Crise de leitura: como adaptar a tecnologia no material didático?

Pedagoga explica como trabalhar com o digital na rotina dos alunos sem afetar o ensino

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Recentemente, a decisão feita pelo governo de São Paulo de disponibilizar livros digitais nas escolas estaduais pegou a comunidade educativa de surpresa. Nas últimas semanas, porém, o governador Tarcísio de Freitas recuou na decisão e disse que o estado vai disponibilizar o material didático de forma impressa e digital, ficando a critério do aluno escolher.

Em paralelo, um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostra as preocupações sobre o uso excessivo de smartphones nas escolas. De acordo com a explicação da organização para ‘Educação, Ciência e Cultura Unesco’, o uso excessivo de celulares impacta o aprendizado. No “Relatório de monitoramento global da educação, resumo, 2023: a tecnologia na educação: uma ferramenta a serviço de quem?”, a Unesco aponta a necessidade de uma “visão centrada no ser humano”.

Para Marizane Piergentile, pedagoga e diretora de educação do Colégio Adventista da região do ABCDM e Litoral, os livros físicos possuem uma longa história como fonte de conhecimento, oferecendo uma experiência imersiva que a tecnologia, sozinha, ainda não conseguiu replicar totalmente. “Além dos livros físicos serem um direito constitucional dos educandos, acredito que este seja o momento perfeito para pensar e trabalhar a coexistência do material didático e tecnologia, onde juntos eles possam proporcionar uma abordagem educacional mais rica e equilibrada”, afirma a diretora.

Atualmente, os alunos do Fundamental II e do Ensino Médio das unidades do ABCDM e do Litoral do Colégio Adventista trabalham com um material digital que complementa os livros. “Os alunos têm acesso ao material complementar do material didático e a uma biblioteca virtual onde diversos títulos ficam disponíveis”, explica a diretora. “Desde a pandemia, esta foi uma das várias maneiras que encontramos de inserir a tecnologia na rotina dos educandos e dos professores sem substituir o padrão de aulas”.

Até o momento, os professores observaram que a estratégia adotada em unir o físico e o digital, não apenas enriqueceu o processo de aprendizagem e ajudou na adaptação das diferentes necessidades e estilos de aprendizado dos alunos, mas também facilitou a prática de interpretação.

“Os materiais de aprendizagem digital têm certas vantagens quando são usados corretamente, como por exemplo a leitura de imagem, texto e som na hora de interpretar”, destaca Marizane. “É impossível retirar a tecnologia da rotina das pessoas e não seria diferente nas escolas. Muitas vezes ela pode ser um auxílio e para isso, a comunidade escolar deve trabalhar junta para que o resultado seja satisfatório para todos”, finaliza.

Especialista lista 10 ideias de Reels para você viralizar no Instagram

Imagem de StockSnap por Pixabay

De acordo com a especialista em vendas pelas redes socais, Camila Silveira, o Reels é uma ferramenta do Instagram capaz de quebrar a bolha e fazer com que seu conteúdo alcance mais pessoas

Não precisa ter muitos seguidores ou ser famoso para viralizar no Reels. Aliás, até alguns vídeos de pessoas com grande engajamento flopam. Mas do que o algoritmo do Instagram gosta para impulsionar os conteúdos?

De acordo com a especialista em marketing e venda pelas redes sociais, Camila Silveira, o Reels é uma ferramenta do Instagram capaz de quebrar a bolha e fazer com que seu conteúdo alcance mais pessoas, através de vídeos curtos e dinâmicos.

Pensando nisso, a profissional elencou 10 ideias de Reels no Instagram para você viralizar.

 

1- DICAS INOVADORAS VIRALIZARAM 

Criação de conteúdo é sobre resolver problemas, enquanto o Reels é uma ferramenta para vídeos curtos que possam ser consumidos facilmente. 

O segredo de qualquer reeleição que viraliza é pensar em vídeos com conteúdos que fazem parte da realidade de quem segue o seu perfil, e claro, mostrar isso de uma forma criativa é o que chamamos de “tiro e queda”. 

