Luz Amarela ou Luz Branca? Saiba quais os momentos certos de usar cada uma

Com Philips Hue é possível ter qualquer opção de iluminação em todos os momentos com apenas uma lâmpada

Luz Amarela ou Luz Branca

Imagem de Jon Kline por Pixabay

Se você é heavy user de redes sociais, sem dúvidas já está por dentro do meme do momento: a polêmica da Luz Branca ou Luz Amarela. Mas, sabia que por trás do tema há muito mais do que apenas uma preferência de cor e estilo? A Philips Hue te ajuda a entender um pouco mais sobre o assunto e também dá sugestões de como ter as duas opções em uma só lâmpada.

“A diferença entre luz quente e luz fria, na verdade, está relacionada à temperatura de cor da fonte de luz. As luzes amarela e branca possuem a mesma cor, o que muda é a temperatura delas. Essa intensidade é medida em Kelvin (K) e afeta a aparência e o ambiente criado pela iluminação em questão”, explica Edgard Jiron, Gerente de Produto da Signify Brasil.

Luz Quente

A luz quente, também conhecida como luz amarela, tem uma temperatura de cor mais baixa, geralmente entre 2.700 K e 3.000 K. Ela emite uma tonalidade amarelada e cria uma atmosfera aconchegante e relaxante. É semelhante à luz produzida por lâmpadas incandescentes tradicionais ou velas. Confira abaixo alguns dos usos indicados para a luz quente:

  • Quartos: A luz amarela cria um ambiente aconchegante e relaxante, sendo ideal para quartos, onde buscamos conforto e tranquilidade.
  • Salas de estar: Para criar uma atmosfera acolhedora e convidativa, a luz amarela é uma excelente opção para salas de estar, onde passamos momentos de descontração e convívio social.
  • Restaurantes e cafés: A luz amarela contribui para uma experiência mais intimista em locais de refeições, proporcionando um clima agradável e relaxante para os clientes.
  • Spa e áreas de bem-estar: Ambientes de spa, salas de massagem e áreas de relaxamento podem se beneficiar da luz amarela, criando uma atmosfera tranquila e reconfortante.

Luz Fria

Já a luz fria, também conhecida como luz branca ou luz do dia, possui uma temperatura de cor mais alta, geralmente acima de 5.000 K. Ela emite uma tonalidade branca e brilhante, semelhante à luz natural do sol durante o dia. A luz fria é mais intensa e pode ajudar a aumentar a concentração e a produtividade. Confira abaixo alguns dos usos indicados para a luz fria:

  • Ambientes de trabalho e escritórios: A luz branca é mais energizante e auxilia na concentração e produtividade, sendo ideal para espaços onde se realizam tarefas que exigem atenção e foco, como escritórios e estações de trabalho.
  • Cozinhas e áreas de preparo de alimentos: A luz branca proporciona uma iluminação clara e nítida, tornando-a apropriada para áreas onde a precisão visual é importante, como cozinhas e bancadas de preparo de alimentos.
  • Lojas e espaços comerciais: A luz branca é frequentemente utilizada em lojas e espaços comerciais para realçar as cores e detalhes dos produtos, oferecendo uma iluminação brilhante e atraente.
  •  Áreas de exercícios e academia: A luz branca, por sua natureza mais brilhante, é frequentemente utilizada em áreas de exercícios e academias para fornecer uma iluminação energizante, ajudando os usuários a se manterem alertas e ativos durante o treino.

É importante ressaltar que a preferência pessoal também desempenha um papel importante na escolha entre luz quente e luz fria, mas a boa notícia é que não é mais necessário escolher uma opção só para ter em casa. As lâmpadas inteligentes Philips Hue possuem mais de 18 milhões de opções de cores entre tons de brancos e colorido.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança de empresas

Inteligência Artificial será ocasionadora de uma série de novos ataques. Por outro lado, companhias devem usar a própria IA para aprimorar segurança cibernética.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Em 29 de março deste ano, mais de mil pesquisadores, especialistas e executivos do setor de tecnologia, entre eles Elon Musk, CEO da Tesla, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, pediram em carta aberta uma pausa de seis meses no desenvolvimento das novas ferramentas de inteligência artificial (IA), chamando a situação atual de “perigosa” corrida armamentista. O contexto apresentado pelas mentes mais brilhantes da tecnologia expõe uma dicotomia em torno de um dos temas mais falados no momento: se por um lado é comemorado que a IA trará benefícios claros para o desenvolvimento da economia e sociedade, por outro, é inevitável que ela tem o potencial de colocar em xeque as bases mais fundamentais desses sistemas. 

