Inteligência artificial na saúde: parceria entre setor público e privado leva tecnologia de ponta ao SUS para acelerar diagnósticos e detectar emergências

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

A inteligência artificial está presente em nossas vidas há muito tempo, e o setor que mais tem recebido investimentos neste sentido ultimamente é o da saúde. Em muitos países, entre eles o Brasil, a digitalização da saúde já vai muito além da telemedicina, com a IA sendo utilizada para aumentar a velocidade e a precisão de diagnósticos e triagens, como na detecção de tumores e lesões, no desenvolvimento de novos medicamentos e tratamentos personalizados para os pacientes. Os projetos de pesquisa, desenvolvimento e lançamento de novas tecnologias com funções cada vez mais avançadas para a área da saúde estão a todo vapor.

A transformação digital está revolucionando a rotina dos hospitais e unidades de saúde, oferecendo mais possibilidades aos profissionais e muito mais bem-estar aos pacientes e familiares. A tecnologia da informação leva mais praticidade e facilidade à gestão dos hospitais e clínicas, colocando à disposição dos gestores todas as informações necessárias para as tomadas de decisão.

Segundo o relatório Artificial intelligence index report 2022[1] da Universidade Stanford, no mundo todo foram investidos US$ 11,3 bilhões em pesquisa e inovação com inteligência artificial para a saúde em 2021 pelo setor privado, 40% a mais que no ano anterior. Nos últimos cinco anos, foram US$ 28,9 bilhões investidos, colocando o setor de saúde como o principal foco de investimentos privados em IA, superando setores mais tradicionais no uso de tecnologia da informação, como o financeiro e o varejo.

No mesmo sentido, um estudo recém-divulgado pela Market Research Future[2] prevê que o mercado de inteligência artificial deve superar os 12 bilhões de dólares até 2030, com crescimento anual acima de 50%.

Nos EUA, a Microsoft anunciou recentemente um programa de pesquisa clínica que utilizará a inteligência artificial para diagnosticar e tratar o câncer de pâncreas com mais eficácia. O programa vai empregar a tecnologia da empresa para analisar uma grande quantidade de dados de pacientes para desenvolver planos de tratamentos personalizados, de acordo com as necessidades de cada paciente.

E o Brasil também está incluído nesta revolução tecnológica da saúde, inclusive com atendimento gratuito pelo SUS. Um exemplo é o algoritmo de detecção de sangramento intracraniano, desenvolvido por uma empresa israelense, que é oferecido a alguns hospitais públicos de São Paulo e Goiás pela FIDI, instituição sem fins lucrativos fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina, atual Universidade Federal de São Paulo (DDI-UNIFESP), para promover o desenvolvimento científico e acadêmico.

O software utiliza um algoritmo de inteligência artificial para analisar e identificar padrões de imagem em tomografias computadorizadas que possam sugerir quadros graves, como o AVC hemorrágico. Desta forma, o médico pode analisar mais rapidamente os exames realizados e notificar uma possível emergência, permitindo que pacientes subam na fila de atendimento automaticamente, tendo um tratamento mais rápido em um momento em que cada segundo pode fazer a diferença.

A fundação ainda oferece aos hospitais o command center – uma central técnica associada a uma plataforma digital que possibilita a realização de exames de tomografia computadorizada e ressonância magnética a distância, em tempo real. Com esta tecnologia, a operação do equipamento na sala de exames é monitorada por uma equipe remota de tecnólogos em radiologia, que controlam de forma automatizada a execução dos exames. A tecnologia promove benefícios como redução dos custos, aumento da qualidade dos exames, mais rapidez e praticidade, menor exposição de colaboradores à radiação, redução no índice de reconvocação de pacientes, cobertura de folgas e ausências, entre outras vantagens.

Esta parceria é também exemplo de sucesso no trabalho conjunto entre as esferas pública e privada, sendo responsável por cerca de 12% de todos os exames de imagem realizados gratuitamente pelo SUS em todo o país.

Com a tecnologia e a expertise do atendimento na rede pública, instituições deste tipo passam a ser também uma opção para hospitais e clínicas particulares otimizarem seus centros de exames de imagem, reduzindo custos e maximizando as receitas.

Uma questão que não pode deixar de ser levantada é a do custeio do desenvolvimento e implementação da inteligência artificial. Nos Estados Unidos, a agência regulatória FDA já aprovou mais de 500 algoritmos para utilização na área da saúde, sendo 396 deles para a radiologia, mas o ritmo de adoção e implementação destas tecnologias é muito mais lento. Isso acontece principalmente porque os hospitais e clínicas precisam saber a relação custo-benefício das inovações, quanto elas vão economizar, qual será o ganho de produtividade e os benefícios para os clientes. Caso contrário, é muito difícil convencer os tomadores de decisão a realizar investimentos em uma área que já é bem atendida pelos profissionais sem a assistência de novas tecnologias.

O ponto principal nesse sentido é cada instituição encontrar as ferramentas certas de inteligência artificial e a melhor proposta de valor para suas necessidades. No exemplo da radiologia, a inteligência artificial pode ser utilizada para fazer uma triagem entre casos mais simples e mais complexos, além de detectar anormalidades que passariam despercebidas pelo olho humano, o que pode aumentar a eficiência da análise por parte dos profissionais de radiologia, que podem dedicar mais tempo aos casos mais complexos. A IA não pode ser apenas custo, precisa ser parte da solução.

Um hospital é um empreendimento complexo, cheio de variáveis, onde o tempo é sempre crucial, e seu funcionamento diário traz situações que precisam ser compreendidas, controladas e resolvidas rapidamente. Com a inteligência artificial, é possível ter uma visão geral dos diversos setores e processos e oferecer respostas rápidas e efetivas a situações como controle de acesso, engajamento de pacientes, automação de processos, gestão de leitos, sinergia entre os núcleos, logística e muitos outras.