 

2 – PARA REELS, DICAS SÃO UM SUCESSO

Um dos estilos mais clássicos de Reels e um dos mais virais no Instagram é aquele onde você faz uma pequena lista. Por exemplo: “3 coisas que você fez errado a vida inteira”.

Dicas sempre despertam a atenção e a curiosidade das pessoas. Pense em dicas com temas que estão no dia a dia do público que te acompanha. Essa é uma das formas mais efetivas para viralizar na plataforma.  

 

3 – “ERROS” VIRALIZAM EM REELS

Seguindo a mesma proposta das anteriores, “o maior erro”. Bastante parecida com a estratégia da dica inovadora, só que dessa vez você vai apontar o maior erro que o seu público anda cometendo. 

Trabalhar com a curiosidade do público é a melhor forma de aumentar a audiência dos seus reels. Além disso, pode ser facilmente combinada com a ideia da lista, ao apontar 3 ou mais itens. 

 

4 – VOCÊ SABIA? 

Nesse estilo, você trabalha a curiosidade do seu público contando algo ou uma aleatoriedade. É um estilo de vídeo que é facilmente compartilhável entre amigos, por isso possui uma boa chance de viralizar no Instagram.

Sem mencionar que também é uma forma de agregar valor ao seu perfil, afinal, serão informações úteis para uma boa parte do público que te segue. 

 

5 – DUBLAGEM E REELS = COMBINAÇÃO PARA DESTAQUE

Muito provavelmente você já viu algum conteúdo nesse estilo. Uma pessoa dubla um áudio famoso, adaptando ao seu contexto e acaba bombando nas redes sociais. A vantagem da dublagem é trabalhar com aquilo que as pessoas já conhecem. 

Vale destacar também que por se tratar de algo comum e que muita gente já conhece, a possibilidade desse conteúdo bombar no instagram é muito maior. 

 

6 – QUEM NÃO AMA UM CHALLENGE? 

Os desafios sempre foram os maiores queridinhos quando o assunto é viralizar no instagram. Hoje em dia eles ganharam novas formas, através de desafios simples e até coreografias mais complicadas. 

Assim como as dicas anteriores, são ótimos exemplos de conteúdos fáceis de reproduzir e se tornar viral, mas lembre-se de ser sempre criativo! 

 

7 – INFOTENIMENTO & INSTAGRAM

Não é um formato, mas é algo que você nunca pode esquecer na hora de criar vídeos. Por mais complexo que sua área possa ser, sempre existe um jeito de se compartilhar uma informação em conjunto com o entretenimento. 

Conciliar esses dois elementos é a receita certeira para conteúdos bombados.  Memes são sempre bem vindos ainda mais para ser utilizados em finais de semana ou sexta feira 

8 – ESQUETES DE HUMOR PARA SE TORNAR VIRAL

Esquetes de humor exigem um pouco mais de trabalho, mas quem se arrisca nesse estilo costuma alcançar muitos outros usuários, afinal, o humor é um conteúdo potente para viralizar não apenas no Instagram, mas em qualquer rede social.

Geralmente utilizando de situações do dia a dia, o esquete traz uma série de personagens interpretados por uma única pessoa. Esse tipo de conteúdo tem crescido cada vez mais em perfis nas plataformas digitais. 

 

9 – BOMBANDO COM REACTS 

Outra opção também é reagir a outros conteúdos. Embora possa parecer algo bastante específico e que talvez não dê certo, lembre-se do caso do maior sucesso viral atualmente no Instagram e no TikTok

O então influencer viralizou nessas plataformas ao fazer vídeos reagindo às DYIS (vídeos com dicas sobre melhoria de vida e coisas que podemos customizar no dia a dia) de algumas pessoas. Atualmente o dono dessa mente criativa tem cerca de 60 milhões de seguidores só no Instagram.

 

10 – MOSTRANDO OS BASTIDORES 

Para você que tem um negócio, saiba que o Reels é uma ferramenta poderosa na hora de fortalecer uma marca, principalmente quando se mostra os bastidores de algum serviço ou produto. Não tenha medo de compilar os melhores momentos ou utilizar algum dos exemplos anteriores para fortalecer o seu negócio.  

