Guia de Nomes e Personalidade: A Influência da Cor do Gato

Se você tem um gato ou está pensando em adotar um, uma das primeiras decisões que você precisa tomar é o nome dele. Mas como escolher um nome que combine com a personalidade, a aparência e o estilo do seu felino? Neste post, vamos te dar algumas dicas e sugestões de nomes para gatos de diferentes cores, padrões e sexos.

Você sabia que a cor do pelo dos gatos pode revelar muito sobre sua personalidade? Neste post, vamos falar sobre as características comportamentais dos gatos de acordo com a sua pelagem, desde os clássicos gatos preto e branco até os exóticos gatos tricolor. Confira!

Nomes para gatos preto e branco

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Os gatos preto e branco são muito comuns e podem ter várias combinações de manchas. São conhecidos por suas personalidades distintas e marcantes. Eles são muitas vezes vistos como símbolos de elegância e mistério, com suas pelagens contrastantes que refletem sua natureza dual. A personalidade de um gato preto e branco pode variar de brincalhão e aventureiro a tranquilo e reservado. Eles são conhecidos por sua inteligência aguçada, tornando-os animais de estimação interessantes e envolventes. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Oreo: inspirado no biscoito recheado de chocolate e baunilha.
  • Panda: uma homenagem ao urso que tem a mesma coloração.
  • Frajola: o nome do famoso personagem de desenho animado que persegue o Piu-Piu.
  • Domino: uma referência ao jogo de peças pretas e brancas.
  • Yin Yang: o símbolo da harmonia entre as forças opostas.

Nomes para gatos preto

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Os gatos pretos são elegantes, misteriosos e sofisticados. São muito inteligentes, independentes e curiosos. Eles gostam de explorar o ambiente e se adaptam facilmente a novas situações. Apesar da fama de azarados, os gatos pretos são na verdade símbolos de sorte e prosperidade em algumas culturas. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Salem: o nome do gato preto da série Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira.
  • Ônix: uma pedra preciosa de cor negra.
  • Pantera: um animal selvagem de pelo escuro.
  • Noite: uma alusão à escuridão do céu.
  • Nero: uma palavra latina que significa preto.

Nomes para gatos branco

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Os gatos brancos são delicados, charmosos, angelicais, calmos, tranquilos e carinhosos. Eles adoram receber atenção e carinho dos seus donos e costumam ser muito apegados a eles. Os gatos brancos também são sensíveis e podem se assustar com barulhos altos ou movimentos bruscos.

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Snow: uma palavra inglesa que significa neve.
  • Luna: uma palavra latina que significa lua.
  • Nuvem: uma referência à forma branca e fofa no céu.
  • Pérola: uma joia preciosa de cor branca.
  • Algodão: uma planta que produz fibras brancas.

Nomes para gatos amarelos

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Os gatos amarelos são alegres, divertidos, energéticos, brincalhões e sociáveis. Eles adoram interagir com pessoas e outros animais e estão sempre dispostos a participar de uma brincadeira. Os gatos amarelos também são muito expressivos e comunicativos, podendo miar bastante para chamar a atenção ou demonstrar o que querem. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Simba: o nome do protagonista do filme O Rei Leão.
  • Sol: uma palavra que remete à estrela que ilumina o dia.
  • Mel: um alimento doce e dourado produzido pelas abelhas.
  • Garfield: o nome do famoso gato laranja dos quadrinhos e do cinema.
  • Caramelo: um doce de cor amarelada.

Nomes para gatos cinza

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As gatas cinza são elegantes, discretas, inteligentes e misteriosos. Eles têm uma personalidade forte e independente, mas também podem ser muito afetuosos com seus donos. Os gatos cinza são observadores e estrategistas, podendo planejar suas ações com cuidado e precisão

Alguns nomes que podem combinar com elas são:

  • Safira: uma pedra preciosa de cor azulada.
  • Cinza: uma palavra que descreve a cor do pelo.
  • Prata: um metal nobre de cor brilhante.
  • Nebula: uma palavra latina que significa nuvem.
  • Misty: uma palavra inglesa que significa nebuloso.

Nomes para gatos laranja

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Os gatos laranja são simpáticos, sociáveis, carinhosos, extrovertidos e confiantes. Eles têm uma energia contagiante e estão sempre de bom humor. Os gatos laranja são muito amigáveis e adoram fazer novas amizades, tanto com humanos quanto com outros animais.

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Fogo: uma palavra que remete à chama de cor avermelhada.
  • Laranja: uma fruta cítrica de cor vibrante.
  • Tigrão: o nome do personagem de pelúcia do filme O Ursinho Pooh.
  • Ginger: uma palavra inglesa que significa gengibre.
  • Nemo: o nome do peixe-palhaço do filme Procurando Nemo.

Nomes para gatos rajados

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Os gatos rajados são aqueles que têm listras ou marcas no pelo. Eles podem ter várias cores, como marrom, cinza, preto ou laranja. Eles são muito adaptáveis, versáteis e criativos. Eles sabem se virar em qualquer situação e estão sempre prontos para uma aventura.

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Tigre: um animal selvagem que tem listras pretas no pelo amarelo.
  • Zebra: um animal selvagem que tem listras brancas no pelo preto.
  • Rayo: uma palavra espanhola que significa raio.
  • Listrado: uma palavra que descreve o padrão do pelo.
  • Riscado: um sinônimo de listrado.

Nomes para gatos tigrados

Os gatos tigrados são aqueles que têm listras mais grossas e escuras no pelo. Eles podem ter várias cores, como marrom, cinza, preto ou laranja. Os gatos tigrados são uma variação dos gatos rajados, mas com listras mais definidas e marcantes. Eles são muito corajosos, leais e protetores. Eles têm um instinto de caça apurado e podem defender seu território e sua família com unhas e dentes. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Tigris: uma palavra latina que significa tigre.
  • Rajah: o nome do tigre da princesa Jasmine no filme Aladdin.
  • Shere Khan: o nome do tigre vilão do livro e do filme O Livro da Selva.
  • Diego: o nome do tigre-dentes-de-sabre do filme A Era do Gelo.
  • Tony: o nome do tigre mascote do cereal Sucrilhos.

Nomes para gatos tricolor

Os gatos tricolor são aqueles que têm três cores no pelo, geralmente branco, preto e laranja. Eles podem ter várias combinações de manchas. Eles são muito raros e especiais, pois quase todos os gatos tricolor são fêmeas. Eles são muito charmosos, carismáticos e independentes. Eles têm uma personalidade única e não se deixam dominar por ninguém.

