Energia solar fotovoltaica no Minha Casa Minha Vida pode reduzir subsídios em R$ 670 milhões ao ano e fortalecerá a sustentabilidade no Brasil

Imagem: Reprodução

Segundo análises da ABSOLAR, medida reduz a conta de luz da população de baixa renda, alivia o orçamento dos mais pobres, promove justiça social e acelera a transição energética no País
 

Julho de 2023 – A adoção da tecnologia fotovoltaica no Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV), do Governo Federal, pode reduzir em R$ 670 milhões ao ano os subsídios da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que são rateados por todos os consumidores de energia elétrica no Brasil, já em 2023. A partir dos anos seguintes, esta diminuição será ainda maior, segundo cálculos feitos pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e pela Revolusolar, organização sem fins lucrativos que atua com soluções fotovoltaicas para a população de baixa renda em favelas e comunidades do País.
Os cálculos, enviados ao Governo Federal, apresentam cenários comparativos, com e sem a inclusão da energia solar fotovoltaica no programa. Os resultados evidenciam os benefícios da tecnologia fotovoltaica para a população de baixa renda e seus reflexos na redução de custos da CDE, ou seja, beneficiando também os demais consumidores que não possuem energia solar diretamente.
Atualmente, os consumidores de baixa renda já recebem subsídios, por meio da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), pagos pelos demais consumidores de energia elétrica via CDE. Com a geração solar de eletricidade no telhado das casas populares, haverá menos energia elétrica consumida da rede a ser paga pelos demais consumidores do setor elétrico. Isso trará uma redução estrutural da CDE, um investimento social que faz sentido para o Governo Federal e que alivia um peso grande em subsídios pagos atualmente pelos demais consumidores brasileiros”, aponta Rodrigo Sauaia, presidente executivo da ABSOLAR.
Na visão da ABSOLAR e da Revolusolar, está havendo ruído de comunicação e confusão sobre o tema da inclusão da energia solar fotovoltaica no programa habitacional, motivo que levou as duas entidades a prepararem um levantamento detalhado esclarecendo o tema para o Governo Federal.
 
“O tema que está em debate neste momento é o uso da energia solar fotovoltaica, que é a geração de eletricidade limpa, renovável e competitiva, a partir da radiação solar, para ajudar a reduzir sensivelmente a conta de luz dos moradores do programa habitacional. Não há relação com os aquecedores solares para esquentar água do banho, que fizeram parte do programa desde 2009”, explica Sauaia.
 
A tecnologia fotovoltaica ainda não foi incorporada amplamente no Programa Minha Casa Minha Vida, apenas em casos pontuais, e sempre com sucesso, como no caso da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU-SP). O uso da solar fotovoltaica nas casas populares em São Paulo deu tão certo que a tecnologia passou a ser utilizada em todas as novas habitações de interesse sociais entregues no estado.
 
Por sua vez, a inclusão da tecnologia no programa habitacional do Governo Federal reduzirá a conta de luz da população de baixa renda, aliviará o orçamento dos mais pobres, promoverá justiça social e ainda acelerará a transição energética no Brasil. “Cada real que uma família de baixa renda deixa de gastar com conta de luz no final do mês é um real a mais que terá no seu bolso para melhorar sua alimentação, saúde, educação, transporte e qualidade de vida. Por isso, a inclusão da energia solar fotovoltaica no Programa Minha Casa Minha Vida é fundamental e conta com forte apoio da sociedade”, ressalta Sauaia.
 
Em relação à geração de excedentes para venda de energia elétrica, principal ponto de controvérsia no setor elétrico, a ABSOLAR avalia que não é necessário superdimensionar os sistemas fotovoltaicos do programa habitacional, para vender excedente de energia elétrica. “Esse ponto não é necessário. Não precisa gerar mais eletricidade do que as pessoas vão usar. Isso aumentaria os custos do programa habitacional e diminuiria seu impacto social. Basta dimensionar o sistema para reduzir as contas de luz em até 85%, o que não gera custo nenhum para a sociedade, pelo contrário, reduz custos”, defende Sauaia.
 
Na visão da ABSOLAR, a medida está em total sintonia com os esforços do Governo Federal em prol de uma transição energética justa no Brasil e do combate às mudanças climáticas, dado que fortalece e democratiza o uso de fontes renováveis de geração de energia elétrica no País.
 
“Portanto, a inclusão da energia solar no Programa Minha Casa Minha Vida irá trazer inúmeros benefícios à população de baixa renda, incluindo, economia e aumento do poder aquisitivo da população menos favorecida, redução na inadimplência das prestações do imóvel e conta de eletricidade, geração de emprego e renda, fortalecimento da cadeia produtiva e aquecimento da economia, redução de impactos ambientais e conscientização da população”, conclui Sauaia.
 