Indústria 4.0: Revolucionando a Manufatura com Inovação e Tecnologia

A Quarta Revolução Industrial é marcada pela fusão entre a produção física e os sistemas digitais

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

A indústria 4.0 está transformando radicalmente o cenário da manufatura, trazendo consigo um conjunto de importantes inovações tecnológicas e mudanças de paradigma. Essa revolução industrial, caracterizada pela interconexão digital e automação avançada, está pavimentando o caminho para uma produção mais eficiente, sustentável e personalizada.

A Indústria 4.0, também conhecida como a Quarta Revolução Industrial, representa uma fusão entre a produção física e os sistemas digitais. Com a adoção de tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial (IA) e Big Data Analytics, as fábricas estão ganhando uma nova vida. Sensores inteligentes monitoram continuamente o desempenho das máquinas, permitindo a detecção precoce de problemas e reduzindo o tempo de inatividade.

“Estamos testemunhando uma mudança sem precedentes na forma como a produção é conduzida”, diz Fernando Belmonte, founder do único marketplace brasileiro dedicado ao mercado de MRO – o Melhor Indústria. “A conectividade em tempo real entre equipamentos, a análise preditiva e a capacidade de adaptação rápida estão otimizando a eficiência operacional e proporcionando uma vantagem competitiva significativa.”

O Melhor Indústria reuniu, em uma única plataforma, MRO para diversos setores industriais, como esclarece Fernando. “No tempo atual, uma máquina ou equipamento com operação ineficiente ou simplesmente parada é um prejuízo imensurável. Pensando nesse mercado que nasceu o Melhor Indústria, com mais de 125 mil artigos reunidos, facilitando negociação e agilizando a entrega. A realidade da indústria hoje está em novos patamares, precisamos acompanha-la”, conclui.

À medida que a Indústria 4.0 continua a evoluir, espera-se que suas ramificações se espalhem por várias indústrias, incluindo manufatura, logística e serviços. Aqueles que abraçam essa revolução tecnológica estão aptos para liderar o futuro da produção e alcançar novos patamares de eficiência e inovação.

 

Sobre o Melhor Indústria

O Melhor Indústria é um marketplace brasileiro de MRO (Manutenção, Reparo e Operações) que oferece um catálogo completo de produtos para compradores e um canal complementar de vendas para sellers de todo o país. Fundado em 2021, o e-commerce rapidamente ganhou destaque no mercado, registrando um crescimento exponencial em seu desempenho. Com mais de 4.500 compradores cadastrados e 100 vendedores registrados, o Melhor Indústria está comprometido em fornecer soluções abrangentes e competitivas para o setor industrial.

Implementação de tecnologias no sistema público de saúde enfrenta desafios

Apenas 42% dos hospitais e clínicas mantêm informações clínicas e cadastrais no prontuário eletrônico, de acordo com o TIC saúde 2022

Foto: Reprodução

A adoção de tecnologias no sistema público de saúde brasileiro enfrenta desafios inerentes de um país continental. Embora existam esforços para modernizar a gestão e o atendimento dos pacientes, diversos fatores impedem uma transição suave e completa para um sistema de saúde mais tecnológico.

Atualmente, 97% dos estabelecimentos públicos de saúde no Brasil possuem computadores instalados, mas 85% possuem sistema eletrônico para registro de pacientes e só 42% mantêm informações clínicas e cadastrais no prontuário eletrônico, de acordo com o TIC Saúde 2022. É uma jornada complexa que envolve uma combinação de investimentos em infraestrutura, capacitação de profissionais, superação de resistências culturais e regulamentações adequadas. Superar esses desafios é fundamental para melhorar a eficiência, a qualidade e a acessibilidade dos serviços de saúde oferecidos à população.

Diretor de Unidade de Saúde Pública da MV, Vandré Dall Agnol afirma que disseminar a tecnologia na saúde pública é indispensável. “É preciso saber todos os detalhes, como está a vacinação, até quando há medicamentos na farmácia, como anda a fila para cirurgias. Todos esses dados são facilmente acessíveis quando estão interligados num sistema de informações funcional”, explica.