Quando a tecnologia é utilizada para promover a saúde, e a união de esforços entre as esferas pública e privada faz com que esta tecnologia chegue até a população que mais precisa, quem ganha é a sociedade como um todo. 

* Simone Vicente Reis é CEO da FIDI – Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem, organização social de saúde filantrópica que preza pela excelência e pelo atendimento humanizado, sendo referência em soluções para diagnóstico por imagem, com tecnologia de última geração e equipe altamente qualificada. 

Referências 

[1] – Disponível em: <https://aiindex.stanford.edu/wp-content/uploads/2022/03/2022-AI-Index-Report_Master.pdf> 

[2] – Disponível (em inglês) em: <https://www.marketresearchfuture.com/reports/healthcare-artificial-intelligence-market-5681> 

Livro escrito com a ajuda do ChatGPT aborda a inteligência artificial na educação

Nova obra de Ronaldo Casagrande, voltada para professores da educação básica, já está disponível para download gratuito e propicia um mergulho na era da Inteligência Artificial (IA)

Livro “Navegando por águas inexploradas orientando educadores para a revolução da inteligência artificial”

Desde o lançamento do ChatGPT, em novembro do último ano, a popularização da Inteligência Artificial tem despertado inúmeras inquietações. E não é para menos: segundo uma pesquisa realizada pelo Instituto Casagrande com mais de 9.000 educadores de todo o Brasil, 73% dos professores pesquisados acreditam que a IA terá um alto impacto na educação nos próximos anos. É um cenário desafiador e repleto de incertezas.

Para auxiliar os professores a lidarem com essa questão, Ronaldo Casagrande, vice-presidente do Instituto, está lançando o livro “Navegando por águas inexploradas: orientando educadores para a revolução da inteligência artificial”. Trata-se de um guia prático e inovador sobre inteligência artificial na educação especialmente elaborado para os professores da educação básica e que já está disponível gratuitamente para download em todo o território nacional

Durante a elaboração da obra, Ronaldo contou com a colaboração do próprio ChatGPT – uma ferramenta de inteligência artificial que, no livro, foi denominada de “Bartolomeu Cognição”. “Imagine só, a tecnologia em si sugeriu até mesmo o título do livro! É uma verdadeira jornada pelo universo fascinante da I.A., escrita com a ajuda dessa própria tecnologia que está transformando o mundo”, explica ronaldo.

Fascinado pelo assunto, Ronaldo tem se dedicado intensamente a pesquisas sobre Inteligência artificial nos últimos anos. A primeira experiência com o tema aconteceu em 2006, durante o doutorado – época em que a I.A. ainda era um território restrito a centros de tecnologia e ambientes acadêmicos. Foi nesse contexto que ele implementou um algoritmo totalmente novo, utilizando inteligência artificial, com o objetivo de prever se alunos da instituição de ensino na qual era diretor se tornariam inadimplentes ao longo de suas trajetórias acadêmicas. A ideia era antecipar problemas financeiros e tomar medidas preventivas para que esses estudantes não abandonassem os estudos. “E, adivinhe só: a primeira versão do sistema teve um índice de acerto superior a 75% nas suas predições”, conta Ronaldo.

Essa experiência fez Ronaldo perceber que a inteligência artificial teria um impacto gigantesco no futuro, tanto para as pessoas quanto para as organizações. “Agora, 17 anos depois, com a quantidade exponencial de dados digitais disponíveis e o avanço impressionante na capacidade de processamento das máquinas, a IA está mais pronta do que nunca para transformar o mundo. E é exatamente por esse cenário decidi escrever este livro, com o propósito de auxiliar os professores nessa jornada cheia de descobertas e desafios”, explica o autor.

A OBRA – O livro é lançado em um momento mais que oportuno: com a chegada recente do ChatGPT ao mercado, Ronaldo identificou a urgência de preparar os professores para enfrentar as mudanças iminentes. Foi assim que surgiu a ideia de utilizar a própria IA como ferramenta para escrever o livro. Com seu conhecimento no tema e o auxílio poderoso da inteligência artificial, Ronaldo criou um conteúdo autêntico de extrema relevância para educadores, em tempo recorde. Ronaldo destaca que todo o conteúdo gerado pela inteligência artificial passou por uma rigorosa curadoria, garantindo a qualidade e relevância obra.

O AUTOR – Ronaldo Casagrande é engenheiro eletrônico por formação e sempre esteve em sintonia com o ambiente educacional, inspirado especialmente por sua mãe, que foi professora de escola pública. A paixão pela matemática e a física o guiou até a graduação, mestrado e doutorado em engenharia, onde teve seu primeiro contato com a Inteligência Artificial. Hoje, como vice-presidente do Instituto Casagrande, instituição da qual é fundador, ele participa da gestão da maior organização de formação online de educadores e gestores educacionais do Brasil. Além disso, é conferencista, palestrante e consultor especializado no campo da tecnologia e gestão.

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S E R V I Ç O

Livro “Navegando por águas inexploradas: orientando educadores para a revolução da inteligência artificial”, de Ronaldo Casagrande. Ed. dos Autores, 2023. 136 páginas.

👉🏽DOWNLOAD GRATUITO EM https://bit.ly/LIVRO-RONALDO.

Desktop, Notebook ou All in one? Veja principais diferenças e vantagens.