 
Sobre a ABSOLAR
 
Fundada em 2013, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) é a entidade do Brasil que reúne todos os elos da cadeia de valor da fonte solar fotovoltaica e demais tecnologias limpas, incluindo armazenamento de energia elétrica e hidrogênio verde. Com associados nacionais e internacionais, de todos os portes, a entidade é fonte de informação e articulação em prol da transição energética sustentável do Brasil.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança de empresas

Inteligência Artificial será ocasionadora de uma série de novos ataques. Por outro lado, companhias devem usar a própria IA para aprimorar segurança cibernética.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Em 29 de março deste ano, mais de mil pesquisadores, especialistas e executivos do setor de tecnologia, entre eles Elon Musk, CEO da Tesla, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, pediram em carta aberta uma pausa de seis meses no desenvolvimento das novas ferramentas de inteligência artificial (IA), chamando a situação atual de “perigosa” corrida armamentista. O contexto apresentado pelas mentes mais brilhantes da tecnologia expõe uma dicotomia em torno de um dos temas mais falados no momento: se por um lado é comemorado que a IA trará benefícios claros para o desenvolvimento da economia e sociedade, por outro, é inevitável que ela tem o potencial de colocar em xeque as bases mais fundamentais desses sistemas. 

Para o Security Design Lab (SDL), rede global de pesquisa e desenvolvimento de cibersegurança com operação na América do Sul e Europa, a Inteligência Artificial e a Segurança Cibernética estão trilhando caminhos da integração e a convivência entre ambas será inevitável. Um exemplo é a Microsoft, parceira da OpenAI, empresa criadora do ChatGPT: enquanto anunciou a injeção de bilhões de dólares na evolução ferramenta, por outro lado, também dobrará o investimento em pesquisa e desenvolvimento em segurança cibernética, para cifras na casa de US$ 20 bilhões. 

Quais os riscos que a Inteligência Artificial poderá trazer para a segurança das empresas?  

Um dos maiores desafios são os hackers usarem a Inteligência Artificial para desenvolver ameaças cibernéticas mais sofisticadas, como e-mails de phishing realistas, implantar malwares ou criar vídeos deepfake convincentes. Em recente evento da Dell em Las Vegas, um dos maiores golpistas da história dos Estados Unidos, Frank Abagnale Jr, que teve a sua vida retratada no filme “Prenda-me se for capaz”, foi bastante claro: “O que eu fiz há 40 anos, hoje está muito mais fácil de fazer por conta das tecnologias existentes. Não apenas do ponto de vista de tecnologia, mas especialmente, das pessoas. A engenharia social é uma realidade e não vai mudar. Os cibercriminosos vão usar a Inteligência Artificial. Ela será do mal”, apontou o especialista, que se tornou consultor do FBI e palestrante sobre segurança da informação. 

“O ChatGPT, por exemplo, poderia ser usado, facilmente, por um hacker para gerar uma mensagem de spear phishing personalizada com base nos materiais de marketing de uma empresa e em e-mails comuns do dia a dia. Ele consegue enganar as pessoas que foram bem treinadas em reconhecimento de mensagens fraudulentas, porque não se parecerá com as mensagens que foram treinadas para detectar”, alerta Alexandre Vasconcelos, diretor para a América Latina do Security Design Lab. 

Christiano Sobral, sócio-diretor e especialista em direito digital no Urbano Vitalino Advogados, diz que experts em cibersegurança descreveram, recentemente, o potencial perigoso do ChatGPT e sua capacidade de criar um malware polimórfico que é quase impossível de identificar usando detecção e resposta de endpoint (EDR). “EDR é um tipo de técnica de segurança cibernética que pode ser implantada para capturar software malicioso. No entanto, os especialistas sugerem que esse protocolo tradicional não é páreo para o dano potencial que o ChatGPT pode criar. O código que pode sofrer mutações – é aqui que entra o termo polimórfico – por ser muito mais difícil de detectar. A maioria dos modelos de aprendizado de idiomas, como o ChatGPT, são projetados com filtros para evitar a geração de conteúdo impróprio, conforme considerado por seus criadores. Isso pode variar de tópicos específicos a, neste caso, código malicioso. No entanto, não demorou muito para que os usuários encontrassem maneiras de burlar esses filtros. É essa tática que torna o ChatGPT particularmente vulnerável a indivíduos que procuram criar scripts nocivos”, explica. 

Como a Inteligência Artificial poderá auxiliar na evolução de ferramentas de cibersegurança?  

Se a capacidade de identificar ameaças cibernéticas tornou-se e será cada vez mais difícil, quando integrados a algoritmos de aprendizado que utilizam Inteligência Artificial, os sistemas de segurança poderão trazer vantagens significativas para a segurança cibernética. “Por exemplo, identificar as variantes de um malware pode ser um desafio, especialmente quando enormes volumes de código o mascaram. No entanto, lidar com essa ameaça cibernética será mais fácil, quando as soluções de segurança utilizarem mecanismos de Inteligência Artificial, que incluam bancos de dados de malwares existentes e a capacidade de detectar padrões para descobrir novos códigos maliciosos”, aponta Cristiano Iop, fundador da Sikur, empresa fabricante de soluções de cibersegurança. 

