Doutor em Educação questiona política de inclusão total adotada em escolas brasileiras

Pesquisador e ativista Lucelmo Lacerda evidencia a problemática de educar crianças e adolescentes com necessidades especiais apenas em salas de aulas regulares

Em tese, a alocação de crianças e adolescentes neurodivergentes ou com alguma deficiência no ensino regular é essencial para a promoção dos ideais de inclusão social. Na prática, a precariedade das escolas brasileiras, especialmente nas mantidas pelo Poder Público, favorece uma lacuna de aprendizagem que limita os avanços daqueles que mais necessitam de atenção especial. Esta é a reflexão proposta pelo Doutor em Educação Lucelmo Lacerda no livro Crítica à Pseudociência em Educação Especial, publicação da editora Luna Edições.

Na obra, o pesquisador e ativista pelos direitos das pessoas com deficiência, que também é autista e pai de criança autista, destaca a Inclusão Total e a Educação Inclusiva como vertentes antagônicas no debate sobre educação especial. A primeira defende o fim das salas e escolas especializadas, como as APAEs, e a limitação de apoios pedagógicos em prol da integração social. Já a segunda também prioriza a integração, mas luta pela manutenção dos espaços especiais e suporte contínuo por entender a relevância da educação pensada conforme a necessidade de cada aluno.

A escolarização de pessoas com deficiências ou Altas Habilidades/Superdotação exige atenção e apoio especiais e, nos países desenvolvidos, há uma tendência de que isto seja realizado por meio de metodologias que foram testadas, com resultados positivos demonstrados; e não pela alegada “intencionalidade” discursiva de um ou outro autor, instituição ou empresa em relação a sua funcionalidade, que é justamente o que se tem ocorrido no Brasil, resultando em um quadro bastante preocupante, neste quesito. De fato, a perspectiva da “Inclusão Total” é largamente dominante na Academia no Brasil e, apesar do nome lisonjeiro, é uma corrente hostil à ciência e cujos resultados são, demonstradamente, prejudiciais às pessoas com deficiência em seu processo de escolarização, na defesa de que a escola seja plural em sua essência, mas que não se realize nenhum tipo de adaptação para nenhum estudante com deficiência e justamente por isso, não são utilizados nos países com melhor estrutura educacional.

(Crítica à Pseudociência em Educação Especial, pg. 149)

A Inclusão Total, hoje endossada pela Política Nacional de Educação Especial (PNEE) do MEC, é realidade nos ambientes escolares de todo o país. Segundo Lucelmo, este direcionamento, amplamente adotado por ser menos oneroso aos cofres públicos, causa sérios prejuízos para pessoas com Transtornos Mentais, definição meramente didática que engloba condições como o Transtorno do Espectro Autista e de Deficiência Intelectual. Isso porque cada indivíduo necessita de atendimento e estímulos diferenciados conforme suas limitações e possibilidades, cenário impossível em salas de aulas superlotadas e professores sem formação com foco na individualização do ensino.

“Só defende este tipo de inclusão quem não está no dia a dia de uma escola e não convive com essa realidade, porque a educação nesse caso não depende só de boa vontade ou atitude dos educadores, não existe formação técnica para o ensino especializado”, argumenta Lucelmo. Como solução para este dilema, o especialista aponta a priorização das Práticas Baseadas em Evidências, abordagem com viés científico que possibilita a implementação de condutas pedagógicas das quais se conhece a eficácia a partir de pesquisas e estudos.

Em Crítica à Pseudociência em Educação Especial, Lucelmo Lacerda analisa as principais correntes no âmbito da Educação Especial e apresenta dados sobre a temática em diversos países desenvolvidos e na literatura científica, em uma poderosa reflexão neste campo de estudos. “A melhoria da educação passa necessariamente pela organização de um sistema inclusivo, em que salas e escolas especializadas são imprescindíveis, como se faz em todo e qualquer país civilizado do planeta”, reitera.

