IA e reflexo global: livro reúne análises e perspectivas interdisciplinares

Lançamento da editora Almedina Brasil compila ensaios sobre temas como direitos autorais na era da Inteligência Artificial e uso de robôs no sistema judiciário brasileiro

Com contribuições de professores da USP, membros do Poder Judiciário e pesquisadores de Portugal, Canadá, França e Polônia, a editora Almedina Brasil lança a obra coletiva Inteligência Artificial – Visões Interdisciplinares e Internacionais.

A obra compila ensaios que ajudam a compreender o impacto e a abrangência da Inteligência Artificial (IA) nos diversos âmbitos da sociedade. Os capítulos do livro trazem reflexões sobre como as máquinas estão transformando a realidade humana em diferentes frentes e de que maneiras o direito encara essas mudanças.

Além de oferecer uma análise aprofundada dos desafios e questões legais relacionados à IA no Brasil, o título conta ainda com perspectivas internacionais, permitindo que os leitores brasileiros acessem visões internacionais sobre o tema. Essa troca permite compreender como outros países lidam com a questão, considerando, claro, a realidade socioeconômica de cada país.

O papel da IA no contexto da justiça e do sistema judiciário é avaliado por meio da análise de inovações como o projeto “Victor”, do Supremo Tribunal Federal. A ferramenta foi idealizada para auxiliar na análise dos recursos extraordinários, especialmente na classificação em temas de repercussão geral de maior incidência, e visa garantir eficiência e celeridade processuais. O artigo que debate essa iniciativa conta com a contribuição do ministro Dias Toffoli.

Coordenada pela professora Titular do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da USP, Silmara J. de A. Chinellato, esta obra coletiva representa um repositório valioso de conhecimento interdisciplinar e internacional. Em um cenário no qual as vidas e comportamentos passaram a ser moldados de forma crescente pela inteligência artificial, este livro oferece uma perspectiva única e essencial para todos os interessados em compreender os impactos e desafios da IA no mundo contemporâneo.

Ficha Técnica

Título: Inteligência Artificial – Visões interdisciplinares e internacionais
Coordenação: 
Silmara J. de A. Chinellato

Editora: Almedina Brasil
ISBN: 9786556279473
Páginas: 476
Formato: 23x16x2,5
Onde encontrar:  Amazon

Sobre a coordenadora

Silmara J. de A. Chinellato é professora Titular do Departamento de Direito Civil da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Chefe do Departamento de Direito Civil no período de 2016 a 2019. Presidente da Comissão de Propriedade Intelectual do Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP). Membro da Comissão Especial de Direito de Autor da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB Federal, da Associação Portuguesa de Direito Intelectual (APDI), e do Instituto Interamericano de Derecho de Autor (IIDA). Bacharel, Doutora e Livre-docente pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Foi Procuradora do Estado de São Paulo (1980 a 1995) e Procuradora do Município de São Paulo (1973 a 1980). É advogada, parecerista e assistente técnica na área de propriedade intelectual com ênfase em direito autoral.

Como redes de apoio impactam mulheres ribeirinhas

Ela, uma mãe ribeirinha: livro retrata desafios e solidariedade de brasileiras comuns

Foto: Reprodução

No livro “A ponte, memórias de lírios d’água”, Margareth Diniz narra a história de uma mulher que luta para sustentar os filhos sozinha e encontra força na união feminina

Ela, a protagonista do livro A ponte, memórias de lírios d’água, de Margareth Diniz, é uma mulher de origem ribeirinha, nascida nas margens dos rios amazônicos, que está sobrecarregada com as demandas diárias. Assim como milhares de brasileiras, acorda cedo para pegar o transporte público e chegar ao emprego informal, que aceitou para sustentar os três filhos sozinha.

Perto de completar 30 anos, a personagem é um retrato de experiências, sofrimentos e lutas comuns a várias pessoas no país. Quando era adolescente, mudou-se de cidade para trabalhar na casa de uma professora e ter um quarto para dormir. Engravidou jovem, de um homem gentil que desapareceu sem deixar rastros, e passou a morar em uma área de ressaca do Macapá. Em busca de garantir uma melhor qualidade de vida à família, trabalhou com tudo que podia para complementar a renda.