Com a utilização da Inteligência Artificial, o executivo defende que os sistemas de segurança cibernética terão capacidade de reconhecer padrões, o que significa que esses sistemas podem detectar desvios de normas, respondendo adequadamente às ameaças nos ecossistemas de TI (Tecnologia da Informação), TO (Tecnologia Operacional) e SCI (Sistema de Controle Industrial).

O caminho da regulação no Brasil e no mundo 

No Brasil o Senado está analisando um projeto de lei para regulamentar os sistemas de inteligência artificial. Ele é baseado no trabalho de uma comissão de juristas que analisou, ao longo de 2022, outras propostas relacionadas ao assunto, além da legislação já existente em outros países. O texto cria regras para que os sistemas de inteligência sejam disponibilizados no Brasil, estabelecendo os direitos das pessoas afetadas por seu funcionamento e define critérios para o uso pelo poder público. Violações das regras previstas poderão acarretar multas de até R$ 50 milhões por infração ou até 2% do faturamento, no caso de empresas. Outras punições possíveis são a proibição de participar dos ambientes regulatórios experimentais e a suspensão temporária ou definitiva do sistema.

No exterior, o Reino Unido – terceiro lugar no mundo em publicações de IA, publicou um White Paper sobre sua abordagem à regulamentação. Segundo Marcello Junqueira, sócio do Urbano Vitalino Advogados e especialista em direito digital, o primeiro-ministro Rishi Sunak anunciou que o país sediará uma cúpula global sobre a regulamentação da Inteligência Artificial entre setembro e dezembro de 2023. 

“O material elaborado no Reino Unido propõe um conjunto de princípios abrangentes de regulamentação que contempla segurança, proteção e robustez, transparência e explicabilidade, justiça, responsabilidade e governança e contestabilidade e reparação. O conteúdo conta com um anexo sobre as intenções do país de promover o desenvolvimento de padrões internacionais de IA e aponta para os fóruns existentes para engajamento multilateral sobre o tema, como o Grupo de Trabalho de Governança da Inteligência Artificial da OCDE, G7 e Comitê do Conselho da Europa sobre Inteligência Artificial – o último dos quais está atualmente desenvolvendo um tratado de direitos humanos”, explica Junqueira. 

Sobre o Security Design Lab 

Security Design Lab (SDL) é uma grande rede de colaboração fundada em 2021 para gerar discussões, experiências e disseminação de conhecimentos para auxiliar as empresas e governos a melhorar os seus níveis de segurança. Tem por objetivo fomentar debates e promover a troca de experiências para difundir conhecimentos sobre melhores práticas, políticas, padrões e regulações em cibersegurança. Junto com a Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), o SDL começou, em maio, a coleta de dados para a primeira pesquisa sobre cibersegurança entre as empresas de capital aberto do país. O objetivo é entender a maturidade de cada uma e apoiar as áreas técnicas e de compliance para disseminar a importância do tema entre os C-levels, Conselhos de Administração e Acionistas. O resultado poderá ajudar no desenvolvimento de políticas públicas em prol de mais segurança para as empresas e os investidores. 

Da IA Generativa a especialização de quem atua com tecnologia: 3 tendências para o mercado e o que esperar para os próximos meses

Uma pesquisa recente realizada pela empresa IBM revelou que 78% dos líderes empresariais brasileiros têm planos de investir em tecnologia nos próximos 12 meses. O levantamento mostrou ainda que essa porcentagem é maior em comparação com outros países, como Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre os principais temas que têm pautado as conversas sobre esse mercado estão Inteligência Artificial e o impacto nas profissões com o uso de tecnologias capazes de aprender padrões complexos de comportamento. 

Heitor Hákime, CEO da Codebit – empresa especialista em tecnologia de código e cloud computing sob medida que atua no setor há mais de 10 anos – analisa três tendências para o mercado e o que esperar para os próximos meses:

Tendência 1: Inteligência Artificial Generativa

Com o atual crescimento do tema no setor de tecnologia, se enxerga uma forte tendência sobre a pauta de Inteligência Artificial Generativa – conjuntos de algoritmos capazes de aprender padrões mais complexos de comportamento a partir de uma base de dados. Pautando diversas discussões, o assunto deve continuar em alta neste ano, desde a produção de chips computacionais focados nesse tipo de processamento, até a disponibilização e massificação de serviços utilizando esse conceito.

Além de discussões sobre seu uso em diferentes esferas, a IA Generativa oferece oportunidades, já que existe um grande campo a ser explorado com a disponibilização de ferramentas corporativas similares ao Chat GPT, que aprendem uma base de conhecimento específica e conseguem realizar diversas ações. Isso indica que profissionais que se especializarem no tema tendem a se destacar frente à novidade.

Tendência 2: IA para centrais de atendimento em canais digitais

Empresas também estão aproveitando a oportunidade em diferentes frentes de atendimento para utilizar a inteligência como aliada e se destacarem, sendo que uma das aplicações ocorre com as vendas por canais digitais, com resposta de dúvidas de colaboradores, ou até mesmo para apoiar de forma mais estruturada os call centers de empresas, dentre outras ações.

