Recrutamento: como a inteligência artificial pode auxiliar nesse processo

Diante de todos os avanços tecnológicos no mundo digital, há uma variedade de setores influenciados por essas novas lógicas. Nesse sentido, entender qual é a influência da IA em um processo de recrutamento pode ser um ponto central para qualquer empresa. Continue lendo →

IA e reflexo global: livro reúne análises e perspectivas interdisciplinares

Lançamento da editora Almedina Brasil compila ensaios sobre temas como direitos autorais na era da Inteligência Artificial e uso de robôs no sistema judiciário brasileiro

Com contribuições de professores da USP, membros do Poder Judiciário e pesquisadores de Portugal, Canadá, França e Polônia, a editora Almedina Brasil lança a obra coletiva Inteligência Artificial – Visões Interdisciplinares e Internacionais.

A obra compila ensaios que ajudam a compreender o impacto e a abrangência da Inteligência Artificial (IA) nos diversos âmbitos da sociedade. Os capítulos do livro trazem reflexões sobre como as máquinas estão transformando a realidade humana em diferentes frentes e de que maneiras o direito encara essas mudanças.

Além de oferecer uma análise aprofundada dos desafios e questões legais relacionados à IA no Brasil, o título conta ainda com perspectivas internacionais, permitindo que os leitores brasileiros acessem visões internacionais sobre o tema. Essa troca permite compreender como outros países lidam com a questão, considerando, claro, a realidade socioeconômica de cada país.

O papel da IA no contexto da justiça e do sistema judiciário é avaliado por meio da análise de inovações como o projeto “Victor”, do Supremo Tribunal Federal. A ferramenta foi idealizada para auxiliar na análise dos recursos extraordinários, especialmente na classificação em temas de repercussão geral de maior incidência, e visa garantir eficiência e celeridade processuais. O artigo que debate essa iniciativa conta com a contribuição do ministro Dias Toffoli.

Coordenada pela professora Titular do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP, Silmara J. de A. Chinellato, esta obra coletiva representa um repositório valioso de conhecimento interdisciplinar e internacional. Em um cenário no qual as vidas e comportamentos passaram a ser moldados de forma crescente pela inteligência artificial, este livro oferece uma perspectiva única e essencial para todos os interessados em compreender os impactos e desafios da IA no mundo contemporâneo.

Ficha Técnica

Título: Inteligência Artificial – Visões interdisciplinares e internacionais
Coordenação: 
Silmara J. de A. Chinellato

Editora: Almedina Brasil
ISBN: 9786556279473
Páginas: 476
Formato: 23x16x2,5
Onde encontrar:  Amazon

Sobre a coordenadora

Silmara J. de A. Chinellato é professora Titular do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Chefe do Departamento de Direito Civil no período de 2016 a 2019. Presidente da Comissão de Propriedade Intelectual do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP). Membro da Comissão Especial de Direito de Autor da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Federal, da Associação Portuguesa de Direito Intelectual (APDI), e do Instituto Interamericano de Derecho de Autor (IIDA). Bacharel, Doutora e Livre-docente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi Procuradora do Estado de São Paulo (1980 a 1995) e Procuradora do Município de São Paulo (1973 a 1980). É advogada, parecerista e assistente técnica na área de propriedade intelectual com ênfase em direito autoral.

Inteligência Artificial (IA) Generativa: Conheça o conceito, como funciona e qual a utilidade para o meio corporativo

Imagem de Pexels por Pixabay

Você já deve ter presenciado algum exemplo de Inteligência Artificial (IA) Generativa. Talvez não esteja ligando o nome ao que viu , porém ela está mais presente do que imagina. Esse novo conceito vem ganhando espaço e otimizando tarefas no campo empresarial, além das atividades do dia a dia.  