Ficha técnica:

Livro: Crítica à pseudociência em educação especial – Trilhas de uma educação inclusiva baseada em evidências
Autor: Lucelmo Lacerda
Editora: Luna Edições
ISBN: 978-65-999786-0-9
Páginas: 172
Compre no Amazon

Sobre o autor

Lucelmo Lacerda é professor universitário, historiador, psicopedagogo e pesquisador na área de análise do comportamento. Doutor em Educação pela PUC-SP, com pós-doutoramento no departamento de psicologia da UFSCar e Mestre em História pela PUC-SP. Também é pesquisador nos campos de Autismo e Inclusão. Angariou 115 mil seguidores no Instagram e 225 mil inscritos no YouTube especialmente com seu trabalho de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista e quadros assemelhados.

Karina Bacchi lança livro para encorajar mulheres na vida cristã

“+Forte e Corajosa” é um convite às leitoras que desejam se fortalecer na fé e vivenciarem uma vida de firmeza espiritual, propósito, completude e paz

Cristã, apresentadora, mãe, modelo, podcaster, atriz e autora. Esta é Karina Bacchi, que lança a obra + Forte e Corajosa pela Editora Vida. O livro é um convite não apenas para o entendimento mais profundo acerca delas, mas, principalmente, a respeito de Deus.

Nessas páginas, Karina encoraja cada leitora a enfrentar a jornada da vida com fé e determinação através do conhecimento da Palavra e de uma vida de intimidade com o Criador, além de instigar a descoberta sobre si e sobre as promessas de Deus para a humanidade. Com atividades interativas, que estimulam cada uma a responder questões sobre a vida com sinceridade, ao longo de dez capítulos, a autora também aborda individualmente, aspectos importantes na vida feminina, como: empoderamento, ego, vaidade, insegurança, rejeição, julgamentos, questões emocionais. Além de auxiliar cada uma a identificar seus maiores temores e trabalhar com estratégias práticas de fé para superá-los com confiança e perseverança.

Em + Forte e Corajosa, a escritora compartilha orações, escrituras bíblicas e parte do seu próprio testemunho de transformação para auxiliar na jornada cristã de outras mulheres. “Acredito que conhecer aquilo que tenho vivido pode inspirar e potencializar a fé das pessoas, para que vivam uma vida de plenitude e grandes realizações”, confidencia Karina Bacchi, no livro. A apresentadora convida ainda as leitoras a percorrerem juntas as páginas do livro para estarem sempre abertas e atentas à doce voz do Espírito Santo.

Sobre a autora: Karina Bacchi é mãe, autora, atriz, apresentadora e modelo brasileira nascida em São Manuel, interior de São Paulo. Ela deixou sua cidade aos 14 anos e seguiu para a capital para investir na carreira artística. Sua história de vida mudou após um verdadeiro encontro com Jesus, trazendo um novo propósito para seus dias. Atualmente, Karina impacta diariamente milhões de pessoas na internet com seu ministério. Apresenta em seu Canal do YouTube – o + Forte Podcast, onde recebe autoridades do mundo cristão compartilhando seus testemunhos de fé e agora, lança o livro +Forte e Corajosa com tema rico e extremamente relevante em nossa atualidade, trazendo inspirações reais direcionadas a transformar a vida das mulheres e encorajá-las a terem uma vida espiritual verdadeiramente forte.

Compre aqui na AMAZON

Redes sociais:
Instagram @Karinabacchi e @maisforte.podcast | YouTube: @KarinaBacchi

Sobre a editora: A Editora Vida oferece aos apaixonados pela Palavra títulos de qualidade para uma vida completa: infantil, jovem, relacionamentos, oração, espiritualidade, vida cristã, além de ficções, obras acadêmicas e bíblias. Com temática atual e valorização de obras clássicas, publicamos bíblias com linguagem tradicional, edições especiais e novas traduções para promover o crescimento na Palavra e no serviço ao Reino de Deus. A missão da Editora Vida é produzir literatura adequada para alcançar pessoas que necessitam de Jesus Cristo, ajudando-as a crescer na fé. Durante mais de 60 anos, a Vida tem se destacado na publicação e comercialização de literatura cristã, além de também ser uma grande distribuidora de Bíblias. Graças à generosa ação divina, isso tem sido uma verdade presente em muitos países.

