De quem é o direito das postagens? Entenda como funciona a propriedade intelectual no mundo digital

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Vivemos em uma realidade cada vez mais virtual, e estamos conectados de todas as formas, seja na vida pessoal, no círculo de amizades e, principalmente, na rotina empresarial. Pode acreditar, em pouco tempo estaremos no metaverso.

Com isso, várias ferramentas são fundamentais para essa conexão em tempo real, tais como aparelhos eletrônicos, aplicativos, sites, contas digitais, assinaturas eletrônicas etc. No entanto, engana-se quem pensa que esses ambientes são “terra de ninguém”, e que conteúdos, marcas, imagens e outras obras podem ser usados indiscriminadamente.

“Esses novos formatos e canais de comunicação também criaram novas estruturas e elementos que estão revestidos de proteção da propriedade intelectual e devem ser observados, seja para serem levados a registros em favor da empresa desenvolvedora, seja para evitar que violem direitos de terceiros já protegidos anteriormente”, explica Rosa Maria Sborgia, Sócia da Bicudo & Sborgia Marcas e Patentes.

Assim, não pense que os famosos “cortar e colar” de conteúdos da internet para usar em sua rede social, no seu site ou no trabalho passarão impunes. As regras existem e podem pesar contra quem age de má-fé nesse ambiente virtual.

Rosa Sborgia reforça que, apesar da tradicional divulgação de que não há regras na internet, a legislação da propriedade industrial, o código civil, o código de processo civil e criminal e a lei de direitos autorais se mantêm vigentes e aplicáveis, tanto para a proteção dos próprios direitos quanto para a preservação de direitos de terceiros.

“Um caso muito comum é a cópia ou reprodução de sites. É importante ter em mente que um site é identificado pela sua marca, dotado de estrutura autoral, produzindo informações e girando dados, todos protegidos pela legislação da propriedade intelectual. É preciso, assim, uma reflexão sobre as ferramentas e os meios do mundo digital e a conexão com a legislação”, explica a sócia da Bicudo.

Todos os elementos no mundo digital são dotados de proteção pela via de direito autoral, ou seja, é possível afirmar que no mundo digital são criadas novas patentes a todo instante, que devem ser protegidas. Os exemplos são claros, sendo que a legislação brasileira permite a proteção de um algoritmo aplicado em um hardware. O software é passível de proteção como patente, desde que haja efeito técnico novo em um equipamento.

“A regulamentação da patente do software, por si só, já foi um desafio no campo da propriedade intelectual de muitos países, considerando-se os pressupostos de formação de uma patente de invenção ou de modelo de atividade, quais sejam: novidade, atividade inventiva ou ato inventivo e aplicação industrial. Identificá-los e revelá-los com exatidão em um relatório de patente não é uma tarefa fácil”, explica a sócia da Bicudo.

“Fato é que essa complexidade de engenharias, tecnologias, códigos fontes, algoritmos e elementos abstratos está desafiando os diferentes órgãos reguladores de propriedade intelectual nos mais diferentes países, como também os profissionais do direito para conseguirem materializar contratos que revistam diferentes partes e interesses”, avalia Rosa Sborgia.

Portanto, o empresário não pode perder de memória que todo o seu desenvolvimento tecnológico e virtual provoca reflexos no campo do direito da propriedade intelectual, seja exigindo os registros de tais ativos para a preservação da sua empresa, seja nos cuidados da empresa para evitar a violação de direitos de terceiros, os quais provoca obrigações de reparações financeiras significativas. Assim, a empresa digital urge pelos registros dos seus ativos tecnológicos.

Empreendedores iniciantes e o sucesso das novas empresas

A tecnologia e a inovação são essenciais para desenvolver uma marca com excelência

O avanço na criação de firmas no Brasil tem sido considerável, tendo alcançado um recorde de 1.331.940 novos CNPJs registrados nos primeiros quatro meses deste ano. Ao total, somam-se 21 milhões de empresas ativas no país e, dessas, 93,7% são classificadas como micro ou de pequeno porte, segundo o Mapa de Empresas. Embora o aumento de 21,8% seja um indicativo positivo, o fechamento também cresceu, com 34,3% a mais, ante o último quadrimestre e 34,7% em relação à mesma época do ano passado. Apesar desses desafios, o saldo geral de aberturas no início de 2023 ainda permanece positivo, com um acréscimo líquido de 594.963 entidades no período.