Positivo Tecnologia destaca principais diferenças e vantagens dos desktops, notebooks e modelos all in one para o uso corporativo

Rodrigo Guercio, vice-presidente de Negócios Corporativos da marca, explica as particularidades de cada categoria de produto e como elas podem refletir em benefícios para as empresas no dia a dia

Curitiba, 17 de julho de 2023 – Os computadores de uso doméstico e corporativo podem até ter similaridades em suas especificações técnicas e componentes, mas, para atender a todas as necessidades do dia a dia das empresas, muitas vezes é preciso escolher máquinas com configurações mais robustas, seguras e até mesmo versáteis. Entre outros diferenciais, os modelos de computador voltados ao trabalho são desenvolvidos para suportar longos períodos de utilização sem comprometer seus componentes internos e manter alto desempenho ao rodar diversas aplicações simultaneamente, diminuindo o risco dos temíveis travamentos. A fim de ajudar as empresas a tomarem as melhores decisões de compra e entenderem as vantagens das principais categorias de PCs, Rodrigo Guercio, vice-presidente de Negócios Corporativos da Positivo Tecnologia, destaca as particularidades e benefícios dos desktops, notebooks e all in one.

“Costumo dizer que o computador é como uma ferramenta, pois sempre há uma opção mais adequada para cada tipo de tarefa. Para fazer a melhor escolha na hora de comprar novas máquinas para a empresa, é importante responder algumas perguntas e avaliar questões como a necessidade de mobilidade, o custo-benefício e até mesmo o espaço físico disponível para uso. Cada empresa tem uma realidade diferente e essas peculiaridades devem ser levantadas para uma compra consciente e eficiente”, destaca o executivo.

Principais características de cada equipamento

Com a tecnologia totalmente presente no dia a dia das pessoas, os principais tipos de computadores já estão mais conhecidos pelo grande público, mas é fundamental entender as vantagens práticas de cada opção. “Antes de comprar computadores para a empresa, é importante que as escolhas sejam bem planejadas e que os produtos estejam de acordo com as necessidades daquele trabalho, evitando gastos a longo prazo com upgrades de componentes ou substituição de máquinas. Sendo assim, o passo inicial é conhecer as diferenças de cada modelo”, pontua Guercio.

Desktop

Imagem: Divulgação / Positivo

Os desktops são os modelos mais tradicionais e conhecidos. Nele seus componentes essenciais, como placa-mãe, placa de vídeo, processador, memória RAM e HD ou SSD estão localizados dentro do gabinete, e uma de suas vantagens é a possibilidade de customização com peças de acordo com cada necessidade. “O desktop será a melhor escolha quando o perfil da empresa exige atualização frequente do sistema e do hardware, normalmente em busca de desempenho. Nessa categoria, é muito simples adicionar algum recurso específico como, por exemplo, uma placa de expansão. Além disso, são produtos que costumam ter excelente vida útil, dando mais segurança e economia ao usuário”. Para uso desse tipo de computador, é necessário adquirir acessórios e periféricos, como monitores, mouses, teclados, headsets e caixas de som.

Para quem precisa de mobilidade e praticidade, os notebooks são os modelos mais indicados. Além da facilidade de transporte, outro ponto de destaque é que esse tipo de produto não demanda muitos acessórios, dependendo apenas das preferências do usuário. “Atualmente, muitas empresas optaram pelo modelo de trabalho híbrido, e com isso a portabilidade e mobilidade são requisitos obrigatórios. Portanto, a escolha de um notebook acaba se tornando ideal para garantir a produtividade a partir de qualquer lugar”.

Já o all in one, também conhecido como “tudo em um”, é um híbrido entre desktop e notebook, pois tem boa parte de seus “acessórios” integrada ao monitor, sendo necessário apenas o uso adicional de um mouse e um teclado. Essa é uma opção especialmente atraente para profissionais que usam estações fixas de trabalho, mas que têm menos espaço e buscam versatilidade e organização. “O all in one oferece uma excelente relação custo-benefício por simplificar a instalação, se encaixar em pequenos espaços e ser mais econômico quando comparado com um desktop, por exemplo”.

Perfil de trabalho e impacto na produtividade 

Segundo Guercio, na tecnologia há diferentes formas de se entender o modelo ideal para uso diário, e a pesquisa das funcionalidades é o melhor guia para a chegar a uma boa escolha. “É difícil falar em ‘certo’ e ‘errado’. Normalmente, as empresas segmentam a força de trabalho pelos perfis e, a partir dos atributos mais importantes para cada função, determinam o equipamento mais adequado para seus colaboradores”. Todas as categorias de produtos têm prós e contras, então, é importante investir algum tempo na identificação das necessidades para definir qual deles tem mais sintonia com o perfil do profissional ou da empresa.

notebook

Imagem: Divulgação / Positivo

“Para trabalhos mais dinâmicos, a mobilidade é o fator decisivo e o notebook é um equipamento bem flexível e que pode acompanhar o usuário a reuniões externas ou até em viagens. Em contrapartida, apresenta telas menores que não são confortáveis para quem precisa trabalhar por muitas horas, criando conteúdos em planilhas ou mesmo em textos e apresentações. No escritório isso pode ser contornado com o uso de um monitor conectado ao equipamento, aproveitando também a opção de uso de teclados e mouses externos. Para quem precisa de altíssimo desempenho, as máquinas portáteis também costumam custar mais caro e são menos propícias a trocas de componentes internos”, pontua o especialista.