Luto por suicídio e posvenção – A outra margem

Foto: Reprodução

A obra discorre sobre a sensação de estar à deriva para quem se depara com a situação de luto após um suicídio, vivendo um misto de sentimentos ambíguos. Como especialista referência em suicidologia no Brasil, Karina Okajima Fukumitsu trata agora do reconhecimento dos impactos disso na saúde existencial de quem fica.

Diante dos cuidados com pessoas em luto por suicídio são recorrentes os depoimentos de vergonha, culpa e raiva, entre outros sentimentos turbulentos. Dedicada a se aprofundar nos estudos sobre esse processo e na trajetória da posvenção, a suicidologista Karina Okajima Fukumitsu registrou suas experiências de mais de 30 anos lidando com pesquisas das especificidades dessa vivência no livro Luto por suicídio e posvenção – A outra margem, (136 p., R$ 56,10 – Summus Editorial).

É fato que o suicídio afronta a estabilidade emocional de forma singular e a travessia desse momento requer esforço sobremaneira da pessoa em luto nessas circunstâncias. No livro, é discutida a busca de sentidos frente à impotência, ao não saber como lidar, à falta de controle da situação, e à necessidade de desenvolvimento de firmeza existencial para que a pessoa enlutada possa continuar a vida, apesar da ausência daquele que partiu.

A obra apresenta também um fluxograma do processo de luto por suicídio como base para a compreensão da posvenção, cujo objetivo principal é ser a prevenção para gerações futuras e, assim, ajudar a chegar na outra margem. Nesse sentido, Karina Okajima Fukumitsu ressalta: “Essa não é, porém, qualquer margem, à qual a pessoa enlutada deverá chegar a todo custo. A partir do momento em que se é lançado no processo de luto por suicídio, nada mais será igual e nada mais deverá ser obrigatório”.

Como psicóloga, Karina Okajima Fukumitsu é pesquisadora de suicidologia – campo de saber destinado aos estudos de prevenção de processos autodestrutivos, luto por suicídio, posvenção e saúde existencial ­- e parte de sua experiência pessoal para propor reflexões a respeito das perdas e dos caminhos da dor perante o suicídio de uma pessoa amada. “Tornamo‑nos madeira à deriva, retirados do solo conhecido e do enraizamento cotidiano. Somos jogados ao mar e, após muitas ondas e percalços, chegamos a uma margem desconhecida. Sem vitalidade, por mais que nos sintamos sem energias, ainda somos compelidos a chegar à outra margem”, descreve Karina no prefácio.

A autora

Karina Okajima Fukumitsu é psicóloga, psicopedagoga, Gestalt-terapeuta e consultora em saúde existencial. Tem pós-doutorado e doutorado em Psicologia pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP) e mestrado em Psicologia Clínica pela Michigan School of Professional Psychology (MIsPP). É coordenadora da pós-graduação em Suicidologia: Prevenção e Posvenção, Processos Autodestrutivos e Luto e da pós-graduação em Saúde Existencial: Diversidade, Inclusão e Cuidados, ambas da Faculdade Phorte; e cocoordenadora da pós-graduação em Abordagem Clínica e Institucional em Gestalt-terapia e da pós-graduação Morte e Psicologia — Promoção da Saúde e Clínica Ampliada, da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). É produtora e apresentadora do podcast Se tem Vida, tem Jeito, além de ser palestrante e autora de diversos livros e artigos sobre prevenção dos processos autodestrutivos, posvenção, luto por suicídio, saúde existencial, acolhimento da vida e Gestalt-terapia. Preside a associação Se tem Vida, tem Jeito (https://www.astvtj.com). 