Logo, fica visível como decolar um negócio é uma decisão de enorme responsabilidade, com atenção especial aos detalhes técnicos e uma gestão inovadora. Por essa razão, existem preocupações fundamentais a serem consideradas antes de se adentrar em uma jornada como essa.

O planejamento é a chave de tudo 

Grande parte das marcas enfrenta um problema em comum: a impulsividade. Em função disso, não há um plano estabelecido para o andamento, assim como público-alvo e a estrutura. Logo, o primeiro passo de tudo, antes de qualquer coisa, é colocar a cabeça no lugar, entender o pretendido e como alcançá-lo.

Após essa análise, em diversos casos, se percebe a necessidade de uma capacitação. “Hoje, muitos cursos voltados para esse viés estão disponíveis virtualmente e de forma gratuita, basta correr atrás de oportunidades na Internet”, propõe Carlos Henrique Mencaci, CEO da Assine Bem. Nesse sentido, pesquisar o andamento do mercado de atuação é um ponto extremamente importante no contexto de enxergar em qual nicho de público se encaixa.

Ainda olhando pelo ponto de vista de organização, é essencial ter em mente os altos custos envolvidos em abrir as portas de um local. “Colocar uma corporação para funcionar vai além de apenas os gastos conhecidos no cotidiano. Não tem como fugir de pensar na infraestrutura, investimento e fazer cálculos”, comenta o especialista. Dentre os principais valores de destaque, se encontram as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, além de outras as quais variam de acordo com a localidade e o ramo.

Desse modo, ter uma contabilidade de excelência ao lado é um diferencial significativo. Ela será responsável por gerar informações cruciais para a marca estar sempre em dia com os órgãos públicos. Além disso, também realizam a conta de impostos e tributos a serem quitados, bem como análise da situação contábil e geração de conhecimentos para a gestão.

Por fim, a designação da estrutura física tem um papel de impacto. Além de determinar o território onde será, é imprescindível também adquirir uma estrutura para o funcionamento, ou decidir, caso opte pelo home office. Essa escolha dependerá de cada área de ocupação, mas, em toda situação, é relevante observar se há uma adequação ao público de enfoque, principalmente, nas diretrizes colocadas pelo município referente ao lugar.

 

Pendências jurídicas não podem ser deixadas de lado

Elaboração do contrato – Para um escritório funcionar, é indispensável a elaboração. Nesse documento estão relacionados os pontos práticos do funcionamento, primordiais e englobando elementos como nome, endereço e atividade, capital, a relação entre os membros e como se dá a divisão dos lucros. Ademais, qualquer alteração nesse cenário leva a refazer as inscrições federal, estadual e municipal, assim como as licenças. As sociedades limitadas só podem ser alteradas se 75% do dinheiro estiver de acordo.

Ainda nessa linha de raciocínio, a opção escolhida para regime tributário é fundamental. Atualmente, são basicamente três os existentes: Simples Nacional, Presumido ou Real. A alternativa pelo tipo precisa ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência, diminuindo as chances de erros. “Cada caso precisa de uma avaliação individualmente, pois não existe um modelo exato. Apesar da popularização do Simples, pode não ser a mais interessante”, pontua o executivo.

No geral, hoje, a burocracia diminuiu, mas ainda há certa dificuldade. Logo, é fundamental possuir os registros e licenças necessários para o funcionamento de uma instituição, caso contrário isso se configura em um risco jurídico. Dentre o material, estão uma autorização da prefeitura para o imóvel ser habitado e as regras de ocupação de solo, definidas individualmente por cada cidade em leis de zoneamento.

Ademais, há o pagamento de taxas, dentre outras necessidades dependendo da atividade envolvida. “Na Junta Comercial é preciso buscar as declarações dos atos sociais, como contrato, atas de reuniões, deliberações, etc. Já para obtenção de registro do CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) a procura deve ser realizada na Receita Federal, assim como o alvará e nota fiscal, caso seja contribuinte do ISS (Imposto Sobre Serviços) é direcionado para a prefeitura local. Por fim, a Secretaria Estadual da Fazenda disponibiliza a obtenção de inscrição Estadual”, explica Mencaci.