Para o Security Design Lab (SDL), rede global de pesquisa e desenvolvimento de cibersegurança com operação na América do Sul e Europa, a Inteligência Artificial e a Segurança Cibernética estão trilhando caminhos da integração e a convivência entre ambas será inevitável. Um exemplo é a Microsoft, parceira da OpenAI, empresa criadora do ChatGPT: enquanto anunciou a injeção de bilhões de dólares na evolução ferramenta, por outro lado, também dobrará o investimento em pesquisa e desenvolvimento em segurança cibernética, para cifras na casa de US$ 20 bilhões. 

Quais os riscos que a Inteligência Artificial poderá trazer para a segurança das empresas?  

Um dos maiores desafios são os hackers usarem a Inteligência Artificial para desenvolver ameaças cibernéticas mais sofisticadas, como e-mails de phishing realistas, implantar malwares ou criar vídeos deepfake convincentes. Em recente evento da Dell em Las Vegas, um dos maiores golpistas da história dos Estados Unidos, Frank Abagnale Jr, que teve a sua vida retratada no filme “Prenda-me se for capaz”, foi bastante claro: “O que eu fiz há 40 anos, hoje está muito mais fácil de fazer por conta das tecnologias existentes. Não apenas do ponto de vista de tecnologia, mas especialmente, das pessoas. A engenharia social é uma realidade e não vai mudar. Os cibercriminosos vão usar a Inteligência Artificial. Ela será do mal”, apontou o especialista, que se tornou consultor do FBI e palestrante sobre segurança da informação. 

“O ChatGPT, por exemplo, poderia ser usado, facilmente, por um hacker para gerar uma mensagem de spear phishing personalizada com base nos materiais de marketing de uma empresa e em e-mails comuns do dia a dia. Ele consegue enganar as pessoas que foram bem treinadas em reconhecimento de mensagens fraudulentas, porque não se parecerá com as mensagens que foram treinadas para detectar”, alerta Alexandre Vasconcelos, diretor para a América Latina do Security Design Lab. 

Christiano Sobral, sócio-diretor e especialista em direito digital no Urbano Vitalino Advogados, diz que experts em cibersegurança descreveram, recentemente, o potencial perigoso do ChatGPT e sua capacidade de criar um malware polimórfico que é quase impossível de identificar usando detecção e resposta de endpoint (EDR). “EDR é um tipo de técnica de segurança cibernética que pode ser implantada para capturar software malicioso. No entanto, os especialistas sugerem que esse protocolo tradicional não é páreo para o dano potencial que o ChatGPT pode criar. O código que pode sofrer mutações – é aqui que entra o termo polimórfico – por ser muito mais difícil de detectar. A maioria dos modelos de aprendizado de idiomas, como o ChatGPT, são projetados com filtros para evitar a geração de conteúdo impróprio, conforme considerado por seus criadores. Isso pode variar de tópicos específicos a, neste caso, código malicioso. No entanto, não demorou muito para que os usuários encontrassem maneiras de burlar esses filtros. É essa tática que torna o ChatGPT particularmente vulnerável a indivíduos que procuram criar scripts nocivos”, explica. 

Como a Inteligência Artificial poderá auxiliar na evolução de ferramentas de cibersegurança?  

Se a capacidade de identificar ameaças cibernéticas tornou-se e será cada vez mais difícil, quando integrados a algoritmos de aprendizado que utilizam Inteligência Artificial, os sistemas de segurança poderão trazer vantagens significativas para a segurança cibernética. “Por exemplo, identificar as variantes de um malware pode ser um desafio, especialmente quando enormes volumes de código o mascaram. No entanto, lidar com essa ameaça cibernética será mais fácil, quando as soluções de segurança utilizarem mecanismos de Inteligência Artificial, que incluam bancos de dados de malwares existentes e a capacidade de detectar padrões para descobrir novos códigos maliciosos”, aponta Cristiano Iop, fundador da Sikur, empresa fabricante de soluções de cibersegurança. 

Com a utilização da Inteligência Artificial, o executivo defende que os sistemas de segurança cibernética terão capacidade de reconhecer padrões, o que significa que esses sistemas podem detectar desvios de normas, respondendo adequadamente às ameaças nos ecossistemas de TI (Tecnologia da Informação), TO (Tecnologia Operacional) e SCI (Sistema de Controle Industrial).