Título: Luto por suicídio e posvenção – A outra margem

Autora: Karina Okajima Fukumitsu

Editora: Summus Editorial

Preço: R$ 56,10 (E-book: R$33,70)

Páginas: 136 (14 x 21 cm)

ISBN: 978-65-5549-128-9

Compre na AMAZON

Escrita libertadora: Marcelly Tatiani conta como transformou inquietações da adolescência em livro

Em “Rascunhos”, paulista incentiva leitores a colocarem antigas aflições no papel para, finalmente, fazerem as pazes com o próprio passado

Foto: Reprodução

Compre o livro na AMAZON

Para a escritora Marcelly Tatiani, é preciso libertar as lembranças aprisionadas – inclusive da infância e adolescência – para que novas experiências possam surgir. Por isso, ela lança Rascunhos, que imprime textos escritos desde os oito anos de idade e retratam angústias que ela sentia ao crescer: “acreditava que se as pessoas tivessem acesso a eles, elas iriam identificar situações vividas em minha vida e sempre fui uma pessoa bem discreta”.  

Após retomar esses sentimentos traduzidos em poemas e ressignificá-los na vida adulta, ela garante que escrever é libertador para compreender melhor as próprias emoções. Desta forma, destina páginas em branco dentro da obra para os leitores que – assim como ela – possam colocar no papel as aflições internas e, mais tarde, retomar para dar um novo significado. 

No livro, a escritora e graduanda em psicologia propõe reflexões sobre temas comuns à existência humana, como a influência das amizades, o sentimento de insignificância perante a grandiosidade do mundo, as despedidas constantes, o cultivo do amor-próprio e a dor da paixão. 

 Confira em entrevista como foi o processo de escrita:  

1 – Qual é a relação do título Rascunhos com a obra? Como a ação de “rascunhar as emoções” pode ajudar os leitores a aliviarem aflições internas? 

Marcelly Tatiani: O objetivo do livro é que os leitores escrevam o que eles acharem que deve ser escrito, sentimentos aprisionados para depois de algum tempo, serem revisitados e ressignificados. Espero que o leitor de “Rascunhos”, pratique, também, a escrita libertadora nas páginas em branco do livro ou em qualquer outra ferramenta. 

2 – De que forma a escrita te ajudou na adolescência, fase de descobrimento dos próprios sentimentos, medos e diferentes formas de viver? 

M.T.: A escrita, para mim, sempre foi algo libertador e funcional. Na adolescência comecei a estruturar como seria um possível livro meu. Durante anos, eu os escondi das pessoas, mas eu os revisitava sempre. Durante o processo de autoconhecimento, resolvi que iria publicá-los para atender a vontade da criança/adolescente que fui e prosseguir a minha vida de acordo com a mulher que sou hoje. Em algumas escritas, fiz pequenas alterações, mas quis deixar o mais parecido com o que escrevi originalmente. 

3 – Você acredita que a psicologia – sua área de estudo hoje – pode influenciar na forma como você escreve? 

M.T.: A psicologia é o meu propósito de vida e dedico quase todo o meu tempo livre em entender os conceitos que são apresentados nas aulas teóricas e nas supervisões, hoje assistir filmes ou ler livros que abordam questões psicológicas, por exemplo, me atraem muito. Pensar em desenvolver uma personagem baseada na compreensão que tenho sobre a mente humana é um desafio grande, não só pelo fato de a mente humana ser complexa, mas sim, pelo fato de ser estudante e ainda estar em processo de escolha sobre a abordagem teórica que seguirei como psicóloga. 

4 – Como você acredita que o ato de escrever sobre sentimentos pode contribuir para ressignificar as próprias experiências? 

M.T.: Muitas vezes, para nos conhecermos melhor é preciso dar um novo significado a nossa história de vida, acreditar que tudo o que vivemos é aprendizado, isso inclui os acertos e erros que cometemos ao longo de nossa jornada, esse processo nos traz mais segurança e clareza do que a gente verdadeiramente é.   

5 – Quais são os seus próximos planos na literatura? 

M.T.: Tenho um projeto que sairá no final do ano: serei uma das coautoras do livro “As Donas da P*** Toda”, volume 4. No meu capítulo exploro um pouco do vazio existencial e a importância de ressignificar a sua história de uma forma bem objetiva e particular.   

Sobre a autora: Graduada em Letras e pós-graduada em Jornalismo Institucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Marcelly Tatiani iniciou o curso em Psicologia na Universidade Cidade de São Paulo (UNICID) com objetivo de se aprofundar na mente humana. Como escritora, estreia com o livro Rascunhos, coleção de poemas e textos que escreveu em diferentes fases da vida. 