Dividida em 13 capítulos, a narrativa une o passado ao presente como uma forma de inserir os leitores nos pensamentos íntimos da protagonista. A partir disso, Margareth Diniz, que nasceu em um pequeno povoado do Maranhão, morou em Belém e reside no Amapá, transita por questões como relacionamentos abusivos, racismo, machismo, migração nordestina e desigualdades socioeconômicas.

Lembrar-se do tempo da escola a fez decidir voltar a estudar. Amanhã mesmo iria procurar saber se ainda havia vaga no turno da noite. Não seria fácil sabia, mas nada em sua vida havia sido. Teria que sair do trabalho direto para a escola e pedir a Rosa que ficasse mais tempo ainda com sua filha. (A ponte, memórias de lírios d’água, pg. 125).

Além de explicitar estas situações, o livro também mostra como a sororidade pode impactar positivamente a trajetória feminina. A personagem principal sonha em prover uma vida tranquila para os filhos e se tornar contadora de histórias. Quando reencontra amigas da juventude, estes objetivos se tornam possíveis depois que elas criam uma rede de apoio para as mulheres da região compartilharem vivências, impulsionarem o empreendedorismo umas das outras e incentivarem a independência.

Ficha Técnica
Título: A ponte, memórias de lírios d’água
Autora: Margareth Diniz
ISBN: 978-65-254-3481-0
Páginas: 202
Onde comprar: Amazon

Sobre a autora: Professora da rede pública de ensino, Margareth Diniz tem licenciatura e bacharelado em Geografia, além de ser pós-graduada em Educação e Gestão Ambiental. Nasceu em Naru, pequeno povoado do Maranhão, mas mudou-se ainda criança para Imperatriz. Também morou em Belém, no Pará, e vive há mais de uma década no Amapá. As experiências de vida no Norte e no Nordeste do país serviram de inspiração para o lançamento do livro “A ponte, memórias de lírios d’água”.

Karina Bacchi lança livro para encorajar mulheres na vida cristã

“+Forte e Corajosa” é um convite às leitoras que desejam se fortalecer na fé e vivenciarem uma vida de firmeza espiritual, propósito, completude e paz

Cristã, apresentadora, mãe, modelo, podcaster, atriz e autora. Esta é Karina Bacchi, que lança a obra + Forte e Corajosa pela Editora Vida. O livro é um convite não apenas para o entendimento mais profundo acerca delas, mas, principalmente, a respeito de Deus.

Nessas páginas, Karina encoraja cada leitora a enfrentar a jornada da vida com fé e determinação através do conhecimento da Palavra e de uma vida de intimidade com o Criador, além de instigar a descoberta sobre si e sobre as promessas de Deus para a humanidade. Com atividades interativas, que estimulam cada uma a responder questões sobre a vida com sinceridade, ao longo de dez capítulos, a autora também aborda individualmente, aspectos importantes na vida feminina, como: empoderamento, ego, vaidade, insegurança, rejeição, julgamentos, questões emocionais. Além de auxiliar cada uma a identificar seus maiores temores e trabalhar com estratégias práticas de fé para superá-los com confiança e perseverança.

Em + Forte e Corajosa, a escritora compartilha orações, escrituras bíblicas e parte do seu próprio testemunho de transformação para auxiliar na jornada cristã de outras mulheres. “Acredito que conhecer aquilo que tenho vivido pode inspirar e potencializar a fé das pessoas, para que vivam uma vida de plenitude e grandes realizações”, confidencia Karina Bacchi, no livro. A apresentadora convida ainda as leitoras a percorrerem juntas as páginas do livro para estarem sempre abertas e atentas à doce voz do Espírito Santo.