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Arlequim: um personagem da comédia italiana que usava uma roupa colorida.
  • Pintado: uma palavra que descreve algo que tem várias cores.
  • Mosaico: uma técnica artística que usa peças de diferentes cores para formar uma imagem.
  • Tricolor: uma palavra que significa que tem três cores.
  • Calico: uma palavra inglesa que significa tricolor.

Nomes para gatos marrom

Os gatos marrom são raros, pois geralmente têm outras cores misturadas no pelo. Eles podem ser claros ou escuros, e podem ter olhos verdes ou azuis. Os gatos marrom são aqueles que têm uma pelagem uniforme em tons de marrom, podendo variar do claro ao escuro. Eles são muito equilibrados, pacíficos e harmoniosos. Eles gostam de viver em ambientes tranquilos e confortáveis, onde possam relaxar e aproveitar a vida. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Chocolate: um alimento delicioso de cor marrom.
  • Café: uma bebida aromática de cor marrom.
  • Castanho: um sinônimo de marrom.
  • Brownie: um bolo de chocolate de cor marrom.
  • Cacau: uma fruta que dá origem ao chocolate.

Nomes para gatos fêmeas cinza e branco

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As gatas cinza e branco são delicadas, charmosas, elegantes, eles são muito inteligentes, curiosos e atentos.  Elas podem ter várias combinações de manchas. Os gatos cinza e branco são aqueles que têm uma pelagem mesclada entre as cores cinza e branco, podendo formar padrões variados. Eles gostam de aprender coisas novas e de resolver problemas. Eles também são muito carinhosos e fiéis aos seus donos. 

Alguns nomes que podem combinar com elas são:

  • Luna: uma palavra latina que significa lua.
  • Nuvem: uma referência à forma branca e fofa no céu.
  • Pérola: uma joia preciosa de cor branca.
  • Prata: um metal nobre de cor brilhante.
  • Cinza: uma palavra que descreve a cor do pelo.

Nomes para gatos cinza e preto

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Os gatos cinza e preto são misteriosos, sofisticados e discretos. Eles podem ter várias combinações de manchas. Os gatos cinza e preto são aqueles que têm uma pelagem mesclada entre as cores cinza e preto, podendo formar padrões variados. Eles são muito elegantes, sofisticados e refinados. Eles têm um senso de estética apurado e gostam de se cuidar. Eles também são muito orgulhosos, confiantes e determinados. 

Alguns nomes que podem combinar com eles são:

  • Ônix: uma pedra preciosa de cor negra.
  • Nero: uma palavra latina que significa preto.
  • Cinza: uma palavra que descreve a cor do pelo.
  • Sombra: uma palavra que remete à ausência de luz.
  • Carvão: um material combustível de cor escura.

Esperamos que você tenha gostado das nossas sugestões de nomes para gatos. Lembre-se de escolher um nome que você goste, que seja fácil de pronunciar e que o seu gato se identifique. Assim, vocês vão criar um vínculo especial e duradouro. Boa sorte!

Dirofilariose, a temida doença do verme do coração

Foto: Reprodução

Ainda negligenciada por muitos, a Dirofilariose é uma doença séria, com início silencioso, que traz riscos para os pets e demanda bastante atenção por parte dos tutores

A Dirofilariose também é conhecida como doença do verme do coração e acomete principalmente os cães, mas pode ocorrer em gatos, furões e várias espécies de animais silvestres – em casos raros pode acometer humanos.

O que causa verme no coração?

A doença é transmitida pela picada de mosquito infectados, que podem ser de diversas espécies — inclusive o Aedes aegypti, transmissor da dengue. Ao picar um animal contaminado e sugar seu sangue, as larvas do verme Dirofilaria spp. passam para o mosquito vetor, onde se desenvolvem – este tempo de desenvolvimento varia de acordo com a temperatura do ambiente; em locais com temperaturas médias mais altas, este desenvolvimento é mais rápido.

Quando o mosquito contaminado pica outro animal ou o ser humano, as larvas são transferidas ao tecido muscular e migram através da corrente sanguínea até os pulmões e coração, onde podem viver por até 7 anos.

“A Dirofilariose tem como característica ser uma doença silenciosa, especialmente no seu início. É comum que os animais contaminados não apresentem nenhum sintoma nos primeiros 7 meses, servindo como fonte de infecção para outros animais. Quando os primeiros sinais aparecem, os mais comuns são a tosse e o cansaço, o que pode ser facilmente confundido com outro problema de saúde se não houver uma investigação adequada”, comenta Natália Abreu, médica-veterinária e especialista de marketing da Unidade de Pets da Ceva Saúde Animal.

Quais os sintomas do verme do coração?

Os sintomas da doença variam de acordo com o grau de contaminação (quantidade de larvas) presentes no organismo. Em casos de contaminação leve os animais podem ser assintomáticos ou apresentar apenas tosse. “Nos casos de contaminação severa pela Dirofilaria immitis, os animais apresentam tosse frequente, intolerância a exercício e brincadeiras que eram comuns no dia a dia, muita letargia, fraqueza e falta de ar. Com o passar do tempo é comum observar nestes animais episódios de desmaios.

Como saber se o cachorro está com verme do coração?

No exame clínico, os sons cardíacos e pulmonares estarão anormais, e o fígado pode estar aumentado”, elucida a profissional. De acordo com Natália, estes sinais clínicos pode dar um bom direcionamento para o diagnóstico da Dirofilariose, mas é necessário realizar exames laboratoriais para o diagnóstico conclusivo da doença.

A doença é complexa pois, como as larvas adultas se instalam preferencialmente na parede do coração, algumas lesões ocorrem no músculo cardíaco, prejudicando seu funcionamento. Ademais, quando os vermes adultos morrem eles se desprendem do coração e continuam na corrente sanguínea do animal, podendo promover diversos problemas, incluindo o risco de trombos e embolias que podem ser fatais.

“Dirofilariose é uma doença muito séria, mas que infelizmente ainda é muito negligenciada. Existem tratamentos para a doença, mas é um caminho longo e complexo para o pet e para o tutor. Em alguns casos, a quantidade de vermes presentes no pulmão e coração é tão grande que é preciso realizar a remoção cirúrgica. Dependendo do estado físico do animal, o tratamento pode ser mais arriscado do que a presença dos vermes”, Natália elucida.

Como prevenir verme do coração em cachorro?

Apesar disso, a prevenção contra a Dirofilariose pode ser mais simples do que parece. O combate aos mosquitos nos ambientes próximos às residências com pets é uma parte importante do processo de prevenção, que se completa com a utilização de antiparasitários de uso tópico que também tenham ação repente aos mosquitos, como o Vectra 3D®, e vermífugos orais capazes de combater as larvas da Dirofilaria immitis (microfilárias) ainda na fase jovem, sem gerar danos graves para o pet, como o Canex® Premium.