O caminho da regulação no Brasil e no mundo 

No Brasil o Senado está analisando um projeto de lei para regulamentar os sistemas de inteligência artificial. Ele é baseado no trabalho de uma comissão de juristas que analisou, ao longo de 2022, outras propostas relacionadas ao assunto, além da legislação já existente em outros países. O texto cria regras para que os sistemas de inteligência sejam disponibilizados no Brasil, estabelecendo os direitos das pessoas afetadas por seu funcionamento e define critérios para o uso pelo poder público. Violações das regras previstas poderão acarretar multas de até R$ 50 milhões por infração ou até 2% do faturamento, no caso de empresas. Outras punições possíveis são a proibição de participar dos ambientes regulatórios experimentais e a suspensão temporária ou definitiva do sistema.

No exterior, o Reino Unido – terceiro lugar no mundo em publicações de IA, publicou um White Paper sobre sua abordagem à regulamentação. Segundo Marcello Junqueira, sócio do Urbano Vitalino Advogados e especialista em direito digital, o primeiro-ministro Rishi Sunak anunciou que o país sediará uma cúpula global sobre a regulamentação da Inteligência Artificial entre setembro e dezembro de 2023. 

“O material elaborado no Reino Unido propõe um conjunto de princípios abrangentes de regulamentação que contempla segurança, proteção e robustez, transparência e explicabilidade, justiça, responsabilidade e governança e contestabilidade e reparação. O conteúdo conta com um anexo sobre as intenções do país de promover o desenvolvimento de padrões internacionais de IA e aponta para os fóruns existentes para engajamento multilateral sobre o tema, como o Grupo de Trabalho de Governança da Inteligência Artificial da OCDE, G7 e Comitê do Conselho da Europa sobre Inteligência Artificial – o último dos quais está atualmente desenvolvendo um tratado de direitos humanos”, explica Junqueira. 

Sobre o Security Design Lab 

Security Design Lab (SDL) é uma grande rede de colaboração fundada em 2021 para gerar discussões, experiências e disseminação de conhecimentos para auxiliar as empresas e governos a melhorar os seus níveis de segurança. Tem por objetivo fomentar debates e promover a troca de experiências para difundir conhecimentos sobre melhores práticas, políticas, padrões e regulações em cibersegurança. Junto com a Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), o SDL começou, em maio, a coleta de dados para a primeira pesquisa sobre cibersegurança entre as empresas de capital aberto do país. O objetivo é entender a maturidade de cada uma e apoiar as áreas técnicas e de compliance para disseminar a importância do tema entre os C-levels, Conselhos de Administração e Acionistas. O resultado poderá ajudar no desenvolvimento de políticas públicas em prol de mais segurança para as empresas e os investidores. 

Petrobras testa robô especializado em entregas de amostras em seu centro de pesquisas

Equipamento pode transportar até 35 kg de amostras como petróleo e seus derivados e rochas.

drone terrestre

FOTO: Divulgação Petrobras

A Petrobras iniciou os testes com um drone terrestre para transporte de amostras, entre os diversos laboratórios do centro de pesquisas e inovação da empresa, o Cenpes, onde são desenvolvidas as tecnologias utilizadas pela Petrobras. O objetivo é verificar se a tecnologia tem potencial para redução de exposição humana ao risco, através da entrega automatizada que evita contato físico com as substâncias transportadas. 

“O robô de transporte de amostras é um experimento para avaliar a viabilidade e os ganhos em segurança do uso de veículos autônomos ou remotamente controlados para transporte de pequenas cargas internamente em unidades terrestres. Esse drone poderá ser utilizado para transporte de amostras, documentos, pequenos componentes ou ferramentas, evitando que um trabalhador tenha que se deslocar apenas para essa tarefa”, explica a gerente executiva do Cenpes, Maiza Goulart. “Há uma outra iniciativa de desenvolvimento, em outra frente, de um veículo autônomo que permitirá o transporte de cargas maiores que 35kg e sem a necessidade de um operador remoto, utilizando as mesmas vias já existentes para os veículos”, revela. 

 O entregador em teste é “elétrico”, literalmente. Movido a bateria, atinge a velocidade de cerca de 6 km/h, o equivalente de uma pessoa, não atleta, correndo. Equipado com sistema GPS, duas câmeras e controlado remotamente por um piloto, o equipamento pode transportar uma carga de até 35 kg e utiliza a rede 4G comercial. Desenvolvido por uma startup nacional, o entregador já é utilizado atualmente por uma rede de supermercados em outra aplicação.  