Ainda lidando com papelada, o processo de contratação de profissionais tende a ser, em muitos momentos, complicado e demorado. Se a organização, de fato, apresenta a necessidade de funcionários para se manter de pé, processos seletivos para admissão são requisitados, assim como uma equipe para cuidar de tudo. Com a finalização desses procedimentos, é hora de elaborar o acordo de trabalho, definir salários, benefícios e ver qual o melhor regime para regularizar o mesmo junto ao INSS.

Como um todo, questões ligadas a certificados, títulos e credenciais tendem a ser complexas e assustar um pouco os líderes, mas não precisa ser assim. A Assine Bem oferece oportunidades únicas de um gerenciamento, logística e administração dessas demandas com praticidade e segurança, com a tecnologia ao lado.

Isso porque a plataforma responsiva conta com uma defesa data center e criptografia de ponta para proteger seus usuários do melhor jeito. Desse jeito, é viável assinar e finalizar comprovantes de forma on-line, com apenas alguns cliques e sem preocupações extras. “Tudo é feito da maneira mais simples, cômoda e confiável disponibilizada pela inovação até agora”, encerra o CEO.

Serviço: Empreendedores iniciantes e o sucesso das novas empresas

Fonte: Carlos Henrique Mencaci, CEO da Assine Bem

Sobre a Assine Bem

A Assine Bem é uma plataforma criada para otimizar o processo de assinaturas e gestão de documentos. A ferramenta desenvolvida pela empresa conecta pessoas e processos em qualquer lugar, tornando as etapas de validação de arquivos um processo sustentável e econômico.

Com segurança baseada em criptografia, os contratos arquivados e autenticados na plataforma são inalteráveis, trazendo mais proteção aos clientes. Além disso, é possível criar, editar e enviar arquivos aos signatários de maneira rápida e prática pelo site. A solução oferece, também, integrações por API’s para todos os tipos de sistemas.

IA generativa deve elevar a produtividade mundial em até 7%, segundo Morgan Housel

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Renomado escritor americano participou do Congresso Internacional Planejar 2023 e expôs otimismo em relação a tecnologia financeira

Morgan Housel, autor do livro “A Psicologia Financeira” e sócio da The Collaborative Fund, foi um dos palestrantes do Congresso Internacional Planejar 2023, realizado na última terça-feira (10). Em sua apresentação, ele defendeu que a Inteligência Artificial pode ser uma grande parceira dos planejadores financeiros, pois pode auxiliá-los a prestar um atendimento mais personalizado e empático aos seus clientes.

Em sua visão, os profissionais do setor precisam se atualizar e incorporar a IA como uma ferramenta para aprimorar a comunicação e o entendimento das demandas dos investidores. “Antigamente, os planejadores financeiros detinham o monopólio da informação sobre o universo das finanças, e a transmitiam aos seus clientes conforme o seu interesse. Hoje, a informação está democratizada e acessível para todos, e o papel dos planejadores se transformou”, explicou o escritor. Assim, a mudança deve ser ainda mais radical à medida que a inteligência artificial evolui.

Com ela, a tendência é que o planejador se torne mais um psicólogo do que um técnico, na visão de Housel. Isto é: será necessário ouvir com atenção os problemas e anseios do cliente, e o planejador terá de deixar de lado os termos técnicos para orientar de forma mais humana.

Na mesma palestra, o especialista falou sobre as tendências e as aplicações da IA. Para ele, essa tecnologia ainda é percebida como um brinquedo por muitos dos seus usuários e, inclusive, por alguns investidores do setor. Entretanto, algumas funcionalidades práticas da IA já estão em evidência, e podem facilitar – e muito – a vida humana, de acordo com Housel.

Esse processo ocorre porque a área ainda está em sua fase de maturação e muita coisa ainda evoluirá neste período. “Não temos nenhuma ideia de onde a IA vai chegar. Mas eu passei muito tempo da minha carreira tentando compreender como as pessoas reagem à tecnologia, e a resposta costuma ser sempre a mesma”, afirmou.

Para o especialista, é comum que as novas tecnologias não sejam compreendidas em toda a sua extensão quando surgem. Ele afirma que as grandes invenções da história, como a escrita, o avião e a televisão, demoraram muito para se consolidar e trazer benefícios reais para a sociedade. O mesmo deve acontecer com a inteligência artificial. Em sua perspectiva, a IA generativa deve elevar a produtividade mundial em até 7% – o equivalente a cerca de US$ 4 trilhões por ano – em todo o planeta. “Provavelmente, estamos subestimando o que a IA pode fazer por nós”.