A montagem de centrais de atendimento 24 horas sempre foi um desafio para as empresas, pois requer times treinados e capacitados a responder dúvidas ou até mesmo realizar vendas em um ambiente com alta rotatividade, o que não é uma tarefa fácil.

O avanço das tecnologias de IA possibilita aos algoritmos aprenderem regras e realizarem tarefas de forma cada vez mais eficiente. Isso inclui entender dúvidas de clientes ou consumidores, submetê-las à uma base de conhecimento ou restrições contratuais e fornecer as melhores possibilidades de solução dentro do contexto apresentado. 

Neste aspecto, as vendas sempre foram um grande motor para impulsionar investimentos em tecnologia, e não é diferente com a inteligência artificial. Há um movimento de mercado para a troca do processo de aquisição única de um produto, pela opção de um serviço contínuo de assinatura. Inicialmente,  ocorreu com serviços de tecnologia ou streaming, mas agora nota-se uma tendência em assinaturas de veículos, por exemplo, ou outros ativos. Como a venda contínua pressupõe um atendimento contínuo para mantê-la, as centrais de atendimento digitais nunca foram tão importantes.

Por meio de algoritmos avançados de IA, esse atendimento vem sendo feito cada vez mais por plataformas automatizadas capazes de aprender uma série de regras e termos de uso, entender dúvidas ou solicitações de clientes ou consumidores e oferecer a melhor solução para determinado contexto. Algo que muitas vezes demandaria um profissional mais experiente para que fosse sugerido e também realizado.

Tendência 3: estabilidade nas contratações e profissionais mais preparados para trabalhar com tecnologia

Quando especialistas analisam o mercado, é esperada uma estabilidade após um momento inflacionado na pandemia, onde muitas empresas contrataram desenfreadamente inserindo em seus times centenas ou milhares de profissionais. “Vemos agora diversos movimentos de ajuste com layoffs e desligamentos. Creio que nesse segundo semestre teremos um momento de maior estabilidade com redução de desligamentos, porém baixo apetite para novas contratações” afirma Heitor Hákime, CEO da Codebit.

.Nos próximos anos o mercado deverá enfrentar um grande desafio: passar por um momento de aumento massivo de profissionais. Sempre entendido como um mercado promissor, atualmente notam-se muitos profissionais juniores ou pessoas em transição de carreira com pouca ou nenhuma experiência tentando vagas de trabalho ou estágio. “Com o movimento de ajuste pós-pandemia, creio que a absorção do mercado para esses profissionais será um desafio, pois em geral ele necessita de velocidade, e profissionais em início de carreira demandam mais treinamento e naturalmente menor produtividade”, destaca Heitor.

Sendo assim, os profissionais de tecnologia devem esperar um aumento na quantidade de pessoas buscando vagas de nível iniciante e uma estabilização das vagas atuais. A adaptação para novas ferramentas de desenvolvimento que permitem uma maior agilidade e velocidade de entrega é importante, pois o modelo de desenvolvimento está mudando rápido e é fundamental acompanhar essa onda para não ficar defasado.

Sobre a CodeBit

A CodeBit  é uma empresa especialista em tecnologia de código e cloud computing sob medida, com foco no terceiro setor e startups, fornece desenvolvimento de soluções em linguagem de programação (código) e Nuvem. Fundada em 2011 no interior de São Paulo, em Franca, nasceu de uma parceria sem acelerações ou programas de startups, e hoje conta com mais de 50 clientes e diversos cases de sucesso, como Médico Sem Fronteiras, Fundação Itaú, Instituto Natura, Instituto Ayrton Senna e Fundação Telefônica Vivo. 

Como principal parceiro da Amazon no Brasil em educação, e um dos dois mais importante parceiro de NPOs – Programa Nonprofit Credit – da AWS atualmente, a CodeBit se especializou na criação de portais e plataformas web, sistemas complexos de integração, aplicativos Android e iOS, além de hardwares e dispositivos eletrônicos. Utilizando a tecnologia como principal meio de transformar o mundo, atua no terceiro setor para viabilizar um conjunto de iniciativas com projetos de cunho social para levar mais educação, saúde e conhecimento para todos os setores da sociedade, democratizando a tecnologia. A CodeBit também oferece soluções para startups, fundações empresariais, universidades e outras iniciativas de projetos com cunho social. Até o final de 2023, a empresa projeta um crescimento de 25%.

Marcas precisam apostar na personalização dos anúncios digitais para se destacar

Comportamento, idioma e até clima podem ser parâmetros de otimização criativa dinâmica desenvolvidas pela Equativ para ligar publicidade digital ao usuário.