“Proteger o pet da contaminação pela Dirofilaria immitis é muito mais vantajoso do que ter que lidar com a doença. Essa proteção 360º, por dentro e por fora, é a forma mais completa de evitar que o temido verme do coração abale a saúde dos peludos, e deve ser considerada por todos os tutores e médicos-veterinários, principalmente para os cães que frequentam regiões litorâneas ou com grande incidência de mosquitos”, finaliza.

Protetor Solar para Cães: É Seguro Usar Protetor Solar Humano em Seu Pet?

Imagem de Stefan por Pixabay

Você sabia que os cães também precisam de protetor solar? Assim como nós, os nossos amigos de quatro patas também estão sujeitos aos efeitos nocivos dos raios ultravioletas, que podem causar desde queimaduras até câncer de pele. Por isso, neste post, vamos falar sobre a importância do protetor solar para cães, quais são as indicações, como usar e quais são as opções disponíveis no mercado.

Por que usar protetor solar para cães?

O protetor solar para cães tem a mesma função que o nosso: proteger a pele dos raios UV, que podem provocar danos ao DNA das células e levar ao envelhecimento precoce, inflamação, alergia e tumores. Alguns cães são mais vulneráveis à exposição solar, como os de pelagem branca, clara ou rala, os de focinho rosado ou despigmentado, os de orelhas eretas ou caídas e os de raças sem pelos, como o Chinese Crested.

Quando usar protetor solar para cães?

O ideal é que todos os cães usem protetor solar diariamente, independentemente da estação do ano ou do clima. Isso porque os raios UV estão presentes mesmo em dias nublados ou chuvosos, e podem penetrar através de janelas ou vidros. Além disso, os cães que ficam em ambientes externos ou que passeiam ao ar livre devem ter uma atenção especial, pois estão mais expostos ao sol. Nesses casos, o protetor solar deve ser aplicado 15 minutos antes da saída e reaplicado a cada duas ou três horas.

Como usar protetor solar para cães?

O protetor solar para cães deve ser aplicado nas áreas do corpo que têm menos pelos ou que ficam mais expostas ao sol, como o focinho, as orelhas, a barriga, as patas, região ao redor dos olhos, plano nasal,  virilhas e axilas.

O protetor solar deve ser aplicado em uma camada fina e uniforme nas áreas sem pelo ou com pouco pelo do cão, cerca de 15 minutos antes da exposição ao sol. O produto deve ser reaplicado a cada duas ou três horas, ou sempre que o cão entrar em contato com água. É importante evitar que o cão lamba o produto, pois pode reduzir sua eficácia e causar irritação no estômago. Por isso, prefira os produtos próprios para uso veterinário, que são mais seguros e têm sabor amargo para desestimular a lambedura.

Para poder passar o protetor solar , você pode distraí-lo com brinquedos ou petiscos até que o produto seque. Você também pode optar por usar roupas com proteção UV ou chapéus para complementar a proteção.

Pode usar protetor solar humano em cães?

Não é recomendado usar protetor solar humano em cães, pois alguns componentes da fórmula podem ser tóxicos para os animais, como o óxido de zinco e o salicilato de octila. Essas substâncias podem causar irritação na pele ou intoxicação se ingeridas pelo animal. Por isso, o mais seguro é usar um produto específico para cães, que tenha um fator de proteção adequado (acima de 30) e que seja resistente à água e à saliva.

Quais são os protetores solares para cães?

Existem vários tipos de protetores solares para cães no mercado, que variam em forma de apresentação, textura, cor e aroma. Alguns exemplos são:

  • Protetor solar em spray: é uma opção prática e fácil de aplicar, pois basta borrifar o produto na área desejada e espalhar com as mãos. É ideal para cobrir áreas maiores do corpo ou para cães com pelos longos ou densos.
  • Protetor solar em bastão: é uma opção mais precisa e conveniente, pois permite aplicar o produto diretamente na área desejada sem desperdício. É ideal para cobrir áreas menores ou mais sensíveis do corpo, como o focinho ou as orelhas.
  • Protetor solar em gel: é uma opção mais leve e refrescante, pois tem uma textura fluida e não oleosa. É ideal para cães com pele oleosa ou propensa a acne.
  • Protetor solar colorido: é uma opção divertida e criativa, pois permite colorir o pelo do animal com cores vibrantes e seguras. É ideal para cães que gostam de chamar a atenção ou para ocasiões especiais.
  • Protetor solar branco: é uma opção clássica e eficaz, pois cria uma camada branca sobre a pele do animal que reflete os raios solares. É ideal para cães com pele muito clara ou despigmentada.

Onde comprar protetor solar para cães?

Você pode encontrar protetor solar para cães em lojas especializadas em produtos para animais, como pet shop ou em farmácias veterinárias. Você também pode comprar pela internet, em sites como o Amazon, que oferecem diversas opções de marcas e preços. Antes de comprar, consulte o seu veterinário de confiança para saber qual é o produto mais adequado para o seu cão.

O protetor solar para cães é um item essencial para a saúde e o bem-estar dos nossos pets, pois previne que eles sofram com os efeitos nocivos dos raios UV. Lembre-se de usar o produto diariamente, nas áreas mais expostas ao sol, e de reaplicar com frequência.

Escolha um produto específico para cães, que tenha um fator de proteção adequado e que seja seguro para o seu animal. E, claro, consulte o seu veterinário sempre que tiver dúvidas ou notar alguma alteração na pele do seu cão.

Qual fator de protetor solar deve ser usado em cães?

Não existe um consenso sobre qual é o fator ideal de protetor solar para cães, mas a recomendação geral é que seja acima de 30, assim como para os humanos. No entanto, existem produtos específicos para uso veterinário, que levam em conta as características da pele e do pelo dos animais, além de serem mais seguros em caso de ingestão acidental. Portanto, o ideal é optar por um protetor solar para cães, que pode ser encontrado em lojas especializadas ou indicado pelo seu veterinário.

Existe diferença de protetor solar para raças e pelos diferentes?

Sim, existe diferença na necessidade e na forma de proteção solar para cães de raças e pelos diferentes. De modo geral, todos os cães devem usar protetor solar nas áreas mais expostas ao sol, como focinho, orelhas, barriga e patas.