Já para profissionais que possuem local de trabalho fixo, o all in one e o desktop são opções eficientes, resistentes e robustas, apesar de pouco ou quase nada portáteis. “O all in one se destaca por sua simplicidade ao incorporar todos os recursos e componentes fundamentais em um único lugar. Já o desktop, é mais flexível em capacidades, mas, exige configuração extra para instalação de acessórios, ocupa mais espaço na mesa do usuário e pode requerer uma solução de gestão de cabos para manter a estação de trabalho organizada”, destaca o executivo. “Vale lembrar que é uma tendência do mercado a adoção de “mini” desktops que são equipamentos menores e que ocupam menos espaços em relação aos modelos convencionais. Como principais vantagens dos desktops estão a possibilidade de se adotar processadores de alto desempenho e a boa capacidade de expansão futura, prolongando a vida útil do equipamento”.

all in one

Imagem: Divulgação / Positivo

A Positivo Tecnologia conta com um portifólio completo de equipamentos de cada uma dessas categorias, com diferentes modelos, possibilidades de configurações e atributos para diversas necessidades. “Na linha de notebooks alguns destaques são o Positivo Master N2240, que é um modelo simples e econômico, mas bastante resistente e adequado para tarefas comuns do dia a dia; o VAIO Pro PX, ideal para quem procura um design diferenciado, mais fino e leve, e com bom desempenho, e o Positivo Master N8440, que é um modelo robusto, com acabamento em alumínio e que oferece gerenciamento avançado através da tecnologia vPro Enterprise da Intel. Para quem busca um all in one, o Positivo Master A6200 tem tela de 21.5”, processadores Intel de 12ª geração e ajuste de altura como opcional para melhor ergonomia. Por fim, a linha de desktops é composta por máquinas tradicionais, como o Positivo Master D3400, e, para quem quiser apostar no mini desktops, uma boa escolha é o Positivo Master C6400, que oferece alto desempenho e baixo consumo de energia e espaço, ambos com processadores Intel de 12ª geração”.

Para conferir outros modelos acesse o site da marca clicando aqui.

Importância do ChatGPT no mercado de trabalho pode ter o peso do “pacote Office”

Além de transformar processos e execução de tarefas, novas tecnologias abrirão caminho para a ascensão de profissões especializadas em chatbots.

Importância do ChatGPT

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Entendidas como as maiores inovações tecnológicas desde a criação da própria internet, soluções como o ChatGPT já transformam as relações de trabalho. Um recente estudo desenvolvido pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, descobriu que cerca de 80% da mão-de-obra daquele País poderá ter, pelo menos, 10% das suas tarefas afetadas por sistemas de GPT. A mesma pesquisa foi além e identificou que cerca de 19% dos trabalhadores serão afetados em pelo menos 50% do seu trabalho, em razão da nova Inteligência Artificial.

Ainda é cedo para mensurar o real impacto que essas ferramentas terão no futuro e o quão imprescindíveis elas serão para o mercado, mas é possível apontar mudanças em todo o trajeto profissional, desde a qualificação até a execução das tarefas.

“Os processos de formação para uso dessa tecnologia já são um fator preponderante para atender às novas demandas de toda a cadeia produtiva. Acredito que ela ainda terá a mesma importância que ferramentas como Word e Excel têm hoje para qualquer empresa, pois com a revolução nas profissões, será necessário cada vez mais preparar os profissionais para as grandes modificações dentro da nova estrutura gerada para o mercado de trabalho”, afirma Álvaro Manzione, sócio fundador da Beedoo, maior plataforma da América Latina para comunicação, capacitação, e engajamento de equipes de atendimento, de campo e da indústria, que trabalha com IA para disponibilizar aos seus parceiros dados estratégicos e insights como indicadores de desempenho.

Francisco Borges, consultor da Fundação de Apoio à Tecnologia (FAT) em Gestão e Políticas Públicas voltadas ao Ensino acrescenta que, neste provável cenário, além de transformar processos e execução de tarefas, a inteligência artificial abrirá caminho para o surgimento de novos postos de trabalho.

“É importante que profissionais e empresas percebam esta nova realidade de mercado, onde dados transformados em informações são insumos essenciais para qualquer segmento. É como a inteligência de negócios funciona, auxiliando na tomada de decisões. Por que não pensarmos, portanto, na ascensão de profissões como desenvolvedores, gerentes, técnicos, consultores e analistas específicos de ChatBot? O certo é que estes precisarão de treinamentos focados para a formação de mão-de-obra especializada”, diz.

Por outro lado, ações de regulamentação de inteligências artificiais, em todos os âmbitos, podem desacelerar algumas dessas mudanças. No Brasil, há projetos de lei no Senado e na Câmara dos Deputados em tramitação para tratar dos princípios, direitos e deveres para uso da IA no País.

Temas como limites para atuação do poder público por meio das IAs, uso de câmeras para identificação dos membros do corpo social, avaliações individuais de riscos, fiscalização, segurança e responsabilidade, tráfego, abastecimento de água, eletricidade, educação, bem como as autoridades competentes que farão o controle dos sistemas, estão entre os que serão tratados nessas propostas.

Alternativas ao Google Analytics GA4: Ferramentas para Análise de Dados do seu Website

Alternativas ao Google Analytics GA4

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O Google Analytics GA4 tem sido uma das ferramentas de análise de dados mais populares para proprietários de websites. No entanto, existem diversas alternativas disponíveis que podem oferecer recursos semelhantes ou complementares para ajudar você a entender o comportamento dos usuários e otimizar seu site. Neste post, vamos explorar algumas das melhores alternativas ao Google Analytics GA4, para que você possa escolher a opção mais adequada às suas necessidades.

1. Matomo Analytics

Anteriormente conhecido como Piwik, o Matomo Analytics é uma opção de código aberto que permite coletar e analisar dados de tráfego do seu website. Ele oferece recursos como monitoramento em tempo real, análise de fontes de tráfego, rastreamento de eventos, funis de conversão e muito mais. Além disso, você tem total controle sobre os dados coletados, garantindo a privacidade dos seus visitantes.

2. Clicky

O Clicky é uma alternativa popular ao Google Analytics, oferecendo uma interface fácil de usar e análises em tempo real. Ele fornece informações detalhadas sobre visitantes, tráfego, fontes de referência e até mesmo monitoramento de calor (heatmaps). O Clicky também possui recursos avançados, como rastreamento de conversões, segmentação de visitantes e integração com redes sociais.