Alguns desafios e obstáculos que acontecem em muitas instituições de saúde já são identificados e podem ser solucionados. A MV, multinacional brasileira líder na América Latina no desenvolvimento de softwares para a saúde, mapeou alguns desafios constatados em diversos hospitais públicos do Brasil.

Infraestrutura de tecnologia e acesso à internet

Um dos principais desafios é garantir uma infraestrutura adequada e acesso à internet em todas as áreas, especialmente em regiões remotas ou menos desenvolvidas. A disponibilidade de recursos tecnológicos, como computadores, dispositivos móveis e conexões estáveis à internet, é essencial para o uso efetivo da tecnologia na saúde pública. Dados da primeira edição do relatório MoVing The Future da MV mostram que apenas 6% dos hospitais da região Norte utilizam a internet para armazenamentos de informações, incluindo o Prontuário do Paciente Eletrônico.

Privacidade e segurança de dados

A implementação da tecnologia na saúde pública requer medidas robustas de privacidade e segurança de dados. É necessário garantir que as informações de saúde dos indivíduos sejam protegidas contra acesso não autorizado, vazamentos ou uso indevido. As políticas de privacidade devem estar alinhadas com as regulamentações de proteção de dados. A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) desempenha um papel fundamental na área da saúde, garantindo a privacidade e a proteção dos dados pessoais dos pacientes. Com a crescente digitalização e o uso de tecnologias na saúde, é essencial que as instituições estejam em conformidade com a LGPD para evitar o acesso não autorizado, o compartilhamento indevido e o uso inadequado das informações de saúde. Além disso, a LGPD incentiva a adoção de boas práticas de governança e segurança de dados, contribuindo para a melhoria da qualidade dos serviços de saúde e para a prevenção de incidentes de segurança cibernética que possam comprometer a integridade dos dados e a confiança dos pacientes.

Capacitação e treinamento dos profissionais de saúde

Novas tecnologias requerem capacitação e treinamento. Isso inclui conhecimentos sobre como coletar, gerenciar e interpretar dados, além de habilidades na utilização de sistemas eletrônicos de saúde, telemedicina, entre outras. A falta de treinamento adequado pode ser um obstáculo para a adoção e o uso eficaz das soluções.

Integração com sistemas de saúde existentes

A implementação da tecnologia na saúde pública deve ser integrada aos sistemas de saúde existentes para garantir a interoperabilidade e a troca eficiente de informações. A integração com registros eletrônicos de saúde, sistemas de gestão hospitalar e outras plataformas de saúde é fundamental para facilitar o compartilhamento de dados e melhorar a coordenação do cuidado.

Aceitação e adesão dos usuários

A aceitação e adesão dos usuários, sejam eles profissionais de saúde, sejam pacientes, são fatores críticos para o sucesso da implementação da tecnologia na saúde pública. É necessário fornecer uma interface amigável, educar os usuários sobre os benefícios da tecnologia e envolvê-los no processo de implementação para garantir sua participação ativa e engajamento. Enfrentar esses desafios e considerações na implementação da tecnologia na saúde pública é fundamental para colher os benefícios da digitalização, como o acesso a informações em tempo real, melhorias na eficiência e qualidade do atendimento, tomada de decisões baseada em evidências e promoção da saúde da população de forma abrangente.

Robô Aspirador Inteligente E10 Xiaomi: tecnologia e praticidade

Consolidando sua linha de produtos de ecossistema no Brasil, a Xiaomi, uma das empresas que mais investe globalmente em tecnologia inteligente, traz ao mercado o Robô Aspirador Inteligente E10, que possui limpeza multidirecional para uma experiência completa e eficiente, permitindo com que o produto trabalhe enquanto o usuário execute outras tarefas importantes durante o dia.

Com uma combinação de vários sensores integrados que fornecem flexibilidade para lidar com ambientes domésticos complexos, o robô garante uma limpeza sem preocupações, limpando cantos rentes a parede com menos pontos perdidos, planejando uma rota de limpeza inteligente para maior eficiência, além de atravessar obstáculos de até 1,5 cm de altura, diminuindo a possibilidade de ficar preso. Possui sensores antiqueda que evitam acidentes em escada, piscina ou em qualquer lugar de risco para o equipamento.