 

ChatGPT e Midjouney são algumas opções dessa tecnologia  na vida cotidiana. Trata-se de formas que a IA tem de criar conteúdo, dados e até imagens originais. Ferramentas que utilizam esse tipo de sistema tecnológico viraram febre e forma de diversão para muitos, no entanto, sabemos como funciona? 

 

O que é Inteligência Artificial (IA) Generativa e como funciona? 

 

A IA generativa é composta por duas redes neurais que atuam em conjunto. A primeira,  é chamada de geradora e fica responsável pela criação dos dados. Já a segunda, consiste na rede que avalia essas referências criadas.  

 

Esse processo é repetido até chegar a um resultado considerado adequado. O inovador, diante dessa sistemática, é que a IA mantém uma curva de aprendizado e melhoria, sem a necessidade de interferência humana. 

 

Como  a IA Generativa pode ser utilizada no ambiente corporativo? 

 

Toda essa tecnologia pode economizar tempo e dinheiro em tarefas que antes exigiam muita mão de obra. Isso porque o gestor pode criar conteúdo personalizado e exclusivo para seus clientes e, com isso,  aumentar o engajamento e as vendas, respectivamente.  

 

No entanto, é importante observar que a IA ainda está em sua infância e há possíveis implicações éticas a serem consideradas. Por esse motivo, é importante usar essa sistemática de forma responsável e com transparência.  

 

De modo geral, a IA Generativa é um desenvolvimento empolgante no mundo da tecnologia e que as empresas devem ficar de olho.  

 

*Otto Pohlmann é CEO da Centric Solution, empresa de tecnologia que fornece soluções completas para atender aos requisitos de segurança e da LGPD, com foco em implementação, treinamento e suporte, a fim de ajudar a sustentar o desenvolvimento de negócios de todos os portes e setores – e-mail: [email protected].br. 

 

 

Sobre a Centric Solution 

 

Empresa de tecnologia que iniciou as atividades em 2005 e oferece soluções completas com foco em implementação, treinamento e suporte para ajudar a sustentar o desenvolvimento de empreendimentos de todos os portes e ramos de atividade. Adota ferramentas voltadas a help desk, servicedesk, activedirectory, cloud, IT security, network performance, compliance, data protection, aplicações e remoteapp. Também realiza treinamentos, desenvolvimento de projetos e monitoramento em tempo real, 24 x 7, de processos, negócios, redes, link e sistema de missão crítica. Com sede em São Paulo e uma equipe de 20 colaboradores, a Centric ultrapassou a marca de 3 mil clientes. Entre eles estão Banco Safra, Crefisa, Unimed, CPFL e 60% do mercado hoteleiro. 

Metaverso, ChatGPT….O que podemos esperar da tecnologia até 2030?

ChatGPT na comunicação é confiável?

Imagem de Enrique por Pixabay

Vinícius Gallafrio, CEO da MadeinWeb, acredita que a Inteligência Artificial ganhe ainda mais força nos próximos anos, especialmente no agronegócio

O Metaverso ganhou evidência em outubro de 2021, devido a grande aposta de Mark Zuckerberg. Além de mudar o nome da controladora do Facebook, Instagram e Whatsapp,  investiu um altíssimo valor no que seria o “futuro da comunicação”. Menos de dois anos após o boom, pouco se ouve falar, não só por causa do alto custo da tecnologia, mas porque outras novidades, como o ChatGPT, tornaram-se protagonistas de debates e manchetes de veículos ao redor do mundo. Em meio a tantas mudanças, fica a reflexão: podemos prever o que virá pela frente?

“Em partes, sim. A Inteligência Artificial, por exemplo, deve ganhar ainda mais força nos próximos sete anos por sua versatilidade. Projeções da McKinsey dão peso a essa expectativa de crescimento e consolidação, já que mostram a geração de US$ 13 trilhões em termos globais. Os setores bancários e tributários, por exemplo, ganham maior eficiência, precisão e satisfação ao cliente”, afirma Vinícius Gallafrio, CEO da MadeinWeb e Mobile, provedora de TI e transformação digital. 