Nem tudo são flores!

Por outro lado, nem todos compartilham do mesmo otimismo. Walter Longo, publicitário e também palestrante do evento, alertou que a IA é um tsunami que vai varrer muitas atividades humanas e exigir uma adaptação rápida e constante. Ele acredita que há duas visões opostas sobre o futuro da IA: a dos pessimistas e a dos otimistas. Os pessimistas temem que a tecnologia substitua os humanos em diversas funções e ameace nossa existência. Os otimistas acreditam que a tecnologia ampliará nossas capacidades e nos permitirá fazer coisas novas e melhores. “Não há limite para a criatividade e a inspiração. A tecnologia não vai tirar o emprego de ninguém. Alguém usando a IA é quem vai”, explica.

Longo reconhece que a IA vai eliminar milhões de empregos, mas também vai criar outros tantos. O Fórum Econômico Mundial estima que a IA vai extinguir 85 milhões de empregos, mas vai gerar 92 milhões de novos. Por isso, o publicitário defende que as competências verdadeiramente humanas, como a introspecção, a sensibilidade e a curiosidade, serão os diferenciais no mercado de trabalho do futuro. “Em terra de robô, quem tem coração é rei”, conclui.

Mulheres na tecnologia: Quais os cenários e desafios?

Aumentar a representatividade feminina na área tech e investir em vieses que começam na contratação estão entre as melhores formas para exercer a inclusão no setor

De acordo com o estudo Women in Tech 2022, feito pela BairesDev, que analisou mais de 1 milhão de candidaturas por ano, foi identificado um aumento de 11% para 41% na participação de candidatas mulheres a cargos técnicos e não técnicos na área de tecnologia. Embora tenha esse número recorde, a maior parte dessas mulheres que conseguem entrar no ramo se deparam com ambientes desconfortáveis, que as excluem e resultam na predominância do preconceito, já que a proporção da população feminina no segmento é explicitamente menor que a masculina.

Para Shirley Pegado, especialista em comunicação interna da Astéria, empresa de soluções digitais, a inclusão das mulheres na tecnologia não é apenas uma questão de justiça social, mas também uma necessidade para impulsionar a inovação. “A tecnologia está inteiramente ligada à vida cotidiana da sociedade e para atender as dores e necessidades de vários grupos sociais é preciso uma ampla gama de talentos. Isso só é possível através da diversidade de gêneros. E a inclusão das mulheres na tecnologia tornou-se parte crucial para garantir essa representatividade no setor,  devido à maior probabilidade de soluções tecnológicas, que refletem as diferentes experiências que enriquecem a área”, afirma.

Quais são os maiores desafios das mulheres no setor tech?

A desigualdade de gênero persiste em muitos aspectos do setor tech. Isso inclui disparidades salariais, falta de representação feminina em cargos de liderança e menos oportunidades de avanço na carreira em comparação com os profissionais masculinos.

Para o melhor entendimento dos desafios enfrentados pelas mulheres diariamente no setor tech, Shirley Pegado, elenca três desses maiores obstáculos, como:

Estereótipos de gênero: Estereótipos de gênero podem influenciar as escolhas de carreira das pessoas. Um exemplo disso, é a ideia de que habilidades tecnológicas são mais adequadas para homens, já que este conceito ainda prevalece fortemente em algumas culturas e comunidades, desencorajando as mulheres a buscarem carreiras no segmento.

Falta de modelos femininos: Embora as mulheres tenham sido pioneiras nesse campo, desempenhando um papel fundamental nas primeiras décadas da computação, ao longo do tempo a indústria de tecnologia cresceu, e  a ausência de modelos femininos de sucesso na tecnologia  ficou cada vez mais evidente, criando a impressão de que não há espaço para mulheres no setor.

Viés inconsciente e discriminação: Viés inconsciente e discriminação de gênero acontecem desde o recrutamento, nas promoções e nas interações cotidianas no trabalho, o que ocasiona em um ambiente menos acolhedor para o público feminino  e ainda dificultoso em relação ao  avanço na carreira.

“Para enfrentar esses desafios, é fundamental que a indústria e a sociedade trabalhem juntas para promover a igualdade de gênero, com a criação de ambientes corporativos inclusivos, que ofereçam oportunidades de educação, treinamentos, além de combater estereótipos de gênero” explica Shirley Pegado.