O produto possui 4 níveis de velocidade para ajuste da potência de sucção, que chega até 4000Pa de potência, aspirando todo tipo de sujeira com facilidade. Equipado com peças de alta qualidade, incluindo escova lateral altamente flexível e resistente para uma varredura eficiente, escova principal de borracha que fica rente ao chão para uma limpeza profunda e filtro de poeira triplamente filtrado que evita partículas suspensas no ar.

Equipado com um tanque de água inteligente que possui 3 níveis de fluxo, para selecionar a quantidade de água ideal para o tipo de piso que será limpo. Também é possível alternar facilmente entre 3 modos de limpeza (aspirar, esfregar e aspirar e esfregar) permitindo maior controle.

O tamanho de 8 cm do Robô Aspirador Inteligente E10 viabiliza a limpeza embaixo de móveis, como camas, armários e sofás, alcançando locais de difícil acesso. A bateria de longa duração, com capacidade de 2600mAh, permite a funcionalidade por até 110 minutos. Com carregamento automático e inteligente, o robô aspirador retorna à base de carregamento ao final da limpeza, entretanto, se durante o processo a bateria ficar abaixo de 20%, o equipamento retorna automaticamente para ser carregado até atingir 80% de sua bateria e continuar a limpeza de onde parou.

Controlado por meio do aplicativo Mi Home/Xiaomi Home, é possível criar a programação de limpeza onde estiver e monitorar em tempo real todo o progresso do robô aspirador. Dessa forma, é possível deixar o equipamento trabalhado para encontrar a casa limpa ao chegar, facilitando a rotina de limpeza do dia a dia.

Disponível na cor branca, o produto pode ser adquirido no canal oficial de compras da Xiaomi Brasil https://www.mibrasil.com.br/ ou nas lojas físicas e quiosques oficiais da marca*, que estão presentes nas principais cidades do país. 

Mostrar o design do Robô Aspirador Inteligente E10 Xiaomi

Imagem: Divulgação

Robô Aspirador Inteligente E10 Xiaomi
 

Ficha Técnica

Robô Aspirador Xiaomi E10
Capacidade da bateria 2600mAh
Sucção 4000Pa
Potência 35W
Capacidade de armazenamento Reservatório para sujeira: 400ml

Reservatório de água: 200ml

Duração da bateria em uso Até 110 minutos
Preço R$2.499,99

*Lojas físicas e quiosques:

São Paulo – Shopping Center Norte, Shopping Ibirapuera, Shopping Eldorado e Morumbi Shopping.

Campinas – Shopping Parque D. Pedro.

Rio de Janeiro – Barra Shopping, ParkJacarepaguá e NorteShopping.

Niterói – Plaza Shopping Niterói.

Belo Horizonte – BH Shopping e Shopping Estação BH.

Brasília – ParkShopping.

Curitiba – ParkShoppingBarigui e Shopping Palladium.

Porto Alegre – Shopping Iguatemi Porto Alegre.

Salvador – Salvador Shopping e Shopping da Bahia.

Recife – Shopping Recife.

Fortaleza – Iguatemi Bosque e North Shopping Fortaleza.

Manaus – Amazonas Shopping.

 

Veja o vídeo do canal Karina Almeida, onde ela mostra e detalha esse fantástico Robô Aspirador.

Direitos de imagem x Inteligência Artificial: entenda o que a legislação vigente diz sobre o tema

A advogada Thereza Castro explica quais os direitos da família nesses casos.

Imagem de Julius H. por Pixabay

Com infinitas possibilidades que impactam vários setores da vida que conhecemos, a Inteligência Artificial, é sem sombras de dúvidas um dos assuntos mais debatidos e comentados de 2023. Após a veiculação de uma campanha da Volkswagen que contava com a já falecida cantora Elis Regina, o assunto ficou em alta nas redes sociais e levantou o debate sobre os direitos sobre o uso de imagens geradas pela IA. 

“O direito de imagem é garantia fundamental regulada pela Constituição Federal em seu artigo 5º, X, sendo um direito de personalidade ele é inviolável e não cessa com a morte, por falta de disposição expressa, e tendo jurisprudências como referência,  entende-se que os legítimos para proteger e autorizar uso em relação a imagem pós mortem são os herdeiros”, explica Thereza Castro, advogada com foco em direitos autorais.