O agronegócio também é beneficiado e pode ganhar agilidade nunca antes vista. Por ser uma atividade quase “artesanal”, exige do produtor muita “mão na massa”.No entanto, em toda a cadeia produtiva, onde quer que haja a captura ou manipulação de algum dado para uma tomada de decisão, é possível utilizar a IA para promover mais agilidade no processo, eficiência e elevar a performance. É possível predizer produção de lavouras, ranquear fatores de influência que ajudam ou não no crescimento de animais e otimizar a logística de distribuição de insumos e produtos acabados

De acordo com o executivo, outra tendência que deve ganhar ainda mais força até 2030 são os desenvolvimentos em prol da cibersegurança. Hackers, malwares, phishing, pharming são responsáveis por atividades criminosas que geram prejuízos milionários. “Para ter uma ideia, entre janeiro e agosto do ano passado, foram registradas quase 13 milhões de tentativas de fraudes no comércio eletrônico brasileiro, de acordo com o Censo da Fraude, da Konduto. Em paralelo, deve ocorrer uma educação contínua para os usuários e colaboradores. Sendo assim, as empresas devem apostar na criação de conteúdos que ajudem a identificar golpes e promover uma navegação na internet ainda mais protegida”, analisa. 

Mudanças no mercado de trabalho

Desde o início da pandemia, o mercado de trabalho tem respondido às mudanças tecnológicas e incorporado alternativas que permitem gestão remota.  A migração para a nuvem se popularizou exatamente por isso. Hoje, o Brasil está em oitavo lugar no ranking da Asia Cloud Computing Association (ACCA), que nomeia os países que oferecem melhores condições para computação em nuvem no mundo. Aliado a isso, perspectivas da Gartner mostram que a maior parte das empresas também adotará a tecnologia nas operações nos próximos anos.  

“Essa modernização faz com que as empresas avaliem alguns pontos, como o legado tecnológico, atualizando processos e sistemas que já não cumprem mais o papel necessário, sem falar em uma necessária mudança de cultura dentro da própria organização. Como benefício indireto, ainda contribui com a preservação ambiental por meio de operações mais sustentáveis e com menos desperdício”, diz Vinícius. 

E o Metaverso?

Mesmo que não tenha tanto espaço na mídia quanto antes, devemos acompanhar o Metaverso de perto, pois corrobora com outras tecnologias em alta, como a IoT (Internet das Coisas), especialmente quando falamos da indústria de jogos. 

“Aos que desejam prever as próximas tendências, fica o alerta: a tecnologia é cíclica. O que perdeu o brilho em um dia, pode irradiar mais forte que o sol em outro. Avaliar os lançamentos e analisar o potencial a longo prazo faz toda a diferença para empresas que querem chegar mais longe”, conclui.

Regulamentação sobre Propriedade Intelectual precisa ser atualizada em relação a questões que envolvem Inteligência Artificial

Dra. Patrícia Peck destaca a necessidade de construir uma equação que una o avanço tecnológico dentro da proposta da legislação para não comprometer um modelo moral e patrimonial que foi desenvolvido pelo ser humano

Foto: Reprodução

A inteligência artificial se tornou uma ferramenta extremamente versátil para encurtar caminhos e acelerar desempenhos em praticamente qualquer atividade na Internet, dada as inúmeras possibilidades que proporciona. O sucesso dessa tecnologia foi avassalador e já é um instrumento indispensável para diversas empresas brasileiras. Conforme estudo do SAS (Statistical Analysis System) feito pelo IDC (International Data Corporation), o Brasil lidera o uso de Inteligência Artificial na América Latina: cerca de 63% das organizações utilizam aplicações baseadas nesse sistema.

