorias no chão de fábrica e todo linguajar complexo que envolve a Indústria 4.0, será que o mercado brasileiro está preparado para este ano novo?

Para Diego Mariano, CEO da BirminD, empresa que realiza otimização industrial com Inteligência Artificial (WEG Group), um linguajar simplificado sobre as ferramentas a serem aplicadas nas fábricas é o grande “pulo do gato” e o diferencial para que mais empresas se preparem para modernizar a sua produção. “Se a gente não simplificar o discurso em torno do uso da Inteligência Artificial e continuar falando o chamado ‘tecniquês’, esta postura irá atrapalhar o desenvolvimento do mercado aqui no país”, explica o engenheiro de controle de automação, de 34 anos, que trabalhou como integrador de sistemas em engenharia de campo, automatizando indústrias do ramo da mineração, petroquímica e química antes de fundar a sua própria empresa e ser um dos pioneiros no uso de IA para o chão de fábrica no Brasil.

“Se a gente não deixar claro para o cliente que ele não precisa se preocupar com o que há por trás do uso de Inteligência Artificial, pois o algoritmo já existe há mais de 40 anos, muitos industriais vão continuar enxergando este tipo de tecnologia como algo ainda inalcançável e complexo. Hoje temos o poder computacional e a facilidade para criar uma experiência de usuário que permite uma democratização da Inteligência Artificial. Basta abrir um software e preencher um formulário. É por isso que qualquer empresário no Brasil, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, pode ter um chão de fábrica inteligente, com tecnologia de ponta e sem gastar milhões”, explica Mariano, mostrando que as inovações não são um bicho de sete cabeças.

“Quando você fala ‘Hey Siri’ e diz alguma coisa para o celular, ela usa o processamento de linguagem natural que é Inteligência Artificial, mas você nem percebe. Ele utiliza redes neurais, mas nem sabe o que é isso, porque ele nem precisa saber. O que ele precisa saber é o benefício que aquilo traz para sua produção. Esse é o mesmo conceito que a gente usa para a indústria”, finaliza Diego.

A BirminD nasceu como uma startup em 2015 e logo começou participar de vários programas de aceleração, como o “Startup SP” do Sebrae. Mas foi o programa da SAP, o “Startup Focus”, que desafiou os jovens empreendedores a dar um passo em cima da Inteligência Artificial. A partir daí os engenheiros desenvolveram os próprios algoritmos e uma poderosa biblioteca de machine learning. O software B-Wise, de melhoria de malha de controle, oferecido pela empresa ganhou Inteligência Artificial e foram criados novos módulos que potencializaram a plataforma, como o de detecção de anomalias e o de gêmeos digitais. “Hoje a nossa função é otimizar a fábrica usando a Inteligência Artificial como ferramenta, mas uma ferramenta cada vez mais transparente para o usuário”, explica o Head de Produtos da BirminD Gabriel Martins Dias.

“O mercado industrial brasileiro buscou em 2022 minimizar e diminuir o custo com insumos, além de aumentar a qualidade de sua produção. A BirminD direcionou seus projetos e produtos para atender a este tipo de necessidade, ajudando indústrias de pequeno, médio e grande porte a dar o primeiro passo no processo de digitalização para produzir melhor”, comenta Dias, lembrando que uma grande parte das plantas de fábricas brasileiras não têm internet, mesmo assim o uso de Inteligência Artificial é possível, embarcando os algoritmos em um PC industrial no chão da fábrica. Neste quesito a BirminD é pioneira no Brasil.

A BRF, por exemplo, a maior exportadora de carne de frango do mundo, implantou um processo BirminD e conseguiu diminuir as perdas de carne no processo de desosso de frango em sua linha de produção. Além disso, eliminou retrabalho e aumentou a qualidade do produto que teve uma redução de ossos nos filés de frango com a ajuda da Inteligência Artificial.