Sobre a autora: Karina Bacchi é mãe, autora, atriz, apresentadora e modelo brasileira nascida em São Manuel, interior de São Paulo. Ela deixou sua cidade aos 14 anos e seguiu para a capital para investir na carreira artística. Sua história de vida mudou após um verdadeiro encontro com Jesus, trazendo um novo propósito para seus dias. Atualmente, Karina impacta diariamente milhões de pessoas na internet com seu ministério. Apresenta em seu Canal do YouTube – o + Forte Podcast, onde recebe autoridades do mundo cristão compartilhando seus testemunhos de fé e agora, lança o livro +Forte e Corajosa com tema rico e extremamente relevante em nossa atualidade, trazendo inspirações reais direcionadas a transformar a vida das mulheres e encorajá-las a terem uma vida espiritual verdadeiramente forte.

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Redes sociais:
Instagram @Karinabacchi e @maisforte.podcast | YouTube: @KarinaBacchi

Sobre a editora: A Editora Vida oferece aos apaixonados pela Palavra títulos de qualidade para uma vida completa: infantil, jovem, relacionamentos, oração, espiritualidade, vida cristã, além de ficções, obras acadêmicas e bíblias. Com temática atual e valorização de obras clássicas, publicamos bíblias com linguagem tradicional, edições especiais e novas traduções para promover o crescimento na Palavra e no serviço ao Reino de Deus. A missão da Editora Vida é produzir literatura adequada para alcançar pessoas que necessitam de Jesus Cristo, ajudando-as a crescer na fé. Durante mais de 60 anos, a Vida tem se destacado na publicação e comercialização de literatura cristã, além de também ser uma grande distribuidora de Bíblias. Graças à generosa ação divina, isso tem sido uma verdade presente em muitos países.

Luto por suicídio e posvenção – A outra margem

Foto: Reprodução

A obra discorre sobre a sensação de estar à deriva para quem se depara com a situação de luto após um suicídio, vivendo um misto de sentimentos ambíguos. Como especialista referência em suicidologia no Brasil, Karina Okajima Fukumitsu trata agora do reconhecimento dos impactos disso na saúde existencial de quem fica.

Diante dos cuidados com pessoas em luto por suicídio são recorrentes os depoimentos de vergonha, culpa e raiva, entre outros sentimentos turbulentos. Dedicada a se aprofundar nos estudos sobre esse processo e na trajetória da posvenção, a suicidologista Karina Okajima Fukumitsu registrou suas experiências de mais de 30 anos lidando com pesquisas das especificidades dessa vivência no livro Luto por suicídio e posvenção – A outra margem, (136 p., R$ 56,10 – Summus Editorial).

É fato que o suicídio afronta a estabilidade emocional de forma singular e a travessia desse momento requer esforço sobremaneira da pessoa em luto nessas circunstâncias. No livro, é discutida a busca de sentidos frente à impotência, ao não saber como lidar, à falta de controle da situação, e à necessidade de desenvolvimento de firmeza existencial para que a pessoa enlutada possa continuar a vida, apesar da ausência daquele que partiu.

A obra apresenta também um fluxograma do processo de luto por suicídio como base para a compreensão da posvenção, cujo objetivo principal é ser a prevenção para gerações futuras e, assim, ajudar a chegar na outra margem. Nesse sentido, Karina Okajima Fukumitsu ressalta: “Essa não é, porém, qualquer margem, à qual a pessoa enlutada deverá chegar a todo custo. A partir do momento em que se é lançado no processo de luto por suicídio, nada mais será igual e nada mais deverá ser obrigatório”.

Como psicóloga, Karina Okajima Fukumitsu é pesquisadora de suicidologia – campo de saber destinado aos estudos de prevenção de processos autodestrutivos, luto por suicídio, posvenção e saúde existencial ­- e parte de sua experiência pessoal para propor reflexões a respeito das perdas e dos caminhos da dor perante o suicídio de uma pessoa amada. “Tornamo‑nos madeira à deriva, retirados do solo conhecido e do enraizamento cotidiano. Somos jogados ao mar e, após muitas ondas e percalços, chegamos a uma margem desconhecida. Sem vitalidade, por mais que nos sintamos sem energias, ainda somos compelidos a chegar à outra margem”, descreve Karina no prefácio.