Novo livro de ficção “Eu Mudei o Mundo” conta a história da transformação digital com robô humanoide como personagem

Escrita por Durval Jacinto, a obra debate o legado da tecnologia digital em relação às formas de trabalho, consumo, mecanismos de poder e impactos econômicos e ambientais

Já imaginou ler um livro em que uma das personagens é uma robô humanoide que precisa lidar com os sentimentos humanos? Essa é a proposta de “Eu Mudei o Mundo: a Tecnologia Digital em Análise”, obra escrita pelo Engenheiro Eletrônico e Mestre em Automação Industrial Durval Jacinto, que foi lançada recentemente pela Editora Laços. O autor, que tem 37 anos de carreira nos mercados de tecnologia e comunicações como c-level, revela um livro que discute o impacto e o papel da tecnologia digital nas relações sociais, de trabalho e consumo. Também debate mecanismos de poder, economia e meio ambiente dentro deste contexto, além de trazer à tona questões sobre o uso da inteligência artificial.

Ao escrever uma ficção com traços de realidade, Jacinto traz uma perspectiva completa sobre o mundo da tecnologia, exaltando grandes nomes deste universo e trazendo dados, conceitos e muita contextualização histórica. Usando como base para sua escrita artigos, notícias, blogs e livros, o autor discorre sobre a Quarta Revolução Industrial, que abrange robótica, Internet das Coisas, computação em nuvem e muitos outros conceitos que estão mudando modelos de negócio nas empresas e formas de viver.

“Há muito tempo eu sonhava em escrever sobre transformação digital, mostrando a história das tecnologias e seus impactos no mundo atual, fruto da minha experiência no mercado. Mas eu queria algo que não fosse somente para técnicos ou profissionais da área. Assim, inspirado no romance ‘O mundo de Sofia’, de Jostein Gaarder, que fala de filosofia utilizando uma ficção, eu contei a história da tecnologia usando uma robô humanoide”, explica o autor.

“[Essa robô é] a professora DigTec, que se apresenta como representante da tecnologia. Minha personagem é uma criação futurista da inteligência artificial, totalmente autônoma e com grande conhecimento e capacidade de argumentação. Entretanto, ela entra em crise existencial ao ser programada para lidar com sentimentos humanos para torná-la mais empática no trabalho. Para se tratar, recorre à psicoterapia”, conta o autor. Na história, o psicoterapeuta de DigTec é André que, ao atendê-la, começa a questionar o papel da tecnologia, vantagens, malefícios e até questões éticas. 

Segundo o autor, a obra “Eu Mudei o Mundo” é para diversos públicos com interesse comum em tecnologia. “O livro explica aos leigos como e o que são essas tecnologias, suas histórias e criadores, além de refletir sobre os impactos positivos e negativos delas nas nossas vidas, assim como os limites. Também tratei de questões do momento, como: será que a inteligência artificial vai dominar o mundo? Um robô pode lidar com sentimentos humanos? Quem são os responsáveis pelas externalidades negativas da tecnologia?”, finaliza Durval Jacinto.

Serviço:

Livro: Eu Mudei o Mundo

Subtítulo: A Tecnologia Digital em Análise

Autor: Durval Jacinto

Páginas: 334

Categoria: Administração, Negócios e Economia

Preço: R$ 55,00 na Amazon

Prime Video lança nova temporada de Roda do Tempo!

Foto: Amazon

O que é A Roda do Tempo?

  • A Roda do Tempo é uma série de televisão baseada na obra literária homônima escrita por Robert Jordan (pseudônimo de James Oliver Rigney Jr.).
  • Ela pertence ao gênero de fantasia épica e é conhecida por sua trama complexa e rica construção de mundo.