Segundo Gabriel, produzir melhor pode ter diferentes perspectivas dependendo da indústria, empresa ou setor e pode significar: reduzir custos, aumentar segurança e qualidade, utilizar melhor os insumos ou poluir cada vez menos o meio ambiente. Agora as indústrias começam a buscar as tendências para 2023, já que existe uma projeção de um cenário com um crescimento menor para o ano. “Com um cenário mais cuidadoso é preciso bastante atenção para continuar produzindo cada vez melhor, mas arriscando menos. Este ano, as empresas que saírem na frente e não tiverem medo do novo, serão aquelas que com medidas concretas para desenvolver sua maturidade em Inteligência Artificial ”, finaliza.

*UNIDO Statistics Data Portal

​**https://internetofbusiness.com/automotive-smart-factories-could-create-160bn-annual-gains-cappgemini/

B-Wise : Com base em históricos de dados, a BirminD desenvolveu diversos algoritmos de Inteligência Artificial capazes de melhorar o OEE, aumentando a disponibilidade e a produtividade das linhas de produção

Diego Mariano, CEO da Birmin

Gabriel Martins Dias, Head de Produtos da BirminD

O que é a Internet das Coisas?

iot

A Internet das Coisas (IoT) se refere ao vasto mundo de dispositivos interconectados com sensores incorporados que são capazes de fornecer dados e, em alguns casos, serem controlados pela Internet. Exemplos comuns incluem muitos dispositivos de automação residencial, como termostatos inteligentes e luminárias controláveis ​​remotamente, mas existem inúmeros outros, de sensores de tráfego a medidores de qualidade da água e componentes de rede elétrica inteligente ao rastreamento de produtos manufaturados e frotas de veículos em todo o mundo.

Devido ao rápido crescimento no espaço de IoT, há vários padrões, ferramentas, projetos, políticas, estruturas e organizações concorrentes que desejam definir como os dispositivos conectados se comunicam na era moderna. O código aberto e os padrões abertos se tornarão cada vez mais importantes para garantir que os dispositivos sejam capazes de se interconectar adequadamente, bem como para o back-end do processamento dos enormes volumes de big data que todos esses dispositivos irão gerar.

Quais são alguns usos dos dispositivos IoT?

Como você pode usar os dispositivos conectados à IoT depende um pouco se você está mais interessado em coletar dados ou automatizar ações e em que escala você os está utilizando.

Para os indivíduos, existem vários dispositivos de consumo que funcionam imediatamente. Como mencionado acima, muitos desses dispositivos se enquadram na ampla categoria de automação residencial. Alguns exemplos incluem:

  • Iluminação interna e externa e tomadas elétricas que podem ser controladas por sensores, temporizadores e aplicativos remotos.
  • Termostatos e outros dispositivos para alterar seu clima interno com base em saber onde você está, as condições de temperatura externa e quais são seus objetivos de economia de energia.
  • Câmeras, sensores de movimento, travas automáticas e outros dispositivos de controle de acesso que podem ser integrados em sistemas avançados de segurança e monitoramento.
  • Sensores de vazamento de água, alarmes de fumaça, sensores de monóxido de carbono e outros dispositivos projetados para proteger pessoas e propriedades contra danos acidentais.
  • Eletrodomésticos como lavadoras, secadoras, geladeiras e muito mais, que têm funções especiais e podem alertá-lo sobre seu status remotamente.
  • Carregadores de carros elétricos, bancos de baterias e outros dispositivos que podem ser carregados de maneira inteligente fora do horário de pico para economizar dinheiro e reduzir as demandas de energia de pico.

Existem outros dispositivos também, de sensores de frequência cardíaca vestíveis a monitores de bebê e sensores de sono, que são projetados para ajudá-lo nas tarefas diárias ou para manter o controle de informações vitais (ou não tão vitais). Dispositivos como automóveis também são cada vez mais, de muitas maneiras, uma rede de sensores, rastreando dezenas de tipos de informações sobre seu desempenho e segurança, além de fornecer novos recursos e opções de entretenimento.