A autora

Karina Okajima Fukumitsu é psicóloga, psicopedagoga, Gestalt-terapeuta e consultora em saúde existencial. Tem pós-doutorado e doutorado em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP) e mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan School of Professional Psychology (MIsPP). É coordenadora da pós-graduação em Suicidologia: Prevenção e Posvenção, Processos Autodestrutivos e Luto e da pós-graduação em Saúde Existencial: Diversidade, Inclusão e Cuidados, ambas da Faculdade Phorte; e cocoordenadora da pós-graduação em Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt-terapia e da pós-graduação Morte e Psicologia — Promoção da Saúde e Clínica Ampliada, da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). É produtora e apresentadora do podcast Se tem Vida, tem Jeito, além de ser palestrante e autora de diversos livros e artigos sobre prevenção dos processos autodestrutivos, posvenção, luto por suicídio, saúde existencial, acolhimento da vida e Gestalt-terapia. Preside a associação Se tem Vida, tem Jeito (https://www.astvtj.com). 

Título: Luto por suicídio e posvenção – A outra margem

Autora: Karina Okajima Fukumitsu

Editora: Summus Editorial

Preço: R$ 56,10 (E-book: R$33,70)

Páginas: 136 (14 x 21 cm)

ISBN: 978-65-5549-128-9

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Novo livro de ficção “Eu Mudei o Mundo” conta a história da transformação digital com robô humanoide como personagem

Escrita por Durval Jacinto, a obra debate o legado da tecnologia digital em relação às formas de trabalho, consumo, mecanismos de poder e impactos econômicos e ambientais

Já imaginou ler um livro em que uma das personagens é uma robô humanoide que precisa lidar com os sentimentos humanos? Essa é a proposta de “Eu Mudei o Mundo: a Tecnologia Digital em Análise”, obra escrita pelo Engenheiro Eletrônico e Mestre em Automação Industrial Durval Jacinto, que foi lançada recentemente pela Editora Laços. O autor, que tem 37 anos de carreira nos mercados de tecnologia e comunicações como c-level, revela um livro que discute o impacto e o papel da tecnologia digital nas relações sociais, de trabalho e consumo. Também debate mecanismos de poder, economia e meio ambiente dentro deste contexto, além de trazer à tona questões sobre o uso da inteligência artificial.

Ao escrever uma ficção com traços de realidade, Jacinto traz uma perspectiva completa sobre o mundo da tecnologia, exaltando grandes nomes deste universo e trazendo dados, conceitos e muita contextualização histórica. Usando como base para sua escrita artigos, notícias, blogs e livros, o autor discorre sobre a Quarta Revolução Industrial, que abrange robótica, Internet das Coisas, computação em nuvem e muitos outros conceitos que estão mudando modelos de negócio nas empresas e formas de viver.

“Há muito tempo eu sonhava em escrever sobre transformação digital, mostrando a história das tecnologias e seus impactos no mundo atual, fruto da minha experiência no mercado. Mas eu queria algo que não fosse somente para técnicos ou profissionais da área. Assim, inspirado no romance ‘O mundo de Sofia’, de Jostein Gaarder, que fala de filosofia utilizando uma ficção, eu contei a história da tecnologia usando uma robô humanoide”, explica o autor.

“[Essa robô é] a professora DigTec, que se apresenta como representante da tecnologia. Minha personagem é uma criação futurista da inteligência artificial, totalmente autônoma e com grande conhecimento e capacidade de argumentação. Entretanto, ela entra em crise existencial ao ser programada para lidar com sentimentos humanos para torná-la mais empática no trabalho. Para se tratar, recorre à psicoterapia”, conta o autor. Na história, o psicoterapeuta de DigTec é André que, ao atendê-la, começa a questionar o papel da tecnologia, vantagens, malefícios e até questões éticas. 

Segundo o autor, a obra “Eu Mudei o Mundo” é para diversos públicos com interesse comum em tecnologia. “O livro explica aos leigos como e o que são essas tecnologias, suas histórias e criadores, além de refletir sobre os impactos positivos e negativos delas nas nossas vidas, assim como os limites. Também tratei de questões do momento, como: será que a inteligência artificial vai dominar o mundo? Um robô pode lidar com sentimentos humanos? Quem são os responsáveis pelas externalidades negativas da tecnologia?”, finaliza Durval Jacinto.

