IA em alta: Conheça as vantagens e desvantagens de alguns aplicativos

Foto de Vojtech Okenka: https://www.pexels.com/pt-br/foto/pessoa-segurando-um-mouse-apple-magic-mouse-392018/

Em tempos de ChatGPT, quem não aderir ao universo da IA tem tudo para ficar para atrás. A plataforma idealizada pela empresa OpenAI que conversa, escreve poemas, receitas e cria até mesmo programas de computador, tornou-se o aplicativo com crescimento mais rápido da história ao atingir 100 milhões de usuários ativos em janeiro, apenas dois meses após seu lançamento. Não à toa, já ganhou a fama de ser a mais nova revolução que escancarou com maestria o poder da inteligência artificial.

Antes mesmo do boom do GPT, não era raro acompanhar nas redes sociais mundo afora movimentos virais envolvendo aplicativos de IA. Mais recentemente, o app Lensa para geração de avatares virtuais por meio de fotos foi a sensação entre anônimos e famosos. O FaceApp também bombou há alguns anos com o filtro da velhice, da mudança de gênero, do jovem/bebê. Enfim, certamente, a próxima trend a estourar está logo ali.

Por isso, é sempre bom lembrar nesses casos e em outros que nem tudo será positivo. Afinal, o bônus e o ônus caminham normalmente juntos, formando os dois lados de uma mesma moeda. O que isso significa? Que todo o potencial da IA já está dando muito o que falar e fazer – para bem e para o mal.

Ao passo que a tecnologia surpreende, sobretudo com o impacto de otimizar tempo, tarefas e demandas em diferentes setores, nos negócios e na rotina das pessoas, ela também assusta. O mesmo app Lensa, por exemplo, dos avatares mágicos, lançava mão de um termo de uso que dizia: “Você nos concede uma licença perpétua, irrevogável, não exclusiva, isenta de royalties, mundial, totalmente paga, transferível e sublicenciável para usar, reproduzir, modificar, adaptar, traduzir, criar trabalhos derivados e transferir seu conteúdo ao usuário”.

Tantos verbos e concessões em uma mesma frase geraram intensas advertências de especialistas de segurança da informação, privacidade e proteção de dados. Assim, novamente, o perigo de dar consentimento sem ler e, muitas vezes, ainda pagar por isso, voltou à cena.

Mas, afinal, quais são os riscos reais?

A curiosidade e a empolgação com as novas tecnologias e tendências nas redes sociais motivam os usuários a aderir às ondas. No entanto, o pouco cuidado com os dados pessoais envolvidos no processo deveria preocupar muito mais.

Uso da imagem

Ao usar um aplicativo de inteligência artificial e aceitar seus termos de uso e a política de privacidade (sem ler), a pessoa está dando permissão para que a empresa que faz a gestão do aplicativo tenha o direito de usar sua imagem indefinidamente, e, pior, sem a necessidade de compensação ou notificação. Já imaginou o seu rosto em campanhas diversas na internet ou em meios impressos sem nenhuma autorização prévia, pagamento ou indenização?

Deepfake

Ceder fotos a apps de IA, sem, de fato, ler tudo o que está em jogo pode ser o mesmo que fornecer material para ser usado no treinamento de um algoritmo para gerar um deepfake. Isto é, criação de vídeos falsos, mas realistas, de pessoas fazendo coisas que elas nunca fizeram na vida real. A técnica já gerou desde conteúdos com celebridades até discursos fictícios de políticos influentes.

Fraudes com biometria

Outro aspecto tão alarmante quanto os demais é o potencial de acessos que uma imagem detalhada com IA pode conceder a quem a detém. A imagem de rostos bem-posicionados pode gerar biometria. Hoje em dia, essa tecnologia é amplamente utilizada para liberação de acessos em bancos, nos próprios smartphones, caixas eletrônicos, residências e locais de trabalho.

Fato é que, diante de todos os benefícios que a IA tem a oferecer, a interação entre o usuário e a tecnologia ainda causa dúvidas no imaginário coletivo. De qualquer forma, quem não ouviu a expressão: “Data is the new oil”, ou “Dados são o novo petróleo”, em português, é bom se atentar. Afinal, hoje em dia, já não é mais novidade a exploração indiscriminada de dados pessoais realizada por algumas empresas de tecnologia. Por isso, é fundamental que os usuários estejam informados sobre os riscos e as vantagens dos aplicativos de IA, para que possam utilizá-los de forma consciente e segura. Afinal, dados pessoais são cada vez mais valiosos, e é necessário protegê-los de forma responsável.