Para um governo, empresa ou instituição, os dispositivos de IoT são um pouco diferentes e geralmente se concentram mais na coleta de dados que podem ser processados ​​e visualizados, muitas vezes em tempo real. Alguns exemplos incluem:

  • As empresas de serviços públicos podem prever com mais precisão as demandas de energia e água, reduzindo o desperdício.
  • Sensores ambientais avançados, incluindo monitores de água, ruído e qualidade do ar, podem ajudar a compreender as fontes e os efeitos da poluição antes que afetem negativamente o ecossistema e a saúde humana.
  • As agências encarregadas da segurança pública podem desenvolver sistemas de alerta antecipado mais avançados para desastres naturais como terremotos e inundações, e ter melhores dados para fornecer serviços vitais, como combate a incêndios e ajuda humanitária.
  • As empresas e os governos podem acompanhar a localização atual de tudo, desde frotas de veículos a peças e produtos, a espécimes de saúde e medicamentos.
  • Os governos locais podem rastrear o estacionamento em tempo real, a demanda do trânsito e até mesmo saber quando as latas de lixo estão atingindo sua capacidade máxima, para fornecer melhores serviços e planejar o futuro.

Claro, existem muitos outros exemplos também, e é provável que muitos outros sejam desenvolvidos nos próximos anos.

Por que os padrões abertos são importantes para a Internet das Coisas?

Sem padrões abertos e protocolos comuns, seus dispositivos podem não ser capazes de se comunicarem. Enquanto muitos dispositivos IoT acabam se conectando de volta à Internet, os métodos que eles usam para se comunicarem uns com os outros e com hubs de controle locais costumam ser proprietários ou mal documentados. Sem uma base comum para a comunicação, você pode ficar preso a um único fornecedor para todos os seus dispositivos e, pior, pode ficar preso em uma pilha de hardware não funcional se a empresa que fabrica seus dispositivos parar de funcionar ou decidir não mais suportar seus dispositivos.

Organizações como a AllSeen Alliance , um projeto da Linux Foundation, estão trabalhando para criar estruturas comuns para que os dispositivos possam se comunicar uns com os outros, independentemente do fabricante.

Como o Big Data se encaixa?

Com bilhões de dispositivos conectados à Internet atualmente em uso e mais dezenas de bilhões previstos para ficarem online nos próximos anos, há um enorme número de novos sensores coletando dados sobre o mundo ao nosso redor, e as organizações que empregam redes de sensores precisam de uma maneira de processar todos os novos pontos de dados que estão recebendo e armazenando.

Todos esses dados não exigem apenas uma escala diferente de armazenamento e processamento, mas também novas técnicas. Novos avanços em inteligência artificial, aprendizado de máquina e mineração de dados estão nos permitindo encontrar padrões nos dados que não seriam óbvios para os métodos analíticos tradicionais. Ferramentas de big data de código aberto tornam essa análise possível.

E quanto à segurança?

Naturalmente, com mais dispositivos entrando em casa que podem coletar dados sobre todas as facetas de nossas vidas, segurança e privacidade são preocupações importantes. Embora muitas questões de privacidade possam ser decididas no lado da política, a tecnologia subjacente em si é uma parte importante da segurança. Esta é uma das razões pelas quais o código aberto será fundamental para a Internet das Coisas.

Cada dispositivo capaz de se conectar a uma rede executa pelo menos um sistema operacional primitivo junto com o código que o faz funcionar, e ter uma base de código-fonte aberta permite que a segurança do dispositivo seja testada, inspecionada e, quando necessário, facilmente corrigida para ajudar a manter os invasores Fora. Sistemas operacionais seguros como o kernel Linux , assim como outros sistemas operacionais de código aberto, podem ser otimizados para dispositivos embarcados para ajudar a manter os dados e dispositivos seguros.

Como posso começar a usar a IoT?

Começar a criar seus próprios dispositivos e software para a Internet das Coisas é surpreendentemente fácil. Existem inúmeras plataformas de hardware destinadas a iniciantes e amadores, que têm grandes comunidades por trás delas, incluindo muitas que são hardware parcial ou totalmente aberto .

Algumas das plataformas de hardware mais populares para a criação de dispositivos conectados à IoT incluem o Arduino , que é ideal para operações de baixo consumo de energia e pode se conectar por meio de placas adicionais em muitos protocolos de comunicação comuns, e o Raspberry Pi , que inclui uma Ethernet on-board porta tornando as comunicações de rede muito fáceis.

Informações opensource.com