 Marcas precisam apostar na personalização dos anúncios digitais para se destacar

Imagem: Divulgação

Os usuários que consomem conteúdo digital estão altamente imersos em publicidade, a exposição está entre 4 e 10 mil anúncios por dia, segundo dados da Yankelovich, empresa especializada em pesquisa de mercado. Isso cria um grande problema para as marcas: atrair a atenção dos usuários é dificultado pela saturação da publicidade. Para combater essa situação, a Equativ, plataforma líder de publicidade programática independente, encontrou um elo importante: a ultra segmentação de anúncios com a qual são estabelecidas classificações específicas para criar perfis de acordo com os interesses e comportamento dos usuários.

Criativo com segmentação para melhor otimização do anúncio

A Dynamic Creative Optimization (DCO) permite que as marcas insiram anúncios personalizados de forma programática com base em parâmetros predefinidos: clima, localização, interesse, idioma, dispositivo, comportamento (etc.) e otimizem o desempenho do anúncio usando tecnologia em tempo real. Essa tecnologia permite a adaptação de campanhas digitais em tempo real, de acordo com fatores externos, e assim, acompanhar de forma mais assertiva a realidade que o usuário vive. A ultrapersonalização na publicidade ajuda as marcas a inserir anúncios no momento e no local certo.

Para posicionar um produto na indústria farmacêutica, como um remédio para gripe, o anúncio pode ser ativado automaticamente sempre que as temperaturas caírem para 15 ºC ou menos. A tecnologia DCO serve para otimizar campanhas com maior relevância seguindo parâmetros externos como: geolocalização, temporalidade (sol, nuvem, umidade, entre outros). A tecnologia de hiperpersonalização inclui parâmetros como a geolocalização que permite aos anunciantes o mapeamento de estratégia baseada em critérios próprios a certos locais: tais como: estratégia de drive-to-store, especificidade local, targeting de audiência localizada no mesmo raio geográfico e que compartilham características comuns.      

O DCO é uma ferramenta de orientação que pode ser utilizada em setores como:

● Automotivo. Com problemas causados ​​por interrupções na cadeia de suprimentos, os executivos de publicidade estão sob pressão cada vez mais para garantir que cada real conte. Por meio do DCO, as campanhas de publicidade automotiva podem ser personalizadas, visando os usuários com maior probabilidade de conversão.

● Varejo. Indicações contextuais são importantes no varejo. Os dados meteorológicos podem ditar os tipos de compras que alguém faz, seja sorvete, botas de inverno ou guarda-chuva. Ao aproveitar os insights de localização com informações meteorológicas e publicidade de Inteligência Artificial (IA), os varejistas podem fornecer anúncios cognitivos que converterão seu público.

● Saúde. Para os anunciantes de saúde, é importante que os anúncios não pareçam invasivos, já que os dados do paciente são muito pessoais. A DCO pode oferecer campanhas personalizadas sem depender de cookies ou informações confidenciais.

A DCO pode se aplicar para qualquer anunciante que queira segmentar a sua audiência conforme critérios extrínseco e ser mais relevante conforme um contexto externo tal como fatores meteorológicos..

Atrair a atenção dos usuários: um desafio para a publicidade digital

A publicidade digital e os anunciantes têm confiado na IA que tem fornecido soluções como a segmentação contextual para ler os interesses e preferências dos usuários. Mas para captar a atenção dos utilizadores é preciso ir mais longe, isso implica uma análise mais completa para evitar desperdícios publicitários e como resultado que as campanhas sejam mais otimizadas.

Dados da ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, apontam que as vendas totais registradas no e-commerce brasileiro tiveram um crescimento de 5% e atingiram a marca de R$169,6 bilhões em 2022. eMarketer projeta que 75% da população brasileira se torne digital shoppers em 2027. Esse número representa que os usuários estão mais imersos no mundo digital, portanto a publicidade deve estar o mais alinhada possível com as preferências dos internautas. Além disso, o estudo da Innovid revelou que, em 2020, 40% dos compradores fizeram uma compra como resultado direto de um anúncio personalizado.

O desafio de personalizar anúncios no contexto programático

Vimos antes que os consumidores de conteúdo digital são expostos a milhares de anúncios por dia e as marcas estão lutando para estar no Top of Mind dos usuários. Nas palavras do Khalil Yaghi, Managing Director Equativ Brasil, uma das soluções mais adequadas para destacar marcas é por meio da contextualização do ambiente offline. “Observamos que o engajamento pode ser significativamente melhorado com uma campanha baseada em Dynamic Creative Optimization (DCO). O anunciante pode personalizar as mensagens, imagens, CTA, descrição dependendo do contexto pré-definido”. Conta Yaghi.

Em termos digitais, a publicidade programática está avançando constantemente, pois também aproveita a tecnologia de IA e Machine Learning para criar experiências de anúncios personalizados. Através do DCO é possível:

● Aumenta o ROI das campanhas. Com uma segmentação mais avançada da DCO, os anunciantes limitam o desperdício publicitário e assim, otimizar os investimentos

● Economia de tempo. A combinação de data contextual, com data da audiência e clusters de comportamentos do usuário, os processos estão sendo otimizados e agilizados, aumentando a eficiência dos anúncios, garantindo melhor desempenho.