Sobre a Leapfone

Criada em 2021, a startup Leapfone é pioneira no conceito de Phone as a Service e na oferta de smartphones como novos por assinatura. Por meio de um pagamento mensal recorrente, o usuário tem acesso a aparelhos poderosos com direito à troca anual, seguro e assistência técnica. Dessa forma, o objetivo da empresa é democratizar e facilitar o acesso dos brasileiros a smartphones de ponta, transformando a realidade do mercado de telefonia no país. 

Tecnologia aprimora segurança dos profissionais no canteiro de obras

Foto: Reprodução

Investimento na área ajuda empresas de construção a otimizar fluxos de trabalho, aumentar a eficiência e reduzir custos.

Em meio à transformação digital pela qual diversos setores vêm passando, nos últimos anos, as áreas de construção civil, infraestrutura e de mineração conquistaram avanços que unem produtividade com mais segurança.

Tais fatores possibilitam mais qualidade na rotina dos profissionais que controlam equipamentos nos canteiros de obras. A operação de máquinas pesadas na construção civil é uma tarefa desafiadora e que pode até mesmo ser arriscada. A atividade pode envolver situações ou máquinas com visibilidade limitada, falta de comunicação e maior exposição a riscos iminentes. Com o desenvolvimento de recursos tecnológicos, no entanto, a segurança dos operadores de máquinas tem sido amplamente aprimorada.

De acordo com dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho, resultado de uma parceria entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o Brasil, só em 2022 foram comunicados ao INSS 612,9 mil acidentes de trabalho. A construção civil é um dos setores que mais emprega e onde, proporcionalmente, existem mais riscos de acidente.

Uma das principais inovações que transformou a segurança na operação de máquinas é o uso de sistemas que unem conectividade e diferentes dispositivos, como computadores e celulares. Por meio de aplicativos e sistemas baseados em nuvem, operadores de máquinas atualmente recebem informações em tempo real sobre condições do local de trabalho, alertas de segurança e atualizações de manutenção.

A Trimble, companhia que é proprietária de algumas das principais tecnologias facilitadoras do trabalho nos canteiros de obras, viu nos últimos anos uma tendência de crescimento entre empresários que buscavam aliar ganho de produtividade com aumento de segurança para os profissionais que operam máquinas.

Entre os lançamentos mais recentes da companhia para o setor de infraestruturas está a nova funcionalidade de Controle de Direção Horizontal para Compactadores de Solo e Tratores de Esteira, adicionada à plataforma de controle de nivelamento Trimble® Earthworks, que traz para a Construção Pesada a já consagrada tecnologia de direção NavController III da Divisão de Agricultura da Trimble, capaz de controlar a máquina para que siga automaticamente qualquer alinhamento horizontal, como um meio-fio, um bordo ou eixo de uma via, ou uma crista ou pé de talude, sem que o operador precise tocar o volante.

Essa plataforma de controle de nivelamento Trimble Earthworks, bem como outras soluções Trimble para o setor de infraestruturas, está disponível globalmente através da rede de distribuidores SITECH.

“Cuidar do funcionário, garantindo as melhores condições de trabalho, é algo que os principais players do mercado já adotaram como linha-guia, tendo em vista não somente a segurança, mas também desafios do mercado, como retenção de profissionais e escassez de mão de obra qualificada. A tecnologia é um complemento importante, que permite proporcionar maior produtividade, simultaneamente garantindo um ambiente mais seguro”, disse Franco Ramos, gerente da divisão de soluções para construção pesada da Trimble Brasil.

Sobre a Trimble
Dedicada ao futuro do mundo, a Trimble é uma empresa de tecnologia que fornece soluções que permitem que nossos clientes trabalhem de novas maneiras para medir, construir, cultivar e movimentar mercadorias para uma melhor qualidade de vida. As principais tecnologias de posicionamento, modelagem, conectividade e análise de dados conectam os mundos digital e físico para melhorar a produtividade, qualidade, segurança, transparência e sustentabilidade. De produtos específicos e soluções de ciclo de vida empresarial a serviços de nuvem da indústria, a Trimble está transformando setores críticos, como construção, geoespacial, agricultura e transporte, para impulsionar um mundo de trabalho interconectado. Para mais informações sobre a Trimble (NASDAQ: TRMB), visite: www.trimble.com.

