7 Mitos e Verdades sobre a Disfunção Cognitiva nos Pets

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O envelhecimento cerebral também acomete os animais de estimação e vem sendo cada vez mais relatado por médicos-veterinários

Pessoas que convivem com animais por mais de 10 anos conseguem perceber como o comportamento deles pode mudar com o passar dos anos. É comum que pets mais idosos passem a ter menos interesse em novidades e sejam menos ativos do que quando eram jovens, estas mudanças são esperadas, mas aqueles indivíduos que passam a ter alteração acentuada de comportamento podem estar sofrendo um declínio nas habilidades cognitivas.

O que é disfunção cognitiva? 

A Disfunção Cognitiva é um reflexo do envelhecimento cerebral, sendo uma doença neurodegenerativa crônica e progressiva que pode acometer animais idosos, capaz de promover alterações no sistema nervoso e acarretar sinais clínicos comportamentais. A doença vem sendo cada vez mais relatada, principalmente pelo fato de os pets viverem cada vez mais e mais próximos dos seus tutores.

Disfunção cognitiva como pode ocorrer? 

“A Disfunção Cognitiva pode ocorrer em cães e gatos mais idosos, mas não é de caráter obrigatório. Isso quer dizer que alguns animais podem envelhecer sem apresentar nenhum grau de disfunção, com uma disfunção leve ou com uma disfunção grave”, explica Pamela Meneghesso, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal. “Em comparação com o seu humano, a Disfunção Cognitiva dos pets pode ser considerada algo semelhante ao Alzheimer”.

Quais alterações podem ocorrer na disfunção cognitiva?

A doença é caracterizada por diversas alterações comportamentais nos animais mais velhos que refletem a perda da capacidade de aprendizado, atenção, memória e noção espacial. A mudança de padrão de sono, comportamentos de ansiedade, andar compulsivo em determinados momentos do dia e a diminuição do grau de interação com tutores e outros animais são uns dos sinais da disfunção cognitiva nos pets.

Para esclarecer um pouco mais sobre o assunto, trouxe alguns mitos e verdades sobre pets idosos e a disfunção cognitiva:

1-O excesso de latido ou miado e agressividade são sinais de dor.

DEPENDE! Um animal com dor pode sim ficar mais agressivo, e também latir/uivar ou miar em excesso, mas essa não é a única causa! Mudanças de comportamento, como a agressividade repentina, é um dos sinais clássicos da disfunção cognitiva, assim como a vocalização em excesso. Nestes casos, procurar um veterinário para garantir que a saúde física do pet esteja bem é importante.

2-“Quando o pet fica idoso, ele fica ‘pirracento’ e faz as necessidades fora do lugar”

MITO! Os pets tendem a ser adeptos das rotinas e de seu espaço particular, especialmente os felinos. Escapes de xixi ou cocô podem acontecer, principalmente se o animal está com alguma lesão, doença renal, diarreia, ou problema que dificulte a sua locomoção até a área adequada para fazer suas necessidades, mas se o problema ocorre com uma frequência considerável, podem ser sinal de disfunção cognitiva e deve ser averiguado.

3-Estímulos físicos e mentais ajudam na prevenção da disfunção cognitiva.

VERDADE! Brinquedos e comedores interativos são excelentes para exercitar o cérebro, mas não é necessário gestar muito com isso. Investir em passeios mais longos com os pets, onde haja gasto de energia e muita variedade de coisas e espaços para explorar ajuda no desenvolvimento e na proteção das funções cognitivas do animal. No caso dos felinos, que não saem de casa, é essencial ter uma rotina de brincadeiras e muito espaço para explorar e se exercitar diariamente – caixas de papelão e sacolas de papel fazem sucesso com a espécie. Estes momentos também são importantes para estreitar os laços entre pet e tutores!

4-Se o pet não consegue se localizar na casa, é porque está ficando cego.