Como é possível incluir mais mulheres na tecnologia?

Promover a inclusão das mulheres na tecnologia,  vai desde programas de incentivo ainda nas escolas, para meninas, nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, até o fomento em processos corporativos mais equitativos nas organizações.

O incentivo a programas de mentorias com  mulheres experientes e influentes que possam orientar outras mulheres que estão iniciando na área, é uma das soluções para a inclusão, já que além de auxiliarem o caminho para a jornada de cada uma delas, também será uma inspiração para vencer os obstáculos. Assim, será mais perceptível que o sucesso é possível e que a tecnologia tem muito espaço para a população feminina.

Outro ponto que ajuda neste processo são as comunidades e redes de apoio, em que a coletividade conectada com a identificação faz com que cada vez mais mulheres se sintam representadas e fortalecidas, compartilhando aprendizados e adversidades para capacitar profissionais e construir carreiras crescentes  no ramo.

Segundo Shirley, além de adotarem todas essas práticas citadas, é aconselhável que as empresas também implementem estratégias de recrutamento voltadas para a promoção da diversidade “É extremamente importante que as empresas se atentem a essa inclusão desde as seleções de talentos para promover a diversidade na raiz das contratações. Um exemplo disso é a Astéria que já incorpora práticas que promovem ativamente a diversidade de gênero no processo de recrutamento. Englobamos a revisão constante dos procedimentos de seleção, a eliminação de qualquer viés inconsciente e a divulgação de oportunidades de emprego em plataformas que alcancem uma audiência amplamente diversificada”, finaliza.

Como ajudar uma pessoa idosa a usar o celular com segurança?

Curso Educação Digital Tec+ ensina como aproveitar os recursos de smartphones, gratuitamente

Foto: Reprodução

 

Em um mundo cada vez mais digitalizado, a capacidade de navegar na internet, avaliar conteúdos na rede e utilizar aplicativos se tornou fundamental para o exercício pleno da cidadania. O curso online Educação Digital Tec+ busca atender a essa crescente necessidade, tendo sido especialmente pensado para o público alfabetizado acima dos 60 anos de idade.

O objetivo geral da ação educacional é capacitar os alunos em habilidades básicas de uso de equipamentos de informática, especialmente smartphones, de maneira que possam utilizá-los em sua vida cotidiana da forma mais autônoma possível, proporcionando novas oportunidades sociais, econômicas e culturais.

O que as pessoas vão aprender

Ao final da capacitação, espera-se que a pessoa seja capaz de:

  • Compreender o conceito de etiqueta digital, quando e onde aplicá-la;
  • Entender para que servem e como funcionam as ferramentas de busca, e-mail, armazenamento e conferência online;
  • Conhecer os principais apps de mobilidade e saber como criar e gerenciar contas em cada um deles;
  • Conhecer as principais redes sociais, assim como criar e gerenciar contas em cada uma delas;
  • Identificar as propagandas/anúncios e os possíveis golpes nas redes sociais;
  • Conhecer e acessar os serviços públicos gratuitos, cada vez mais digitais;
  • Conhecer e acessar serviços bancários online com segurança;
  • Entender o que são fake news e como identificá-las;
  • Entender os conceitos de privacidade e proteção de dados;
  • Entender o que é biometria e identificação facial;
  • Criar assinatura digital e senhas seguras.

Pré-requisito

Para realizar este curso, é importante dispor de um smartphone, computador ou notebook com conexão à internet para o acompanhamento das videoaulas. Em alguns casos, pode ser interessante o apoio de uma pessoa um pouco mais experiente no assunto para demostrar como navegar no ambiente, orientar a realização dos exercícios e conferir o progresso do aluno.

Gratuito e online

O curso completo está disponível em uma trilha de videoaulas no canal do Serpro no Youtube e no ambiente virtual Serpro Educa. No Serpro Educa, o aluno poderá, mais do que acompanhar o curso, também fazer testes de aprendizagem e obter certificado de participação. Basta acessar o ambiente e assistir as aulas no tempo que definir e quantas vezes quiser.

Nesta página você vai encontrar todos os detalhes do curso, incluindo ficha técnica e a grade completa de conteúdo. Comece agora mesmo e compartilhe com amigos e familiares.

Público 60+

O curso de Educação Digital Tec+ foi inicialmente pensado para atender idosas e idosos, mas qualquer interessado em saber mais sobre os recursos de um telefone celular obterá ganhos em realizá-lo.