Entenda as diferenças entre soundbar e subwoofer

Foto: Reprodução

Está em dúvida sobre como diferenciar os dois aparelhos? A TCL traz dicas para ajudar você

Se você está procurando um novo aparelho de som, principalmente uma soundbar, com certeza já deve ter ouvido falar sobre subwoofer. Esse produto pode gerar muitas dúvidas aos consumidores na hora da compra e a TCL, marca líder em eletrônicos de consumo, traz um guia para te ajudar a entender o que é um subwoofer, como ele funciona e quais são suas principais diferenças em relação a uma soundbar.

 

O que é uma soundbar?

A soundbar é uma barra de som desenvolvida para melhorar a capacidade de áudio das TVs. À medida que as televisões modernas foram se tornando cada vez mais finas, a qualidade do som acabou sendo prejudicada, pois os alto-falantes embutidos nos produtos também tiveram seu tamanho reduzido. Por isso, as soundbars acabaram se tornando um excelente complemento para a qualidade de som das televisões de tela plana.

Seu design é composto por um comprimento maior, com uma altura pequena. Isso faz com que ela possa ser inserida logo abaixo da televisão, não exigindo grandes espaços no ambiente e facilitando sua instalação.

Esse aparelho possui, geralmente, dois ou mais alto-falantes, que posicionados estrategicamente conseguem proporcionar um som “virtual surround”. Esse termo determina um padrão de som que visa reproduzir áudio a partir de diferentes posições no ambiente. Outra característica de uma soundbar é a facilidade de conexão, podendo ser utilizada via cabo HDMI, cabo óptico e principalmente via Bluetooth.

TCL Soundbar S522W com Subwoofer sem fio – Crédito: divulgação/TCL 

O que é um subwoofer?

Subwoofer é um alto falante específico para a reprodução de frequências mais baixas, trazendo uma maior qualidade de grave do que outros reprodutores de sons. Isso faz com que a experiência seja mais completa e imersiva.

A frequência de um subwoofer varia conforme sua aplicação. Para o uso comum em produtos de consumo, sua faixa fica entre 20Hz e 200Hz. Para o uso profissional, ela deve ficar abaixo de 100Hz. Já para o uso em sistemas compatíveis com THX (reprodução de áudio e vídeo em alta definição), sua faixa deve ficar abaixo de 80Hz.

Existem subwoofers de dois tipos: passivos e ativos. Os passivos não dependem de alimentação própria de energia e não possuem amplificadores próprios, recebendo o sinal do som já amplificado do aparelho que reproduz o áudio. Já os ativos dependem de alimentação própria e, ao contrário dos passivos, contam com um amplificador próprio, permitindo um ajuste mais correto do som.

As diferenças e quando optar por cada aparelho

Resumindo, a diferença entre ambos é bem simples. Uma soundbar é um produto dinâmico projetado para oferecer ao cliente um som de melhor qualidade que um alto-falante de TV, sem precisar gastar muito por isso e com facilidade de conexão. Os subwoofers são grandes caixas de som que focam nas baixas frequências para oferecer um grave mais forte e deixando a experiência de filmes, séries e músicas mais imersivas. A soundbar pode ser usada sem um subwoofer, pois ela ainda reproduz o som grave em menor qualidade, porém o inverso não é possível, pois o subwoofer não tem capacidade para reproduzir sons de alta frequência.

Sobre a TCL:

A TCL é uma empresa multinacional que atua em diversos segmentos, dentre eles, TVs, displays, dispositivos de áudio, linha branca, eletrodomésticos inteligentes, painéis solares e semicondutores. Fundada em 1981, a TCL está presente em mais de 160 países. É especializada em pesquisa, desenvolvimento e fabricação de produtos eletrônicos de consumo sendo líder da indústria global de TV. Em 2022, durante a Consumer Electronics Show (CES 2022), a TCL foi premiada pelo International Data Group pelas inovações apresentadas durante a feira: “Prêmio de Inovação de Tecnologia de Tela Mini LED” pela TV TCL OD Zero Mini LED 8K X925 PRO; “O Prêmio Mais Inovador do Ano” pelo TCL NXTWEAR AIR e o “Prêmio de Inovação em Proteção Ocular do Ano” pelo TCL NXTPAPER 10s. Para mais informações, acesse tcl.com/br. 