MITO! Existem muitos fatores que podem interferir no senso de localização do pet, a perda da visão é um deles, mas o pet com baixa visão costuma se adaptar rápido ao ambiente (quando mantido da forma) e não fica encarando paredes ou batendo em móveis que sempre estiveram naquele local. A disfunção cognitiva também pode estar relacionada à essa dificuldade de localização. Além disso, mudança de móveis e reforma de casa pode exigir um maior tempo de adaptação do pet idoso. Qualquer suspeita deve ser melhor investigada.

5-Nutrição adequada pode ajudar a combater a disfunção cognitiva.

VERDADE! Uma dieta rica em nutrientes que tenham ações antioxidantes e neuroprotetoras são essenciais durante toda a vida do pet, mas tem uma importância ainda maior para os pets idosos. Nutrientes como Ômega-3, vitaminas C, E e do complexo B são responsáveis por proteger, restaurar e fortalecer a síntese de importantes neurotransmissores, e podem ser ofertados por meio de suplementos. O acréscimo de frutas e vegetais ricos em flavonoides (maçã, morango, brócolis), carotenoides (mamão, cenoura, batata-doce) e outros antioxidantes na dieta dos pets, orientado por um médico-veterinário, auxiliam na proteção cerebral e na redução dos sintomas da disfunção cognitiva.  

6-Pet velho brinca menos!

DEPENDE! De fato, assim como acontece com os seres humanos, os pets idosos tendem a se cansar mais rápido de brincadeiras e atividades físicas, mas isso não quer dizer que eles não gostem de brincar ou tenham perdido o interesse em qualquer atividade e sim que agora eles têm o tempo deles. Animais que têm uma vida mais ativa na juventude tendem a manter estes hábitos (com moderação) quando idosos. Porém, se o pet aparentemente se esqueceu de como brincar com aquilo ou como fazer alguns truques que ele fazia antes, este pode ser um sinal de alerta para disfunção cognitiva.

7-Não existe cura para a disfunção cognitiva do pet.

VERDADE! A Disfunção Cognitiva nos pets é uma doença degenerativa e progressiva, por isso não tem cura, mas o tratamento adequado por meio de medicamentos, dieta e atividades que estimulem o pet física e mentalmente, são pontos importantes que podem auxiliar na desaceleração do progresso da doença e trazer mais qualidade de vida para o pet e para os tutores!

“Envelhecer é um processo natural da vida, e este processo deve ser tratado com todo carinho e respeito. A Disfunção Cognitiva é apenas um dos motivos pelos quais os pets acima de 7 anos devem ter acompanhamento periódico mais rigoroso e frequente com o médico-veterinário, mas outras doenças relacionadas ao avanço da idade podem aparecer e, quanto mais cedo diagnosticadas, melhores os resultados adquiridos com o tratamento, permitindo que eles tenham uma vida mais longa, feliz e saudável”, finaliza.

 

Sobre a Avert Saúde Animal

Avert Saúde Animal é uma divisão da inovadora farmacêutica Biolab e atua no mercado veterinário desde 2013 com o compromisso de colaborar com o acesso às melhores práticas farmacêuticas, para o desenvolvimento contínuo da medicina veterinária brasileira. Possui em sua linha: medicamentos, nutracêuticos e dermocosméticos para cães e gatos e o investimento em tecnologias de produção e busca pela inovação para a saúde e bem-estar animal é constante.

Raiva nos pets: Como prevenir?

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A vacinação é a única forma de manter os cães e gatos protegidos contra a doença, que evolui rapidamente e não tem cura

A raiva representa uma ameaça significativa à saúde pública e animal. A doença é uma zoonose, o que significa que pode ser transmitida dos animais para seres humanos. Apesar de ser um tema recorrente, muitas pessoas têm dúvidas sobre como os pets são afetados por essa enfermidade.

No Brasil, recentemente foi confirmado um caso de raiva no estado de São Paulo. O animal afetado foi submetido a um exame PCR que confirmou a doença. Porém, não foi possível determinar se o vírus que afetou o cão era da variante canina ou a transmitida por morcegos.

De acordo com dados da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, a cidade não registrava casos de raiva em cães da variante canina desde 1983, e quanto a variante transmitida pelo morcego, o último caso ocorrido foi em 2011.

Mas, como os cães e gatos contraem a raiva?