Além disso, os cães de pelo curto ou sem pelo também precisam de mais cuidado, pois têm menos barreira natural contra o sol. Algumas raças que se enquadram nesses casos são Pit Bull, Bull Terrier, Dálmata, Maltês e os cães pelados (Chinese Crested Dog, Xoloitzcuintle e Peruvian Inca Orchid).

  • Cães de pelo e pele escura: esses cães têm uma maior proteção natural contra o sol, pois a melanina presente na pele e nos pelos absorve parte da radiação. No entanto, isso não significa que eles estejam imunes aos danos solares. Eles também precisam usar protetor solar, principalmente nas áreas mais sensíveis e expostas, como focinho, orelhas, barriga e patas. O fator de proteção recomendado é de no mínimo 30.

  • Cães de pelo e pele clara: esses cães são os mais vulneráveis ao sol, pois têm pouca ou nenhuma melanina na pele e nos pelos. Eles estão mais propensos a desenvolver dermatites, doenças autoimunes e câncer de pele. Por isso, eles devem usar protetor solar diariamente, mesmo que não estejam diretamente expostos ao sol, pois as luzes artificiais também podem prejudicar a pele. O fator de proteção recomendado é de no mínimo 50 .

Qual é o melhor protetor solar para cães?

Não há uma resposta única para essa pergunta, pois o melhor protetor solar para cães depende de vários fatores, como a cor da pelagem, o comprimento do pelo, a sensibilidade da pele e o nível de exposição ao sol. No entanto, existem algumas recomendações gerais que podem ajudar na escolha do produto ideal para o seu pet:

  • Prefira os produtos específicos para uso veterinário, que levam em conta as características da pele e do pelo dos animais, além de serem mais seguros em caso de ingestão acidental.
  • Escolha um protetor solar com fator de proteção acima de 30, que oferece uma boa proteção contra os raios UVA e UVB.
  • Opte por um protetor solar resistente à água, que não saia facilmente com a saliva ou o suor do cão.
  • Evite os produtos que contenham álcool, parabenos, fragrâncias ou corantes, que podem causar alergias ou irritações na pele do cão.

O protetor solar é um item essencial para a saúde e o bem-estar dos cães, especialmente no verão. Ao escolher um produto adequado para o seu pet e aplicá-lo corretamente nas áreas mais sensíveis ao sol, você estará prevenindo problemas como queimaduras, dermatites e câncer de pele.

Lembre-se também de oferecer água fresca e sombra para o seu cão nos dias mais quentes e evitar os horários de pico do sol. Assim, você e seu amigo peludo poderão aproveitar o verão com mais segurança e diversão!

Como escolher o protetor solar para cães?

Imagem de Cedric Clth por Pixabay

Se você tem um cãozinho e gosta de levá-lo para a praia, você sabe que ele precisa de protetor solar para se proteger dos raios solares. Mas como escolher o protetor solar adequado para o seu amigo peludo? Neste texto, vamos explicar quais são os fatores que você deve levar em conta na hora de comprar o produto.

Como escolher o protetor solar para cães?

  • Tipo de pele do seu cão: Alguns cães têm a pele mais clara ou pelos brancos, o que os torna mais vulneráveis à queimadura solar. Esses cães precisam de um protetor solar com fator de proteção (FPS) alto, acima de 30. Já os cães com a pele mais escura ou pelos pretos podem usar um protetor com FPS mais baixo 30.

  • Composição do protetor solar: Você deve escolher um produto específico para animais, pois os protetores solares humanos podem conter substâncias tóxicas para os cães, como zinco, parabenos e fragrâncias. Essas substâncias podem causar irritação, alergia ou intoxicação se o cão lamber o produto. Os protetores solares para animais são formulados com ingredientes naturais e seguros, como óleo de coco, aloe vera e camomila.

  • Forma de aplicação do protetor solar: Existem diferentes tipos de protetores solares para cães, como spray, gel, loção e bastão. Você deve escolher o tipo que seja mais fácil e prático de aplicar no seu cão, levando em conta o tamanho, o pelo e o temperamento dele. Por exemplo, se o seu cão tem pelo longo e denso, você pode preferir um spray que penetre melhor na pelagem. Se o seu cão é agitado e não gosta de ficar parado, você pode optar por um bastão que seja mais rápido de passar.

  • Frequência de reaplicação do protetor solar: Você deve reaplicar o produto no seu cão a cada duas horas ou sempre que ele sair da água. Assim, você garante que ele esteja sempre protegido do sol. Aplique o protetor nas áreas mais sensíveis do seu cão, como focinho, orelhas, barriga e patas.

Seguindo essas dicas, você pode escolher o protetor solar ideal para o seu cão e levá-lo para a praia sem medo. Lembre-se de que o sol pode causar danos à pele do seu cão, como queimaduras, câncer e envelhecimento precoce. Por isso, não deixe de proteger o seu amigo peludo com um bom protetor solar.

Quais são os riscos da exposição solar para cães?

Você sabia que os cães também podem sofrer com os efeitos nocivos do sol? Assim como os humanos, os cães estão sujeitos a desenvolver problemas de pele causados pela radiação ultravioleta (UV), que pode penetrar na pele e danificar as células. 

  • 1° Queimadura solar: que é a inflamação da pele provocada pelo excesso de sol. A queimadura solar pode causar vermelhidão, dor, descamação e bolhas na pele do cão, especialmente nas áreas mais sensíveis, como focinho, orelhas, barriga e patas. A queimadura solar pode ser leve, moderada ou grave, dependendo do tempo e da intensidade da exposição. Para evitar a queimadura solar, você deve aplicar protetor solar no seu cão antes de sair de casa e reaplicar a cada duas horas ou sempre que ele sair da água.

  • 2° câncer de pele: que é o crescimento anormal de células na pele. O câncer de pele pode ser causado pela exposição crônica ao sol, que pode provocar mutações no DNA das células. O câncer de pele pode se manifestar como nódulos, feridas, crostas ou manchas na pele do cão, que podem sangrar, coçar ou doer. O câncer de pele pode ser benigno ou maligno, sendo que o tipo mais comum e perigoso é o melanoma. Para prevenir o câncer de pele, você deve evitar expor o seu cão ao sol nos horários mais quentes do dia, entre 10h e 16h, e levar o seu cão ao veterinário regularmente para examinar a pele.

  • 3° Envelhecimento precoce da pele: que é a perda de elasticidade e firmeza da pele. O envelhecimento precoce da pele pode ser causado pela exposição prolongada ao sol, que pode reduzir a produção de colágeno e elastina na pele. O envelhecimento precoce da pele pode se manifestar como rugas, flacidez e manchas na pele do cão, que podem afetar a aparência e a saúde do animal. Para retardar o envelhecimento precoce da pele, você deve hidratar a pele do seu cão com produtos adequados para animais e oferecer uma alimentação balanceada e rica em antioxidantes.