Sinopse:

  • Primeira Temporada: As vidas de cinco jovens mudam para sempre quando uma mulher estranha e poderosa chega dizendo que um deles é a criança de uma antiga profecia, com o poder de alterar o equilíbrio entre Luz e Trevas para sempre. Eles precisam decidir se confiam na desconhecida – e uns nos outros – para mudar o destino do mundo antes que o Tenebroso consiga se libertar de sua prisão e que a Última Batalha comece.
  • Segunda Temporada: Apesar de Rand achar que havia destruído o Tenebroso, a maldade não desapareceu do mundo. Ameaças, novas e muito antigas, perseguem os jovens amigos dos Dois Rios, que agora estão espalhados pelo mundo. A mulher que os encontrou e os guiou não pode ajuda-los, e eles devem buscar força em outras fontes. Uns nos outros, ou neles mesmos. Na Luz… ou nas Trevas.

Quantas temporadas de A Roda do Tempo existem?

  • Até o momento a série tem duas temporadas, sendo lançada pela Amazon Prime Video. Acesse aqui.
  • A série foi confirmada para uma segunda temporada, mas é possível que mais temporadas sejam produzidas dependendo do sucesso inicial.

Onde é possível assistir A Roda do Tempo?

  • A Roda do Tempo é uma série da Amazon Prime Video, portanto, será possível assisti-la exclusivamente na plataforma de streaming da Amazon.

Quantos episódios tem a primeira e a segunda temporada?

  • A quantidade exata de episódios da primeira temporada são 8 episódios.
  • Os 3 primeiros episódios da segunda temporada de A Roda do Tempo já estão disponíveis no Prime Vídeo.
  • Uma terceira temporada já foi confirmada.

Principais autores da série A Roda do Tempo:

  • Robert Jordan (James Oliver Rigney Jr.): Autor da série de livros “A Roda do Tempo”, que serviu como base para a adaptação televisiva. Jordan é conhecido por sua escrita detalhada e aprofundada na criação de mundos.
  • Rafe Judkins: O showrunner da série, responsável pela adaptação dos livros para a televisão e pela direção geral do projeto. Ele também é um roteirista experiente e tem trabalhado em outras séries de sucesso.

A série “A Roda do Tempo” é altamente aguardada pelos fãs da obra literária e de fantasia em geral, e promete trazer a emocionante história e o vasto mundo criado por Robert Jordan para uma nova audiência por meio da plataforma Amazon Prime Video.

Jane Austen é principal inspiração para o filme “Perdida”

No longa brasileiro, existem referências à “Orgulho e Preconceito” e outras obras da autora; a edição da obra da Landmark já vendeu mais de 150 mil exemplares

Foto: Reprodução

Considerada a primeira romancista moderna da literatura inglesa, Jane Austen começou seu segundo romance, “Orgulho e Preconceito”, antes dos 21 anos de idade. Em 2023, o lançamento do filme “Perdida”, protagonizado por Giovanna Grigio, acompanha a jornada de Sofia, uma jovem que teme o amor e, na trama, é levada ao século XIX, época na qual se passam os romances de Austen.

O longa-metragem traz questões como a vida cotidiana da mulher tanto no século dezenove quanto atualmente por meio da determinação da protagonista para diversos assuntos, exceto o amor, tema no qual os únicos romances verdadeiros para Sofia são aqueles do universo de Jane Austen. Além disso, tanto o filme quanto o livro homônimo de Carina Rissi trazem referências especialmente à obra “Orgulho e Preconceito”.

O mais aclamado livro de Austen ganhou diversas versões no audiovisual, sendo a mais recente a versão de 2005, com interpretações de Keira Knightley e Matthew Macfadyen nos papéis principais, que ilustra a capa da edição bilíngue do livro lançado pela Landmark, a qual já vendeu mais de 150 mil exemplares e teve mais de 12 reimpressões.

“Orgulho e Preconceito” é tido como especial por transcender o preconceito causado pelas falsas primeiras impressões e adentrar na avaliação psicológica dos personagens. Assim, mostrando como o autoconhecimento, ou a falta dele, interfere nos julgamentos feitos com relação às outras pessoas, algo que também pode ser observado no filme “Perdida”. 

Por meio de uma escrita satírica, Austen revela certas posturas de seus personagens em situações cotidianas, nas quais os sentimentos deles devem ser decifrados por quem decide mergulhar na obra, visto que estão nas entrelinhas do texto. A escritora inglesa opta por expressar a discriminação de maneira sutil e perspicaz, transmitindo mensagens complexas com seu estilo espirituoso. 