Como está o cenário da LGPD no Brasil 5 anos após sua sanção

Há pouco mais de cinco anos, o Brasil deu um passo marcante na proteção dos direitos individuais na era digital: a sanção da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Esta legislação não foi apenas uma resposta aos crescentes desafios do mundo digital, mas também um reflexo do compromisso do país em garantir a privacidade e segurança dos dados de seus cidadãos.

A LGPD se posicionou como um pilar fundamental, estabelecendo diretrizes claras para a coleta, armazenamento e compartilhamento de informações pessoais. Mas, depois de meia década desde sua sanção, qual é o verdadeiro impacto dessa lei? Estamos realmente protegendo dados na prática, ou sequer passamos dos primeiros passos para respeitar direitos fundamentais dos titulares de dados pessoais?

Em um cenário global onde a proteção de dados se tornou uma prioridade, especialmente com a promulgação do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR) pela União Europeia em 2016, o Brasil percebeu a necessidade de estabelecer sua própria regulamentação. A GDPR serviu como um catalisador, demonstrando a importância e a urgência de garantir a privacidade dos dados.

Porém, as razões para a criação da LGPD vão além de simplesmente acompanhar tendências globais. O Brasil, com sua vasta população conectada e um mercado digital em rápida expansão, enfrentava desafios emergentes relacionados à coleta e ao uso indevido de dados pessoais. Além disso, o país carecia de uma legislação específica e unificada para tratar da proteção de dados.

Desafios enfrentados 

A implementação da LGPD não foi, e mesmo em 2023 continua não sendo, isenta de obstáculos. A transição para um ambiente de conformidade com a lei apresentou uma série de desafios para empresas, instituições e para o próprio governo. Entre os desafios iniciais na implementação estava a falta de uma cultura prévia de proteção de dados no Brasil o que demonstrava que muitas empresas estavam despreparadas para os requisitos da LGPD.

Para muitas organizações, particularmente as de menor porte, os custos associados à adaptação para conformidade foram significativos. Isso incluiu investimentos em tecnologia, treinamento de pessoas e, em muitos casos, a contratação de especialistas ou consultores em proteção de dados.

Inicialmente, houve uma sensação generalizada de confusão e hesitação. Algumas empresas adotaram uma abordagem “esperar para ver”, na esperança de obter mais clareza ou de que a lei pudesse ser amenizada. Entretanto, com a proximidade das datas de implementação e a ameaça de pesadas multas, a maioria das organizações reconheceu a urgência e começou a agir.

A jornada rumo à conformidade com a LGPD 

No final de 2022, o Grupo Daryus divulgou a “Pesquisa Nacional de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais”, retratando o panorama brasileiro e as tendências para os anos de 2022 e 2023. Os resultados do estudo revelaram uma crescente atenção ao tema, principalmente por parte da camada executiva das empresas. No entanto, os dados são alarmantes: somente 20% das organizações participantes afirmaram estar em conformidade com a LGPD.

Neste ano, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) finalmente publicou a norma de dosimetria. Além disso, elencou as entidades que enfrentam processos sancionatórios devido a violações da LGPD e aplicou sua primeira sanção: uma empresa de telemarketing foi advertida e multada em R$ 14,4 mil. À primeira vista, o valor da multa pode parecer modesto, principalmente quando nos lembramos das discussões sobre possíveis multas de até 50 milhões de reais por violações. No entanto, essa ação é um marco, reforçando o compromisso da ANPD em cumprir seu papel regulador.

O cenário atual: onde estamos em 2023? 

Mesmo com um período significativo desde sua implementação, diversas organizações ainda se encontram em fases distintas de conformidade. Nos últimos anos, a ANPD se esforçou para definir diretrizes claras, conduzir ações educativas e aplicar sanções quando necessário. No entanto, considerando o vasto ecossistema empresarial brasileiro, a autoridade enfrenta seus próprios desafios, desde a limitação de recursos até a complexidade de monitorar um espectro tão amplo de entidades.