Seguindo essas dicas, você pode proteger o seu cão dos riscos da exposição solar e garantir uma pele saudável e bonita para o seu amigo peludo. Lembre-se de que o sol é importante para a saúde do cão, pois ajuda na produção de vitamina D e no fortalecimento do sistema imunológico. Por isso, não deixe de levar o seu cão para passear no sol com moderação e responsabilidade.

Como saber se meu cão teve uma queimadura solar?

A queimadura solar é um dos problemas mais comuns que podem afetar os cães que ficam expostos ao sol sem proteção. Os principais sinais de que o seu cão teve uma queimadura solar são:

  • Vermelhidão na pele, especialmente nas áreas mais sensíveis, como focinho, orelhas, barriga e patas.
  • Dor ou sensibilidade ao toque na pele.
  • Descamação ou bolhas na pele.
  • Perda de pelos na área afetada.
  • Mudança de cor ou textura da pele.

Se você observar algum desses sinais no seu cão, você deve levá-lo ao veterinário o quanto antes para avaliar a gravidade da queimadura e indicar o tratamento adequado. O tratamento pode variar de acordo com o grau da queimadura, mas geralmente envolve:

  • Limpar a área afetada com água fria e sabão neutro.
  • Aplicar um produto cicatrizante e anti-inflamatório na pele, como pomada ou spray.
  • Evitar a exposição ao sol até a pele cicatrizar completamente.
  • Oferecer água fresca e limpa para o cão beber com frequência.
  • Administrar analgésicos ou anti-inflamatórios orais se o cão estiver com dor ou febre.

Como prevenir queimadura solar no meu cão?

Para prevenir a queimadura solar no seu cão, você deve seguir algumas medidas simples, como:

Seguindo essas dicas, você pode evitar que o seu cão sofra com a queimadura solar e garantir uma pele saudável e bonita para o seu amigo peludo. Lembre-se de que o sol é importante para a saúde do cão, mas deve ser aproveitado com moderação e responsabilidade.

Cachorro pode tomar banho de mar?

Se você é um amante de cachorros e de praia, provavelmente já se perguntou se cachorro pode tomar banho de mar. Afinal, nada melhor do que curtir um dia de sol e diversão com o seu melhor amigo de quatro patas, não é mesmo? Mas será que o banho de mar é seguro e benéfico para os cães? Quais são os cuidados necessários para garantir a saúde e o bem-estar do seu pet? Neste artigo, vamos responder essas e outras perguntas sobre o banho de mar para cachorros. Acompanhe!

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Cachorro pode tomar banho de mar?

A resposta é sim, cachorro pode tomar banho de mar, desde que sejam tomados alguns cuidados essenciais. O banho de mar pode ser uma experiência refrescante e divertida para os cães, mas também envolve certos riscos e desafios. Por isso, é importante estar atento a alguns fatores, como:

  • A legislação da praia: nem todas as praias permitem a entrada de animais domésticos, por isso, antes de levar o seu cachorro para a praia, verifique se ela é pet friendly e quais são as regras para a permanência dos pets no local.
  • A proteção do pet: assim como nós, os cães precisam usar protetor solar nas áreas mais sensíveis do corpo, como focinho, orelhas e patas. Além disso, é essencial que o pet esteja com a vermifugação e a vacinação em dia, pois as praias podem abrigar diversos parasitas e agentes infecciosos que podem causar doenças graves nos animais.
  • A adaptação do pet: nem todos os cães gostam ou se sentem à vontade com o mar. Por isso, é importante respeitar o ritmo e a personalidade do seu pet, e não forçá-lo a entrar na água se ele estiver com medo ou desconfortável. O ideal é fazer desse momento algo positivo, com brincadeiras, elogios e recompensas.
  • A segurança do pet: o mar apresenta perigos tanto para os humanos quanto para os cães, como correntezas, ondas fortes, objetos cortantes e animais peçonhentos. Por isso, nunca deixe o seu cachorro nadar sozinho no mar, e mantenha-o sempre preso a uma guia e um peitoral. Além disso, evite ir muito fundo na água, pois o seu pet pode se afogar ou se cansar demais.
  • A hidratação do pet: a água do mar é salgada e pode causar desidratação nos cães. Por isso, evite que o seu cachorro beba água do mar, e ofereça água potável com frequência para mantê-lo hidratado.
  • A higiene do pet: após o banho de mar, é fundamental que o seu cachorro tome um banho com água doce e shampoo adequado para remover o sal e a areia do pelo e da pele. Isso evita irritações, infecções e problemas dermatológicos nos cães.

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Quais são os benefícios do banho de mar para os cachorros?

O banho de mar pode trazer diversos benefícios para os cães, como:

  • Estimular a circulação sanguínea e o metabolismo dos cães.
  • Promover o relaxamento muscular e articular dos cães.
  • Favorecer a socialização e a interação dos cães com outros animais e pessoas.
  • Proporcionar momentos de diversão e lazer para os cães.

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Quais são as alternativas ao banho de mar para os cachorros?

Se você não tem acesso a uma praia pet friendly ou se o seu cachorro não gosta ou não pode tomar banho de mar por algum motivo de saúde, existem algumas alternativas que podem ser tão divertidas quanto o banho de mar. Algumas delas são:

  • Banho de piscina: muitos cães adoram nadar em piscinas, que são mais seguras e controladas do que o mar. Porém, é preciso ter cuidado com o cloro e outros produtos químicos usados na água, que podem irritar a pele e os olhos dos cães. Por isso, é recomendável usar uma piscina própria para pets, ou uma piscina inflável com água limpa e sem aditivos.
  • Banho de mangueira ou chuveiro: outra forma de refrescar e divertir o seu cachorro é brincar com ele usando uma mangueira ou um chuveiro. Você pode fazer isso no quintal ou na varanda da sua casa, usando água em temperatura ambiente e sem pressão excessiva. Essa brincadeira pode ser muito estimulante para os cães, que adoram correr e pular atrás da água.
  • Banho de balde ou bacia: se o seu cachorro é de pequeno porte, você pode usar um balde ou uma bacia com água para dar um banho nele. Essa é uma forma simples e prática de limpar e refrescar o seu pet, sem precisar sair de casa. Você pode colocar alguns brinquedos na água para tornar o banho mais divertido e agradável para o seu cachorro.

Pode andar com cachorro na areia da praia?