Serviço:

Livro: Eu Mudei o Mundo

Subtítulo: A Tecnologia Digital em Análise

Autor: Durval Jacinto

Páginas: 334

Categoria: Administração, Negócios e Economia

Preço: R$ 55,00 na Amazon

Livro ‘O Poder do Pensamento Positivo’, best-seller sobre mentalismo, ganha edição expandida

Nova edição moderniza o clássico, com uma visão universalizada e contemporânea de seus ensinamentos e comentada pelo jovem bilionário Hasan Abdullah Ismaik

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Um dos livros de desenvolvimento pessoal mais influentes da era moderna, O Poder do Pensamento Positivo (Editora Cultrix), acaba de ganhar uma nova edição comentada por Hasan Abdullah Ismaik, considerado pela revista Forbes, o terceiro bilionário mais jovem do Oriente Médio. Ismaik atualiza e moderniza a obra de 1952 que já vendeu mais de 24 milhões de livros no mundo todo.

Traduzido para mais de 42 idiomas, O Poder do Pensamento Positivo, escrito por Norman Vincent Peale, deu origem a todo um gênero de literatura de autoajuda, passando a ser fonte de inspiração para muitas pessoas, inclusive para autores envolvidos com a Lei da Atração, propagada no livro e documentário ‘O Segredo’.  Seu principal conceito é de que nossos pensamentos e sentimentos determinam nossas ações e que nossa vida pode ser transformada pela positividade. Por se tratar de um texto atemporal atraiu a atenção de Ismaik e chega ao mercado novamente com a proposta de aumentar seu alcance para as novas gerações.  

Para vencer a negatividade, Peale citava afirmações tiradas da Bíblia cristã. Contudo, Hasan Abdullah Ismaik, depois de estudar as três bíblias (cristã, judaica e islâmica), reconheceu de imediato a proximidade que havia entre as passagens selecionadas pelo autor com os demais textos bíblicos. Essa ideia inspirou esta edição expandida e comentada à qual foram acrescentadas citações análogas do Alcorão e da Bíblia Hebraica.

“O pensamento positivo tal qual o reverendo Peale o definiu, transcende o mero otimismo. Suas ideias me chamaram a atenção por serem muito parecidas com as minhas. Para mim, a positividade é uma força que nos move a viver plenamente, a dominar nosso mundo, interior e exterior, e a reconstruí-lo para deixá-lo melhor que o encontramos. Ele é uma energia”, afirma Ismaik.  

 A obra oferece ao leitor uma voz unificada e universal em um mundo polarizado e que sofre os reflexos de séculos de degradação, guerras, crises econômicas, morais e espirituais. Segundo os ensinamentos de O Poder do Pensamento Positivo: Edição Expandida e Comentada, todos nós temos o poder de nos elevar mediante a superação da desconfiança, do ceticismo e do desespero.

“Aos jovens de todas as nações, etnias e religiões nos quatro cantos da Terra que já estão cansados da vida, exauridos pelo excesso de pensamentos e que perderam seus sonhos e esperanças no futuro, cedendo dia a dia ao desespero. O mundo que herdarão – ameaçado por pandemias, pelo aquecimento global, por guerras infindáveis, desastres naturais e crises de todo tipo, econômicas, sanitárias, morais e espirituais – os deixou à beira de um colapso e os levou à crença de que a vida não tem sentido. Convido a todos, e aos jovens de modo especial, a adotar o poder do pensamento positivo para que possam superar seus momentos de crise e vencer obstáculos em todas as áreas da vida.” – Hasan Abdullah Ismaik

Sobre o autor e o comentarista da obra:

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Norman Vincent Peale (1898 – 1993) foi professor do Marble Collegiate Church da cidade de Nova York. Conhecido na América do Norte como ministro dos “milhões de ouvintes” e doutor em “terapêutica espiritual”, tornou-se popular graças à participação frequente em programas de rádio e televisão, e às admiráveis obras em que reuniu o melhor de suas palestras. Seus conselhos e sugestões beneficiaram milhões de pessoas, que colocaram em prática seus princípios científicos, porém simples, para ter mais saúde e felicidade.