O trajeto do drone é monitorado. A cada ponto de entrega, a central de controle informa e confere quem está abrindo a caixa de transporte e basta o destinatário mostrar o crachá para ser identificado. Em caso de dúvida, também é possível conversar com a central por meio de WhatsApp e por voz, já que o drone é equipado com um tipo de walkie talkie.  

Equipado com chassi robótico, o drone recebeu uma identidade visual, uma carinha simpática, para o período de experiência, mas ainda não tem nome pois não foi “efetivado”. O contrato de teste da tecnologia inclui o serviço de pilotagem e suporte da máquina e vai até agosto.

Quais profissões estão ameaçadas pela Inteligência artificial? Isso te preocupa?

Quem tem medo da IA? Pesquisa da YouGov mostra profissões que mais temem ser substituídas.

Manufatura, TI e Telecomunicações estão entre os mais receosos, enquanto médicos estão confiantes de que a IA não é uma ameaça.

Quais profissões estão ameaçadas pela Inteligência artificial?

Uma nova pesquisa da YouGov, multinacional especializada em pesquisa de mercado on-line, realizada em 18 mercados internacionais, mostra quais setores da economia temem ser substituídos total ou parcialmente pela Inteligência Artificial. A manufatura é o setor que mais tem este receio, com 19,2% dos funcionários desse setor acreditando que a IA será capaz de realizar a maioria de suas tarefas. Tecnologia da Informação e Telecomunicações ocupam o segundo lugar entre os mais assustados com essa possibilidade, com 16,5%.

No lado oposto, os médicos e os funcionários do setor de transporte e distribuição são os mais confiantes de que a IA não poderá substituí-los em nenhum momento. 27,5% e 24,5% dos funcionários desses setores, respectivamente, afirmam que a IA não será capaz de realizar suas tarefas ou as de seus colegas de forma satisfatória. É preciso destacar que, globalmente e em todas as indústrias, 37,8% das pessoas não sabem qual é o futuro da tecnologia.

“Vale considerar também que nem todo mundo tem medo da IA. Quase três em cada 10 funcionários do setor de mídia e publicidade, bem como um quarto dos trabalhadores do setor jurídico, afirmam que ela poderia realizar algumas tarefas complementares ao seu trabalho, em vez de substituir suas atividades diretas”, acrescenta David Eastman, diretor-geral e comercial da YouGov na América Latina.

Otimismo semelhante existe no setor de serviços financeiros: quase 10% das pessoas dessa área acreditam que tais programas substituirão (parcial ou totalmente) outros funcionários de sua empresa, mas não nenhuma das suas tarefas.

Atraso na adoção

A pesquisa da YouGov também revela que relativamente poucas empresas já estão implementando ou considerando seriamente implementar a IA em seus negócios. Globalmente, 31,5% das pessoas dizem que a IA não está sendo usada, não está sendo planejada e não está sendo discutida para possíveis aplicações. Outros 33,4% dizem que não têm ideia se o tópico está sendo mencionado ou considerado pelos líderes da empresa. Isso significa que, potencialmente, 64,8% das pessoas trabalham em organizações que não têm planos para IA.

Aqueles que estão vendo implementações de IA em seus locais de trabalho, pelo menos com mais frequência do que outros setores, são os trabalhadores do setor de TI e telecomunicações: 22,3% afirmam que eles próprios, seus colegas ou outros colaboradores da organização estão usando esses programas no dia a dia. Mais de 18% dos profissionais dos setores de mídia/publicidade e manufatura também afirmam o mesmo.

Eastman acrescenta que há uma relação clara entre o ceticismo dos funcionários em relação aos usos da IA em seu setor e o fato de haver ou não conversas sobre sua possível implementação. Por exemplo, conforme mencionado acima, os trabalhadores dos setores médico e de transportes são os que mais duvidam que a IA possa substituir suas atividades ou as dos seus colegas. Da mesma forma, apenas 42,2% e 35,9% dos funcionários desses setores, respectivamente, dizem que nenhum programa desse tipo está sendo usado, planejado ou discutido, os percentuais mais altos do estudo (fora do setor imobiliário).