3. Adobe Analytics

Se você está procurando uma solução mais robusta, o Adobe Analytics é uma opção poderosa. Ele oferece análises detalhadas e avançadas para websites e aplicativos, permitindo segmentação precisa de dados, análise em tempo real e criação de relatórios personalizados. Com recursos como análise preditiva e integração com outras ferramentas da Adobe, o Adobe Analytics é ideal para empresas de grande porte.

4. Mixpanel

O Mixpanel é uma ferramenta focada em análise de eventos e engajamento do usuário. Ele permite que você rastreie ações específicas dos visitantes do seu website, como cliques em botões, preenchimento de formulários, reprodução de vídeos, entre outros. Com esses insights, você pode entender melhor o comportamento dos usuários e otimizar suas estratégias de engajamento.

5. Open Web Analytics

Assim como o Matomo, o Open Web Analytics é uma solução de código aberto que oferece recursos de análise de dados. Ele fornece informações sobre visitantes, páginas mais visualizadas, fontes de tráfego e muito mais. O Open Web Analytics é altamente personalizável e permite que você adapte a ferramenta às suas necessidades específicas.

Conclusão

Embora o Google Analytics GA4 seja uma escolha popular, existem várias alternativas que podem atender às suas necessidades de análise de dados. Cada uma das opções mencionadas neste post possui recursos exclusivos e oferece diferentes abordagens para entender o comportamento dos usuários. Analise suas necessidades, recursos desejados e orçamento para escolher a alternativa que melhor se adequa ao seu website.

Lembre-se de que a escolha da ferramenta de análise de dados é importante para obter insights valiosos e melhorar o desempenho do seu website. Experimente diferentes opções, teste suas funcionalidades e descubra qual delas oferece os recursos e a interface mais adequados para o seu caso.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança de empresas

Inteligência Artificial será ocasionadora de uma série de novos ataques. Por outro lado, companhias devem usar a própria IA para aprimorar segurança cibernética.

Chat GPT e IA já são ameaças à cibersegurança

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Em 29 de março deste ano, mais de mil pesquisadores, especialistas e executivos do setor de tecnologia, entre eles Elon Musk, CEO da Tesla, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, pediram em carta aberta uma pausa de seis meses no desenvolvimento das novas ferramentas de inteligência artificial (IA), chamando a situação atual de “perigosa” corrida armamentista. O contexto apresentado pelas mentes mais brilhantes da tecnologia expõe uma dicotomia em torno de um dos temas mais falados no momento: se por um lado é comemorado que a IA trará benefícios claros para o desenvolvimento da economia e sociedade, por outro, é inevitável que ela tem o potencial de colocar em xeque as bases mais fundamentais desses sistemas. 

Para o Security Design Lab (SDL), rede global de pesquisa e desenvolvimento de cibersegurança com operação na América do Sul e Europa, a Inteligência Artificial e a Segurança Cibernética estão trilhando caminhos da integração e a convivência entre ambas será inevitável. Um exemplo é a Microsoft, parceira da OpenAI, empresa criadora do ChatGPT: enquanto anunciou a injeção de bilhões de dólares na evolução ferramenta, por outro lado, também dobrará o investimento em pesquisa e desenvolvimento em segurança cibernética, para cifras na casa de US$ 20 bilhões. 

Quais os riscos que a Inteligência Artificial poderá trazer para a segurança das empresas?  

Um dos maiores desafios são os hackers usarem a Inteligência Artificial para desenvolver ameaças cibernéticas mais sofisticadas, como e-mails de phishing realistas, implantar malwares ou criar vídeos deepfake convincentes. Em recente evento da Dell em Las Vegas, um dos maiores golpistas da história dos Estados Unidos, Frank Abagnale Jr, que teve a sua vida retratada no filme “Prenda-me se for capaz”, foi bastante claro: “O que eu fiz há 40 anos, hoje está muito mais fácil de fazer por conta das tecnologias existentes. Não apenas do ponto de vista de tecnologia, mas especialmente, das pessoas. A engenharia social é uma realidade e não vai mudar. Os cibercriminosos vão usar a Inteligência Artificial. Ela será do mal”, apontou o especialista, que se tornou consultor do FBI e palestrante sobre segurança da informação. 

“O ChatGPT, por exemplo, poderia ser usado, facilmente, por um hacker para gerar uma mensagem de spear phishing personalizada com base nos materiais de marketing de uma empresa e em e-mails comuns do dia a dia. Ele consegue enganar as pessoas que foram bem treinadas em reconhecimento de mensagens fraudulentas, porque não se parecerá com as mensagens que foram treinadas para detectar”, alerta Alexandre Vasconcelos, diretor para a América Latina do Security Design Lab. 

Christiano Sobral, sócio-diretor e especialista em direito digital no Urbano Vitalino Advogados, diz que experts em cibersegurança descreveram, recentemente, o potencial perigoso do ChatGPT e sua capacidade de criar um malware polimórfico que é quase impossível de identificar usando detecção e resposta de endpoint (EDR). “EDR é um tipo de técnica de segurança cibernética que pode ser implantada para capturar software malicioso. No entanto, os especialistas sugerem que esse protocolo tradicional não é páreo para o dano potencial que o ChatGPT pode criar. O código que pode sofrer mutações – é aqui que entra o termo polimórfico – por ser muito mais difícil de detectar. A maioria dos modelos de aprendizado de idiomas, como o ChatGPT, são projetados com filtros para evitar a geração de conteúdo impróprio, conforme considerado por seus criadores. Isso pode variar de tópicos específicos a, neste caso, código malicioso. No entanto, não demorou muito para que os usuários encontrassem maneiras de burlar esses filtros. É essa tática que torna o ChatGPT particularmente vulnerável a indivíduos que procuram criar scripts nocivos”, explica. 