Tecnologias que facilitam e democratizam o acesso a dados digitais sempre trouxeram polêmicas sobre proteção autoral. E com as IAs generativas – uma subárea da Inteligência Artificial que possibilita a geração de conteúdo pelos sistemas inteligentes que podem criar imagens, áudios, vídeos, textos, entre outros itens anteriormente criados apenas por seres humanos – não foi diferente. O cruzamento dinâmico de informações, que dificulta os próprios desenvolvedores das IAs apontarem de onde vêm os dados que alimentam o sistema, acaba por se valer de propriedade intelectual dos indivíduos que as desenvolveram sem respeitar os direitos de obras protegidas. Por outro lado, muito se discute sobre a possibilidade de se reconhecer tais direitos à obra que é resultado direto da IA.

Essa possibilidade tem levantado discussões sobre como proteger os direitos de criação de seus autores dentro da legislação de propriedade intelectual dos impactos que as IAs podem causar.

Na visão de Patrícia Peck, CEO e sócia fundadora do escritório Peck Advogados, a criação de IAs generativas, pela lei brasileira, não tem direito à proteção intelectual. “A máquina não cria nada, usa apenas informações que já existem e foram elaboradas e inseridas em algum lugar por alguém”, explica.

Patrícia também lembra que entre os debates mais emblemáticos envolvendo o assunto destacam-se a recente greve de roteiristas e atores de Hollywood, que estavam sendo substituídos ou tendo seus trabalhos menos procurados por conta do uso de Inteligência Artificial. Bem como a polêmica de Stephen Thaler, o desenvolvedor da DABUS, que enfrentou recentemente uma disputa perante o Escritório de Direitos Autorais dos Estados Unidos (USCO) e o Tribunal Distrital de Columbia, Washington em busca de ter reconhecida a autoria da obra de arte “A Recent Entrance to Paradise”, criada pelo algoritmo por ele desenvolvido. E a decisão da Corte Americana reforça o entendimento de que uma obra protegida por direitos de autor deve ser associada a um autor humano.

A Corte Americana refutou o reconhecimento da autoria, reforçando o entendimento da USCO.Após esse episódio que influenciou o entendimento atual, podemos entender que é possível ter uma proteção se houver uma camada de criatividade, fruto da atividade humana,  por cima do resultado trazido pela IA”, destaca a advogada.

Patrícia explica anda que, pela lei brasileira, a proteção é garantida somente à pessoa física, no sentido literal, não sendo possível extrair essa proteção de algo produzido por IA, ou seja, IA não tem CPF e só quem o tem pode criar algo. No entanto, é possível proteger uma obra criada com auxílio de IA. “O que torna a criação passível de proteção é o fator inventivo, caso de trate de uma patente, ou criativo e original, caso se trate de uma obra de arte, algo que só a condição humana pode criar e não a tecnologia. Nesse caso, ela é usada como instrumento ou meio para tal”, pontua.

Essa discussão ainda está aberta no campo legislativo mundial, mas a tendência, segundo a CEO do Peck Advogados, é que as leis evoluam conforme o avanço da tecnologia. “A IA generativa provoca cada vez mais a necessidade de atualização da legislação de direitos autorais, visando criar camadas de proteção, principalmente no cenário atual em que a checagem de informação é limitada, em um terreno já complexo de se regulamentar como a Internet”, comenta.

Patrícia entende que é necessário construir uma equação que acomode o avanço tecnológico dentro da proposta da legislação para não comprometer o modelo de proteção, com viés moral e patrimonial construído. “O negacionismo pode levar a selvageria da propriedade intelectual. A lei busca estimular a remuneração do investimento que se tem ao criar algo. O sistema tem o viés patrimonial, com a remuneração, além do moral, com o crédito da criação, para poder garantir que quem cria tenha seu reconhecimento ao ter sua obra usufruída por terceiros”, afirma.

Segundo a especialista em Direito Digital, a falta de regra pode, inclusive, desestimular a vontade de se desenvolver algo se não puder sequer ter o crédito por ela. 