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae.  O contágio direto acontece por três vias: troca de secreções, contato sanguíneo ou mordida, sendo a última a via mais comum de infecção.  

A doença também pode ser transmitida de forma indireta, o animal pode se contaminar ao entrar em contato com secreções contaminadas, seja ao morder um objeto ou por meio de feridas na pele. Os principais transmissores da doença são morcegos, guaxinins, gambás e macacos, que contaminam os pets de forma acidental.

Como o vírus da raiva age?

O vírus age primeiro no sistema periférico de cães e gatos, ou seja, no local da mordida. Depois, ele se replica pelo organismo até atingir o cérebro, causando uma série de reações neurológicas. Em seguida, ele se instala nas glândulas salivares e, pela saliva, pode ser transmitido para outros animais. “A doença age no sistema nervoso central e evolui de forma progressiva, dessa forma, o animal contaminado perde o domínio da sua capacidade física e psíquica se tornando, irritadiço, agressivo e descoordenado em todos os sentidos”, explica a médica veterinária e especialista de marketing da Unidade de Pets da Ceva, Natália Abreu.

Quais são os sintomas da raiva?

A salivação excessiva, sinal mais marcante associado a doença, é apenas um dos sintomas associados. “No quadro de raiva, os animais apresentam primeiramente alterações comportamentais, como medo, excitação, depressão, e principalmente agressividade. Com a progressão da doença, os sintomas neurológicos se acentuam e o pet passa a ter dificuldade de engolir, salivação excessiva, falta de coordenação nos membros e paralisia. A evolução do quadro leva o animal ao óbito”, detalha Natália.

Há cura para a raiva?

Não há cura para raiva em cães e gatos. Para os humanos existe tratamento para a enfermidade, mas mesmo nestes casos as chances de cura são mínimas e a enfermidade pode gerar diversas sequelas neurológicas. Ao suspeitar que o animal está contaminado, o tutor deve buscar ajuda profissional imediatamente.

Como proteger  do vírus da raiva?

Para proteger os pets e, consequentemente os humanos, a vacinação é fundamental. No caso dos filhotes, é indicada a imunização a partir do quarto mês de vida. Já os animais adultos devem ser revacinados anualmente.

“É importante reforçar que a vacinação é uma ferramenta de prevenção contra doenças indispensável na vida dos pets. Cães e gatos devem ser vacinados anualmente contra a doença e os tutores devem seguir rigorosamente o calendário de vacinação estabelecido pelo médico veterinário. Atrasar ou pular imunizações deixa o pet vulnerável a ação de uma série de vírus, por isso é indispensável manter a carteirinha de vacinação do animal em dia”, finaliza Natália.

Sobre Ceva Saúde Animal

A Ceva Saúde Animal (Ceva) é a 5ª empresa global de saúde animal, liderada por veterinários experientes, cuja missão é fornecer soluções de saúde inovadoras para todos os animais e garantir o mais alto nível de cuidado e bem-estar. Nosso portfólio inclui medicina preventiva, como vacinas, produtos farmacêuticos e de bem-estar para animais de produção e de companhia, como também equipamentos e serviços para fornecer a melhor experiência para nossos clientes. Com 6.500 funcionários localizados em 47 países, a Ceva se concentra diariamente para dar vida à sua visão como empresa do Bem-Estar (OneHealth): “Juntos, além da saúde animal”.

Continental Shopping incentiva adoção responsável de pets em feira que acontece todo fim de semana

Evento é permanente e já conseguiu mais de 5 mil novos lares para os animais

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Se agosto é o mês da prevenção com a saúde dos pets, por que não aproveitar esse momento de cuidado para falar de adoção?

No Continental Shopping – que fica na zona oeste de São Paulo – todo sábado e domingo, das 12h às 18h, tem feira de adoção responsável em parceria com a ONG Avama. O evento acontece há 6 anos e, segundo a responsável, Jacy Malagoli, mais de 5 mil bichinhos já foram adotados neste período.