A iniciativa faz parte do Tec+, conjunto de ações voltadas à inclusão digital do público 60+ que integra a perspectiva de Responsabilidade Social Corporativa do Serpro.

1° de outubro: Dia Nacional e Internacional do Idoso

Em 14 de dezembro de 1990, a Assembleia Geral das Nações Unidas designou o dia 1º de outubro como o Dia Internacional das Pessoas Idosas. No Brasil, a Lei nº 10.741/2003, instituiu o Estatuto da Pessoa Idosa, uma legislação específica destinada a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. Em 2006, a Lei nº 11.433 escolheu 1º de outubro (data da promulgação do Estatuto da Pessoa Idosa) como Dia Nacional do Idoso.

Esta data especial nos convida a refletir sobre os desafios que os idosos enfrentam, como o acesso à saúde, à educação e à inclusão sociodigital, e a promover ações que visem a assegurar seu bem-estar e respeito em todas as esferas da vida.

Aumente a Produtividade no Home Office com Fones de Ouvido de Alta Qualidade

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Como escolher o fone de ouvido ideal?

Se você trabalha em casa, sabe como é importante ter um bom fone de ouvido para se concentrar nas suas tarefas e se comunicar com os seus contatos profissionais. Mas com tantas opções no mercado, como saber qual é o fone de ouvido ideal para o seu home office?

Neste artigo, vamos te dar algumas dicas para te ajudar a escolher o fone de ouvido que mais combina com o seu estilo de trabalho, o seu gosto pessoal e o seu bolso. Vamos lá!

O que considerar na hora de escolher o fone de ouvido?

Antes de comprar o seu fone de ouvido, é preciso levar em conta alguns aspectos que podem influenciar na sua experiência de uso. Veja quais são eles:

– Tipo de fone de ouvido: existem basicamente três tipos de fone de ouvido: intra-auricular, supra-auricular e circum-auricular. Cada um tem as suas vantagens e desvantagens em relação ao conforto, ao isolamento acústico, à qualidade de som e ao design. Escolha o tipo que mais se adapta à sua anatomia, à sua preferência e ao seu ambiente de trabalho.
– Conexão: você pode optar por um fone de ouvido com fio ou sem fio. O fone de ouvido com fio tem a vantagem de não depender de bateria e de ter uma conexão mais estável, mas pode limitar a sua mobilidade e se enroscar em outros objetos. O fone de ouvido sem fio tem a vantagem de ser mais prático e confortável, mas pode ter uma bateria limitada e sofrer interferências na conexão.
– Funcionalidades: dependendo do modelo, o fone de ouvido pode oferecer algumas funcionalidades extras que podem facilitar o seu trabalho e melhorar a sua experiência. Por exemplo, cancelamento de ruído ativo, controle por toque, assistente de voz, sensor de pausa, aplicativo personalizável, microfone integrado, etc. Verifique quais são as funcionalidades que você considera importantes e úteis para o seu dia a dia.

Quais são os melhores fones de ouvido para home office?

Depois de definir os critérios que você vai usar para escolher o seu fone de ouvido, é hora de conhecer alguns dos modelos mais populares e recomendados para quem trabalha em casa. Confira:

– AirPods: são os fones de ouvido sem fio da Apple, que se conectam automaticamente aos dispositivos da marca. Eles têm um design elegante, uma bateria durável e um som nítido. Além disso, eles contam com recursos como cancelamento de ruído ativo, controle por toque e assistente de voz Siri.
– JBL Tune 500BT: são os fones de ouvido bluetooth da JBL, que têm um som potente e equilibrado. Eles têm um design dobrável, uma bateria que dura até 16 horas e um microfone integrado. Além disso, eles têm botões para controlar a reprodução de música e atender chamadas.
– Sony WH-1000XM4: são os fones de ouvido com cancelamento de ruído da Sony, que têm uma qualidade sonora excepcional. Eles têm um design ergonômico, uma bateria que dura até 30 horas e um sensor que pausa a música quando você tira o fone da orelha. Além disso, eles têm um aplicativo que permite personalizar o som e o nível de cancelamento de ruído.

Onde comprar fones de ouvido?

Você pode comprar fones de ouvido em diversas lojas físicas ou online, mas é importante pesquisar bem antes de fechar negócio.