Medo generalizado da IA

Embora alguns consumidores estejam pensando ativamente em como empregar recursos de IA dentro dos seus espaços de trabalho, o consenso global continua sendo de medo e até mesmo de rejeição da tecnologia. Isso é particularmente verdadeiro em atividades, funções e trabalhos que envolvem tarefas repetitivas: mais de um quarto da população, de acordo com uma pesquisa realizada pela Surveys em março passado, acredita que a IA será capaz de fazer um trabalho melhor do que os humanos em suporte técnico, desenvolvimento de software, criação de cópias de sites e contabilidade nos próximos cinco anos.

E, em geral, a possibilidade de que os robôs e os programas de IA possam “roubar os empregos das pessoas” é um temor recorrente. Mais da metade da população está muito ou um tanto preocupada com a possibilidade de a Inteligência Artificial substituir empregos. “Um número semelhante está preocupado com o fato de os robôs roubarem os empregos das pessoas ou com as possibilidades de programas generativos, como o ChatGPT. A única coisa que gera mais medo do que essas possibilidades é a desinformação”, conclui o diretor da YouGov.

Metodologia

YouGov Surveys: Serviced fornece resultados rápidos sobre pesquisas de públicos de nicho ou nacionalmente representativos em vários mercados. Os dados se baseiam em pesquisas com adultos de 18 anos ou mais em mais de 18 mercados com tamanhos de amostra entre 512 e 2007 para cada mercado. Todas as pesquisas foram realizadas on-line em março e abril de 2023. Os dados de cada mercado usam uma amostra nacionalmente representativa, exceto México e Índia, que usam amostras representativas da população urbana, e Indonésia e Hong Kong, que usam amostras representativas da população on-line. Aprenda mais sobre YouGoy Surveys: Serviced.

Sobre a YouGov

A YouGov é uma multinacional de origem britânica, pioneira em pesquisa de mercado on-line e ferramentas que integram o planejamento e o monitoramento de dados, garantindo informações mais precisas e ágeis de serem acionadas por seus clientes. Presente em cerca de 70 países nas Américas, Europa, Oriente Médio, Ásia, Ásia-Pacífico e África, a empresa possui uma das maiores redes de pesquisa do mundo. São mais de 24 milhões de membros registrados em seu painel, 800 mil dos quais estão no Brasil. Com dados acumulados ao longo de 20 anos de operação, a YouGov utiliza os chamados “dados vivos” – informações do consumidor continuamente atualizadas, precisas e acionáveis. A missão da empresa é oferecer uma visão incomparável sobre o que o mundo pensa, com soluções inovadoras que ajudam as marcas, proprietários de mídia e agências mais reconhecidas internacionalmente a planejar, ativar e acompanhar melhor suas atividades de marketing. Os dados da YouGov são regularmente referenciados pela imprensa global, sendo a segunda fonte de pesquisa de mercado mais citada no mundo.

O que é Clickbait? Descubra como identificar e evitar!

O que é Clickbait? Descubra como identificar e evitar!

Imagem de Jan por Pixabay

O que é Clickbait? O clickbait tem se tornado cada vez mais comum nas redes sociais e na internet como um todo. Mas afinal, o que é clickbait? Neste post, vamos explorar o conceito de clickbait, explicar por que é usado e fornecer exemplos para que você possa identificá-lo e evitá-lo.

1. O que é Clickbait?

– Definição de clickbait: Clickbait é uma estratégia de marketing que usa títulos sensacionalistas e provocativos para atrair a atenção do público e incentivar o clique em um conteúdo.
– Objetivo do clickbait: O principal objetivo do clickbait é gerar tráfego, aumentar visualizações e engajamento, muitas vezes às custas da qualidade e relevância do conteúdo.

2. Como identificar o Clickbait?

– Títulos sensacionalistas: Clickbaits geralmente apresentam títulos chamativos e exagerados, prometendo revelações surpreendentes ou conteúdo irresistível.
– Informações vagas: Clickbaits frequentemente fornecem poucas informações no título, deixando o leitor curioso e com vontade de clicar para obter mais detalhes.
– Uso de imagens provocativas: O clickbait muitas vezes é acompanhado por imagens apelativas e provocativas para atrair ainda mais a atenção.

3. Exemplos de Clickbait

– “Você não vai acreditar no que aconteceu depois que ela abriu a porta!”
– “Essa dica simples vai mudar sua vida para sempre!”
– “Os 10 segredos mais chocantes das celebridades que eles não querem que você saiba!”