● Otimização e testes em tempo real. Os resultados imediatos do DCO permitem maximizar o desempenho do anúncio revisando as métricas em tempo real para fazer ajustes imediatos e reduzir a quantidade de recursos necessários para investir na criação e teste de anúncios, além de diminuir o percentual de desperdício de anúncios.

A hiperpersonalização é uma tendência cada vez mais presente na indústria publicitária, para que os usuários sejam mais atraídos por anúncios de acordo com parâmetros externos, como alternativa ao rastreamento por meio de cookies. É por isso que a publicidade teria que considerar a IA para fornecer as melhores soluções por meio de algoritmos que entendem e analisam o comportamento do usuário, garantindo assim um melhor impacto nos consumidores.

Sobre a Equativ 

Equativ é uma das principais plataformas adtech independentes que atende aos interesses de anunciantes e publishers. A Equativ oferece soluções seguras para as marcas, com privacidade, permitindo aos nossos clientes alcançarem o máximo impacto respeitando os direitos dos consumidores. A empresa foca na experiência do cliente e excelência em engenharia para atender aos interesses do lado da oferta e da demanda com igual profissionalismo e sofisticação técnica.

Com sede em Paris e Nova York, a Equativ opera globalmente com uma equipe de mais de 500 pessoas em 20 escritórios pelo mundo todo. A adtech oferece um ecossistema com uma solução contextual mais completa do mercado. Possui o próprio servidor de anúncios independente, SSP, ferramentas para compradores e serviços de mídia. Para mais informações, acesse: https://equativ.com/ 

Petrobras testa robô especializado em entregas de amostras em seu centro de pesquisas

Equipamento pode transportar até 35 kg de amostras como petróleo e seus derivados e rochas.

drone terrestre

FOTO: Divulgação Petrobras

A Petrobras iniciou os testes com um drone terrestre para transporte de amostras, entre os diversos laboratórios do centro de pesquisas e inovação da empresa, o Cenpes, onde são desenvolvidas as tecnologias utilizadas pela Petrobras. O objetivo é verificar se a tecnologia tem potencial para redução de exposição humana ao risco, através da entrega automatizada que evita contato físico com as substâncias transportadas. 

“O robô de transporte de amostras é um experimento para avaliar a viabilidade e os ganhos em segurança do uso de veículos autônomos ou remotamente controlados para transporte de pequenas cargas internamente em unidades terrestres. Esse drone poderá ser utilizado para transporte de amostras, documentos, pequenos componentes ou ferramentas, evitando que um trabalhador tenha que se deslocar apenas para essa tarefa”, explica a gerente executiva do Cenpes, Maiza Goulart. “Há uma outra iniciativa de desenvolvimento, em outra frente, de um veículo autônomo que permitirá o transporte de cargas maiores que 35kg e sem a necessidade de um operador remoto, utilizando as mesmas vias já existentes para os veículos”, revela. 

 O entregador em teste é “elétrico”, literalmente. Movido a bateria, atinge a velocidade de cerca de 6 km/h, o equivalente de uma pessoa, não atleta, correndo. Equipado com sistema GPS, duas câmeras e controlado remotamente por um piloto, o equipamento pode transportar uma carga de até 35 kg e utiliza a rede 4G comercial. Desenvolvido por uma startup nacional, o entregador já é utilizado atualmente por uma rede de supermercados em outra aplicação.  

O trajeto do drone é monitorado. A cada ponto de entrega, a central de controle informa e confere quem está abrindo a caixa de transporte e basta o destinatário mostrar o crachá para ser identificado. Em caso de dúvida, também é possível conversar com a central por meio de WhatsApp e por voz, já que o drone é equipado com um tipo de walkie talkie.  

Equipado com chassi robótico, o drone recebeu uma identidade visual, uma carinha simpática, para o período de experiência, mas ainda não tem nome pois não foi “efetivado”. O contrato de teste da tecnologia inclui o serviço de pilotagem e suporte da máquina e vai até agosto.

Quais profissões estão ameaçadas pela Inteligência artificial? Isso te preocupa?

Quem tem medo da IA? Pesquisa da YouGov mostra profissões que mais temem ser substituídas.

Manufatura, TI e Telecomunicações estão entre os mais receosos, enquanto médicos estão confiantes de que a IA não é uma ameaça.

Quais profissões estão ameaçadas pela Inteligência artificial?

Uma nova pesquisa da YouGov, multinacional especializada em pesquisa de mercado on-line, realizada em 18 mercados internacionais, mostra quais setores da economia temem ser substituídos total ou parcialmente pela Inteligência Artificial. A manufatura é o setor que mais tem este receio, com 19,2% dos funcionários desse setor acreditando que a IA será capaz de realizar a maioria de suas tarefas. Tecnologia da Informação e Telecomunicações ocupam o segundo lugar entre os mais assustados com essa possibilidade, com 16,5%.