Hasan Abdullah Ismaik jordaniano de família palestina, é empreendedor, escritor e pensador árabe, dedicado à divulgação da cultura filosófica e ao desenvolvimento do discurso racional árabe. Em 2014, a Forbes reconheceu Ismaik como o primeiro bilionário da Jordânia e o terceiro bilionário mais jovem do Oriente Médio. É presidente do Strategics Think Tank (STT) em Amã, na Jordânia, que busca intensificar a comunicação e o entendimento entre o Oriente Médio e o restante do mundo, a fim de fortalecer os laços entre as nações, combater a violência e abraçar construtivamente o projeto de um futuro comum.

Sobre o Grupo Editorial Pensamento:

Mais que livros, inspiração!

Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo.

Serviço:

Livro: O Poder do Pensamento Positivo: edição expandida e comentada

Autores: Norman Vincent PealeHasan Abdullah Ismaik

Editora: Cultrix

Páginas: 334

Preço: R$ 65,00

Disponível para venda em: Amazon

[CULTURA DA TV NACIONAL] Pioneiro do rap nacional, Richard Santos, hoje doutor em Ciências Sociais, lança livro sobre o modelo da TV brasileira

Comunicador discute como a geopolítica da comunicação impede a pluralidade étnico-racial na televisão brasileira

Foto: Reprodução

É inegável a existência de uma hegemonia branca à frente dos veículos de comunicação, em especial, a televisão, no nosso país. Isso possui diversos fatores, incluindo questões culturais e políticas que esta obra ajudará a descortinar. Em “Mídia, colonialismo e imperialismo cultural”, lançamento da editora Telha, vemos como a televisão brasileira, sua forma de fazer, estética e branquitude contribuíram na formação do imaginário nacional muito por copiar e reproduzir por aqui o modelo de TV praticado nos Estados Unidos. A obra foi escrita pelo jornalista, escritor, rapper e doutor em Ciências Sociais Richard Santos, figura icônica dos anos 1990/2000 no cenário cultural brasileiro.

“Mídia, colonialismo e imperialismo cultural” é fruto de seu trabalho prático e teórico de mais de duas décadas de atuação em diversos meios de comunicação e de investigação acadêmica coroada com o doutorado realizado no Departamento de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Brasília, ELA-UNB. Nele, o autor joga luz ao fato que grupos de comunicação estrangeiros investiram nas TV’s privadas e, por consequência, ajudaram no enfraquecimento da comunicação pública como potencial formadora de público cidadão de maior qualificação.

“Esse meu percurso que mistura o prático e o acadêmico, sendo um homem negro, de origem periférica, me fez compreender as nuances da indústria cultural e como ela impõe as imagens de controle sobre nossas presenças e limitam nossos corpos no espaço público que é a tela da televisão, e do vídeo de modo geral. Não foram poucas as vezes que me recusei a fazer papeis estereotipados nos grandes veículos em que tive a oportunidade de entrar.” – Richard Santos, comunicador, professor e escritor

De modo geral, “Big Richard”, como é chamado por quem o conheceu por ser pioneiro no Hip Hop, analisa em seu novo livro como a hipótese da criação de um discurso emancipatório e contra-hegemônico em relação às políticas de mercado e da indústria cultural poderiam alterar a situação da TV pública nacional que tem papel de ajudar na formação cultural e como cidadão do público que a assiste. E isso em todos os seus níveis, incluindo quem apresenta tais programas – basta ver o número de loiros ‘versus’ o número de negros à frente das câmeras.

“Mídia, colonialismo e imperialismo cultural” analisa ainda a relação da televisão e os anseios da chamada ‘Maioria Minorizada’. Aqui o autor investiga o processo histórico de importação dos modelos estadunidenses de fazer televisão, faz uma comparação com a Argentina para apontar que é um modelo imposto pelas políticas de dominação do EUA na região, e isso, segundo o autor, será definidor do estereótipo que domina as mídias da região, e brasileiras em especial.