Algumas dicas para fazer uma boa compra são:

– Compare os preços e as condições de pagamento em diferentes sites ou lojas.
– Verifique a reputação do vendedor e a opinião dos clientes que já compraram o produto.
– Confira as especificações técnicas e as funcionalidades do fone de ouvido que você deseja.
– Leia as avaliações e os comentários de especialistas e de usuários sobre o fone de ouvido que você deseja.
– Teste o fone de ouvido antes de comprar, se possível, para verificar o conforto, o ajuste, o som e o isolamento acústico.

Escolher o fone de ouvido ideal para o seu home office pode fazer toda a diferença na sua produtividade, na sua comunicação e no seu bem-estar. Por isso, vale a pena investir em um modelo que atenda às suas necessidades, às suas preferências e ao seu orçamento.

Esperamos que este artigo tenha sido útil para você. Se você gostou, compartilhe com os seus amigos e deixe o seu comentário. E se você quer comprar o seu fone de ouvido com os melhores preços e as melhores condições, visite o nosso site e confira as nossas ofertas. Até a próxima!

5 maneiras para o ChatGPT ajudar nas empresas

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança

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De acordo com o especialista da Harness, ferramenta não deve substituir as pessoas, mas aprimorar sua forma de trabalhar

A Inteligência Artificial vai substituir as pessoas? Bom, na verdade, a IA não funciona bem sem o capital humano. Uma pesquisa feita pela Resume Builder aponta que o ChatGPT, nova febre no mercado, está sendo usado pelas empresas como uma forma de ajudar os profissionais no desempenho de suas tarefas. Segundo os dados, 66% usam a ferramenta para apoiar na escrita de códigos para software, 58% a usa para criação de conteúdo e 57% para suporte ao consumidor. 

De acordo com Luis Redda, Field Sales Engineering Manager da Harness, unicórnio americano que atua em todo o mundo entregando uma solução completa de softwares, para usar o ChatGPT em empresas é preciso ensinar os colaboradores como inserir a ferramenta no fluxo de trabalho. “Algumas soft skills são fundamentais para usar o ChatGPT, como ter habilidades de comunicação e pensamento crítico, para propor soluções junto com a Inteligência Artificial generativa”, aponta Redda. 

Com potencial para agregar no dia a dia de diversos profissionais, o ChatGPT pode ser integrado ao trabalho em diversos setores. De acordo com Luis Redda, esses são as 5 principais atividades que a ferramenta pode ajudar atualmente: 

  • Geração de códigos e desenvolvimento de software

Sem o olhar do desenvolvedor e uma solução robusta de entrega de software, a IA pode ser um risco para a geração de códigos. No entanto, a ferramenta pode ser uma aliada na correção e detecção dos “bugs”, além de auxiliar na geração de códigos de forma mais rápida. “O ChatGPT acelera a curva de aprendizado e produtividade de desenvolvimento em cerca de 10x. Sem uma solução robusta e escalável de entrega de software, os riscos de segurança, qualidade e velocidade da entrega em si aumentam. O próprio processo da empresa pode virar um gargalo.”, explica o especialista.

  • Análise de dados

Em um processo de análise de grande quantidade de dados, o ChatGPT pode ser usado para organizar informações de forma mais rápida. “A IA pode combinar os dados com as tendências do mercado, inclusive, melhorando o processo de tomada de decisão”, Explica o Manager da Harness. 

  • Atendimento ao cliente

O ChatGPT pode ser a primeira porta para clientes de uma empresa. Com ele, é possível lidar com consultas comuns, informando sobre produtos e tirando dúvidas. Em paralelo, a ferramenta também pode ser configurada para o suporte técnico dos produtos, ajudando os clientes a resolver problemas. “Essa entrega é ágil e melhora a satisfação do consumidor. Vale ressaltar, isso não elimina a necessidade do atendimento humano, mas direciona melhor a operação e organiza os canais de atendimento, colocando o profissional em um lugar de monitoramento das ações”.

  • Geração de Leads

Interagindo com visitantes  no site ou acompanhando tendências, o ChatGPT pode ser um importante aliado do Marketing Digital. “A ferramenta pode ajudar na coleta de dados e no cruzamento de informações, o que permite um atendimento personalizado. Desta forma, a IA pode direcionar uma campanha diferente para cada tipo de usuário de acordo com suas preferências”.