O assunto principal da obra de Austen é abordado quando a autora menciona que um homem solteiro e afortunado deve ser o desejo de uma esposa. Dessa forma, a escritora faz três referências importantes: declara que o foco da trama são os relacionamentos e os casamentos, dá um tom de humor ao falar de maneira inteligente acerca de um tema comum e prepara o leitor para a dinâmica de jovens em busca de pretendentes. 

A partir disso, o romance retrata a relação entre a jovem Elizabeth Bennet (Lizzy) e o nobre Fitzwilliam Darcy na Inglaterra. Dentro disso, Mr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado e Lizzy inclusive desgosta dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. Então, o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, desse modo, retratando a sociedade e o papel contemplado nela pela mulher na época.

A força de Jane Austen na cultura pop

Jane Austen (1775-1817) é considerada uma das maiores figuras da literatura inglesa, ao lado de William Shakespeare, Charles Dickens e Oscar Wilde. Ela representa o exemplo de escritora, cuja vida protegida e recatada em nada reduziu o dramatismo da sua ficção. Nasceu na casa paroquial de Steventon, Inglaterra, onde o pai era sacerdote, vivendo a maior parte do tempo nesta região. 

A fama de Jane Austen perdura através de sete livros principais: Razão e Sensibilidade (1811), Orgulho e Preconceito (1813), Mansfield Park (1814), Emma (1815), Persuasão (1818), Sanditon (1817) e A Abadia de Northanger (1818). Vista como uma das mulheres mais importantes da literatura, Austen já foi referenciada diversas vezes na cultura pop.

Ao menos dez adaptações foram feitas da obra “Orgulho e Preconceito”, desde releituras como a comédia “O Diário de Bridget Jones” (2001) ou a paródia “Orgulho, Preconceito e Zumbis” (2016) até versões mais fiéis a obra original como o filme citado anteriormente lançado em 2005 e a minissérie de seis episódios da BBC intitulada “Orgulho e Preconceito” (1995).

Outra obra bastante adaptada da autora é “Emma”, tendo como mais recente a versão de 2020 estrelada por Anya Taylor-Joy no papel principal. Também existe um paralelo entre Sofia de “Perdida” e a Emma de Jane Austen: a primeira teme o amor e a segunda não desejava se casar no começo da trama. “Emma” possui uma edição bilíngue da Landmark lançada este ano. Obras como Persuasão, Razão e Sensibilidade e Sanditon também já ganharam adaptações sejam como filmes ou séries. 

Além de adaptações, as referências à Austen na cultura pop são inúmeras. “Orgulho e Preconceito” foi até mesmo citado no live-action da Barbie lançado em 27 de julho deste ano e protagonizado por Margot Robbie. 

Austen já foi lembrada também na série Bridgerton, em Sex Education – ambas da Netflix –  e na novela “Orgulho e Paixão” da Globo. Agora, a autora é inspiração para o filme brasileiro. A escritora é tão conhecida que possui seu próprio fandom, nomeado “janeite”, termo cunhado em 1894 no prefácio de uma edição de “Orgulho e Preconceito” por George Saintsbury. 

A edição, bilíngue e em capa dura da Landmark, de diversas obras de Jane Austen podem ser adquiridas aqui.

Livro ‘O Poder do Pensamento Positivo’, best-seller sobre mentalismo, ganha edição expandida

Nova edição moderniza o clássico, com uma visão universalizada e contemporânea de seus ensinamentos e comentada pelo jovem bilionário Hasan Abdullah Ismaik

Foto: Reprodução

Um dos livros de desenvolvimento pessoal mais influentes da era moderna, O Poder do Pensamento Positivo (Editora Cultrix), acaba de ganhar uma nova edição comentada por Hasan Abdullah Ismaik, considerado pela revista Forbes, o terceiro bilionário mais jovem do Oriente Médio. Ismaik atualiza e moderniza a obra de 1952 que já vendeu mais de 24 milhões de livros no mundo todo.