No lado oposto, os médicos e os funcionários do setor de transporte e distribuição são os mais confiantes de que a IA não poderá substituí-los em nenhum momento. 27,5% e 24,5% dos funcionários desses setores, respectivamente, afirmam que a IA não será capaz de realizar suas tarefas ou as de seus colegas de forma satisfatória. É preciso destacar que, globalmente e em todas as indústrias, 37,8% das pessoas não sabem qual é o futuro da tecnologia.

“Vale considerar também que nem todo mundo tem medo da IA. Quase três em cada 10 funcionários do setor de mídia e publicidade, bem como um quarto dos trabalhadores do setor jurídico, afirmam que ela poderia realizar algumas tarefas complementares ao seu trabalho, em vez de substituir suas atividades diretas”, acrescenta David Eastman, diretor-geral e comercial da YouGov na América Latina.

Otimismo semelhante existe no setor de serviços financeiros: quase 10% das pessoas dessa área acreditam que tais programas substituirão (parcial ou totalmente) outros funcionários de sua empresa, mas não nenhuma das suas tarefas.

Atraso na adoção

A pesquisa da YouGov também revela que relativamente poucas empresas já estão implementando ou considerando seriamente implementar a IA em seus negócios. Globalmente, 31,5% das pessoas dizem que a IA não está sendo usada, não está sendo planejada e não está sendo discutida para possíveis aplicações. Outros 33,4% dizem que não têm ideia se o tópico está sendo mencionado ou considerado pelos líderes da empresa. Isso significa que, potencialmente, 64,8% das pessoas trabalham em organizações que não têm planos para IA.

Aqueles que estão vendo implementações de IA em seus locais de trabalho, pelo menos com mais frequência do que outros setores, são os trabalhadores do setor de TI e telecomunicações: 22,3% afirmam que eles próprios, seus colegas ou outros colaboradores da organização estão usando esses programas no dia a dia. Mais de 18% dos profissionais dos setores de mídia/publicidade e manufatura também afirmam o mesmo.

Eastman acrescenta que há uma relação clara entre o ceticismo dos funcionários em relação aos usos da IA em seu setor e o fato de haver ou não conversas sobre sua possível implementação. Por exemplo, conforme mencionado acima, os trabalhadores dos setores médico e de transportes são os que mais duvidam que a IA possa substituir suas atividades ou as dos seus colegas. Da mesma forma, apenas 42,2% e 35,9% dos funcionários desses setores, respectivamente, dizem que nenhum programa desse tipo está sendo usado, planejado ou discutido, os percentuais mais altos do estudo (fora do setor imobiliário).

Medo generalizado da IA

Embora alguns consumidores estejam pensando ativamente em como empregar recursos de IA dentro dos seus espaços de trabalho, o consenso global continua sendo de medo e até mesmo de rejeição da tecnologia. Isso é particularmente verdadeiro em atividades, funções e trabalhos que envolvem tarefas repetitivas: mais de um quarto da população, de acordo com uma pesquisa realizada pela Surveys em março passado, acredita que a IA será capaz de fazer um trabalho melhor do que os humanos em suporte técnico, desenvolvimento de software, criação de cópias de sites e contabilidade nos próximos cinco anos.

E, em geral, a possibilidade de que os robôs e os programas de IA possam “roubar os empregos das pessoas” é um temor recorrente. Mais da metade da população está muito ou um tanto preocupada com a possibilidade de a Inteligência Artificial substituir empregos. “Um número semelhante está preocupado com o fato de os robôs roubarem os empregos das pessoas ou com as possibilidades de programas generativos, como o ChatGPT. A única coisa que gera mais medo do que essas possibilidades é a desinformação”, conclui o diretor da YouGov.

Metodologia

YouGov Surveys: Serviced fornece resultados rápidos sobre pesquisas de públicos de nicho ou nacionalmente representativos em vários mercados. Os dados se baseiam em pesquisas com adultos de 18 anos ou mais em mais de 18 mercados com tamanhos de amostra entre 512 e 2007 para cada mercado. Todas as pesquisas foram realizadas on-line em março e abril de 2023. Os dados de cada mercado usam uma amostra nacionalmente representativa, exceto México e Índia, que usam amostras representativas da população urbana, e Indonésia e Hong Kong, que usam amostras representativas da população on-line. Aprenda mais sobre YouGoy Surveys: Serviced.

Sobre a YouGov

A YouGov é uma multinacional de origem britânica, pioneira em pesquisa de mercado on-line e ferramentas que integram o planejamento e o monitoramento de dados, garantindo informações mais precisas e ágeis de serem acionadas por seus clientes. Presente em cerca de 70 países nas Américas, Europa, Oriente Médio, Ásia, Ásia-Pacífico e África, a empresa possui uma das maiores redes de pesquisa do mundo. São mais de 24 milhões de membros registrados em seu painel, 800 mil dos quais estão no Brasil. Com dados acumulados ao longo de 20 anos de operação, a YouGov utiliza os chamados “dados vivos” – informações do consumidor continuamente atualizadas, precisas e acionáveis. A missão da empresa é oferecer uma visão incomparável sobre o que o mundo pensa, com soluções inovadoras que ajudam as marcas, proprietários de mídia e agências mais reconhecidas internacionalmente a planejar, ativar e acompanhar melhor suas atividades de marketing. Os dados da YouGov são regularmente referenciados pela imprensa global, sendo a segunda fonte de pesquisa de mercado mais citada no mundo.