O importante é que, apesar das limitações, a ANPD tem mostrado comprometimento em sua missão, o que se evidencia pelas recentes sanções e publicações de diretrizes. O cenário atual da LGPD no Brasil é de progresso contínuo. Ainda que muitas organizações estejam se esforçando para alcançar a conformidade total, é evidente que o país está se movendo na direção certa, com a ANPD desempenhando um papel vital nesse processo.

O que esperar para o futuro da proteção de dados pessoais? 

Esperamos que a LGPD continue evoluindo, com ajustes e emendas sendo introduzidos para refinar e melhorar a legislação à medida que novas situações e desafios surgirem. Sem dúvida novos desafios relacionados à proteção de dados emergirão. Questões como uso de inteligência artificial, reconhecimento facial e integração de IoT podem apresentar novos desafios para a LGPD.

Contudo, junto a esses desafios, surgem grandes oportunidades. O mercado de soluções de segurança da informação e privacidade de dados deve crescer, e as empresas que se anteciparem às demandas da LGPD podem se posicionar como líderes em seus respectivos setores.

Assim como qualquer outra lei ou regulamentação relevante, o caminho da LGPD sempre será dinâmico e seguirá exigindo uma postura proativa das organizações. O compromisso contínuo com a conformidade não apenas evita penalidades, mas também constrói confiança e reputação no mercado contemporâneo.

O caminho para uma total conformidade ainda se desenha no horizonte. Para as empresas, é essencial não apenas manter-se em conformidade, mas também promover uma cultura de educação sobre proteção de dados. A LGPD não é apenas uma obrigação legal, mas uma oportunidade para as empresas demonstrarem integridade e construírem confiança em um mundo digital em constante evolução.

* Cláudio Dodt é sócio-gerente e líder de prática na Daryus Consultoria, onde lidera as equipes de Segurança da Informação, Cibersegurança, Privacidade e Proteção de Dados. Com mais de 20 anos de experiência, sua trajetória engloba atuação em empresas nacionais e multinacionais, responsável por projetos de consultoria em segurança em diversos segmentos e indústrias.

Sobre a Daryus Consultoria

O Grupo Daryus possui mais de 17 anos no mercado nacional, é referência em consultoria e educação no tema. A Daryus Consultoria, atua em Continuidade de Negócios, Gestão de Riscos, Segurança e Privacidade da Informação e Cibersegurança, para empresas nacionais e multinacionais líderes em vários segmentos.

Quer virar programador? CIO compartilha dicas para iniciantes na tecnologia

Imagem de Pexels por Pixabay

Habilidades em outro idioma, como o inglês, e a busca por atualização constante são diferenciais relevantes para profissionais que quiserem iniciar na área

Uma das áreas de tecnologia que tem se destacado e sido motivo de muito interesse é a programação. Segundo apontam dados de 2022 da GitHub, o Brasil é uma das comunidades de desenvolvedores que mais expande no mundo, com crescimento de 40% em um ano.

Joel Backschat, CIO da FCamara, reforça que essa é uma carreira que requer muito estudo e atualização constante. O executivo também é fundador da Orange Juice, comunidade tech patrocinada pelo grupo, criada com o intuito de guiar, ajudar e incentivar iniciantes ou amantes da tecnologia em suas carreiras.

“Para quem quer investir na área, reforço que algumas habilidades como inglês, por exemplo, são fundamentais, no entanto outras podem ser desenvolvidas ao longo da carreira. Vale destacar que os candidatos que quiserem se destacar devem estar sempre atualizados com as principais tendências, pois esse é um setor em constante atualização”, destaca Joel. 

O CIO aponta algumas dicas para quem quiser se dedicar na área:

1- Invista em conteúdos de qualidade 

Busque se especializar por meio de conteúdos e cursos que sejam completos, com materiais didáticos práticos e facilitadores para quem está iniciando. Ter o suporte de um professor ou mentor também é importante, além de sanar possíveis dúvidas de quem está iniciando em uma nova carreira.

2- Escolha uma linguagem de programação para iniciar

Esse é um universo que possui inúmeras linguagens, com destaque para Java, Javascript, C#, PHP e Python. No entanto, é recomendável que os iniciantes busquem algo mais simples nesse início, como Javascript.