Segundo a advogada especialista, em casos de uso indevido de imagem como o da cantora, a legislação concede a legitimidade ativa para interpor ação indenizatória contra a violação, tanto em vida, a pessoa, quanto à morte, aos herdeiros. “Esse recurso é sempre ponderado em relação a outros direitos fundamentais protegidos, porém seu uso deve ser moral. Mas no caso específico, além dos direitos morais envolvidos nos voltamos para os direitos patrimoniais, pois falamos de uso comercial da imagem”, comenta Thereza. 

Sendo assim, cabe  aos herdeiros a legitimidade para se opor ao uso sem autorização, inclusive em casos do uso com fins comerciais sem autorização, o que não é o caso de Elis, como esclareceram já seus herdeiros, mas já aconteceu em jurisprudência estabelecida para a herdeira de Lampião e Maria Bonita em uso publicitário da imagem de ambos por uma instituição financeira, contra qual a herdeira vitoriosa, bem como utilização que possa lhe atingir a boa fama, a honra ou a respeitabilidade. 

Thereza explica que não se fala nesses casos em detenção de imagem, mas na autorização de uso, dada nesse caso pelos herdeiros. “Por se tratar de um direito personalíssimo não há que se falar em detenção de uso de imagem, o que temos é uma autorização de uso/transmissão para fim específico por tempo determinado. Os direitos de personalidade, por sua natureza, são irrenunciáveis e intransmissíveis”, complementa. 

Nesses casos os direitos autorais são tratados de forma apartada, pois estão relacionados a IA e a empresa a qual ela pertence, mas quando falamos de uso de Inteligência Artificial para gerar imagem “deepfake” como no caso, onde a máquina imita imagem de alguém que existe, seja pessoa viva ou falecida, não se pode usar do direito autoral para detenção dessa criação, já que embora criada pela máquina se refere a alguém. Por si só essa tecnologia guarda diversas questões de discussões e desafios para o direito. 

“A tecnologia vem nos impondo a necessidade de repensar o direito, e ainda mais, pensá-lo para a realidade atual sem disposições ainda especificas para IA por exemplo. Atualmente que se pode fazer para garantir cumprimento de vontade futura considerando a possibilidade de imagens da pessoa serem geradas por inteligência artificial após seu falecimento, é deixar em sua última disposição de vontade, ou seja em seu testamento, as condições específicas de permissão ou não deste uso, e suas limitações”, finaliza a advogada

Deu Match: Dilemas da adolescência, crush secreto e segredos de família

“Deu Match”, novo romance contemporâneo de Emma Lord, autora do best-seller do New York Times “Tweet Cute”, chega ao Brasil pela Plataforma21.

Emma Lord

Divulgação | VR Editora

Abby Day é uma adolescente de 16 anos com uma vida aparentemente comum. Ela ama fotografar, escalar árvores e tem uma paixão secreta pelo melhor amigo, Leo. Porém, quando a jovem decide se inscrever num teste de DNA por correspondência para provar a amiga Connie a própria compatibilidade com a descendência irlandesa, sua vida muda drasticamente: Abby descobre ser irmã de Savannah Tully, uma das influenciadoras digitais mais populares do Instagram.

Deu Match, novo romance contemporâneo de Emma Lord, é uma história bem humorada, com dilemas comuns da adolescência, lições sobre amor, amadurecimento, aceitação e muitas descobertas. Na trama, Abby decide ir ao encontro da irmã durante um acampamento de verão. O que ela quer descobrir é porque a deram para adoção, porém se depara com algumas complicações ao longo do caminho e um grande segredo familiar que pode ameaçar tudo o que conhece.

Dividida entre os sentimentos crescentes pelo melhor amigo de longa data, o estreitamento da relação com a nova irmã e a busca pela verdade sobre sua origem, Abby precisa contar com todo o apoio possível para enfrentar verdades difíceis. Autora do sucesso juvenil Tweet Cute, ambos publicados no Brasil pela Plataforma21, Emma Lord apresenta em Deu Mach uma história sensível e divertida, que também virou best-seller do New York Times e foi selecionado para o Reese’s YA Book Club Winter 2021, o clube de leitura da atriz e produtora cinematográfica Reese Witherspoon.