Senac PE digitaliza processos internos para tornar operação mais ágil

Instituição de ensino investe em mudança cultural junto à tecnologia baseada em inteligência artificial (IA) da Adobe para simplificar assinatura de contratos entre parceiros e colaboradores

Há três anos, o Senac PE, que possui sete unidades em diferentes cidades pernambucanas, viu a própria operação administrativa ser afetada pela pandemia devido ao trabalho remoto. Na época, a maioria das assinaturas dos contratos entre funcionários e fornecedores eram em papéis, o que dificultava o envio e o arquivamento de documentos entre os colaboradores à distância. 

Para solucionar o problema, a instituição de ensino recorreu ao serviço de assinatura eletrônica Adobe Acrobat Sign, que possui inteligência artificial embarcada e interface amigável, facilitando o uso pelos colaboradores. O projeto começou apenas com cerca de 1.723 transações documentais. Em 2022, esse número foi de 7 mil transações. Em 2023, a empresa projeta digitalizar cerca de 10 mil processos de assinatura eletrônica de documentos, expandindo o uso da ferramenta. Ao todo, 104 funcionários têm acesso e já a usam.  

A profunda integração com suítes de colaboração como Microsoft 365 também contribuiu ainda mais a adoção da plataforma, pois assim ela fica disponível para uso direto nos aplicativos que os colaboradores já utilizam no dia a dia administrativo.  

“Durante o uso do Adobe Acrobat Sign na pandemia, percebemos o quão prática a tecnologia era e o quanto tornava a rotina administrativa mais ágil também. Por isso, vamos expandir a implementação do software e promovê-la internamente em todas unidades, para que a cultura digital avance também”, explica Graça Bezerra, Gerente de Tecnologia da Informação do Senac PE. 

O Adobe Acrobat Sign é um serviço de gestão de fluxo de assinatura que faz parte da nuvem de documentação digital da Adobe, por isso, além da fácil usabilidade e integração com aplicativos da Microsoft para assinatura e geração de PDFs, todos os documentos podem ser salvos na nuvem de forma segura e com rastreabilidade digital para auditorias. A IA da gigante de tecnologia, Adobe Sensei, também está presente na solução, possibilitando a criação de documentos com campos de formulário de forma automática. 

Atualmente, os principais departamentos do Senac que usam a tecnologia são: recursos humanos, jurídico, financeiro e a própria diretoria regional. “O fluxo de assinatura dos documentos melhorou muito, porque agora o envio para assinar ocorre de forma instantânea por e-mail, substituindo as pilhas de papel que passavam de mesa em mesa ao longo dos dias”, afirma Graça. 

O futuro será ainda mais digital 

Para continuar investindo na cultura digital, o Senac PE tem como objetivo integrar o sistema de matrícula dos alunos participantes dos projetos de Menor Aprendiz ao serviço de assinatura eletrônica, para que todo o processo se torne mais ágil. Por ano, aproximadamente 4 mil alunos são contratados por outras empresas pelo programa. Porém, o Coordenador de Tecnologia da Informação do Senac, Marcio Higo, explica que cerca de quatro partes precisam assinar o contrato: o aluno, o responsável, a empresa contratante e o próprio Senac, em um prazo de 15 dias. 

“Se for tudo online, esse processo poderá cair de duas semanas para apenas um dia, com disparo para assinatura eletrônica por e-mail para todos os envolvidos, no lugar do aluno levar esse documento para todos os envolvidos”, informa. “O online também traz outro benefício: se houver algum erro na documentação, há mais tempo para corrigi-lo, porque o processo de assinatura por todos é ágil.” 

O executivo ressalta que há outros vários projetos já pensados para a expansão de sistemas digitais no Senac PE, para tornar a administração mais prática nas sete unidades do estado de Pernambuco. “Percebemos que a transformação digital efetiva está também nos processos documentais, porque aumenta a produtividade e gera melhoria na experiência positiva do aluno, do colaborador e de fornecedores”, conclui Higo.