O que é Clickbait? Descubra como identificar e evitar!

O que é Clickbait? Descubra como identificar e evitar!

Imagem de Jan por Pixabay

O que é Clickbait? O clickbait tem se tornado cada vez mais comum nas redes sociais e na internet como um todo. Mas afinal, o que é clickbait? Neste post, vamos explorar o conceito de clickbait, explicar por que é usado e fornecer exemplos para que você possa identificá-lo e evitá-lo.

1. O que é Clickbait?

– Definição de clickbait: Clickbait é uma estratégia de marketing que usa títulos sensacionalistas e provocativos para atrair a atenção do público e incentivar o clique em um conteúdo.
– Objetivo do clickbait: O principal objetivo do clickbait é gerar tráfego, aumentar visualizações e engajamento, muitas vezes às custas da qualidade e relevância do conteúdo.

2. Como identificar o Clickbait?

– Títulos sensacionalistas: Clickbaits geralmente apresentam títulos chamativos e exagerados, prometendo revelações surpreendentes ou conteúdo irresistível.
– Informações vagas: Clickbaits frequentemente fornecem poucas informações no título, deixando o leitor curioso e com vontade de clicar para obter mais detalhes.
– Uso de imagens provocativas: O clickbait muitas vezes é acompanhado por imagens apelativas e provocativas para atrair ainda mais a atenção.

3. Exemplos de Clickbait

– “Você não vai acreditar no que aconteceu depois que ela abriu a porta!”
– “Essa dica simples vai mudar sua vida para sempre!”
– “Os 10 segredos mais chocantes das celebridades que eles não querem que você saiba!”

4. Por que evitar o Clickbait?

– Conteúdo enganoso: Muitas vezes, o clickbait não entrega o que promete, levando a frustração do leitor e perda de confiança no site ou autor.
– Baixa qualidade do conteúdo: Muitos clickbaits têm conteúdo raso e de baixa qualidade, focados apenas em atrair cliques em vez de oferecer informações valiosas.
– Experiência do usuário negativa: Clickbaits podem causar uma experiência negativa para os usuários, que se sentem enganados ou manipulados.

O clickbait pode ser tentador, mas é importante ficar atento e evitar cair nessa armadilha e até mesmo em golpes financeiros. Ao identificar os sinais de clickbait, você pode tomar decisões mais informadas sobre quais conteúdos consumir e apoiar. Priorize a qualidade, a transparência e a relevância, garantindo assim uma melhor experiência online.

Família de Las Vegas afirma ter visto alienígenas após vários relatos de algo caindo do céu

Um evento misterioso recentemente abalou uma família em Las Vegas. Segundo relatos, algo caiu do céu, levando a uma série de avistamentos de objetos estranhos e até mesmo encontros com supostos alienígenas. Neste artigo, vamos explorar os detalhes desse incidente intrigante e examinar as reações e teorias em torno desses avistamentos.

De acordo com a família em questão, eles testemunharam algo incomum caindo do céu em sua propriedade. Logo após o incidente, começaram a relatar avistamentos de luzes estranhas e objetos voadores não identificados na área. Além disso, eles afirmam ter tido encontros diretos com seres que acreditam ser alienígenas.

A notícia se espalhou rapidamente, despertando interesse e curiosidade não apenas na comunidade local, mas também na comunidade ufológica e entusiastas de fenômenos extraterrestres ao redor do mundo. Investigadores e especialistas em OVNIs estão analisando os relatos e reunindo evidências para tentar compreender a natureza desses eventos.

Embora muitos permaneçam céticos em relação a esses avistamentos, outros veem isso como uma oportunidade para investigar e buscar respostas sobre a possibilidade de vida extraterrestre. Teorias e especulações variam desde quedas de meteoritos incomuns até encontros genuínos com seres de outros planetas.

É importante ressaltar que eventos desse tipo têm sido relatados ao longo da história, e é sempre fundamental analisar os relatos com um olhar crítico e científico. Especialistas sugerem que uma investigação aprofundada seja conduzida para descartar explicações terrestres convencionais antes de se chegar a conclusões mais extraordinárias.

Os relatos de avistamentos de objetos estranhos e encontros com alienígenas continuam a intrigar e fascinar as pessoas em todo o mundo. O incidente recente em Las Vegas despertou um interesse renovado na investigação de fenômenos extraterrestres e na busca por respostas sobre a possível existência de vida além da Terra.

Enquanto os especialistas continuam a investigar os relatos e reunir evidências, é importante manter uma mente aberta, mas também exercer o devido ceticismo científico. A busca pela verdade e compreensão deve ser baseada em evidências sólidas e metodologia rigorosa.

Nota: Este artigo é uma tradução e adaptação da matéria original disponível em 8newsnow.