Quando você descobre que seus pais esconderam uma irmã mais velha de você por todos os dezesseis anos que habita na Terra, a última coisa que você provavelmente deve fazer é inspirar fundo e gritar: “MÃE!”. Mas atravesso a porta e é justo isso que faço.
Ela leva certa de dez segundos para vir, e esses são, ao mesmo tempo, os dez segundo mais longos e mais curtos da minha vida. Tão longos que entendo que o que aconteceu vai me mudar por completo para sempre; tão curto que chego à conclusão de que não quero isso ainda.
(Deu Match, p. 27).

Sobre a autora: Emma Lord é editora de mídias digitais e escritora nova-iorquina. É autora de diversas obras de sucesso, dentre elas Tweet Cute, seu livro de estreia. Quando não está escrevendo, está correndo, cantando no teatro comunitário ou deixando o pessoal da padaria levemente alarmado com seu entusiasmo incontido por bolos. Graduou-se em Psicologia na University of Virginia, com ênfase em Como Disfarçar a Tela do Computador na Última Fileira da Sala para que Ninguém Perceba que Você Está Subindo sua Fanfic. Foi criada à base de muita purpurina, queijo quente e amor. Confessa overposting de livros e sobremesas nas redes sociais.

Instagram: @dilemmalord

Sobre a editora: A Plataforma 21 é o resultado do carinho da VR Editora pelos jovens leitores. E tudo começou com a publicação do best-seller Maze Runner. São 7 anos oferecendo o que há de melhor em aventura, romance, fantasia e cultura pop na literatura de entretenimento. Conheça as redes sociais da editora: @vreditorabr | @plataforma21_

Inteligência artificial na saúde: parceria entre setor público e privado leva tecnologia de ponta ao SUS para acelerar diagnósticos e detectar emergências

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

A inteligência artificial está presente em nossas vidas há muito tempo, e o setor que mais tem recebido investimentos neste sentido ultimamente é o da saúde. Em muitos países, entre eles o Brasil, a digitalização da saúde já vai muito além da telemedicina, com a IA sendo utilizada para aumentar a velocidade e a precisão de diagnósticos e triagens, como na detecção de tumores e lesões, no desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos personalizados para os pacientes. Os projetos de pesquisa, desenvolvimento e lançamento de novas tecnologias com funções cada vez mais avançadas para a área da saúde estão a todo vapor.

A transformação digital está revolucionando a rotina dos hospitais e unidades de saúde, oferecendo mais possibilidades aos profissionais e muito mais bem-estar aos pacientes e familiares. A tecnologia da informação leva mais praticidade e facilidade à gestão dos hospitais e clínicas, colocando à disposição dos gestores todas as informações necessárias para as tomadas de decisão.

Segundo o relatório Artificial intelligence index report 2022[1] da Universidade Stanford, no mundo todo foram investidos US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com inteligência artificial para a saúde em 2021 pelo setor privado, 40% a mais que no ano anterior. Nos últimos cinco anos, foram US$ 28,9 bilhões investidos, colocando o setor de saúde como o principal foco de investimentos privados em IA, superando setores mais tradicionais no uso de tecnologia da informação, como o financeiro e o varejo.

No mesmo sentido, um estudo recém-divulgado pela Market Research Future[2] prevê que o mercado de inteligência artificial deve superar os 12 bilhões de dólares até 2030, com crescimento anual acima de 50%.

Nos EUA, a Microsoft anunciou recentemente um programa de pesquisa clínica que utilizará a inteligência artificial para diagnosticar e tratar o câncer de pâncreas com mais eficácia. O programa vai empregar a tecnologia da empresa para analisar uma grande quantidade de dados de pacientes para desenvolver planos de tratamentos personalizados, de acordo com as necessidades de cada paciente.

E o Brasil também está incluído nesta revolução tecnológica da saúde, inclusive com atendimento gratuito pelo SUS. Um exemplo é o algoritmo de detecção de sangramento intracraniano, desenvolvido por uma empresa israelense, que é oferecido a alguns hospitais públicos de São Paulo e Goiás pela FIDI, instituição sem fins lucrativos fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina, atual Universidade Federal de São Paulo (DDI-UNIFESP), para promover o desenvolvimento científico e acadêmico.