“De modo geral, o Brasil está inserido no guarda-chuva de dominação do EUA, é dependente econômica e culturalmente. Neste sentido podemos dizer que é um país dependente da relação euro-americana. É por isso que digo que não concluímos efetivamente nossa independência nacional, e somos um país colonizado, com uma mídia igualmente colonizada que gera o que chamo de imperialismo cultural. Esse imperialismo cultural leva para aquele antigo dito popular de que ‘o brasileiro considera tudo o que vem do estrangeiro melhor do que o nacional’.” – Richard Santos

Deu Match: Dilemas da adolescência, crush secreto e segredos de família

“Deu Match”, novo romance contemporâneo de Emma Lord, autora do best-seller do New York Times “Tweet Cute”, chega ao Brasil pela Plataforma21.

Emma Lord

Divulgação | VR Editora

Abby Day é uma adolescente de 16 anos com uma vida aparentemente comum. Ela ama fotografar, escalar árvores e tem uma paixão secreta pelo melhor amigo, Leo. Porém, quando a jovem decide se inscrever num teste de DNA por correspondência para provar a amiga Connie a própria compatibilidade com a descendência irlandesa, sua vida muda drasticamente: Abby descobre ser irmã de Savannah Tully, uma das influenciadoras digitais mais populares do Instagram.

Deu Match, novo romance contemporâneo de Emma Lord, é uma história bem humorada, com dilemas comuns da adolescência, lições sobre amor, amadurecimento, aceitação e muitas descobertas. Na trama, Abby decide ir ao encontro da irmã durante um acampamento de verão. O que ela quer descobrir é porque a deram para adoção, porém se depara com algumas complicações ao longo do caminho e um grande segredo familiar que pode ameaçar tudo o que conhece.

Dividida entre os sentimentos crescentes pelo melhor amigo de longa data, o estreitamento da relação com a nova irmã e a busca pela verdade sobre sua origem, Abby precisa contar com todo o apoio possível para enfrentar verdades difíceis. Autora do sucesso juvenil Tweet Cute, ambos publicados no Brasil pela Plataforma21, Emma Lord apresenta em Deu Mach uma história sensível e divertida, que também virou best-seller do New York Times e foi selecionado para o Reese’s YA Book Club Winter 2021, o clube de leitura da atriz e produtora cinematográfica Reese Witherspoon.

Quando você descobre que seus pais esconderam uma irmã mais velha de você por todos os dezesseis anos que habita na Terra, a última coisa que você provavelmente deve fazer é inspirar fundo e gritar: “MÃE!”. Mas atravesso a porta e é justo isso que faço.
Ela leva certa de dez segundos para vir, e esses são, ao mesmo tempo, os dez segundo mais longos e mais curtos da minha vida. Tão longos que entendo que o que aconteceu vai me mudar por completo para sempre; tão curto que chego à conclusão de que não quero isso ainda.
(Deu Match, p. 27).

Sobre a autora: Emma Lord é editora de mídias digitais e escritora nova-iorquina. É autora de diversas obras de sucesso, dentre elas Tweet Cute, seu livro de estreia. Quando não está escrevendo, está correndo, cantando no teatro comunitário ou deixando o pessoal da padaria levemente alarmado com seu entusiasmo incontido por bolos. Graduou-se em Psicologia na University of Virginia, com ênfase em Como Disfarçar a Tela do Computador na Última Fileira da Sala para que Ninguém Perceba que Você Está Subindo sua Fanfic. Foi criada à base de muita purpurina, queijo quente e amor. Confessa overposting de livros e sobremesas nas redes sociais.

Instagram: @dilemmalord

Sobre a editora: A Plataforma 21 é o resultado do carinho da VR Editora pelos jovens leitores. E tudo começou com a publicação do best-seller Maze Runner. São 7 anos oferecendo o que há de melhor em aventura, romance, fantasia e cultura pop na literatura de entretenimento. Conheça as redes sociais da editora: @vreditorabr | @plataforma21_