Quais são os cuidados com a areia do mar? A areia do mar pode ser um problema para os cães, pois pode conter diversos micro-organismos nocivos à saúde dos animais. Além disso, a areia pode causar irritações na pele e nas patas dos cães, especialmente se eles tiverem alguma alergia ou ferida. Por isso, alguns cuidados com a areia do mar são:

  • Evitar que o cachorro coma ou lamba a areia, pois isso pode provocar intoxicação, diarreia, vômito e obstrução intestinal.
  • Limpar bem as patas do cachorro após o passeio na praia, removendo a areia e verificando se não há nenhum machucado ou objeto preso entre os dedos.
  • Usar um colchonete ou uma toalha para que o cachorro possa descansar na sombra, sem ficar em contato direto com a areia.
  • Dar um banho no cachorro com água doce e shampoo adequado assim que possível, para retirar toda a areia e o sal do pelo e da pele.

Quais os cuidados com cachorro na praia?

  • Protetor solar: O primeiro cuidado é aplicar protetor solar no seu cão antes de sair de casa. Sim, os cães também precisam de protetor solar, especialmente se eles têm pele clara ou pelos brancos. O protetor solar deve ser específico para animais, pois os produtos humanos podem conter substâncias tóxicas para os cães. Aplique o protetor nas áreas mais sensíveis, como focinho, orelhas, barriga e patas.
  • Água fresca: Outro cuidado é oferecer água fresca e limpa para o seu cão beber com frequência. A desidratação é um dos principais problemas que podem afetar os cães na praia, pois eles perdem muito líquido com o calor e a atividade física. Leve uma garrafa de água e um recipiente para o seu cão beber sempre que quiser. Evite que ele beba água do mar, pois isso pode causar vômitos e diarreia.
  • Horário: Também é importante evitar expor o seu cão ao sol nos horários mais quentes do dia, entre 10h e 16h. Prefira levar o seu cão à praia no início da manhã ou no final da tarde, quando o sol está mais fraco. Além disso, procure um local com sombra e ventilação para o seu cão descansar. Assim, você previne a insolação, que é uma elevação excessiva da temperatura corporal do cão, podendo causar convulsões e até a morte.
  • Permissão para animais: Por fim, não se esqueça de verificar se a praia que você vai levar o seu cão é permitida para animais. Algumas praias têm restrições ou normas específicas para a presença de cães, como o uso de coleira e guia, a vacinação em dia e a coleta das fezes. Respeite as regras e mantenha o seu cão sob controle, evitando conflitos com outros animais ou pessoas.

 

Cachorro pode tomar banho de mar, desde que sejam tomados alguns cuidados essenciais para garantir a saúde e o bem-estar do seu pet. O banho de mar pode ser uma experiência refrescante e divertida para os cães, mas também envolve certos riscos e desafios.

Por isso, é importante estar atento à legislação da praia, à proteção do pet, à adaptação do pet, à segurança do pet, à hidratação do pet e à higiene do pet. Seguindo essas dicas, você pode aproveitar a praia com o seu cão de forma segura e divertida. Lembre-se de que o seu cão depende de você para cuidar dele e protegê-lo dos perigos. Assim, vocês poderão curtir juntos muitos momentos felizes na areia e no mar.

Além disso, existem algumas alternativas ao banho de mar que podem ser tão divertidas quanto, como o banho de piscina, o banho de mangueira ou chuveiro e o banho de balde ou bacia. Esperamos que este artigo tenha sido útil para você e para o seu cachorro. Aproveite a praia com responsabilidade e carinho!

Como amenizar o calorão para os amigos pets

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Professora do curso de Veterinária do IBMR dá dicas para o conforto dos animais domésticos no calor

Ar condicionado, sapatinho pra proteger as patinhas, por gelo na água… O que convém ou não fazer para proteger os animais domésticos do calorão que já marca presença em boa parte do país? A professora do curso de Medicina Veterinária, do Centro Universitário IBMR, Isabella Morales, dá as dicas.

 

Pode ligar o ar-condicionado para cães ?

Ligar o ar condicionado é a primeira solução para muitas pessoas. Mas, os pets podem ficar em ambientes assim? “Pode ligar o ar condicionado, sim. É até bom. Principalmente para animais peludos e cães braquicefálicos, como é o caso daqueles das raças pug e bulldog”, exemplifica a professora do IBMR, que integra o Ecossistema Ânima.

 

Inspira, respira

Estes animais apresentam a cabeça em formato achatado e o focinho curto, o que dificulta na liberação de calor, que nos cães é feita pela respiração. Lembrando que o Brasil segue com o impacto de uma onda de calor, com temperaturas até cinco graus acima da média para essa época, para os próximos dias, conforme alerta do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

Mas se você não tem ar condicionado, mas quer, de qualquer maneira, oferecer um alívio para seus amigos pets, umas pedrinhas de gelo na água estão liberadas, segundo a professora.

Esta água deve ser disponibilizada à vontade. Também são recomendadas trocas constantes, para que ela se mantenha fresca e limpa, assim como, é importante oferecer alimentos de boa qualidade.

Qual melhor horário para fazer caminhada com cão?

Com sol a pino, não! Mantenha as caminhadas com seus cães. Mas, cuidado! “Passeie apenas nos horários de temperatura amena, pela manhã bem cedo ou à noite. Meio-dia não é ideal, os cães não usam sapatos e a temperatura do chão pode estar muito alta para as patinhas deles. E isso pode causar queimaduras”, ensina.

Além disso, avisa a professora, é preciso evitar exercícios extenuantes, como corridas, entre outros. “Modere. Principalmente se considerarmos possíveis comorbidades, como peso e idade do animal”, indica.

Cachorro pode entrar no mar?

A previsão acrescenta ainda a possibilidade de mais calor nas áreas litorâneas. Por isso, ao estimular o mergulho dos animais de estimação na água do mar, o cuidado deve ser revisto. “O animal pode ter alergia à água do mar. Ele pode entrar, mas, depois, precisa dar um banho nele, com shampoo hipoalergênico”, explica.

Por fim, observe alguns sinais de incômodo e possível mal-estar, como ritmo cardíaco acelerado, ritmo respiratório elevado, cor azulada na língua, na pele e nas mucosas decorrente da falta de oxigênio (cianose), saliva abundante e densa. No mais, os cuidados básicos com os pets devem ser mantidos em dia, como as idas ao veterinário, manutenção de vacinas e… brincadeiras! Interaja com seus companheiros com alegria sempre.

Você sabia que é possível melhorar a imunidade dos pets com uma boa nutrição?