4. Por que evitar o Clickbait?

– Conteúdo enganoso: Muitas vezes, o clickbait não entrega o que promete, levando a frustração do leitor e perda de confiança no site ou autor.
– Baixa qualidade do conteúdo: Muitos clickbaits têm conteúdo raso e de baixa qualidade, focados apenas em atrair cliques em vez de oferecer informações valiosas.
– Experiência do usuário negativa: Clickbaits podem causar uma experiência negativa para os usuários, que se sentem enganados ou manipulados.

O clickbait pode ser tentador, mas é importante ficar atento e evitar cair nessa armadilha e até mesmo em golpes financeiros. Ao identificar os sinais de clickbait, você pode tomar decisões mais informadas sobre quais conteúdos consumir e apoiar. Priorize a qualidade, a transparência e a relevância, garantindo assim uma melhor experiência online.

10 Dicas Práticas para Encontrar Equilíbrio entre Trabalho e Vida Pessoal

10 Dicas Práticas para Encontrar Equilíbrio entre Trabalho e Vida Pessoal

Imagem de Brian Merrill por Pixabay

Encontrar o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é essencial para uma vida saudável e gratificante. Com o aumento do trabalho remoto e a crescente demanda por produtividade, pode ser um desafio separar as responsabilidades profissionais das pessoais. Neste post, compartilharemos 10 dicas práticas que ajudarão você a encontrar esse equilíbrio tão desejado, permitindo que você aproveite todas as áreas da sua vida de forma plena e satisfatória.

1. Estabeleça horários e limites claros:

Defina horários específicos para o trabalho e reserve um tempo dedicado exclusivamente à sua vida pessoal. Estabelecer limites claros ajudará a evitar que as duas esferas se misturem e a garantir que você tenha tempo para atividades fora do trabalho.

2. Priorize as tarefas:

Identifique as tarefas mais importantes e urgentes em sua lista de afazeres e concentre-se nelas primeiro. Ao priorizar adequadamente, você evitará a sensação de sobrecarga e poderá realizar suas atividades de maneira mais eficiente.

3. Pratique o autocuidado:

Dedique tempo para cuidar de si mesmo. Faça exercícios físicos regularmente, durma o suficiente, alimente-se de forma saudável e reserve momentos para relaxar e recarregar as energias. Priorizar o autocuidado ajudará a manter sua saúde física e mental em equilíbrio.

4. Defina limites nas comunicações:

Estabeleça horários em que você não irá responder a e-mails ou mensagens de trabalho. Criar um espaço livre de interrupções permitirá que você se concentre em momentos pessoais e desfrute de momentos de qualidade com amigos e familiares.

5. Faça pausas regulares:

Não se esqueça de fazer pausas regulares durante o trabalho. Levante-se, estique-se e descanse a mente. Essas pausas curtas ajudam a melhorar o foco e a produtividade, evitando o esgotamento.

6. Aprenda a dizer “não”:

Não se sobrecarregue com compromissos extras. Aprenda a dizer “não” quando necessário e priorize suas próprias necessidades. Respeitar seus limites e evitar assumir mais do que pode lidar é fundamental para manter o equilíbrio.

7. Estabeleça momentos de lazer:

Reserve tempo para atividades que tragam alegria e satisfação. Faça coisas que você ama, como hobbies, passeios ao ar livre, leitura ou assistir a filmes. Ter momentos de lazer é essencial para o bem-estar emocional e para recarregar as energias.

8. Separe o espaço físico:

Se você trabalha em casa, crie um espaço dedicado ao trabalho, separado do resto da casa. Isso ajudará a definir limites físicos entre o trabalho e a vida pessoal, permitindo que você desligue quando necessário.

9. Pratique a delegação e a busca por apoio:

Não hesite em delegar tarefas e buscar apoio quando necessário. Aprenda a confiar em colegas de trabalho, amigos ou familiares para dividir responsabilidades. Isso aliviará a carga de trabalho e permitirá que você se concentre em outras áreas da sua vida.

10. Esteja presente:

Quando estiver em momentos pessoais, esteja totalmente presente. Desligue-se das preocupações do trabalho e concentre-se nas interações e experiências em sua vida pessoal. Aprenda a desfrutar o momento presente e a cultivar relacionamentos significativos.

Conclusão:

Encontrar equilíbrio entre trabalho e vida pessoal é um desafio contínuo, mas com as estratégias certas, é possível alcançá-lo. Priorize sua saúde e bem-estar, estabeleça limites claros e aproveite os momentos pessoais. Lembre-se de que o equilíbrio é único para cada pessoa, portanto, experimente diferentes abordagens até encontrar o que funciona melhor para você. Ao fazer isso, você terá uma vida mais equilibrada e gratificante.