Como a Inteligência Artificial poderá auxiliar na evolução de ferramentas de cibersegurança?  

Se a capacidade de identificar ameaças cibernéticas tornou-se e será cada vez mais difícil, quando integrados a algoritmos de aprendizado que utilizam Inteligência Artificial, os sistemas de segurança poderão trazer vantagens significativas para a segurança cibernética. “Por exemplo, identificar as variantes de um malware pode ser um desafio, especialmente quando enormes volumes de código o mascaram. No entanto, lidar com essa ameaça cibernética será mais fácil, quando as soluções de segurança utilizarem mecanismos de Inteligência Artificial, que incluam bancos de dados de malwares existentes e a capacidade de detectar padrões para descobrir novos códigos maliciosos”, aponta Cristiano Iop, fundador da Sikur, empresa fabricante de soluções de cibersegurança. 

Com a utilização da Inteligência Artificial, o executivo defende que os sistemas de segurança cibernética terão capacidade de reconhecer padrões, o que significa que esses sistemas podem detectar desvios de normas, respondendo adequadamente às ameaças nos ecossistemas de TI (Tecnologia da Informação), TO (Tecnologia Operacional) e SCI (Sistema de Controle Industrial).

O caminho da regulação no Brasil e no mundo 

No Brasil o Senado está analisando um projeto de lei para regulamentar os sistemas de inteligência artificial. Ele é baseado no trabalho de uma comissão de juristas que analisou, ao longo de 2022, outras propostas relacionadas ao assunto, além da legislação já existente em outros países. O texto cria regras para que os sistemas de inteligência sejam disponibilizados no Brasil, estabelecendo os direitos das pessoas afetadas por seu funcionamento e define critérios para o uso pelo poder público. Violações das regras previstas poderão acarretar multas de até R$ 50 milhões por infração ou até 2% do faturamento, no caso de empresas. Outras punições possíveis são a proibição de participar dos ambientes regulatórios experimentais e a suspensão temporária ou definitiva do sistema.

No exterior, o Reino Unido – terceiro lugar no mundo em publicações de IA, publicou um White Paper sobre sua abordagem à regulamentação. Segundo Marcello Junqueira, sócio do Urbano Vitalino Advogados e especialista em direito digital, o primeiro-ministro Rishi Sunak anunciou que o país sediará uma cúpula global sobre a regulamentação da Inteligência Artificial entre setembro e dezembro de 2023. 

“O material elaborado no Reino Unido propõe um conjunto de princípios abrangentes de regulamentação que contempla segurança, proteção e robustez, transparência e explicabilidade, justiça, responsabilidade e governança e contestabilidade e reparação. O conteúdo conta com um anexo sobre as intenções do país de promover o desenvolvimento de padrões internacionais de IA e aponta para os fóruns existentes para engajamento multilateral sobre o tema, como o Grupo de Trabalho de Governança da Inteligência Artificial da OCDE, G7 e Comitê do Conselho da Europa sobre Inteligência Artificial – o último dos quais está atualmente desenvolvendo um tratado de direitos humanos”, explica Junqueira. 

Sobre o Security Design Lab 

Security Design Lab (SDL) é uma grande rede de colaboração fundada em 2021 para gerar discussões, experiências e disseminação de conhecimentos para auxiliar as empresas e governos a melhorar os seus níveis de segurança. Tem por objetivo fomentar debates e promover a troca de experiências para difundir conhecimentos sobre melhores práticas, políticas, padrões e regulações em cibersegurança. Junto com a Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), o SDL começou, em maio, a coleta de dados para a primeira pesquisa sobre cibersegurança entre as empresas de capital aberto do país. O objetivo é entender a maturidade de cada uma e apoiar as áreas técnicas e de compliance para disseminar a importância do tema entre os C-levels, Conselhos de Administração e Acionistas. O resultado poderá ajudar no desenvolvimento de políticas públicas em prol de mais segurança para as empresas e os investidores. 

Da IA Generativa a especialização de quem atua com tecnologia: 3 tendências para o mercado e o que esperar para os próximos meses

Uma pesquisa recente realizada pela empresa IBM revelou que 78% dos líderes empresariais brasileiros têm planos de investir em tecnologia nos próximos 12 meses. O levantamento mostrou ainda que essa porcentagem é maior em comparação com outros países, como Estados Unidos, Japão e Alemanha. Entre os principais temas que têm pautado as conversas sobre esse mercado estão Inteligência Artificial e o impacto nas profissões com o uso de tecnologias capazes de aprender padrões complexos de comportamento. 

Heitor Hákime, CEO da Codebit – empresa especialista em tecnologia de código e cloud computing sob medida que atua no setor há mais de 10 anos – analisa três tendências para o mercado e o que esperar para os próximos meses:

Tendência 1: Inteligência Artificial Generativa

Com o atual crescimento do tema no setor de tecnologia, se enxerga uma forte tendência sobre a pauta de Inteligência Artificial Generativa – conjuntos de algoritmos capazes de aprender padrões mais complexos de comportamento a partir de uma base de dados. Pautando diversas discussões, o assunto deve continuar em alta neste ano, desde a produção de chips computacionais focados nesse tipo de processamento, até a disponibilização e massificação de serviços utilizando esse conceito.

Além de discussões sobre seu uso em diferentes esferas, a IA Generativa oferece oportunidades, já que existe um grande campo a ser explorado com a disponibilização de ferramentas corporativas similares ao Chat GPT, que aprendem uma base de conhecimento específica e conseguem realizar diversas ações. Isso indica que profissionais que se especializarem no tema tendem a se destacar frente à novidade.

Tendência 2: IA para centrais de atendimento em canais digitais

Empresas também estão aproveitando a oportunidade em diferentes frentes de atendimento para utilizar a inteligência como aliada e se destacarem, sendo que uma das aplicações ocorre com as vendas por canais digitais, com resposta de dúvidas de colaboradores, ou até mesmo para apoiar de forma mais estruturada os call centers de empresas, dentre outras ações.