Foto: Reprodução

A longevidade dos pets é o desejo de todos os tutores, mas para que isso seja alcançado é importante cuidar da imunidade destes animais, e as betaglucanas podem ajudar

Um organismo capaz de responder de maneira adequada à alguma agressão externa e agente infeccioso (vírus, bactéria, fungos e ácaros) é o que desejamos para os pets, para que eles possam ter mais tempo e qualidade de vida. Com o avanço da idade, porém, é fácil observar que essa resistência natural do organismo tende a decair, deixando o pet mais vulnerável.

“Sempre que o organismo percebe que existe um invasor, ele promove uma reação, enviando um conjunto de células como se fossem pequenos soldadinhos para combater e proteger o corpo daquela ameaça. É comum e esperado que os pets mais velhos tenham um sistema imunológico mais frágil, faz parte do envelhecimento. Mas existem vários fatores que também influenciam na queda de imunidade de animais de todas as idades, e o tutor precisa estar atento a eles”, comenta Pamela Meneghesso, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.

Algumas situações do dia a dia, como mudanças na alimentação, alterações na rotina, inserção de um novo membro da família ou ausência prolongada de um ente querido (mudanças ou falecimento), podem contribuir para elevar os níveis de estresse dos pets, o que influencia de maneira direta na queda da imunidade.

Quais sintomas de imunidade baixa?

Os sintomas mais comuns de imunidade baixa é a apatia e a falta de apetite, mas são pouco perceptíveis. “O maior alerta sobre a imunidade baixa surge quando o pet passa a ficar doente com uma frequência elevada, especialmente doenças gastrointestinais ou dermatológicas recorrentes. Neste caso, é importante passar em consulta com um médico-veterinário e realizar exames para saber como está a imunidade do pet e traçar estratégias para melhorar isso”, Pamela explica.

Como fortalecer a imunidade dos animais de estimação?

Alguns cuidados básicos ajudam a manter o sistema imunológico do pet em dia, além de colaborar para o bem-estar físico e psicológico dos peludos:

1-Vacinas: a vacinação é importante durante toda a vida do animal e é responsável por “ensinar” da forma mais segura e prática as células de defesa do organismo a combater os organismos prejudiciais ou invasores. Manter as vacinas em dia é essencial para que o sistema imunológico do pet esteja sempre alerta e preparado para combater os agentes infecciosos.

2-Vermifugação: Animais com verminose podem apresentar diferentes problemas de saúde relacionados aos vermes, como lesões na mucosa intestinal (que servem de porta de entrada para infecções sistêmicas), deficiências nutricionais e anemia. Vermifugar o pet conforme o indicado pelo médico-veterinário ajuda a prevenir estes problemas, auxiliando na manutenção da imunidade.

3-Caminhadas e exercícios: além de ajudar na prevenção de sobrepeso e obesidade, caminhadas frequentes e exercícios com o pet estimulam o cérebro do animal e ajudam na produção dos hormônios de felicidade e bem-estar, diminuindo ativamente o estresse e fortalecendo o sistema imunológico.

4-Nutrição balanceada: nutrição balanceada é uma grande aliada dos pets na saúde e na longevidade. Apostar em rações bem elaboradas, alimentos nutracêuticos e suplementos naturais auxiliam na saúde como um todo e podem dar uma forcinha a mais para manter o sistema imunológico forte.

“Uma nutrição adequada é importante durante toda a vida do pet, mas precisa de uma maior atenção nas fases de filhote e nos animais idosos. A área tem sido cada vez mais estudada e constantemente traz informações novas sobre nutracêuticos importantes aos pets e acessíveis aos tutores, como é o caso das betaglucanas”, relata a médica-veterinária.

O que é betaglucanas? 

Betaglucanas são polissacarídeos que compõe a parede celular de leveduras, fungos, algumas bactérias e cereais como aveia e cevada. Elas possuem várias propriedades auxiliares ao fortalecimento do sistema imunológico do animal, estimulando principalmente as células de resposta rápida que atuam contra infecções bacterianas e virais, doenças fúngicas e parasitas intestinais.

“Estudos recentes também apontam que a suplementação de cães com betaglucanas próximo à data das vacinações influenciou positivamente no aumento da produção dos anticorpos vacinais, ou seja, ajudou a potencializar o efeito protetivo da vacina”, Pamela reforça.

Além do efeito estimulante do sistema imunológico, as betaglucanas ajudam na redução dos quadros inflamatórios, no controle dos níveis de colesterol e da glicemia, auxilia na regulação do apetite e nas funções intestinais.

“As betaglucanas podem ser fornecidas aos pets por meio de suplementação, quando necessário, por todas as fases da vida, sem trazer prejuízo algum para o animal. Os pets filhote e os idosos são os que mais se beneficiam da suplementação, mas ela também pode ser uma importante aliada para o fortalecimento da imunidade de animais que estejam passando por tratamentos de doenças infecciosas ou parasitárias, em conjunto com as terapias escolhidas. A suplementação também ajuda a fortalecer o sistema imunológico nos momentos de estresse, nos períodos pré e pós-cirúrgicos, nos protocolos vacinais, e em diversas outras situações que possam ser desafiadoras para a saúde e o bem-estar dos pets”, finaliza.

Feocromocitoma em cães: Uma Visão Abrangente do Tumor Adrenal Misterioso

Imagem de Mali por Pixabay

O que é feocromocitoma em cães?

Feocromocitoma é um tumor raro que se origina das células cromafins da medula adrenal. Essas células são responsáveis pela síntese e secreção das catecolaminas epinefrina e norepinefrina, que são hormônios que regulam a resposta ao estresse, a pressão arterial, a frequência cardíaca e outras funções vitais. Quando essas células se tornam cancerosas, elas podem produzir quantidades excessivas de catecolaminas, causando sintomas graves e potencialmente fatais nos cães afetados.

Qual é a epidemiologia do feocromocitoma em cães?

O feocromocitoma é considerado um tumor endócrino incomum em cães, mas pode estar subdiagnosticado devido à sua natureza inespecífica e intermitente. Não há uma predisposição de raça ou sexo para o desenvolvimento desse tumor, mas ele tende a ocorrer em cães mais velhos, com uma idade média de 10 anos. O feocromocitoma geralmente afeta apenas uma glândula adrenal, mas pode ser bilateral em até 10% dos casos. Além disso, o tumor pode ser localmente invasivo, comprometendo os vasos sanguíneos adjacentes, como a veia cava caudal e a artéria renal, e pode metastatizar para outros órgãos, como o fígado, o baço, os pulmões e os linfonodos.

Qual é a etiologia do feocromocitoma em cães?