O software utiliza um algoritmo de inteligência artificial para analisar e identificar padrões de imagem em tomografias computadorizadas que possam sugerir quadros graves, como o AVC hemorrágico. Desta forma, o médico pode analisar mais rapidamente os exames realizados e notificar uma possível emergência, permitindo que pacientes subam na fila de atendimento automaticamente, tendo um tratamento mais rápido em um momento em que cada segundo pode fazer a diferença.

A fundação ainda oferece aos hospitais o command center – uma central técnica associada a uma plataforma digital que possibilita a realização de exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética a distância, em tempo real. Com esta tecnologia, a operação do equipamento na sala de exames é monitorada por uma equipe remota de tecnólogos em radiologia, que controlam de forma automatizada a execução dos exames. A tecnologia promove benefícios como redução dos custos, aumento da qualidade dos exames, mais rapidez e praticidade, menor exposição de colaboradores à radiação, redução no índice de reconvocação de pacientes, cobertura de folgas e ausências, entre outras vantagens.

Esta parceria é também exemplo de sucesso no trabalho conjunto entre as esferas pública e privada, sendo responsável por cerca de 12% de todos os exames de imagem realizados gratuitamente pelo SUS em todo o país.

Com a tecnologia e a expertise do atendimento na rede pública, instituições deste tipo passam a ser também uma opção para hospitais e clínicas particulares otimizarem seus centros de exames de imagem, reduzindo custos e maximizando as receitas.

Uma questão que não pode deixar de ser levantada é a do custeio do desenvolvimento e implementação da inteligência artificial. Nos Estados Unidos, a agência regulatória FDA já aprovou mais de 500 algoritmos para utilização na área da saúde, sendo 396 deles para a radiologia, mas o ritmo de adoção e implementação destas tecnologias é muito mais lento. Isso acontece principalmente porque os hospitais e clínicas precisam saber a relação custo-benefício das inovações, quanto elas vão economizar, qual será o ganho de produtividade e os benefícios para os clientes. Caso contrário, é muito difícil convencer os tomadores de decisão a realizar investimentos em uma área que já é bem atendida pelos profissionais sem a assistência de novas tecnologias.

O ponto principal nesse sentido é cada instituição encontrar as ferramentas certas de inteligência artificial e a melhor proposta de valor para suas necessidades. No exemplo da radiologia, a inteligência artificial pode ser utilizada para fazer uma triagem entre casos mais simples e mais complexos, além de detectar anormalidades que passariam despercebidas pelo olho humano, o que pode aumentar a eficiência da análise por parte dos profissionais de radiologia, que podem dedicar mais tempo aos casos mais complexos. A IA não pode ser apenas custo, precisa ser parte da solução.

Um hospital é um empreendimento complexo, cheio de variáveis, onde o tempo é sempre crucial, e seu funcionamento diário traz situações que precisam ser compreendidas, controladas e resolvidas rapidamente. Com a inteligência artificial, é possível ter uma visão geral dos diversos setores e processos e oferecer respostas rápidas e efetivas a situações como controle de acesso, engajamento de pacientes, automação de processos, gestão de leitos, sinergia entre os núcleos, logística e muitos outras.

Quando a tecnologia é utilizada para promover a saúde, e a união de esforços entre as esferas pública e privada faz com que esta tecnologia chegue até a população que mais precisa, quem ganha é a sociedade como um todo. 

* Simone Vicente Reis é CEO da FIDI – Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem, organização social de saúde filantrópica que preza pela excelência e pelo atendimento humanizado, sendo referência em soluções para diagnóstico por imagem, com tecnologia de última geração e equipe altamente qualificada. 

Referências 

[1] – Disponível em: <https://aiindex.stanford.edu/wp-content/uploads/2022/03/2022-AI-Index-Report_Master.pdf> 

[2] – Disponível (em inglês) em: <https://www.marketresearchfuture.com/reports/healthcare-artificial-intelligence-market-5681>