A montagem de centrais de atendimento 24 horas sempre foi um desafio para as empresas, pois requer times treinados e capacitados a responder dúvidas ou até mesmo realizar vendas em um ambiente com alta rotatividade, o que não é uma tarefa fácil.

O avanço das tecnologias de IA possibilita aos algoritmos aprenderem regras e realizarem tarefas de forma cada vez mais eficiente. Isso inclui entender dúvidas de clientes ou consumidores, submetê-las à uma base de conhecimento ou restrições contratuais e fornecer as melhores possibilidades de solução dentro do contexto apresentado. 

Neste aspecto, as vendas sempre foram um grande motor para impulsionar investimentos em tecnologia, e não é diferente com a inteligência artificial. Há um movimento de mercado para a troca do processo de aquisição única de um produto, pela opção de um serviço contínuo de assinatura. Inicialmente,  ocorreu com serviços de tecnologia ou streaming, mas agora nota-se uma tendência em assinaturas de veículos, por exemplo, ou outros ativos. Como a venda contínua pressupõe um atendimento contínuo para mantê-la, as centrais de atendimento digitais nunca foram tão importantes.

Por meio de algoritmos avançados de IA, esse atendimento vem sendo feito cada vez mais por plataformas automatizadas capazes de aprender uma série de regras e termos de uso, entender dúvidas ou solicitações de clientes ou consumidores e oferecer a melhor solução para determinado contexto. Algo que muitas vezes demandaria um profissional mais experiente para que fosse sugerido e também realizado.

Tendência 3: estabilidade nas contratações e profissionais mais preparados para trabalhar com tecnologia

Quando especialistas analisam o mercado, é esperada uma estabilidade após um momento inflacionado na pandemia, onde muitas empresas contrataram desenfreadamente inserindo em seus times centenas ou milhares de profissionais. “Vemos agora diversos movimentos de ajuste com layoffs e desligamentos. Creio que nesse segundo semestre teremos um momento de maior estabilidade com redução de desligamentos, porém baixo apetite para novas contratações” afirma Heitor Hákime, CEO da Codebit.

.Nos próximos anos o mercado deverá enfrentar um grande desafio: passar por um momento de aumento massivo de profissionais. Sempre entendido como um mercado promissor, atualmente notam-se muitos profissionais juniores ou pessoas em transição de carreira com pouca ou nenhuma experiência tentando vagas de trabalho ou estágio. “Com o movimento de ajuste pós-pandemia, creio que a absorção do mercado para esses profissionais será um desafio, pois em geral ele necessita de velocidade, e profissionais em início de carreira demandam mais treinamento e naturalmente menor produtividade”, destaca Heitor.

Sendo assim, os profissionais de tecnologia devem esperar um aumento na quantidade de pessoas buscando vagas de nível iniciante e uma estabilização das vagas atuais. A adaptação para novas ferramentas de desenvolvimento que permitem uma maior agilidade e velocidade de entrega é importante, pois o modelo de desenvolvimento está mudando rápido e é fundamental acompanhar essa onda para não ficar defasado.

Sobre a CodeBit

A CodeBit  é uma empresa especialista em tecnologia de código e cloud computing sob medida, com foco no terceiro setor e startups, fornece desenvolvimento de soluções em linguagem de programação (código) e Nuvem. Fundada em 2011 no interior de São Paulo, em Franca, nasceu de uma parceria sem acelerações ou programas de startups, e hoje conta com mais de 50 clientes e diversos cases de sucesso, como Médico Sem Fronteiras, Fundação Itaú, Instituto Natura, Instituto Ayrton Senna e Fundação Telefônica Vivo. 

Como principal parceiro da Amazon no Brasil em educação, e um dos dois mais importante parceiro de NPOs – Programa Nonprofit Credit – da AWS atualmente, a CodeBit se especializou na criação de portais e plataformas web, sistemas complexos de integração, aplicativos Android e iOS, além de hardwares e dispositivos eletrônicos. Utilizando a tecnologia como principal meio de transformar o mundo, atua no terceiro setor para viabilizar um conjunto de iniciativas com projetos de cunho social para levar mais educação, saúde e conhecimento para todos os setores da sociedade, democratizando a tecnologia. A CodeBit também oferece soluções para startups, fundações empresariais, universidades e outras iniciativas de projetos com cunho social. Até o final de 2023, a empresa projeta um crescimento de 25%.

Marcas precisam apostar na personalização dos anúncios digitais para se destacar

Comportamento, idioma e até clima podem ser parâmetros de otimização criativa dinâmica desenvolvidas pela Equativ para ligar publicidade digital ao usuário.

 Marcas precisam apostar na personalização dos anúncios digitais para se destacar

Imagem: Divulgação

Os usuários que consomem conteúdo digital estão altamente imersos em publicidade, a exposição está entre 4 e 10 mil anúncios por dia, segundo dados da Yankelovich, empresa especializada em pesquisa de mercado. Isso cria um grande problema para as marcas: atrair a atenção dos usuários é dificultado pela saturação da publicidade. Para combater essa situação, a Equativ, plataforma líder de publicidade programática independente, encontrou um elo importante: a ultra segmentação de anúncios com a qual são estabelecidas classificações específicas para criar perfis de acordo com os interesses e comportamento dos usuários.

Criativo com segmentação para melhor otimização do anúncio

A Dynamic Creative Optimization (DCO) permite que as marcas insiram anúncios personalizados de forma programática com base em parâmetros predefinidos: clima, localização, interesse, idioma, dispositivo, comportamento (etc.) e otimizem o desempenho do anúncio usando tecnologia em tempo real. Essa tecnologia permite a adaptação de campanhas digitais em tempo real, de acordo com fatores externos, e assim, acompanhar de forma mais assertiva a realidade que o usuário vive. A ultrapersonalização na publicidade ajuda as marcas a inserir anúncios no momento e no local certo.