3- Construa conexões com outros programadores 

Conhecer outros profissionais da área pode ser um ponto importante de aproximação com a carreira desejada, além de proporcionar melhor entendimento sobre a rotina de trabalho. “Para os futuros profissionais, outro recurso válido é buscar conhecimento sobre a profissão em comunidades online, porque ajudam a expandir o networking e dão a chance de se apresentar a novas pessoas que já estão no mercado”, destaca Backschat.

A Orange Juice é uma dessas comunidades. “Hoje, somos mais de cinco mil membros em busca de conhecimento, com o objetivo de criar conexões reais e trocas válidas sobre esse universo em constante transformação”, destaca o CIO.

Dica extra: Orange Hackathon

Eventos também são oportunidades interessantes de contato para conectar, inspirar e incentivar colegas de profissão. A partir de 22 de setembro, a Orange Juice realizará o Orange Hackathon, iniciativa gratuita que irá dividir as pessoas em squads para cumprir um desafio durante o final de semana. Lá, o participante poderá receber mentorias e dicas para desenvolver os projetos. O evento irá acontecer online e será aberto a competidores do Brasil e do mundo, de todas as áreas de tecnologia, desenvolvedores, UX, QA, entre outros.

Os três squads vencedores vão dividir um prêmio de R$ 6 mil e receber acesso gratuito aos cursos da Udemy por três meses. As inscrições podem ser feitas pela internet. 

Serviço

Orange Hackathon

Quando: das 14h de 22 de setembro às 23h59 de 24 de setembro.-

Onde: Discord Orange Juice,  https://discord.gg/orangejuicetech

Inscrições: de 4 a 17 de setembro. 

Sobre a Orange Juice

É um ecossistema tech criado com o intuito de guiar, ajudar e incentivar iniciantes ou já amantes da tecnologia em suas carreiras. É voltada a qualquer pessoa interessada em tecnologia, mesmo aquelas já experientes no mercado, mas que entendem a importância de trocar experiências e compartilhar conhecimentos. A Orange Juice conta com podcasts, lives e um blog com diversos conteúdos, que possibilita a interação dos seguidores com especialistas da FCamara, que patrocina a comunidade, e também de outras grandes empresas, com objetivo de mostrar diferentes visões do mercado. Hoje, a comunidade soma mais de 5 mil membros, mais de 50 episódios no podcast e 40 talks sobre diversos assuntos relacionados à programação, UX, scrum e soft skills. A comunidade tem mais de 50 parceiros, entre edtechs, ONGs e clientes do próprio Grupo FCamara.

Sobre a FCamara

A FCamara é um ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro de negócios integrando visão estratégica com execução inteligente, lado a lado com seus clientes, para proporcionar experiências transformadoras. Com um time altamente especializado, o grupo atua em Transformação Digital, E-commerce & Marketplace, Inovação, Cloud & Cibersegurança, Open Finance & Open Insurance, Data & Analytics e Marketing Digital, junto aos principais players de varejo, saúde, seguros, mercado financeiro, indústria e outros segmentos. Foi eleita 5 vezes como a Melhor Empresa na categoria de serviços de e-commerce pela ABComm e é líder em soluções digitais, sendo considerada hoje a maior empresa de serviços para e-commerce da América Latina. Hoje, o grupo conta com operações no Brasil, Europa e Reino Unido, e mais de 1.000 empresas atendidas em sua história.

Tornando o planeta uma prioridade: o crescimento da busca por embalagens e produtos sustentáveis

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A sustentabilidade se tornou uma prioridade inegável para muitos consumidores conscientes, e essa mudança de mentalidade está impulsionando uma demanda cada vez maior por embalagens e produtos sustentáveis. Os dados são claros: de acordo com uma pesquisa recente realizada pela McKinsey em 11 países, mais de 90% dos entrevistados afirmaram estar dispostos a pagar um preço maior por produtos que utilizem embalagens sustentáveis. Isso mostra um claro desejo do público em contribuir para um futuro mais sustentável.

No entanto, a embalagem e produto sustentável não se limita apenas à sua capacidade de reciclagem. As pessoas buscam mercadorias que reduzam qualquer impacto ambiental ao longo de todo o seu ciclo de vida, desde a produção até o descarte. Essa mudança de paradigma representa um desafio significativo para diferentes setores, que precisam repensar suas práticas de fabricação e design para se adequarem a essas exigências cada vez mais rigorosas.