A causa exata do feocromocitoma em cães é desconhecida, mas alguns fatores genéticos e ambientais podem estar envolvidos. Alguns estudos sugerem que mutações em genes que regulam o crescimento e a diferenciação celular, como o RET, o NF1 e o VHL, podem predispor os cães ao desenvolvimento de feocromocitoma. Outros estudos indicam que a exposição a agentes químicos ou físicos que danificam o DNA das células cromafins, como radiação ionizante ou drogas citotóxicas, pode aumentar o risco de feocromocitoma.

Como é feito o diagnóstico do feocromocitoma em cães?

O diagnóstico do feocromocitoma em cães é desafiador, pois os sinais clínicos são variáveis e dependem da quantidade e do tipo de catecolamina secretada pelo tumor. Alguns cães podem ser assintomáticos ou apresentar sinais discretos, como perda de peso, anorexia, letargia e fraqueza. Outros cães podem ter crises paroxísticas de hipertensão, taquicardia, arritmias cardíacas, dispneia, colapso e convulsões. Essas crises podem ser desencadeadas por estresse, exercício, manipulação abdominal ou anestesia.

O diagnóstico do feocromocitoma em cães requer uma combinação de exames clínicos, laboratoriais e de imagem. O exame físico pode revelar midríase, palidez ou rubor das mucosas, pulso rápido e irregular, sopros cardíacos e aumento da pressão arterial sistólica. O hemograma pode mostrar anemia normocítica normocrômica ou policitemia relativa. A bioquímica sérica pode evidenciar hiperglicemia, hipercolesterolemia e aumento das enzimas hepáticas. A urinálise pode detectar proteinúria e glicosúria.

O exame mais específico para o diagnóstico do feocromocitoma em cães é a dosagem das catecolaminas e seus metabólitos (metanefrinas) na urina ou no plasma. Valores elevados dessas substâncias indicam uma produção excessiva pelas células tumorais. No entanto, esse exame nem sempre está disponível nos laboratórios veterinários e requer um manejo cuidadoso das amostras para evitar falsos negativos ou positivos.

Os exames de imagem são essenciais para confirmar a presença de uma massa adrenal e avaliar sua extensão e possíveis metástases. A ultrassonografia abdominal é um método simples e não invasivo que pode identificar uma massa adrenal em até 80% dos casos de feocromocitoma em cães. A tomografia computadorizada (TC) e a ressonância magnética (RM) são métodos mais sensíveis e específicos que permitem uma melhor caracterização da massa adrenal, sua relação com os vasos sanguíneos e a presença de metástases. A cintilografia com metaiodobenzilguanidina (MIBG) é um exame que utiliza um radiofármaco que se liga às células cromafins e permite a localização de feocromocitomas primários e secundários. No entanto, esse exame é caro e requer equipamentos especiais.

Diagnóstico definitivo do feocromocitoma em cães ?

O diagnóstico definitivo do feocromocitoma em cães é feito pela histopatologia da massa adrenal, que mostra células neoplásicas poligonais, com citoplasma eosinofílico granular e núcleos hipercromáticos, arranjadas em ninhos ou cordões, separadas por estroma fibrovascular. A imuno-histoquímica pode ser usada para confirmar a origem cromafin das células tumorais, pela expressão de marcadores como a cromogranina A, a sinaptofisina e a tirosina hidroxilase.

Qual é o tratamento do feocromocitoma em cães?

O tratamento de escolha para o feocromocitoma em cães é a remoção cirúrgica da massa adrenal, que pode proporcionar uma cura ou uma melhora significativa dos sinais clínicos. No entanto, a cirurgia é um procedimento de alto risco, pois pode desencadear crises hipertensivas, hemorragias, tromboembolismos e arritmias cardíacas. Por isso, é necessário um preparo pré-operatório adequado, com o uso de medicamentos que bloqueiam os receptores adrenérgicos alfa e beta, como a fenoxibenzamina e o propranolol, respectivamente. Esses medicamentos devem ser administrados por pelo menos uma semana antes da cirurgia e mantidos até o pós-operatório. Além disso, é recomendado o uso de fluidoterapia intravenosa, monitorização hemodinâmica e anestesia balanceada.

A taxa de sucesso da cirurgia depende do tamanho, da localização e da invasão vascular da massa adrenal, bem como da presença ou não de metástases. Em geral, os cães com feocromocitomas unilaterais, pequenos e não invasivos têm um prognóstico melhor do que os cães com feocromocitomas bilaterais, grandes e invasivos. A sobrevida média após a cirurgia varia de 6 a 36 meses.

Nos casos em que a cirurgia não é possível ou não é suficiente para controlar o tumor, podem ser usadas outras modalidades terapêuticas, como a quimioterapia, a radioterapia ou a embolização arterial. No entanto, esses métodos são menos eficazes e têm mais efeitos colaterais do que a cirurgia. A quimioterapia pode ser feita com agentes alquilantes, como o clorambucil ou o ciclofosfamida, ou com inibidores da tirosina quinase, como o toceranibe ou o masitinibe. A radioterapia pode ser usada para reduzir o tamanho do tumor ou aliviar os sintomas das metástases. A embolização arterial consiste na injeção de partículas que obstruem o fluxo sanguíneo para o tumor, causando sua isquemia e necrose.

O tratamento sintomático do feocromocitoma em cães visa controlar as crises hipertensivas e as arritmias cardíacas com medicamentos anti-hipertensivos e antiarrítmicos. Além dos bloqueadores adrenérgicos já mencionados, podem ser usados diuréticos, vasodilatadores, bloqueadores dos canais de cálcio ou inibidores da enzima conversora de angiotensina (ECA). 

Em casos de tumores inoperáveis ou metastáticos, o tratamento paliativo pode ser realizado com medicamentos que inibem a síntese ou a liberação das catecolaminas, como os inibidores da tirosina hidroxilase  ou os inibidores da monoamina oxidase. Outras modalidades terapêuticas que podem ser consideradas são a quimioterapia, a radioterapia e a embolização arterial.

Qual é o prognóstico do feocromocitoma em cães?

O prognóstico do feocromocitoma em cães depende de vários fatores, como o tamanho, a localização, a funcionalidade, a invasividade e a presença de metástases do tumor. Em geral, o prognóstico é reservado, pois muitos cães morrem antes do diagnóstico ou durante ou após a cirurgia. A sobrevida média relatada após a remoção cirúrgica do tumor é de cerca de 18 meses. Os fatores que podem influenciar negativamente o prognóstico são:

– Tumor bilateral
– Tumor extra-adrenal
– Tumor maior que 5 cm
– Tumor invasivo ou metastático
– Hipertensão grave ou refratária
– Insuficiência renal