Para posicionar um produto na indústria farmacêutica, como um remédio para gripe, o anúncio pode ser ativado automaticamente sempre que as temperaturas caírem para 15 ºC ou menos. A tecnologia DCO serve para otimizar campanhas com maior relevância seguindo parâmetros externos como: geolocalização, temporalidade (sol, nuvem, umidade, entre outros). A tecnologia de hiperpersonalização inclui parâmetros como a geolocalização que permite aos anunciantes o mapeamento de estratégia baseada em critérios próprios a certos locais: tais como: estratégia de drive-to-store, especificidade local, targeting de audiência localizada no mesmo raio geográfico e que compartilham características comuns.      

O DCO é uma ferramenta de orientação que pode ser utilizada em setores como:

● Automotivo. Com problemas causados ​​por interrupções na cadeia de suprimentos, os executivos de publicidade estão sob pressão cada vez mais para garantir que cada real conte. Por meio do DCO, as campanhas de publicidade automotiva podem ser personalizadas, visando os usuários com maior probabilidade de conversão.

● Varejo. Indicações contextuais são importantes no varejo. Os dados meteorológicos podem ditar os tipos de compras que alguém faz, seja sorvete, botas de inverno ou guarda-chuva. Ao aproveitar os insights de localização com informações meteorológicas e publicidade de Inteligência Artificial (IA), os varejistas podem fornecer anúncios cognitivos que converterão seu público.

● Saúde. Para os anunciantes de saúde, é importante que os anúncios não pareçam invasivos, já que os dados do paciente são muito pessoais. A DCO pode oferecer campanhas personalizadas sem depender de cookies ou informações confidenciais.

A DCO pode se aplicar para qualquer anunciante que queira segmentar a sua audiência conforme critérios extrínseco e ser mais relevante conforme um contexto externo tal como fatores meteorológicos..

Atrair a atenção dos usuários: um desafio para a publicidade digital

A publicidade digital e os anunciantes têm confiado na IA que tem fornecido soluções como a segmentação contextual para ler os interesses e preferências dos usuários. Mas para captar a atenção dos utilizadores é preciso ir mais longe, isso implica uma análise mais completa para evitar desperdícios publicitários e como resultado que as campanhas sejam mais otimizadas.

Dados da ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, apontam que as vendas totais registradas no e-commerce brasileiro tiveram um crescimento de 5% e atingiram a marca de R$169,6 bilhões em 2022. eMarketer projeta que 75% da população brasileira se torne digital shoppers em 2027. Esse número representa que os usuários estão mais imersos no mundo digital, portanto a publicidade deve estar o mais alinhada possível com as preferências dos internautas. Além disso, o estudo da Innovid revelou que, em 2020, 40% dos compradores fizeram uma compra como resultado direto de um anúncio personalizado.

O desafio de personalizar anúncios no contexto programático

Vimos antes que os consumidores de conteúdo digital são expostos a milhares de anúncios por dia e as marcas estão lutando para estar no Top of Mind dos usuários. Nas palavras do Khalil Yaghi, Managing Director Equativ Brasil, uma das soluções mais adequadas para destacar marcas é por meio da contextualização do ambiente offline. “Observamos que o engajamento pode ser significativamente melhorado com uma campanha baseada em Dynamic Creative Optimization (DCO). O anunciante pode personalizar as mensagens, imagens, CTA, descrição dependendo do contexto pré-definido”. Conta Yaghi.

Em termos digitais, a publicidade programática está avançando constantemente, pois também aproveita a tecnologia de IA e Machine Learning para criar experiências de anúncios personalizados. Através do DCO é possível:

● Aumenta o ROI das campanhas. Com uma segmentação mais avançada da DCO, os anunciantes limitam o desperdício publicitário e assim, otimizar os investimentos

● Economia de tempo. A combinação de data contextual, com data da audiência e clusters de comportamentos do usuário, os processos estão sendo otimizados e agilizados, aumentando a eficiência dos anúncios, garantindo melhor desempenho.

● Otimização e testes em tempo real. Os resultados imediatos do DCO permitem maximizar o desempenho do anúncio revisando as métricas em tempo real para fazer ajustes imediatos e reduzir a quantidade de recursos necessários para investir na criação e teste de anúncios, além de diminuir o percentual de desperdício de anúncios.

A hiperpersonalização é uma tendência cada vez mais presente na indústria publicitária, para que os usuários sejam mais atraídos por anúncios de acordo com parâmetros externos, como alternativa ao rastreamento por meio de cookies. É por isso que a publicidade teria que considerar a IA para fornecer as melhores soluções por meio de algoritmos que entendem e analisam o comportamento do usuário, garantindo assim um melhor impacto nos consumidores.

Sobre a Equativ 

Equativ é uma das principais plataformas adtech independentes que atende aos interesses de anunciantes e publishers. A Equativ oferece soluções seguras para as marcas, com privacidade, permitindo aos nossos clientes alcançarem o máximo impacto respeitando os direitos dos consumidores. A empresa foca na experiência do cliente e excelência em engenharia para atender aos interesses do lado da oferta e da demanda com igual profissionalismo e sofisticação técnica.

Com sede em Paris e Nova York, a Equativ opera globalmente com uma equipe de mais de 500 pessoas em 20 escritórios pelo mundo todo. A adtech oferece um ecossistema com uma solução contextual mais completa do mercado. Possui o próprio servidor de anúncios independente, SSP, ferramentas para compradores e serviços de mídia. Para mais informações, acesse: https://equativ.com/