Quem estiver interessado em conhecer um novo melhor amigo, deve ter mais de 18 anos, comparecer no local com comprovante de endereço e documento, passar por uma breve entrevista e mostrar vídeos ou fotos de onde o pet vai ficar. A família também precisa estar de acordo e, estando tudo certo, é possível levar o animalzinho para casa no mesmo dia.

Além de gatos e cachorros, esporadicamente aparecem coelhos, hamsters, ratos e furões, todos abandonados e resgatados por protetores, que se responsabilizam pelo acompanhamento na feira de adoção, pela saúde dos animais, ausência de pulgas e carrapatos, vermifugação e pela castração, caso eles tenham mais de 5 meses. Na feira, todo o processo é gratuito, mas doações são bem-vindas para ajudar nos custos com vacinas, castrações e cuidados com os animais resgatados.  

“É muito gratificante estar à frente desse trabalho, nós temos inúmeras histórias lindas para contar de pessoas que se curaram de depressão depois que adotaram um bichinho, animais já velhinhos, deficientes, que tiveram câncer, todos foram tratados com muito amor e nós acompanhamos. Existem também aqueles que entraram para adoção porque eram agressivos e se tornaram dóceis, são muitas lembranças desses anos todos fazendo este trabalho”, conta Jacy.

A feira está localizada no Piso Boulevard do shopping, assim como outros serviços para pets, como o espaço de banho e tosa Pet Finny e o laboratório clínico e de imagem, além de hemocentro Pets&Life, um dos primeiros bancos de sangue veterinário do Brasil e hoje referência no assunto.

Feira de adoção responsável de pets no Continental Shopping

Data: todo sábado e domingo, das 12h às 18h. Evento permanente.

Valor: gratuito. Doações são bem-vindas.

Como participar: Ter mais de 18 anos. Comparecer com documentos e comprovante de endereço, passar por uma breve entrevista e toda a família tem que estar de acordo.

Continental Shopping

Endereço: Avenida Leão Machado, 100 – Jaguaré – São Paulo – SP

Mais informações: (11) 4040-4981 / (11) 97622-7395

www.continentalshopping.com.br

Plamev Pet conquista o Selo RA1000 do Reclame Aqui

Certificação é concedida apenas para companhias que atingem reputação máxima  

Agosto, 2023 – A Plamev Pet, plataforma de soluções e serviços em saúde para animais de estimação, conquistou o Selo RA1000 do Reclame AQUI. Essa é uma certificação criada pelo site Reclame AQUI, que tem por objetivo de atestar a excelência no atendimento por parte das empresas. Apenas as companhias que atingem a reputação máxima conquistam o selo. 

“Receber a notícia dessa conquista nos enche de orgulho. O selo mostra em quem confiar de verdade, com base na reputação e a Plamev Pet sempre trabalhou com este compromisso. Este resultado só confirma todo nosso esforço em atender bem nossos beneficiários”, comenta Pedro Svacina, CEO da companhia. 

A Empresa tem a missão de estimular os tutores a realizarem exames preventivos nos animais de estimação para evitar a morte precoce. A companhia tem investido para expandir as operações e hoje atua em todo o território nacional, com mais de 1.200 clínicas e mais de 3.000 veterinários associados. Em maio deste ano, empresa abriu capital na BEE4 via tokenização com investimento a partir de R$ 2 mil. 

“Buscamos para ser a empresa referência no cuidado com os pets, promovendo a popularização dos planos de saúde e assistência pet. Nossa meta é cada vez mais expandir nossas operações para que mais e mais cães e gatos possam ter a assistência que merecem”, destaca Svacina. 

No ano passado, a companhia, especializada em saúde dos pets, investiu para desenvolver o aplicativo gratuito, Plamev Appet, que late e mia para chamar a atenção dos tutores. 

“Quando estiver no dia de um remédio, por exemplo, o nosso App avisará com um latidinho ou um miado, como se o pet estivesse avisando aos seus ‘pais’ que está na hora do medicamento, dando voz literalmente aos cães e gatos”, conta Pedro.  