A implementação efetiva de embalagens e produtos sustentáveis requer um compromisso firme das indústrias em investir em pesquisa e desenvolvimento. É necessário buscar alternativas de materiais que sejam renováveis, biodegradáveis e de baixo impacto ambiental. Além disso, a adoção de processos de produção mais eficientes e menos poluentes é fundamental para reduzir a pegada ambiental.

No entanto, apesar dos desafios, a implementação destas melhorias também traz consigo oportunidades significativas. As marcas que abraçam a sustentabilidade podem se destacar da concorrência, conquistar a confiança e a lealdade dos consumidores preocupados com o meio ambiente e até mesmo atrair novos públicos. Além disso, ao investir neste direcionamento, as companhias contribuem diretamente para a proteção do meio ambiente e para a construção de um mundo mais sustentável para todos.

A Acer, empresa à qual tenho a honra de liderar na América Latina, está comprometida em desempenhar um papel significativo na construção de um mundo mais igualitário, sustentável e interconectado. Em linha com esse propósito, nossa companhia está empenhada em desenvolver e fabricar equipamentos ecologicamente conscientes, sem comprometer o desempenho e a tecnologia de ponta que nos tornaram líderes do setor.

Nossa linha de produtos Vero é um exemplo concreto desse compromisso. Composta por notebooks, monitores, projetores e até purificadores de ar, essa linha é feita com plástico reciclado pós-consumo, reduzindo assim a demanda por materiais virgens e ajudando a minimizar o impacto ambiental.

Além disso, estamos empenhados em reduzir nossa pegada de carbono e alcançar a neutralidade de carbono até 2050. Para alcançar esse objetivo, aderimos à iniciativa global RE100, comprometendo-nos a usar 100% de energia renovável em nossas operações até 2035.

Para concluir, ressalto que é imprescindível que as marcas levem a sério a adoção de embalagens sustentáveis em suas estratégias de negócio. Essa medida não apenas atenderá às expectativas dos consumidores, mas também trará benefícios concretos para a empresa, tanto em termos de reputação quanto de crescimento a longo prazo. A transição para essa mudança pode exigir esforços e investimentos consideráveis, mas trata-se de um passo fundamental para assegurar um amanhã mais sustentável para o planeta e para as gerações vindouras.

A frase “juntos, podemos mais” nunca fez tanto sentido como agora. Por isso, vamos juntos pensar no planeta.

*Germano Couy é General Manager Latin America da Acer.  

 

SOBRE A ACER 

Fundada em 1976, a taiwanesa Acer é uma empresa de tecnologia dedicada à concepção, venda e suporte de produtos inovadores que melhoram a vida das pessoas e as mantém atualizadas e conectadas. Com cerca de 7,7 mil funcionários, a Acer engloba desde tecnologia ligada à Internet das Coisas para jogos a realidade virtual, com equipe dedicada à pesquisa, design, marketing, venda e suporte de produtos e soluções que quebram barreiras entre pessoas e tecnologia. No Brasil, a Acer está presente há 12 anos e encontra-se entre as líderes em faturamento e volume de vendas no varejo. Com sua linha atual de produtos focada em notebooks, monitores, projetores e acessórios para diversos tipos de uso, a Acer possui equipamentos com alta performance, design com conteúdo e recursos eficientes e inovadores para o gamer, designer, educadores, escritórios e uso doméstico. 

Branding: qual a importância dele para a sua empresa?

Foto: Reprodução

Saiba quais são os benefícios de aplicar essa estratégia no seu negócio

O Branding é uma  estratégia de gestão da marca que visa torná-la mais reconhecida pelo seu público e presente no mercado. Uma estratégia de branding engloba  planejamento da comunicação, posicionamento, identidade visual, presença nas mídias sociais e pontos de contato com o consumidor. É ela que garante que o negócio vai crescer de forma inteligente e duradoura, sempre voltado para a sua marca, e como quer ser percebida além de valorizada.