ChatGPT na comunicação é confiável?

ChatGPT na comunicação é confiável?

Imagem de Enrique por Pixabay

A febre mundial, que virou o universo da comunicação de cabeça para baixo, se chama ChatGPT, a inteligência artificial capaz de escrever ensaios sobre praticamente qualquer tópico porque busca em uma ampla variedade de textos disponíveis ao público uma resposta.

No entanto, existem limitações no ChatGPT que é importante saber antes de decidir usá-lo em um projeto de comunicação ou mesmo em substituir os serviços de uma agência de comunicação para criar conteúdos.

Para Ediney Giordani, CdO da KAKOI Comunicação, a maior limitação do ChatGPT é o fato desta tecnologia ainda não ser confiável para gerar informações precisas: “a inteligência precisa de comando. Ela não pensa, ela só aceita a premissa que você ordenou. Se ordenar ir em frente mesmo sabendo que há um iceberg na frente, ela vai, simples assim”.

Ignora os eventos atuais

Esta limitação é um dos principais apontamentos de quem tentou criar textos com a tecnologia que não tem conhecimento de nenhum conteúdo criado após 2021. “Se o seu conteúdo precisa estar atualizado, o ChatGPT em sua forma atual pode não ser útil e não vai substituir, de maneira alguma a criatividade de quem está escrevendo.”

ChatGPT requer instruções altamente detalhadas

Requer instruções detalhadas para produzir um conteúdo de maior qualidade com e com chance de ser altamente original ou de ter um ponto de vista específico. Quanto mais instruções forem dadas, mais sofisticado será o texto:

“Quanto menos instruções houver na solicitação de conteúdo, maior a probabilidade do resultado ficar semelhante com outra solicitação. Os artigos diferirão, mas estarão compartilhando a mesma estrutura, inclusive com subtópicos semelhantes, mesmo que sejam criados com palavras 100% diferentes” conta Giordani

Todo cuidado é pouco

Recentemente uma reportagem do Portal Ig revelou um grande problema na utilização do Chat: A ferramenta fez plágio de diversos textos, dentre eles, alguns da própria publicação. Um site chamado Substack criou um texto com o nome The Rationalist e alguns usuários notaram que o texto parecia não sido escrito por humanos, até que o autor, “Petra”, confirmou o uso da ferramenta. Além disso há relatos de que a IA também orientou, errado, investidores do mercado financeiro lhes causando altas somas em prejuízo.

“A ferramenta está muito embrionária, mas o burburinho já foi causado, Google, Bing, Edge e Chrome irão incorporar em seus sistemas, então, precisamos usar, claro, mas com muita moderação” finaliza Giordani.

Tendência indústria 4.0: Quem tem medo da Inteligência Artificial?

Com uma linguagem simples e eficiente, empresas brasileiras recorrem às inovações digitais para tornar o chão de fábrica inteligente e disputar mercado.

Dados da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial* indicam que em 2022 houve uma taxa de crescimento global de 18,2% em negócios desta área. Uma pesquisa** com mais de 200 tomadores de decisão de alto escalão em empresas globais de manufatura aponta que 68% listaram a melhoria de agilidade como uma das principais prioridades de negócios nos próximos anos. Na indústria automotiva, por exemplo, estima-se que as fábricas que utilizam Inteligência Artificial em seu funcionamento irão render US$ 160 bilhões em 2023.

As apostas em soluções inovadoras circulam entre tendências como o uso de Gêmeos Digitais, Blockchain, IoT, Inteligência Artificial e Segurança, Computação Quântica, Metaverso, Superapps, Automação Robótica de Processos (RPA), novas soluções de energia e tecnologias sustentáveis. Mas, tratando-se de tecnologia para melhorias no chão de fábrica e todo linguajar complexo que envolve a Indústria 4.0, será que o mercado brasileiro está preparado para este ano novo?

Para Diego Mariano, CEO da BirminD, empresa que realiza otimização industrial com Inteligência Artificial (WEG Group), um linguajar simplificado sobre as ferramentas a serem aplicadas nas fábricas é o grande “pulo do gato” e o diferencial para que mais empresas se preparem para modernizar a sua produção. “Se a gente não simplificar o discurso em torno do uso da Inteligência Artificial e continuar falando o chamado ‘tecniquês’, esta postura irá atrapalhar o desenvolvimento do mercado aqui no país”, explica o engenheiro de controle de automação, de 34 anos, que trabalhou como integrador de sistemas em engenharia de campo, automatizando indústrias do ramo da mineração, petroquímica e química antes de fundar a sua própria empresa e ser um dos pioneiros no uso de IA para o chão de fábrica no Brasil.