Sobre a Plamev Pet 

Fundada em 2013, no estado de Sergipe, a Plamev Pet nasceu com a missão de estimular exames preventivos e evitar a morte precoce de animais. A empresa ganhou escala nacional, e até cobertura internacional, a partir de 2019, quando Pedro Svacina, ex-vice-presidente da Claro no Brasil, assumiu o cargo de CEO da companhia. Ao longo dos últimos anos, Svacina liderou a atração de investimentos que permitiram a estruturação da companhia. 

6 em cada 10 pets em condomínios são cães, indica pesquisa da uCondo

Startup oferece plataforma de gestão condominial simplificada para síndicos e administradoras

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Um levantamento inédito realizado pela uCondo (www.ucondo.com.br), startup que desenvolve plataformas de gestão para condomínios, mostra que no primeiro semestre de 2023, 69,4% dos animais de estimação registrados em condomínios no Brasil são cães. A pesquisa, realizada em mais de 3,5 mil condomínios onde estão cadastrados mais de 23 mil pets, também indica que 27,5% são gatos. Veja na tabela a seguir o estudo completo:

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Ainda no mesmo período da pesquisa, a uCondo registrou 1.095 reclamações nos condomínios que envolviam os animais. “Ao longo dos anos, os pets tornaram-se parte fundamental das famílias. Mas para evitar conflitos e garantir uma boa convivência em locais que permitam a presença de bichos, os moradores precisam estar cientes do regimento interno do local, bem como da Lei do Silêncio”, alerta o CEO da uCondo, Marcus Nobre. 

Como evitar conflitos com animais nos condomínios

Para garantir a melhor convivência de animais de estimação em condomínios, é importante que os tutores conheçam as regras do ambiente, bem como a Lei do Silêncio para evitar conflitos. É direito dos moradores utilizarem suas partes da edificação sem perturbar a paz alheia. As infrações como barulho excessivo e perturbação de sossego, incluindo as causadas por animais, podem acarretar advertências e multas.

Alguns condomínios permitem pets, outros não. Aqueles que autorizam a convivência entre humanos e bichos de estimação precisam entender e seguir as diretrizes comuns, que podem incluir cadastro de animais, restrições de tamanho e raça, uso de coleira em áreas comuns, áreas específicas para animais, limpeza das fezes, controle de ruídos, evitando danos e respeitando vizinhos. Cumprir leis locais de vacinação e regulamentação é essencial.

Sobre a uCondo – Fundada em 2015, por Marcus Nobre (CEO e Co-founder), Leonardo Mack (COO e Co-founder), Juliano Corso (CTO e Co-founder) e Ivan Benkendorf (PM e Co-founder), em Curitiba (PR), a uCondo é uma plataforma online que otimiza a operação das administradoras de condomínios, o dia a dia do síndico e comodidade para moradores. A empresa se destaca no mercado por trazer uma solução inovadora para o setor e que cabe no bolso: um sistema e um aplicativo que oferecem uma jornada completa de comunicação e gestão financeira condominial. Conecta administradoras, síndicos,, moradores, porteiros e bancos em um único lugar. Atualmente, a startup reúne mais de 3,5 mil condomínios e mais de 350 mil usuários. A empresa conta com parcerias do Banco Inter e da construtora MRV, além de ter sido acelerada pelo Oxigênio, LIGA, Porto Seguro, Plug & Play também, pelo programa Scale-Up Endeavor. A uCondo faz parte do Órbi Conecta, o principal hub de inovação e empreendedorismo digital de Minas Gerais, além do Cubo em São Paulo. Para saber mais, acesse o site da uCondo.

Verminoses colocam a saúde dos pets em risco

Além de serem letais, estas doenças também podem ser transmitidas aos humanos

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Perda de apetite e de peso, vômito, diarreia, distensão e dor abdominal são sinais clínicos comuns de diversas patologias, incluindo verminoses, doenças causadas por vermes e parasitas que se alojam no organismo. Embora pareçam inofensivas (afinal qual animal não foi contaminado por vermes ao longo da vida?), elas podem causar graves consequências à saúde dos pets.