Traduzido para mais de 42 idiomas, O Poder do Pensamento Positivo, escrito por Norman Vincent Peale, deu origem a todo um gênero de literatura de autoajuda, passando a ser fonte de inspiração para muitas pessoas, inclusive para autores envolvidos com a Lei da Atração, propagada no livro e documentário ‘O Segredo’.  Seu principal conceito é de que nossos pensamentos e sentimentos determinam nossas ações e que nossa vida pode ser transformada pela positividade. Por se tratar de um texto atemporal atraiu a atenção de Ismaik e chega ao mercado novamente com a proposta de aumentar seu alcance para as novas gerações.  

Para vencer a negatividade, Peale citava afirmações tiradas da Bíblia cristã. Contudo, Hasan Abdullah Ismaik, depois de estudar as três bíblias (cristã, judaica e islâmica), reconheceu de imediato a proximidade que havia entre as passagens selecionadas pelo autor com os demais textos bíblicos. Essa ideia inspirou esta edição expandida e comentada à qual foram acrescentadas citações análogas do Alcorão e da Bíblia Hebraica.

“O pensamento positivo tal qual o reverendo Peale o definiu, transcende o mero otimismo. Suas ideias me chamaram a atenção por serem muito parecidas com as minhas. Para mim, a positividade é uma força que nos move a viver plenamente, a dominar nosso mundo, interior e exterior, e a reconstruí-lo para deixá-lo melhor que o encontramos. Ele é uma energia”, afirma Ismaik.  

 A obra oferece ao leitor uma voz unificada e universal em um mundo polarizado e que sofre os reflexos de séculos de degradação, guerras, crises econômicas, morais e espirituais. Segundo os ensinamentos de O Poder do Pensamento Positivo: Edição Expandida e Comentada, todos nós temos o poder de nos elevar mediante a superação da desconfiança, do ceticismo e do desespero.

“Aos jovens de todas as nações, etnias e religiões nos quatro cantos da Terra que já estão cansados da vida, exauridos pelo excesso de pensamentos e que perderam seus sonhos e esperanças no futuro, cedendo dia a dia ao desespero. O mundo que herdarão – ameaçado por pandemias, pelo aquecimento global, por guerras infindáveis, desastres naturais e crises de todo tipo, econômicas, sanitárias, morais e espirituais – os deixou à beira de um colapso e os levou à crença de que a vida não tem sentido. Convido a todos, e aos jovens de modo especial, a adotar o poder do pensamento positivo para que possam superar seus momentos de crise e vencer obstáculos em todas as áreas da vida.” – Hasan Abdullah Ismaik

Sobre o autor e o comentarista da obra:

Foto: Reprodução

Norman Vincent Peale (1898 – 1993) foi professor do Marble Collegiate Church da cidade de Nova York. Conhecido na América do Norte como ministro dos “milhões de ouvintes” e doutor em “terapêutica espiritual”, tornou-se popular graças à participação frequente em programas de rádio e televisão, e às admiráveis obras em que reuniu o melhor de suas palestras. Seus conselhos e sugestões beneficiaram milhões de pessoas, que colocaram em prática seus princípios científicos, porém simples, para ter mais saúde e felicidade.

Hasan Abdullah Ismaik jordaniano de família palestina, é empreendedor, escritor e pensador árabe, dedicado à divulgação da cultura filosófica e ao desenvolvimento do discurso racional árabe. Em 2014, a Forbes reconheceu Ismaik como o primeiro bilionário da Jordânia e o terceiro bilionário mais jovem do Oriente Médio. É presidente do Strategics Think Tank (STT) em Amã, na Jordânia, que busca intensificar a comunicação e o entendimento entre o Oriente Médio e o restante do mundo, a fim de fortalecer os laços entre as nações, combater a violência e abraçar construtivamente o projeto de um futuro comum.

Sobre o Grupo Editorial Pensamento:

Mais que livros, inspiração!

Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada e possui em catálogo aproximadamente 2 mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo.

Serviço:

Livro: O Poder do Pensamento Positivo: edição expandida e comentada

Autores: Norman Vincent PealeHasan Abdullah Ismaik

Editora: Cultrix

Páginas: 334

Preço: R$ 65,00

Disponível para venda em: Amazon