“Se a gente não deixar claro para o cliente que ele não precisa se preocupar com o que há por trás do uso de Inteligência Artificial, pois o algoritmo já existe há mais de 40 anos, muitos industriais vão continuar enxergando este tipo de tecnologia como algo ainda inalcançável e complexo. Hoje temos o poder computacional e a facilidade para criar uma experiência de usuário que permite uma democratização da Inteligência Artificial. Basta abrir um software e preencher um formulário. É por isso que qualquer empresário no Brasil, seja ele de pequeno, médio ou grande porte, pode ter um chão de fábrica inteligente, com tecnologia de ponta e sem gastar milhões”, explica Mariano, mostrando que as inovações não são um bicho de sete cabeças.

“Quando você fala ‘Hey Siri’ e diz alguma coisa para o celular, ela usa o processamento de linguagem natural que é Inteligência Artificial, mas você nem percebe. Ele utiliza redes neurais, mas nem sabe o que é isso, porque ele nem precisa saber. O que ele precisa saber é o benefício que aquilo traz para sua produção. Esse é o mesmo conceito que a gente usa para a indústria”, finaliza Diego.

A BirminD nasceu como uma startup em 2015 e logo começou participar de vários programas de aceleração, como o “Startup SP” do Sebrae. Mas foi o programa da SAP, o “Startup Focus”, que desafiou os jovens empreendedores a dar um passo em cima da Inteligência Artificial. A partir daí os engenheiros desenvolveram os próprios algoritmos e uma poderosa biblioteca de machine learning. O software B-Wise, de melhoria de malha de controle, oferecido pela empresa ganhou Inteligência Artificial e foram criados novos módulos que potencializaram a plataforma, como o de detecção de anomalias e o de gêmeos digitais. “Hoje a nossa função é otimizar a fábrica usando a Inteligência Artificial como ferramenta, mas uma ferramenta cada vez mais transparente para o usuário”, explica o Head de Produtos da BirminD Gabriel Martins Dias.

“O mercado industrial brasileiro buscou em 2022 minimizar e diminuir o custo com insumos, além de aumentar a qualidade de sua produção. A BirminD direcionou seus projetos e produtos para atender a este tipo de necessidade, ajudando indústrias de pequeno, médio e grande porte a dar o primeiro passo no processo de digitalização para produzir melhor”, comenta Dias, lembrando que uma grande parte das plantas de fábricas brasileiras não têm internet, mesmo assim o uso de Inteligência Artificial é possível, embarcando os algoritmos em um PC industrial no chão da fábrica. Neste quesito a BirminD é pioneira no Brasil.

A BRF, por exemplo, a maior exportadora de carne de frango do mundo, implantou um processo BirminD e conseguiu diminuir as perdas de carne no processo de desosso de frango em sua linha de produção. Além disso, eliminou retrabalho e aumentou a qualidade do produto que teve uma redução de ossos nos filés de frango com a ajuda da Inteligência Artificial.

Segundo Gabriel, produzir melhor pode ter diferentes perspectivas dependendo da indústria, empresa ou setor e pode significar: reduzir custos, aumentar segurança e qualidade, utilizar melhor os insumos ou poluir cada vez menos o meio ambiente. Agora as indústrias começam a buscar as tendências para 2023, já que existe uma projeção de um cenário com um crescimento menor para o ano. “Com um cenário mais cuidadoso é preciso bastante atenção para continuar produzindo cada vez melhor, mas arriscando menos. Este ano, as empresas que saírem na frente e não tiverem medo do novo, serão aquelas que com medidas concretas para desenvolver sua maturidade em Inteligência Artificial ”, finaliza.

*UNIDO Statistics Data Portal

​**https://internetofbusiness.com/automotive-smart-factories-could-create-160bn-annual-gains-cappgemini/

B-Wise : Com base em históricos de dados, a BirminD desenvolveu diversos algoritmos de Inteligência Artificial capazes de melhorar o OEE, aumentando a disponibilidade e a produtividade das linhas de produção

Diego Mariano, CEO da Birmin

Gabriel Martins Dias, Head de Produtos da BirminD