“A infestação por vermes prejudica a saúde do animal progressivamente, podendo causar fraqueza, anemia, inflamação do sistema gastrointestinal e, até mesmo, o óbito”, explica a médica-veterinária e consultora da rede de farmácias de manipulação veterinária DrogaVET, Dra. Farah de Andrade.  O alerta também vale para a saúde humana: verminoses são consideradas zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas às pessoas por meio do manuseio do pet ou por este ser hospedeiro de parasitas transmitidos por picadas de mosquitos.

São muitos os tipos de vermes. Os Ancilostomídeos se prendem à parede do intestino delgado e se alimentam de sangue. As Ascaridíases são os maiores vermes redondos e podem causar obstrução intestinal, além dos sinais clínicos mais comuns. Trichurídeos se prendem à parede do intestino grosso e se alimentam de bactérias. Já as populares Taenia solium e Taenia saginata se alojam no intestino delgado e ingerem restos de comida. Os Dipilídeos são vermes planos que se alimentam de sangue e são transmitidos por pulgas, que infectam o pet quando ele as ingere acidentalmente ao se lamber, por exemplo, ficando alojadas no intestino delgado. Toxocara canis e Toxocara cati são vermes de forma cilíndrica e comprida, com cerca de 15 centímetros de tamanho, perceptíveis quando o pet defeca ou vomita.

Entre as verminoses mais graves, está a giardíase, causada por um protozoário microscópico muito comum, presente em fezes, alimentos ou água contaminada, que gera grande dor abdominal e diarreia fétida.  A dirofilariose, também conhecida como verme do coração, é transmitida por mosquitos infectados de várias espécies, que depositam o parasita na corrente sanguínea dos animais, o qual se aloja nos pulmões e no coração, principalmente, causando graves complicações e levando o animal a óbito, se não tratado precocemente.

Como prevenir e tratar as verminoses em cães e gatos

Os cuidados começam com a higiene do ambiente: retirar as fezes dos cães todos os dias e manter as caixas de areia dos gatos limpas, evitará a proliferação de vermes e protozoários. A ingestão de carne crua ou alimentos mal lavados pode ser um risco se os devidos cuidados não forem tomados. Se o animal faz uso de alimentação natural, é essencial seguir as orientações do médico-veterinário à risca. Da mesma forma, a conservação da ração seca ou úmida deve seguir os critérios do fabricante e do veterinário. Nada de deixar ração exposta ou em áreas que possam ser acessadas por roedores. Pets com alimentação de qualidade são menos impelidos a caçar, reduzindo assim o contato com répteis e aves, que também podem transmitir parasitas.

O uso de antipulgas regularmente é importante para evitar desconfortos, alergias e vermes. Repelentes auxiliarão no combate a pulgas, carrapatos e mosquitos. Já o protocolo de vermifugação deve ser seguido conforme orientação do médico-veterinário. Aos pets filhotes, geralmente é indicada a vermifugação de modo frequente, tendo em vista a alta probabilidade de contaminação durante a gestação e o aleitamento. Para as demais faixas etárias, o médico-veterinário irá avaliar o quadro clínico, hábitos, ambiente em que vive e estilo de vida para indicar exames diagnósticos e vermifugação.

Administrar o vermífugo para o pet nem sempre é fácil e pode comprometer os resultados, caso o bichinho não faça a ingestão correta do remédio. A manipulação de vermífugos veterinários com sabores e formas farmacêuticas diferenciadas é uma alternativa para tornar o tratamento mais agradável e prazeroso para o pet. “Um medicamento em forma de molho sabor frango, pasta oral sabor salmão ou biscoito sabor beijinho por exemplo, estimula o pet e evita que ele cuspa o medicamento”, comenta Dra. Farah. Além de vermífugos flavorizados, a DrogaVET manipula antipulgas de uso tópico e oral, repelentes específicos para animais e medicamentos para tratamentos.

Sobre a DrogaVET

A DrogaVET está sempre em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade em animais. Pioneira no segmento de farmácias de manipulação, a rede, que surgiu em 2004, já conta com mais de 100 unidades no Brasil, unindo tecnologia, inovação e o conhecimento de uma equipe altamente especializada de farmacêuticos e veterinários.