  • Feedbacks

Por fim, o ChatGPT pode ser um aliado no acompanhamento da qualidade do serviço oferecido ao consumidor. Ele pode ser programado para pesquisar na base de clientes um feedback sobre o produto ou serviço e entregar informações com análises sobre os resultados para o tomador de decisão. “Esse processo é simples e permite que a empresa atue corrigindo com eficiência seus principais erros, impactando diretamente na experiência do consumidor”, finaliza Luis Redda.

Governo começa a utilizar o blockchain na emissão da Carteira de Identidade Nacional

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Tecnologia vai aumentar a segurança da emissão da nova identidade. Saiba o que muda e quais as vantagens do novo documento

A nova versão do Cadastro Compartilhado da Receita Federal, contemplando o processo de Emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN) e proporcionando o compartilhamento seguro de dados entre a Receita Federal do Brasil (RFB) e os Órgãos de Identificação Civil (OICs), foi implantada nesta segunda-feira (25). Desenvolvida pelo Serpro, a solução será adotada e operada por todos os OICs para operações de consulta, inscrição e alteração de CPFs e CINs, conforme a necessidade do processo de emissão das novas identidades. 

A implantação do b-Cadastros para a emissão da CIN começa nesta semana pelos estados Goiás, Paraná e Rio de Janeiro. Ao longo das próximas seis semanas, os demais estados passarão a utilizar a plataforma. O Decreto Nº 10.977, de 23 de fevereiro de 2022 estabelece que, a partir de 6 de novembro de 2023, todos os órgãos expedidores ficam obrigados a adotar os padrões novos da Carteira de Identidade (CIN). 

Vantagens do blockchain 

“A tecnologia blockchain desempenha um papel fundamental na proteção dos dados pessoais e na prevenção de fraudes, proporcionando uma experiência digital mais segura para os cidadãos brasileiros. O uso da plataforma blockchain b-Cadastros é um grande diferencial para a segurança e a confiabilidade do projeto da Carteira de Identidade Nacional”, defendeu o presidente do Serpro, Alexandre Amorim. 

“As aplicações que utilizam blockchain podem contar com vantagens como a imutabilidade dos dados, já que é praticamente impossível alterar ou falsificar os dados registrados em uma rede blockchain”, completou Amorim.  

Outra vantagem é a descentralização, pois a tecnologia é distribuída em várias máquinas e nós da rede, o que reduz a vulnerabilidade a ataques cibernéticos, tornando mais difícil para invasores comprometerem a segurança do sistema. O blockchain também promove mais transparência, já que permite rastrear todas as transações e atividades realizadas na rede, aumentando a confiança dos usuários no sistema. 

Atenção aos prazos 
 
“O uso da tecnologia blockchain é mais uma evolução importante do projeto da CIN. Traz mais consistência no serviço prestado, rastreabilidade, segurança e independência dos estados nesse processo, além de novas funcionalidades que beneficiam o cidadão, como a inscrição do CPF direto no balcão do Órgão de Identificação” disse o secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Rogério Mascarenhas. 

Para o secretário, é importante que todos os estados fiquem atentos ao prazo estabelecido pelo decreto.” A CIN é um projeto importante para a segurança pública, que combate o crime organizado, mas vai além disso. A CIN possibilita que diferentes áreas do governo possam atuar de forma integrada para atender as necessidades dos cidadãos, facilitando o acesso aos serviços, regularizando os cadastros administrativos, incluindo o cidadão brasileiro, principalmente nos serviços digitais. Até novembro, o governo federal deseja que todos os Órgãos de Identificação do Brasil já estejam emitindo a CIN”, complementou Mascarenhas. 
 
Praticidade e segurança para o cidadão  

A CIN, que começou a ser emitida em julho do ano passado, contém novos elementos de segurança, incluindo um QR Code seguro e uma zona de leitura automatizada, com possibilidade de checagem fácil e segura pelas forças de segurança pública e por todos os balcões públicos e privados. Além da versão física, em papel ou policarbonato (plástico), o documento também passou a ter uma versão digital, disponibilizada no aplicativo Gov.br.  

Outra mudança importante é a adoção do CPF como o número do registro nacional, o que significa que independente de qual Estado da Federação o documento seja emitido, o cidadão manterá sempre o mesmo número em seu registro. 

Conheça todos os detalhes do novo documento, incluindo as orientações para sua emissão, nesta seção de perguntas e respostas elaborada pelo MGI.