Luciano Auto, Estrategista de Marketing e Negócios, destaca que o primeiro passo para fortalecer a marca é a clareza. “A clareza é fundamental para a definição do posicionamento. Como eu me coloco, como eu me posiciono perante o mercado e perante o meu cliente. Só que eu só consigo ter um bom posicionamento se eu tenho clareza, clareza de quem eu sou, qual é o meu propósito, o que eu consigo fazer de diferente e diferença na vida das pessoas, na vida do meu cliente”, diz.

Além disso, hoje em dia, o conceito de marca até se ampliou. “Todos nós, na verdade, somos uma marca. A gente tem hoje uma leva muito grande de profissionais liberais que prestam serviço, onde o próprio profissional é a sua própria marca. O marketing digital trouxe muito isso, potencializou, na verdade, né? Já existia, mas foi muito potencializado. Essa possibilidade, na qual todo mundo tem o seu canal no youtube, ter o seu perfil no Instagram, de ter o seu perfil nas redes sociais, nos traz para esse momento onde todos nós viramos marca também”, completa Luciano. 

Benefícios do Branding 

  • Aumento da confiança do seu público;
  • Presença na mente do consumidor;
  • Maior valor atrelado a marca;
  • Fidelidade com o público;
  • Expansão e crescimento.

Ele também gera diferenciais competitivos, além de elevar a preferência pelos seus produtos e serviços, pois o público se sente mais identificado com ela. Se o branding for bem trabalhado nesse sentido, aumentam as chances de suas vendas subirem. Essa relação mais próxima ainda possibilita ao negócio cobrar a mais por suas mercadorias, elevando seus ganhos e garantindo a longevidade dos negócios

Como as startups estão redefinindo a logística?

Foto: Reprodução-CEO e fundador da RoutEasy

A logística, por sua própria natureza, envolve um longo e complexo arranjo de processos – alguns que, inclusive, foram estabelecidos há décadas. Porém, nos últimos anos, a tecnologia e as consequentes mudanças no comportamento dos consumidores demandaram uma significativa evolução nesse setor tão tradicional. 

As startups de logística (ou logtechs) surgiram para desempenhar um papel fundamental na abordagem dessas demandas, principalmente no que diz respeito à agilidade. Enquanto as grandes corporações tendem a contar com processos mais burocráticos e sistemas legados, as startups têm a flexibilidade necessária para adotar novas tecnologias e modelos de negócios de maneira rápida e eficiente. 

Isso tem sido especialmente perceptível quando se trata de otimização de rotas e gestão de entregas. Nos últimos anos, as logtechs foram cruciais para um salto de inovação nas operações logísticas, que precisaram se ajustar rapidamente a um novo perfil de consumo, demandando maior produtividade para viabilizar  e entregas mais rápidas.

Assistimos então a uma alavancada no uso da inteligência artificial para criar sistemas altamente eficientes, que substituíram tarefas manuais e ofereceram mais visibilidade, tanto para as operações quanto para o consumidor.

Logo, a relação entre startups e as grandes corporações tem sido muito mais colaborativa do que competitiva. Com mais experiência, alcance e recursos, as companhias têm buscado parcerias estratégicas com startups para alavancar suas inovações e soluções tecnológicas, além de se manterem sempre atualizadas em um contexto de sucessivas mudanças.

Os anos de 2020 e 2021 foram grandes exemplos dessa movimentação. À medida que o e-commerce se tornou a salvação para muitos negócios durante o isolamento, as startups emergiram como parceiras essenciais para impulsionar a transformação digital e atender às demandas por entregas mais rápidas e eficientes.

De acordo com um relatório da McKinsey, no auge da pandemia, as logtechs receberam o dobro de investimentos, já que o cenário trouxe consigo desafios sem precedentes para a logística.

Essas parcerias também encontram um terreno fértil quando se trata de enfrentar desafios de sustentabilidade. Graças à adoção de uma abordagem mais inovadora, diversas companhias estão minimizando seus impactos ambientais, reduzindo desperdícios e otimizando a utilização de recursos. 

E o futuro parece cada vez mais promissor. Existe ainda um grande horizonte a ser explorado quando se trata de inteligência artificial, internet das coisas, aprendizado de máquina e big data, principalmente para criar experiências mais personalizadas para o consumidor. 

Por isso, em um arranjo tão complexo quanto a logística, as startups desempenham um papel valioso: criar ferramentas praticamente sob medida para solucionar problemas específicos.